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10 de mai de 2013

Dialogo com as Sombras 3ª PARTE - (26,27)




26 - VAIDADE E ORGULHO
27 - PROCESSOS DE FUGA


26 - VAIDADE E ORGULHO

Muito ligado ao problema do poder está o da vaidade, e tam­bém o do orgulho. Vimos como se entrelaçam, no caso da rainha indiana.
A vaidade se apresenta sob muitos aspectos e é claro que nem sempre está associada ao exercício do poder. Às vezes, limita-se aos cuidados com a aparência “física”, as vestimentas, ou à inteligência.
Muitos são os que nos visitam, nas sessões mediúnicas, em es­tado de exaltação vaidosa. Há os que se julgam muito belos (ou belas), os que ostentam condecorações, jóias, mantos, séquitos de servidores e acólitos, bem como os que alardeiam conhecimentos intelectuais estupendos. Um desses foi enfático. Dirigia uma orga­nização que mantinha Espíritos aprisionados sob as mais abjetas condições do submundo das dores. Ao apresentar-se, falou imedia­tamente sobre si mesmo: era belo, poderoso, “divino
—  Você me vê? — pergunta-me.
Sempre fora importante. É o senhor daquela região (o médium havia sido levado, por desprendimento). Tem ali muitos prisionei­ros, guardados por um velho que, em tempos passados, fora seu es­cravo, e que chicoteou, em nossa presença. Quanto a mim, devo-lhe algo muito sério, pois lhe arrebatei alguém que estava destinado a ficar também, como prisioneiro, em seus tenebrosos domínios.
Quando comparece da segunda vez, faz uma cena, fingindo ser um pobre enforcado, necessitado de socorro urgente e de passes restauradores. Ao perceber que não conseguiu iludir-nos, ri, desa­pontado, dizendo que estamos ficando muito sabidos e perigosos. Retoma o diálogo irônico, envolvente, inteligente. Revela-se um dos magistrados do Espaço. Cabe-lhe fazer com que a lei seja cum­prida. Não é ele quem retém seus prisioneiros; são seus próprios crimes, e eles querem ficar lá, numa autopunição inevitável. Volta a dizer que é belo, brilhante e poderoso. Sente-se nele a evidente satisfação consigo mesmo, com aquilo que faz, a alegria quase in­fantil com que contempla a si mesmo, e à sua obra sinistra.
Fez com alguns companheiros encarnados um pacto. Poder versus poder. Ele os ajuda a conquistarem uma fatia de domínio, no lado de cá da vida, e eles lhe dão, por sua vez, a parte que lhe toca. A essa altura, propõe, também a mim, uma barganha: liber­tará aqueles em quem estou interessado, em troca de uma con­dição: devo “depor as minhas armas”. E, muito vivo e inteligente, antecipa minha resposta:
— “Sei que você vai dizer que o amor não é uma arma...
Não só isso, respondo-me, mas, também não tenho autoridade para fazer acordos. Fale com meus superiores, lá mesmo, no mundo 
espiritual. Tudo ele tenta, inclusive o meu envolvimento, com elo­gios e lisonja. Depois, perde a paciência, indignado. Não está acos­tumado a resistências assim, irracionais e tolas, ele que é um “deus”.
Coitado! Como é difícil cair do pedestal... mas vai aos poucos cedendo, e enquanto entra em crise, o pior lhe acontece, pois vê sua beleza física desmoronar-se lentamente, enquanto um súbito e estranho processo de envelhecimento destrói-lhe as belas feições. Ouve choro de crianças (te-las-ia sacrificado?) e, por fim, confessa que seu ódio “perdeu a força”.
É uma afirmativa desesperada, arrancada do fundo de si mes­mo, e não deve ter sido fácil para ele reconhecê-lo; a crise começou a precipitar-se nele, a partir do momento em que deixou de ser belo. Demonstrada, a ele próprio, a insuficiência da vaidade física, as demais vaidades também entraram em colapso.

*

Quanto ao orgulho, visita-nos com igual freqüência, e vem sempre associado à vaidade ou ao poder, ou a ambos. Alguns nos invocam a velha fórmula:
— Você sabe com quem está falando?
Comandam vastas instituições do terror. Apresentam-se apa­rentemente tranqüilos e seguros, ou assaz rancorosos e agressivos. Às vezes são, de fato, muito brilhantes e cultos, artificiosos no ra­ciocínio envolvente, na formulação de perguntas embaraçosas, hábeis manipuladores do método socrático, com o objetivo de obter a condenação do doutrinador, através de suas próprias palavras. Que prazer sentem em oprimir e dominar! Que orgulho pelas po­sições que ocupam, conquistadas com dores e sofrimentos infligidos ao semelhante! Vivem, literalmente, em pedestais, dos quais nem pensam em descer, porque, se o fizerem, encontrarão seus próprios fantasmas, suas culpas, suas angústias pessoais. Alguns crêem-se realmente divinizados e onipotentes. Um deles me disse que acre­ditava em Deus:
— O fato de eu existir — afirmou —, prova que alguém me criou.
Mas, quanto ao Cristo, fora um fraco. Nada tinha contra Ele, contanto que Ele não interferisse com seus planos, que eram gran­diosos.
Outro companheiro, chocado com o tratamento que haviamos dispensado ao seu “chefe”, através de outro médium, manifestou-se irritado, até mesmo algo assustado, dizendo-nos que nem fazíamos idéia de quem era ele, pois, do contrário, não o teríamos tratado daquela forma. Ele era muito importante mesmo:
— Ah! se você soubesse quem é ele...
E os antigos “Príncipes” da Igreja, que comparecem tremen­damente enfatuados, condescendendo em conversar conosco, trâns­fugas miseráveis, traidores vis, envolvidos com uma doutrina ma­léfica, demoníaca, como o Espiritismo? Que pompa, coitados! Que olímpica indignação!
Um destes me conheceu em antiga encarnação, durante a Re­forma Protestante, onde fôramos adversários, no campo teológico. Num “flash” de inspiração, pois estou familiarizado com as minúcias da história da Reforma, identifiquei-o pelo nome. Era ele mesmo. Acabamos, ambos, descobrindo as fontes ocultas de seu fanatismo religioso: em tempos idos, ele fora um daqueles que apedrejaram Estevão...


27 - PROCESSOS DE FUGA

A contínua observação desses métodos, ao longo dos anos, vai desenhando para nós um perfil mais nítido dos segredos e mis­térios do transviamento moral. As atitudes agrupam-se e, em cada uma delas, repetem-se os gestos, as palavras, os impulsos, as moti­vações. No entanto, guardam todas, e cada uma delas, a sua indi­vidualidade e as suas surpresas. Não sei como explicar esse jogo, entre o inédito e o esperado. Parece que as posições são basica­mente as mesmas, mas, dentro delas, cada um toma o caminho que lhe impõem os seus fantasmas interiores. Em suma: há certas constantes que se repetem, que se cristalizam, que constituem mo­delos, padrões, ou o que seja, dentro dos quais a individualidade de cada um se preserva, mantendo certa autonomia. Ë como se, num conceito amplo de determinismo difuso, eles agissem dentro de um amplo raio de livre escolha.
Vamos a alguns exemplos.
Uma das constantes, identificadas nesses Espíritos que perse­guem, que dominam, que espalham a dor, é a fuga. Fogem de si mesmos, das suas próprias dores, das suas angústias e frustrações.
Sejam quais forem as justificativas que invoquem para as suas ati­tudes — quando as apresentam — o mecanismo é sempre o mesmo: procuram esquecer seus próprios crimes e aflições, adiar o encon­tro com a verdade, anestesiar-se na insensibilidade, pelo cruel e desumano processo de acostumar-se à fria contemplação da dor alheia. É preciso entendê-los bem. Não são monstros irrecuperá­veis, que merecem o santo horror e a condenação eterna. Não são seres desprezíveis, que tenhamos de abandonar à sua própria sorte, para sempre. Temos que nos aproximar deles com sentimento de amor fraterno e de compreensão, não com nojo, como se fôssemos os redimidos, e eles os réprobos perdidos em seus crimes. Temos de entender que estão em fuga. A couraça de que se revestem émais frágil do que parece, e não é impenetrável aos fluídos sutis do amor. Defendem-se da dor, atacando, agredindo, maltratando. Tentam cicatrizar suas próprias feridas abrindo ferimentos em outros corações. No fundo, sabem que podem somente adiar o reencontro com as suas realidades interiores, mas não ignorá-las para sempre. Quantos deles nos têm dito que sabem muito bem disso, mas que saberão “ser homens”, quando chegar, para eles também, a cobrança! Enquanto não chega, prosseguem suas tarefas abomináveis. Sabem de suas responsabilidades, e imaginam, com bastante precisão, o que os espera um dia, quando “caírem”. Por isso mesmo é que resistem, enquanto podem, buscando apoio nas organizações a que pertencem, pois essa é a lei a que se apegam: a lei da solidariedade incondicional, que os protege mutuamente do dia do despertamento.
Essa é a doutrina da fuga.
Por outro lado, quem foge precisa de esconderijos para ocul­tar-se. No caso, ocultar-se de si mesmo. São muitos, esses re­fúgios. O principal deles talvez seja o esquecimento do passado. Este recurso é básico, essencial mesmo, para aquele que precisa, perante sua própria consciência, justificar, por exemplo, uma vin­gança impiedosa, que se prolonga no tempo e vara séculos ou milênios. Enquanto o perseguidor estiver “esquecido” das origens de sua verdadeira dor, ele sente forças, em si mesmo, para perseguir aquele que o feriu. Se ele voltar sobre seus passos, ao seu preté­rito, irá descobrir que sofreu aquele ferimento exatamente porque, antes, causou dor semelhante a alguém, faltando, assim, à lei uni­versal da fraternidade, O esquecimento o ajuda a manter acesa a chama rubra do ódio e, portanto, a da vingança. É vítima “ino­cente” de um crime inominável. Aquele miserável roubou-lhe a mulher, espezinhou a sua honra, levou-o ao crime, ao suicídio, à mi­séria, a ele, que sempre foi bom e correto, que nenhum mal fez a ninguém...
Se um dia ele descobre, por exemplo, que há séculos vêm os dois disputando, à ponta de punhal, aquela mesma mulher, através de várias encarnações infelizes, sua perplexidade é enorme, e, muitas vezes, o impacto dessa lembrança é suficiente para sacudi-lo fora de seu esconderijo psicológico e recolocá-lo na trilha evolutiva da recuperação interior.
De outras vezes, nem isso basta, pois são muitos os que, atra­vés de uma longa e tenebrosa experiência espiritual, quase sempre no lado errado da vida, conhecem bem o passado e, mesmo assim, prosseguem na fria execução de seus planos medonhos. Estes tam­bém estão em fuga, mas não buscam os esconderijos habituais, e sim o atordoamento da ação. Enquanto estão atordoados, organi­zando planos tenebrosos e os levando a efeito, vivem a salvo das suas próprias dores. A desesperada atividade mantém-nos, de certa forma, alheios aos seus dramas e desesperos.
Um deles confessou-me que conhecia bem o seu passado. Ocupara, em cada vida, a posição que lhe convinha aos propósitos pessoais. Amava a glória e o poder, acima de tudo. Responsabili­dades, claro que tinha muitas. E daí?
Outros dizem que não se importam com o resgate. O que im­porta é o que fazem no momento, Isso lhes agrada. É isso que desejam fazer; seja a vingança, seja a disputa de maiores fatias de poder, sejam as campanhas mais amplas, em que emprestam sua colaboração à organização a que pertencem, e que, por sua vez, também os protege.
A imaginação de cada um cria seu próprio mecanismo de fuga. Há os que se prendem aos conceitos teológicos, depois de desfi­gurá-los e corrompê-los, para servirem aos seus propósitos. Isto éparticularmente válido para os antigos sacerdotes, que se apoiam em fantásticas teologias, e em textos escolhidos com extremo cui
dado, no próprio Evangelho do Cristo. Quantos deles temos encon­trado nas tarefas mediúnicas!
Lembro-me de um, em particular. Montara sua própria orga­nização, nas trevas.
Apresenta-se aparentemente muito humilde e manso. Infor­ma-me que “consentiu em receber-nos na sua câmara”, porque a entrevista lhe foi solicitada por pessoas que ele respeita e admira. É claro que se vê naquilo que chama sua própria “câmara”. É a segunda vez, em muitos anos, que concorda em tratar diretamente com alguém, pois tem seus auxiliares para contactos e execução dos planos. Quer saber o que desejamos dele, embora certamente o saiba.
O diálogo prossegue, tranqüilo, enquanto ele permanece escon­dido na sua mansidão aparente, mas as ameaças mais claras come­çam a filtrar-se: não nos deixará sair dali, sem saber do que se trata, pois dignou-se a conceder-nos a entrevista. Ao fim de longa conversa, difícil, em que ele se mantém ameaçador, na sua apa­rente tranqüilidade, nossos benfeitores revelam-nos que se trata de um antigo franciscano extraviado. Aos poucos, conseguimos des­pertá-lo para a realidade que ele tanto teme enfrentar.
Qual teria sido o mecanismo do fenômeno, que se poderia chamar de “inversão de local”? Como e por que o Espírito, incor­porado no médium, no cômodo em que realizamos os trabalhos mediúnicos, poderia julgar-se recebendo-nos em sua “câmara”? Os nossos mentores não nos explicaram o ocorrido, mas creio que não seria fantasioso admitir, especulativamente, nesse caso, a velha e segura técnica da hipnose. Por mais defendidos que se julguem encontrar esses companheiros desarvorados, em suas furnas escuras, não são invulneráveis à misericórdia divina. Se o fossem, não teriam jamais a oportunidade de se libertarem de sua condição tão dolorosa. Ao passo que eles não têm condições de peso específico para subir às regiões da luz a fim de promover distúrbios e “con­quistas”, o que seria inadmissível, os Espíritos iluminados podem descer, sacrificialmente, aos antros da angústia, e o fazem com freqüência, a fim de tentar o resgate de companheiros que já ofe­reçam um mínimo de condições para ser ajudados.
De algum modo, cujo conhecimento ainda nos escapa, aquele irmão deve ter sido preparado e condicionado de tal forma, pelos trabalhadores do Cristo, que, mesmo deslocado, em nosso grupo sentia-se ainda em toda a segurança do seu reduto, no qual con­descendia generosamente em receber-nos, com as suas pouco ve­ladas ameaças.
É possível também — e esta seria uma forma alternativa de considerar o caso — que o nosso médium tenha realmente sido desdobrado, sob a proteção do Alto, até o “local”, e de lá transmitido a mensagem que nos possibilitou o diálogo. Frequentemente, temos presenciado esse fenômeno do deslocamento de médiuns, que, desdobrados do corpo físico, vão ao encontro do Espírito que os nossos mentores desejam pôr em contacto conosco.
Deixo abertas as opções mencionadas, bem como outras que não me tenham ocorrido. Um dia saberemos o suficiente para en­tender melhor essa extraordinária faculdade que é a mediunidade.

*

São muitos os que falam em nome de uma fé que não possuem mais, em nome de um Deus que não amam, de um Cristo que pretendem colocar a serviço de suas paixões subalternas e de um Evangelho que somente citam naquilo que lhes convém, com as interpretações que lhes interessam. Não negam a reencarnação, nem a sobrevivência, nem a comunicabilidade dos Espíritos; mas isto será revelado — dizem — quando a Igreja for restabelecida em toda a sua glória, ou seja, quando voltar a dominar, como ins­trumento de suas ambições.
Às vezes o esconderijo é a cultura intelectual. Constroem seus próprios sistemas, Inventam brilhantes sofismas e adestram-se em uma dialética deformada, mas, nem por isso, frágil e desarticulada; ao contrário, bastante inteligente, pois, sendo eles inteli­gentes, precisam de um inteligente mecanismo de fuga.
Enfim, cada um constrói o seu esconderijo, inventa suas de­fesas, segundo suas Inclinações, recursos e intenções. A finalidade, porém, é uma só: esconder-se das próprias angústias. Quando desco­brimos suas motivações, estamos a caminho de poder ajudá-los a libertar-se da dor. Os indícios precisos eles mesmos no-los for­necem. É preciso estarmos atentos, vigilantes, pacientes e prontos a servi-los naquilo que lhes convém aos Espíritos atormentados, e não naquilo que possa estimular-lhes as paixões abrasadoras.

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