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Biógrafo de Chico Xavier escreve sobre vida de Kardec



O jornalista Marcel Souto Maior, autor de "As Vidas de Chico Xavier", escreve agora sobre a vida Allan Kardec, francês que codificou o espiritismo no século 19.
Em "Kardec", título com lançamento previsto para 21 de outubro, Souto Maior procura compreender como um cético notório se transformou em uma referência quando se trata de comunicação espiritual e vida após a morte.
Nascido em 1804, Hippolite-Leon Denizard Rivail, nome de batismo de Kardec, buscava uma explicação racional para uma série de fenômenos ocorridos em uma pequena propriedade no Estado de Nova York, nos EUA, em 1848.
As manifestações --sons cadenciados ouvidos pela família Fox, donos da propriedade-- foram testemunhados por outras pessoas. A investigação resultou na criação da doutrina espírita e rendeu os cinco livros fundamentais para o espiritismo.
Além de "As Vidas de Chico Xavier", livro adaptado para o cinema com o título "Chico Xavier", o autor também assina "Por Trás do Véu de Ísis" e "As Lições de Chico Xavier".
Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

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Suicídio na adolescência – Apontamentos psicossociais e espírita


















Apontamentos psicossociais e espíritas“Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem doutrina,tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.” – Paulo. (I Coríntios, 14:26.)


   A adolescência é concebida em nosso meio social a partir de inúmeros estereótipos, talvez mobilizados por crenças que a consideram como uma fase do desenvolvimento pautada por crises existenciais,conflitos entre gerações, maturação da personalidade, alterações hormonais entre outras, que culminam com o rótulo de “aborrecência”. Lamentavelmente, essa concepção pejorativa abate a autoestima do adolescente, induzindo-o a assumir esta condição personológica, bem como seus familiares e a sociedade como um todo.

    A consequência dessa rotulação é a ocultação de sinais importantes referentes à saúde psíquica, emocional e espiritual do jovem. A prevalência de transtornos psiquiátricos na adolescência é de 10 a 15 %. As principais demandas nas clínicas psiquiátricas referem-se a alterações comportamentais sem diagnóstico, depressão e comportamento suicida.1

    Segundo a Organização Mundial de Saúde,os comportamentos suicidas entre adolescentes (e também entre crianças) são motivados por inúmeras situações, tais como: humor depressivo, desequilíbrio emocional, comportamental e social, abuso de substâncias tóxicas, término de relações amorosas, dificuldades acadêmicas, questões associadas à incapacidade para lidar com frustrações e resolução de problemas, baixa autoestima e conflitos com a identidade sexual. (Ver quadro na página 20.) Além desses fatores, a Doutrina Espírita também nos informa que obsessões graves podem culminar com o suicídio:

    [...] a obsessão arrasta um complexo tormentoso, difícil de ser superado [...]. E como o obsidiado envolveu-se nessa faixa criminosa, sem procurar dela afastar-se, renovando-se para o amor de Deus e o progresso de si mesmo, torna-se joguete do malefício próprio e alheio e tudo então pode acontecer, até mesmo o suicídio,suprema desgraça de um obsidiado, suprema desgraça para um obsessor, cuja responsabilidade é grave perante as leis de Deus.3

     A gravidade de tal questão convoca-nos a um olhar atento e fraterno dirigido aos nossos jovens, munidos com o Evangelho e também com as  contribuições das ciências da Terra, igualmente benesses do Alto, como a Psicologia e a Psiquiatria. Dessa forma, arrolamos algumas intervenções que visam ajudar adolescentes com ideação ou intencionalidade suicida:

    Psicoterapia: o acompanhamento psicológico, orientado por um profissional sério e competente, é um importante mecanismo para auxiliar o adolescente em crise suicida. Neste contexto, o profissional de Psicologia receberá o jovem em um espaço protegido de escuta, acolhimento e orientação para uma vida saudável.

    Acompanhamento familiar: é imprescindível que a família esteja consciente do estado de saúde mental e espiritual do adolescente em crise suicida. Pais, irmãos e parentes devem impedir o acesso aos meios para cometer o suicídio (medicações, substânciastóxicas, instrumentos cortantes, cordas etc.). Além disso, cabe aos familiares do jovem a realização semanal do culto no lar,momento propício para reflexão sobre a consolação espírita e, também, uma oportunidade para a conversa fraterna, pautada no amor, atenção e paciência diante do sofrimento vivido pelo jovem.

    Psiquiatria: não obstante os preconceitos em torno da medicação psiquiátrica, esta é um meio fundamental para o restabelecimento psíquico de pessoas em crise emocional. O quadro depressivo e de ideação suicida vivenciado pelo jovem alteram o funcionamento neuroquímico, sendo necessária a intervenção do psiquiatra.

    Responsabilização sobre a própria condição emocional: apesar do abatimento emocional do jovem, é importante que ele assuma a responsabilidade pelo próprio soerguimento. Conquanto seja uma atitude difícil no auge da crise suicida, cabe à rede social do jovem (família, psicólogo, psiquiatra, amigos) motivá-lo ao autocuidado, para que não considere ser somente cuidado, mas também ator pela manutenção da própria saúde.

    Frequência na Casa Espírita: o Centro Espírita, como hospital das almas, oferece excelentes contribuições para o restabelecimento da saúde integral dos nossos adolescentes. Considerando que o adolescente já esteja cônscio de sua responsabilidade pelo próprio tratamento, é fundamental que ele frequente, assiduamente, as atividades de evangelização espírita,que geram, de início, duas consequências positivas: a inserção em um novo grupo de amizades e,depois, o estudo e reflexão das páginas doutrinárias que propiciarão uma higienização mental, destruindo ligações fluídicas perniciosas que acometem o funcionamento psíquico do jovem. 

  Evangelização Espírita: a compreensão dos princípios espíritas,com base numa fé raciocinada,promove a consolação do jovem em crise e, consequentemente, previne o suicídio, conforme explana Allan Kardec:

    [...] O Espiritismo dá a ver as coisas de tão alto, que, perdendo a vida terrena três quartas partes da sua importância,o homem não se aflige tanto com as tribulações que a acompanham.Daí, mais coragem nas aflições, mais moderação nos desejos. Daí, também, o banimento da ideia de abreviar os dias da existência, por isso que a ciência espírita ensina que, pelo suicídio, sempre se perde o que se queria ganhar. A certeza de um futuro, que temos a faculdade de tornar feliz, a possibilidade de estabelecermos relações com os entes que nos são caros, oferecem ao espírita suprema consolação.[...]4

    Mocidade Espírita: vale destacar a importância do acompanhamento afetivo dos evangelizadores da mocidade espírita com o jovem que esteja vivenciando este processo de adoecimento psíquico. Nesse sentido, além da dedicação às aulas sobre Espiritismo,é fundamental prestar atenção na vida desse jovem, promovendo acompanhamento individualizado e fraterno compartilhando com o jovem seu dia a dia, dificuldades, desafios etc.

    Desobsessão: outro importante auxiliar é o tratamento desobsessivo,associado à terapia de passes e água fluidificada que, juntos,promovem o reequilíbrio psíquico,emocional e espiritual do adolescente.Este suporte espiritual precisa, necessariamente, do comprometimento do jovem, que deve se dedicar à oração diária, a leituras edificantes e à vigilância dos pensamentos.

    Embora seja uma triste realidade que acomete milhares de jovens em todo o mundo, é importante estarmos atentos à orientação do Apóstolo dos gentios, considerando que temos a nosso favor a consolação espírita, as ciências da Terra, a razão e o amor para protegê-los. Façamos, pois, de tudo pela edificação da juventude.


SINAIS QUE INDICAM RISCO DE COMPORTAMENTO SUICIDA

1. Comportamento retraído, inabilidade para se relacionar com a família e amigos, pouca rede social;
2. Doença psiquiátrica;
3. Alcoolismo;
4. Ansiedade ou pânico;
5. Mudança na personalidade, irritabilidade, pessimismo, depressão ou apatia;
6. Mudança no hábito alimentar e de sono;
7. Tentativa de suicídio anterior;
8. Odiar-se, sentimento de culpa, de se sentir sem valor ou com vergonha;
9. Perda recente e significativa – morte, divórcio, separação etc.;
10. História familiar de suicídio.

Adaptado do Manual de prevenção de suicídio do Ministério da Saúde.5



Por  Leila do Amaral


Referências:

1SCIVOLETTO, Sandra; BOARATI, Miguel A.;TURKIEWICZ, Gizela (2010). Emergências psiquiátricas na infância e na adolescência. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 32,supl. II, out. 2010.
2ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Prevenção do suicídio – um recurso para conselheiros.Genebra: OMS, 2006.
3PEREIRA, Yvonne A. O drama da Bretanha. Pelo Espírito Charles. 10. ed. 5. reimp.Rio de Janeiro: FEB, 2011. cap. Marcus de Villiers, p. 79.
4KARDEC, Allan. O livro dos espíritos.Trad. Guillon Ribeiro. 92. ed. 2. reimp. Rio Janeiro: FEB, 2012. Conclusão, it. 7.
5BRASIL. Prevenção do Suicídio – Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.


http://www.sistemas.febnet.org.br/reformadoronline/



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POR QUE ESQUECEMOS VIDAS PASSADAS...



Muitas vezes somos tomados pela curiosidade de saber sobre o que fizemos, ou o que fomos, em encarnações anteriores. Tenho certeza que um dos primeiros pensamentos que temos, ao estudar a reencarnação, é “quem será que fui? Em que época vivi?”. Eu, ao menos, passei muito tempo pensando nisso, quando era mais jovem, a ponto de considerar sessões de regressão.
Talvez queiramos saber que, em uma existência anterior, fomos diferentes, famosos, importantes. Que contribuímos, de alguma forma, para a evolução do planeta, na forma de pensadores, inventores, escritores, médicos. Nem tanto por vaidade, mas para chegar a uma espécie de paz: “ao menos”, podemos pensar, “eu já fiz algo de valor”.
Nos esquecemos, porém, que apenas começamos nossa escalada em direção ao Bem e que, mais provavelmente que não, cometemos erros, desperdiçamos oportunidades, magoamos aqueles que amávamos e que, muitas vezes, reencarnaram em nosso meio atual de convivência.
Nos sentiríamos humilhados, se nossos próximos soubessem de todos os erros que cometemos na presente encarnação; muitas vezes, nos sentimos humilhados ao ter de admiti-los até a nós mesmos. Convém então perguntar o que sentiríamos se adicionássemos as falhas do passado às falhas atuais? Naturalmente, nos sentiríamos bem mais desanimados, sabendo de todas as vezes que reincidimos nos mesmos erros.
Deus sabe o que faz. Se o esquecimento do passado é obrigatório, há razões para isso, até mesmo além das que conhecemos.
Diversas vezes, em nossa vida, desejamos a chance de começar de novo, por diferentes razões: quando decidimos nos reorientar profissionalmente, procurando uma ocupação mais adequada às nossas aspirações; quando relacionamentos que acreditávamos indestrutíveis terminam, nos deixando desconfiados e magoados; quando, por qualquer motivo, nos sentimos enfraquecidos por um conjunto de experiências difíceis e precisamos de uma renovação de nossa esperança e de nossa fé.
Reencarnar é a chance desse novo início, em todos os sentidos. Ainda que voltemos, muito frequentemente, em meio aos mesmos espíritos que nos eram próximos em encarnações anteriores, nossa relação com eles é totalmente restaurada para que tenhamos nova chance de reparar o mal que a eles fizemos.
Não precisamos saber quem fomos ou como agimos no passado, para evoluirmos. Nossas tendências, para bem ou para mal, continuam as mesmas, pois o espírito é o mesmo. Através da observação dessas tendências, das pessoas e das situações que aparecem em nossa vida atual, é possível compreender o que temos de melhorar, quais qualidades precisamos desenvolver e o que ainda precisamos corrigir.
É claro que não nos tornaremos espíritos completamente puros em apenas uma encarnação. Mas um primeiro passo já é um passo, que nos levará ao passo seguinte e ao seguinte a este.
Podemos argumentar que, conhecendo ao menos aquilo que nos propomos a fazer, enquanto estávamos no plano espiritual, poderíamos cumpri-lo com maior facilidade. Talvez isso seja verdade. Mas seríamos realmente verdadeiros, se estivéssemos apenas cumprindo uma lista de afazeres? Estaríamos realmente nos empenhando em procurar caminhos, se já tivéssemos nas mãos um mapa?
Não precisamos, em verdade, de um mapa. Nossa consciência já atua como uma bússola, nos indicando sem cessar o caminho que nos convém seguir: é preciso, porém, aprender a escutá-la, pedindo sempre o auxílio dos espíritos superiores em nossas preces, e nos comprometendo a segui-la.


Ana Blume é estudante de Sociologia e espírita desde os 7 anos – Idealizadora do blog “O Evangelho Segundo o Espiritismo Simplificado”

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Fenômenos Mediúnicos, Metapsíquicos e Parapsicológicos


Os fenômenos psíquicos (do grego psyché: alma, espírito) são estudados pelo Espiritismo, pela Metapsíquica e pela Parapsicologia, tendo em comum as ações do agente ou Espírito, ser humano sensível e inteligente, autor das manifestações.
A Doutrina Espíritaconsidera que há dois tipos as manifestações psíquicas: amediunidade e os fenômenos de emancipação da alma (ou anímicos).
Para Allan Kardec, tais fenômenos são considerados naturais. Os primeiros são intermediados pelos médiuns, isto é, “(…) toda pessoa que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos. Essa faculdade é inerente ao homem e, por conseguinte, não constitui um privilégio exclusivo. (…).”1 Mediunidade é a faculdade psíquica que os médiuns possuem, manifestada de forma mais ou menos intensa, e por meio de uma variedade significativa de tipos (videntes, psicógrafos, audientes, musicistas, de intuição, de cura, etc.).
Metapsíquica ou Metapsiquismo indica, segundo interpretação da Psicologia, “um corpo de doutrinas, sem base no método científico, que se funda na aceitação da realidade dos espíritos, fenômenos espiritistas, criptestesia, etc. (…).”2
A Metapsíquica foi fundada por Charles Robert Richet (1850-1935), médico francês e Prêmio Nobel de Medicina em 1913, como conclusão dos seus estudos com médiuns e, sobretudo, com pacientes gravemente obsidiados, portadores de distúrbios mentais, conforme consta de sua obra Tratado de Metapsíquica. Richet definiu a Metapsíquica como “(…) ciência que tem por objeto a produção de fenômenos mecânicos ou psicológicos devidos a forças que parecem ser inteligentes ou a poderes desconhecidos, latentes na inteligência humana.”3
Parapsicologia, surgida no século vinte, “(…) é uma disciplina científica que investiga os fenômenos que, existindo na Natureza, são inabituais na contigência humana (…).”4 Em razão da complexidade do assunto, há duas escolas que interpretam diferentemente as manifestações parapsicológicas:
A norte Americana de Joseph Banks Rhine, de maior aceitação, que procura explicar os fenômenos como sendo de origem psicológica; e a russa de Vassiliev, que os procura explicar como sendo de origem fisiológica.5
A Parapsicologia é também conhecida como Pesquisa PsiA Parapsicologia (do gregopara = além de + psique = alma, espírito, mente, essência + logos = estudo, ciência), significa, literalmente, o estudo do que está além da psique, viabilizado por individuos popularmente conhecidos como “sensitivos” ou “psíquicos”.
Enquanto faculdade psíquica, a mediunidade acompanha a evolução intelectual e moral do Espírito, e se manifesta em qualquer plano de vida, no físico e no espiritual. Allan Kardec classificou a mediunidade de acordo com a natureza dos efeitos produzidos durante a manifestação dos Espíritos: físicos inteligentes (ou intelectuais). “Dá-se o nome de manifestações físicas às que se traduzem por efeitos sensíveis, tais como ruídos, movimentos e deslocamento de corpos sólidos. (…).”6 A mediunidade de efeitos inteligentes ou intelectuais exige maior elaboração mental por parte do médium, que sempre age como um intérprete das ideias transmitidas pelos Espíritos.
Charles Richet classificou os fenômenos metapsíquicos em duas categorias:Metapsíquica Subjetivae Metapsíquica Objetiva, tendo como referência, respectivamente, a mediunidade de efeitos físicos e a de efeitos inteligentes, da proposta espírita de Allan Kardec.
Metapsíquica Subjetiva abrange os fenômenos telecinéticos, palavra derivada detelecinesia (do grego, tele e kinese = mover à distância), significa capacidade de mover um objeto com a força psíquica (mental), sem contatos físicos, a longa ou curta distância.7Metapsíquica Objetiva refere-se a uma classe de fenômenos denominadoscriptestesia, termo criado por Richet para especificar o conhecimento que algumas pessoas obtêm de acontecimentos ou fatos, presentes e futuros, por intermédio da percepção paranormal, isto é, sem ação dos órgãos dos sentidos. Para o cientista francês do passado, a telecinesia é possível porque o indivíduo mobiliza, de forma inconsciente, energias fisiológicas (fluido vital) que impregnam um determinado objeto, movendo-o. A telecinese seria, então, uma exteriorização do psiquismo inconsciente.
Parapsicologia estuda, nos dias atuais, os fenômenos psíquicos de acordo a seguinte classificação proposta por Rhine:
  1. Fenômenos psicocinéticosPK(psychokinesis) ou TK (telekinesis), assim caracterizados por ações diretas do sensitivo no meio ambiente. São fenômenos psicocinéticos (PK): a) telepatia — transmissão mental de pensamentos e emoções; b)clarividênciavisualização mental de coisas, acontecimentos, cenas e pessoas do mundo físico, através de um corpo opaco ou à distância (seria a dupla vista da classificação espírita); c) clariaudiência — percepção de sons, ruídos, frases, músicas, vozes, etc., provenientes do plano físico e do extrafísico, não percebidos pelas demais pessoas; d) precognição previsão de acontecimentos futuros; e) retrocognição —relatos de acontecimentos ocorridos no passado, desconhecidos do sensitivo; f)psicocinesia— ação mental sobre objetos materiais, localizados no plano físico, movimentando-os ou produzindo os efeitos, inclusive alteração de forma.
  2. Fenômenos extrassensoriais (PES: percepção extrassensorial) divididos, por sua vez, em: Psi-Gama (telepatia, clarividência, clariaudiência, xenoglosia, etc.), Psi-Kapa(levitação e/ou transportes de objetos e pessoas) e Psi-teta, que são os fenômenos mediúnicos, propriamente ditos.
Referências
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2009.
CABRAL, Álvaro e NICK, Eva. Dicionário Técnico de Psicologia. 11ª. São Paulo: Cultrix, 2001
1  Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Cap. XIV, it. 159, pág. 257.
2  Álvaro Cabral e Eva Nick. Dicionário Técnico de Psicologia, pág.194.
 3 Metapsíquica, disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaps%C3%AD Acesso em 12/07/2013
 4  João Teixeira de Paula. Dicionário de Parapsicologia, Metapsíquica, Espiritismo. Vol. III., pág. 8.
 5  Ibid., pág. 8/9.
 6  Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Pt.2, cap. II, it. 60, pág. 97.
 7  João Teixeira de Paula. Dicionário de Parapsicologia, Metapsíquica, Espiritismo. Vol. III, pág. 127.

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