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IDENTIDADE RELIGIOSA




Há algum tempo tenho observado o comportamentos de alguns  religiosos, em relação ao seu compromisso com a sua instituição religiosa. E pude perceber ao longo de minha vivência espírita, tomando como base a casa espírita que frequento, pois não poderia apontar religião A ou B, por motivos óbvios que é não frequentá-las.  Que mesmo com toda essa diversidade  religiosa, ainda falta muito para que as pessoas se tornem realmente Cristãos, e  que realmente vivencie o legado deixado por Jesus Cristo e utilizem  a sua máxima,  Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como ti mesmo,  como regra de vida independente de estar inserido ou não em um núcleo religioso.
Esporadicamente chega a nossa Casa Espírita  pessoas fragilizadas, atormentadas, oriunda de outras religiões em busca de solução para o seus temores; não que a causa de suas dores sejam as instituições anteriores, mas que por falta de uma afinidade, orientação  ou a não resolução de seus problemas, faz-se com que os mesmo partam em busca de outra religiões almejando o fim de suas lamentações, como se tudo fosse acontecer como  num passe de mágica e sem nenhum esforço da parte interessada. 
Vale  ressaltar que as pessoas tem o hábito de só procurarem Deus quando tem dificuldades, e que  os problemas individuais de cada um vão consigo para qualquer lugar, pois muda-se apenas o templo religioso, mas os problemas continuam os mesmos. E Isso vai gerando constantes dissabores, ocasionando as mudanças de religião e levando o individuo a uma busca desenfreada por  uma identificação religiosa, e uma solução milagrosa para todas as provações; mas que  não vai acontecer tão rápido devido a providencia divina atuar conforme a vontade de Deus e o merecimento de cada um , e não por nossa vontade ou pela vontade do dirigente religioso que lhe promete vida eterna, soluções de seu problema, etc. como se a vida fosse fácil de modelar ao nosso bel prazer.
Tudo na vida tem seu curso natural para acontecer e as pessoas precisam se encontrar religiosamente consigo mesmo, não basta apenas ir ao seu templo religioso e pregar o Evangelho, como se isso fosse o suficiente para lhe dar  merecimento diante da vida;
Não basta apenas participar de grandes eventos como se eles fossem lhe transformar em verdadeiros cristãos , purificando seu espirito do orgulho, egoísmo e da preguiça  que vos  impedem de AMAR O PRÓXIMO;
Não basta apenas boa vontade, é preciso também participar de grupos de estudos , trabalhos sociais, atividades de rotina da sua instituição;  para que com o conhecimento de causa possa-se entender tudo que nos rodeia;
E o mais importante ainda , é que não basta se fazer de coitadinho, sofredor, melindroso, caridoso, exímio  trabalhador,  para que sua vida se transforme de um momento para outro; porque quem sabe do que precisamos é DEUS, e ele vai nos conceder o beneficio no momento que achar favorável ao nosso adiantamento moral e espiritual .
Mas somos tão imediatistas, que achamos que somos os únicos que temos grandes problemas e que merecemos  uma tenção especial. Como isso nem sempre acontece, não aceitamos, e muitas vezes não compreendemos a problemática, nos revoltamos e achamos que essa religião não é boa; melhor é aquela outra, e partimos mais uma vez nessa busca incerta.
 Quando a humanidade entender  realmente os  ensinamento que o Cristo deixou, não haverá mais necessidade de templos,ídolos, dogmas, pois todos falaram a mesma linguagem .E compreenderão que a melhor religião é que te faz bem, é  a que te completa e não te deixas dúvidas, é que te acalma e consola na horas difíceis, é a que não te impõe absurdos mas te permite o livre arbítrio;  tendo em vista que Jesus não deixou nenhum templo erguido e deixou simplesmente apenas uma única religião, que foi a religião do AMOR.

Por isso abra humildemente o seu coração para Jesus e deixe-o entrar, pois não  adianta ficar transitando de religião em religião como se buscasse a melhor de todas, pois essa não existe. Ao invés de apenas  entrar na religião,  permita que a religião entre em você, que ela ecloda do seu interior para o exterior, permitindo que o seu espírito sinta a necessidade de se sublimar, e não de ficar como uma casca oca em determinada religiões fingindo ser o que não é.


Moura Fé
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24ª Feira do Livro Espírita (Fotos)

 Registrando aqui os momentos de nossa Feira Espirita e  agradecendo a todos que participaram desse evento maravilhoso.
Obrigado Jesus e a espiritualidade que nos fortalece sempre para continuar essa caminhada.































Veja todas as fotos no https://www.facebook.com/media/set/?set=a.417296728305381.87152.100000751719194&type=3
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Como vivem as crianças hoje?



Com a ampliação da expectativa de vida para 100 ou mais anos, devido à prevenção de doenças e à melhoria da saúde, é “[...] possível hoje, quando nasce uma criança, fazer uma previsão, para os próximos 30 anos, das doenças genéticas que ela provavelmente vai ter e então entrar com um programa de prevenção e orientação”.1 Quanto ao aspecto psicológico, no contexto da convivência social, o futuro aponta uma preocupante incógnita ao constatar o significativo número de genitores despreparados para o exercício da maternidade e paternidade responsáveis.
O desenvolvimento físico e psíquico da criança não dispensa os necessários cuidados de alimentação e higiene que devem estar associados ao afeto e à atenção, os quais, em princípio, deveriam ser dispensados pelos genitores, ou por um deles, a fim de que se construa um relacionamento harmônico entre pais e filhos. A satisfação genuína das necessidades fisiológicas e afetivas da criança, viabilizada pela maternidade e a paternidade responsáveis, auxilia o Espírito no combate às próprias imperfeições ou más tendências, fornecendo-lhe condições propícias para saber lidar com os desafios existenciais. O lar – ensina Joanna de Ângelis – “[...] não pode ser configurado como a edificação material, capaz de oferecer segurança e paz aos que aí se resguardam. A casa são a argamassa, os tijolos, a cobertura, os alicerces, os móveis, enquanto o lar são a renúncia e a dedicação, o silêncio e o zelo que se permitem àqueles que se vinculam pela eleição afetiva ou através do impositivo consanguíneo, decorrente da união”.2
Os genitores atuais, conscientes ou não do papel que lhes cabe no contexto da organização familiar, são chamados a refletir, mantendo coração e mente abertos, sobre como vivem as nossas crianças hoje. Essa reflexão se dirige apenas aos pais que integram uma família comum, situada na faixa social dos que vivem nos extremos da pobreza e da riqueza, de realidade diversa. Em geral, as crianças situadas entre esses dois níveis sociais “[...] vivem num mundo cujo cotidiano o tempo virou pelo avesso. Tudo acontece muito rapidamente e as informações, as vidas, as relações familiares, os afetos, os encontros sofrem mudanças com muita frequência”,3 afirma o conhecido médico pediatra brasileiro, José Martins Filho. Nesse sentido, causam impacto os resultados de pesquisas sérias, bem orientadas que, entre outros, ressaltam: a) os pais não estão tendo tempo para assumir os filhos, para se dedicarem a eles; b) as crianças passam muito pouco tempo com os pais, são entregues a babás (nem sempre qualificadas) ou vão muito cedo para a escola: “As creches se transformaram na grande saída para a mãe que trabalha. Mas não há um jeito de ficar em casa com a vovó ou com alguém de confiança que lhe possa dar atenção integral, amor, carinho e dedicação?”.4 Indaga também Dr.Martins Filho, que cunhou a expressão “criança terceirizada”, ou seja, aquela entregue a cuidadores, em casa ou nas creches/escolas. Há, porém, o argumento de que é mais importante a qualidade do atendimento do que a quantidade de horas passadas junto à criança. Nada mais justo. Mas há outros pontos a ponderar. 
Claro que a qualidade do relacionamento é muito importante, mas qual o mínimo de tempo considerado ideal? Dez minutos por dia? Três ou quatro beijinhos sôfregos antes de sair correndo ou ao voltar do trabalho e encontrar a criança já na cama, banhada e alimentada? Isso é qualidade? E nos fins de semana? Trazer trabalho para casa e ficar o fim de semana inteiro plugado no computador, resolvendo os problemas da firma e pedindo silêncio, às vezes irritado porque precisa trabalhar? Alguém já fez uma planilha e se deu conta de quanto tempo fica com os filhos por dia, por semana, por mês? Já pensou o que isso vai significar no final de um ano ou de toda a infância? Qual o percentual de presença que você está dando para seus filhos?5
A reflexão proposta por estudiosos, e também no âmbito deste artigo, não é trazer de volta o modelo burguês ou patriarcal da família (pai provedor, mãe cuidadora dos filhos), mas, em fazermos uma análise honesta, sincera, de que não estaríamos caminhando para outro extremo: o do abandono ou da negligência. “Os estudiosos demonstram cada vez mais o que significa a sensação de abandono, desde o bebê, no primeiro ano, que repentinamente se vê sem a mãe por vários dias, até crianças jogadas ao léu, abandonadas nas ruas [...]. Toda criança fica aterrorizada diante da perspectiva de abandono. Para a criança o abandono por parte dos pais é equivalente à morte, pois, além de se sentir abandonada, ela mesma se abandona.”6 A realidade do abandono ou da negligência, declarada ou sutil, não é fictícia, pois que, somando-se às usuais desordens estruturais e sociais (pobreza, violação dos direitos humanos, preconceitos, desigualdade social, acesso a drogas e álcool etc.), podem conduzir a um quadro social aterrador.7
É preciso, então, trabalhar a ideia da maternidade e paternidade conscientes:“Nasce a criança, trazendo consigo o patrimônio moral que lhe marca a individualidade antes do renascimento no plano físico; no entanto, receberá os reflexos dos pais e dos mestres que lhe imprimirão à nova chapa cerebral as imagens que, em muitas ocasiões, lhe influenciarão a existência inteira”.8
Desenvolver o senso de responsabilidade quanto à educação de filhos é tarefa dos pais, biológicos ou adotivos: “[...] os Espíritos devem contribuir para o progresso uns dos outros. Pois bem, os Espíritos dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Isto constitui para eles uma tarefa: se falharem, serão culpados”.9 Assim, pais responsáveis devem aprender a identificar o que é realmente necessário e supérfluo na vida, considerando se não seria válido, por exemplo, adiar a realização profissional ou a aquisição de bens enquanto os filhos são pequenos, mantendo-se mais próximos a eles até os cinco anos, ao menos, período considerado fundamental à modelagem do caráter, dos hábitos e dos comportamentos. Lembremos, com Emmanuel, que a “criança é um trato de terra espiritual que desenvolverá o que aprende, invariavelmente,de acordo com a sementeira recebida”.10
Antes da idade escolar, propriamente dita, o ideal seria que pelo menos um dos genitores, ou alguém responsável (avó, por exemplo), auxiliasse a criança na construção de valores morais e no fortalecimento dos laços familiares, a fim de que a criança aprenda a viver (e sobreviver) com equilíbrio em uma sociedade hedonista, consumista e competitiva qual a em que estamos inseridos.
Tratá-los à conta de enfeites do coração será induzi-los a funestos enganos, porquanto, em se tornando ineficientes para a luta redentora, quando se lhes desenvolve o veículo orgânico facilmente se ajustam ao reflexo dominante das inteligências aclimatadas na sombra ou na rebeldia, gravitando para a influência do pretérito que mais deveríamos evitar e temer. É assim que toda criança, entregue à nossa guarda, é um vaso vivo a arrecadar-nos as imagens da experiência diária, competindo-nos, pois, o dever de traçar-lhe noções de justiça e trabalho, fraternidade e ordem, habituando-a, desde cedo, à disciplina e ao exercício do bem, com a força de nossas demonstrações, sem, contudo, furtar-lhe o clima de otimismo e esperança. Acolhendo-a, com amor, cabe-nos recordar que o coração da infância é urna preciosa a incorporar-nos os reflexos, troféu que nos retratará no grande futuro, no qual passaremos todos igualmente a viver, na função de herdeiros das nossas próprias obras.11
O desafiante momento da existência no Planeta, denominado Transição, demonstra que, mais do que se imagina, a vida em família é considerada peça fundamental na engrenagem evolutiva do ser, elemento determinante da felicidade futura. “Assim, a família biológica é célula inicial do organismo em geral em que todos se movimentam”12, assinala Amélia Rodrigues. Nestes termos, o nascimento e a educação de filhos não podem ser considerados um desprazer, algo que pode ser delegado (“terceirizado”) a outrem: “Viver em família é a melhor solução para a prevenção de distúrbios de desenvolvimento físico, emocional e cognitivo”.13
Resulta daí o aumento de mensagens provenientes do plano espiritual, de entidades sofredoras e de benfeitores que, em síntese, alertam: “A família doméstica, portanto, não é resultado apenas da união daqueles que se amam, porém, de todos quantos se necessitam, a fim de que se ajudem uns aos outros, gerando dependência afetiva. [...] Os pais terrestres são instrumentos transitórios da Divina Sabedoria, que deles se utiliza para o aperfeiçoamento das almas no seu processo de elevação. [...]”

1CAPELATTO, Ivan; FILHO, José Martins. Cuidado, afeto e limites. Uma combinação possível. 4. ed. Campinas, SP: Papirus, 2011. p. 43-44.
2FRANCO, Divaldo P. SOS família. Por Joanna de Ângelis e outros Espíritos. 2. ed. Salvador: LEAL, 1994. Família (Mensagem de Joanna de Ângelis), p. 17-18.
3FILHO, José Martins. A criança terceirizada. Os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo. 6. ed. Campinas, SP: Papirus, 2011. Cap. 6, p. 74.
4______. ______. p. 76.
5______. ______. p. 76-77.
6______. ______. 70-71.
7MARTINS, Christine Baccarat de Godoy; JORGE, Maria Helena Prado. Negligência e abandono de crianças e adolescentes: análise dos casos notificados em município do Paraná, Brasil. PEDIATRIA (SÃO PAULO) 2009, 31(3): 186-97.
8XAVIER, Francisco C. Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 18. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap. 13, p. 57.
9KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. Q. 208.
10XAVIER, Francisco C. Família. Espíritos diversos. 5. ed. São Paulo: CEU, 1986. Em família (Mensagem de Emmanuel), p. 18.
11______. Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 18. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 13, p. 59-60.
12FRANCO, Divaldo P. A mensagem do amor universal. Pelo Espírito Amélia Rodrigues. Salvador: LEAL, 2008. Cap. 14, p. 81.
13FILHO, José Martins. A criança terceirizada. Os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo. 6. ed. Campinas, SP: Papirus, 2011. Cap. 6, p. 71.
14FRANCO, Divaldo P. A mensagem do amor universal. Pelo Espírito Amélia Rodrigues. Salvador: LEAL, 2008. Cap. 14, p. 82.



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Por Que Somos Tão Vampirizados Energeticamente?




Não temos como negar, na maioria dos dias, ao final da tarde, normalmente nos sentimos esgotados. É comum vir aquele cansaço, aquela tensão, até uma dorzinha de cabeça e mal-estar estomacal. Também vem a falta de paciência e o desânimo. O motivo: estamos exauridos de energia, ou melhor, dizendo, fomos sugados. Qual é a causa para tantas perdas de energia? Por que somos tão vampirizados na nossa rotina de vida?
São muitos os fatores que podem promover os roubos energéticos, mas alguns são mais marcantes, logo significativos.
Antes de tudo, é importante dizer que o corpo físico humano só existe e se mantém graças a uma força vitalizadora essencial que alguns chamam de fluido vital, outros de prana ou simplesmente Ki. São muitos os nomes dados ao longo da história da humanidade, mas o fato principal é que somos energia.
A força vital que nos alimenta recebe influência direta dos pensamentos e sentimentos que desenvolvemos durante o dia, e é aí que residem os principais detalhes a serem observados quando o assunto for roubo de energia.
Pensamentos e sentimentos ruins prejudicam intensamente a qualidade da energia que abastece o campo de energia humano. Da mesma forma, pensamentos e sentimentos positivos promovem a manutenção desta bioenergia.
O problema é que somos seres muito emocionais, o que quer dizer, que facilmente entramos de cabeça em uma ou outra emoção intensa, e estas por sua vez, são como fogos de artifícios que explodem, expandem-se e movimentam-se freneticamente. Quando essa explosão de emoções acontece, seja pelo motivo que for, há um consumo excessivo de energia vital e a bioenergia humana se desequilibra. Então, junte todos esses acontecimentos do dia, enumere-os um a um, e perceba que esses eventos são muito comuns na vida da esmagadora maioria das pessoas deste mundo.
Seu clube perdeu nos pênaltis, você sente um estado de nervoso... Você se desgasta.
Você assiste a uma notícia muito ruim na televisão e sofre com isso... Você se desgasta.
Você sente raiva no trânsito... Você se desgasta.
Você sente medo de não conseguir pagar as suas contas... Você se desgasta.
Você se chateia com um amigo, parente ou cônjuge... Você se desgasta.
Você julga o comportamento alheio, faz muitas críticas... Você se desgasta.
Você reclama da vida, do seu cabelo, do seu cansaço... Você se desgasta.
Todos esses eventos comuns na vida da maioria das pessoas são os principais responsáveis pelo estado de exaustão energética que normalmente nos encontramos ao entardecer. Este fator contribui muito para o aumento da intolerância, do estresse, da raiva, da falta de amor e das doenças físicas e emocionais no mundo.
Mas a principal causa de tudo isso é o esquecimento... Esquecer quem somos, de onde viemos e qual a nossa missão aqui na Terra. Ter emoções é humano! Mas aprender a controlá-las também é uma habilidade humana de uma pessoa que esteja em sintonia com ela mesma, com a sua essência ou Eu interior.
Não podemos mais viver no "piloto automático", sem pensar nossos propósitos e sem cuidar da nossa alma. Podemos nos encontrar com a nossa essência no banco do trem, avião ou metrô, na fila de um banco e até mesmo em pequenos intervalos de um ou dois minutos que temos antes e depois das refeições.
Não devemos fechar os olhos apenas para dormir, mas para olhar para dentro. Precisamos aprender a ouvir o que a nossa essência fala. E ela fala!
Podemos dar inúmeras dicas que são incríveis para reverter esse processo de exaustão energética, ou como dizemos na comunidade espiritualista, vampirismo energético. Mas a principal dica, ou melhor, a causa raiz do problema é que deve ser observada: o esquecimento de quem somos e da nossa essência.
Volte-se para você durante o seu dia, ouça a voz da sua consciência, respire fundo alguns minutos, eleve-se a Deus, faça uma oração do seu jeito e desenvolva a gratidão.
Se você tomar essas práticas como uma rotina, em uma semana você já será uma nova pessoa. Pode fazer o teste!

Sugestão de meditações em áudio para fazer todos os dias. Ouça ou baixe agora gratuitamente:


por Bruno J. Gimenes




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Por quês ?







Não raro indagas a ti mesmo porque tantos problemas que tens enfrentado no teu cotidiano, dentro de teu lar, nas tuas enfermidades, nas dificuldades financeiras e em tantas outras calamidades domésticas.
Recorda-te que és alma errante, que a bondade e justiça Divina te conferiram a dádiva do esquecimento de vidas pretéritas para não te humilhares diante de teus adversários, e para não te embaraçares nos momentos de provação.
Não raro também, observas teu semelhante pensado que as provações deles são menores que as tuas, mas desconhece que em todos os momentos, eles pensam também nos por quês das dificuldades sendo que eles desconhecem a tuas.
Se verdadeiramente queres encontrar respostas para os por quês de todos os bloqueios de tua vida, procura conhecer a verdade para que a verdade possa libertar-te dos por quês de tua vida.
Jamais hesite do amor e da justiça Divina.
Não te devasses dos por quês, recordas que ainda és imaturo para compreenderes a verdadeira justiça.
Recorde também que estás vivenciando momentos de reconciliação.
Os tropeços e os por quês de tua vida, foste tu mesmo que impetraste a providência Divina para te tornares perfeito um dia.
Não te devasses quanto as tuas dificuldades, enfrente-as e solucione-as procurando ser mais compreensivo; saiba que nem sempre as dificuldades que hoje enfrentas e não encontras respostas a causa pode ter sido tua por agires impensadamente.
Jamais olvides da sabedoria Divina, creia plenamente em Deus, mas creia em ti também jamais permitindo que a dúvida seja deslize para alcançar teus objetivos.

João R. de Oliveira. Pelo médium José Alves de Sousa em 24/06/12.




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Mediunidade Descontrolada






"... Bom Dia!

Estou com muitas dúvidas e preciso de ajuda e conselhos, primeiramente irei contar o que está acontecendo. Desde pequena tenho um certa mediunidade sinto muito quando há espíritos em redor, sonho bastante com eles também só não sei dizer quem são, mas tem alguns sonhos que me deixam pensativa o dia inteiro. Porém começou a ficar maior minha mediunidade quando comecei a frequentar uma casa de umbanda com o meu ex-marido lá comecei a incorporar, mas eu escutava, enxergava normalmente, porém ás vezes não controlava muito o meu corpo, só que comecei a ficar pensando se era certo ou não estar indo na umbanda, frequentei somente ___ meses, quando terminamos o casamento parei de ir na casa.
Ás vezes acho que o término do casamento foi motivado por frequentarmos a umbanda, meu ex-marido frequentava desde criança e tem grande mediunidade (ele enxerga espíritos e absorve todos os tipos de energia das pessoas ao redor) e uma das causas da separação foi por ele ter sérias alterações de comportamento um minuto ele estava bem e der repente ele me odiava dizia que não me amava, e fui cansando com isto, pois hora estava bem e hora não, procurei ajuda-lo muito e ainda procuro, mas ele é muito teimoso ás vezes ele chega a dizer que não acredita em Deus e começa a cantar pontos de exu, etc. Ás vezes do nada ele me procura dizendo que me ama muito e começo a dizer pra ele procurar ajuda, pois quando ele está bem em uma parte da vida a outra está caindo, mas no outro dia já diz que não temos como ficar junto e procura a religião, sinto uma ligação muito forte com ele, pois tudo que acontece com ele, sinto alguns dias antes de acontecer.
A pouco tempo procurei uma casa de Espiritismo e foi muito bom aprendi muitas coisas diferente da umbanda que cigarro e bebidas não devem se dar a espíritos e comecei a enxergar de uma outra forma e muito melhor, lá também recebi alguns espíritos e o dono da casa disse que a minha espiritualidade é muita grande para a minha idade (___anos) e que preciso frequentar algo para que eu possa entender e estudar melhor o que acontece, e definir minha religião para parar de ir em várias.

Gostaria de entender porque sinto tanta ligação com o meu ex-marido e entender o que acontece quando sonho com espíritos na qual nem sei quem seria.

Fico no aguardo. ......"





Prezada _____________, bom dia.

Perdoe a demora.

Perceba, minha irma, que a mediunidade não é uma faculdade sem importancia que pode ser utilizada sem responsabilidade - embora muitas pessas façam isso, como você mesmo relatou.

Para que possamos entender, conhecer e dominar nossa mediunidade é necessário um grande esforço em alguns aspectos; são eles:

Conhecimento: é importante que estudemos a mediunidade e conheçamos suas origens, motivos, características e possibilidades, entre outras coisas. o melhor local para estudar a mediunidade é em uma casa espírita séria, orientada por Jesus e Kardec

Autocontrole: é necessário abrir mão de determinados hábitos ou atitudes que possam nos influenciar ou possibilitar que sejamos influenciados por entidades sofredoras que apenas desejem nos obsediar ou vampirizar; deixar de beber, fumar, frequentar locais de baixa vibração, etc.

Evangelização: é imprescindível que busquemos nos aproximar cada vez mas de Jesus e de seus ensinamentos, estudar e praticar, orar e vibrar no bem para que possamos estar sempre em sintonia com os bons amigos espirituais que nos ajudam, orientam e apoiam.

Perceba, minha irmã, que não é importante uma grande mediunidade; mas sim uma mediunidade controlada e bem direcionada pois, caso contrário, poderá acontecer exatamente o que você relatou com seu ex-marido: um médium sem controle ou orientação que sofre influencias de entidades sofredoras e que interferem da maneira que desejam com sua vida e seu psicológico.

perceba que não estou criticando seu ex-marido, apenas observando o que realmente acontece com médiuns que não buscam conhecer sua mediunidade e se envolvem com entidades sem evangelização.

Em seu caso, minha irmã, acredito que o melhor a fazer é buscar uma casa espírita onde possa iniciar um tratamento espiritual, e logo após fazer os estudos sobre mediunidade e participar dos estudos e palestras públicas; de forma a adquirir conhecimento e segurança para conviver com ela sem sofrer influencias desnecessárias.

Você pergunta porque sente esta ligação tão forte com seu ex-marido e acredito ser por conta da sensibilidade que ambos possuem e que, provavelmente, possa existir uma programação para que convivam e aprendam nesta existencia; entretanto não podemos afirmar nada categoricamente.

As comunicações em sonhos provavelmente são devido a sua sensibilidade que a torna instrumento de recados para os espíritos que desejam se comunicar ou que permite que traga as lembranças de experiencias vividas durante o desdobramento do espírito devido ao sono do corpo físico.

espero ter sido de alguma ajuda, caso necessite não deixe de entrar em contato.

Paz contigo.


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O AMOR DE MÃE NASCE NA ALMA E NÃO NO SANGUE




O sonho estava tão perto, como não pude perceber antes? Fomos chamados, enfim chegara nossa vez na longa fila de espera pelo nosso segundo filho, que emoção, que alegria, o ar mal entrava em meus pulmões, não havia fôlego, só de pensar que estávamos indo buscar nosso pequeno... não dava para acreditar. Enfim, chegamos no Abrigo que hospedava nosso filho. Passa por um, passa por outro, mostram-se papéis, berçário, crianças, e... finalmente alguém nos diz: “pode entrar naquela sala, o menino que vocês vieram conhecer está logo ali no 1º berço!” O “1º berço”: havia um nenezinho, fraquinho, pequenino, com conjuntivite nos olhos, mal conseguia abri-los, aqueles olhinhos pretos, inchados, fixos em nossa direção, como que numa súplica: “só quero ser amado”. Naquele momento, ele estirou um sorriso, que por toda minha existência jamais será esquecido. Aquele era o MEU FILHO! Soubemos, que nosso filho fora abandonado em um hospital aos dois meses de vida, com infecção generalizada, meningite, desnutrição aguda, anemia, cianose, passando por 2 transfusões de sangue, ficou na U.T.I. por duas semanas. Era um histórico assustador, mas não vacilamos um só momento. Toda mãe sonha em ter um filho perfeito, bonito, inteligente, mas na hora em que os olhares se cruzam, você intui, se é o seu, não importa cor, tipo de cabelo, saúde, histórico de vida, não importa nada, o que conta é o “daqui para frente”. E assim o foi, trouxemos nosso filho para casa. De imediato nosso pequeno foi cercado de muito amor por toda a família e amigos, apesar de doentinho, estava sempre sorrindo. Levamos nosso filho ao médico, que após examinar, nos deu um conselho: “Devolva!”. Eu com meu filho nos braços, ouvindo o parecer do médico, desesperada, sim desesperada!. O que faria agora? Por onde começar a luta? O médico falou que meu bebê ficaria anão, poderia ter seqüelas da meningite, sofrida com tão pouco tempo de vida, poderia ser um portador do temeroso vírus HIV, afinal de contas foram 2 transfusões de sangue, poderia ter problemas mentais, pois havia chegado ao hospital com cianose, tinha broncopneumonia. Meu Deus, o que fazer? Devolver jamais passou por nossas mentes, ele era nosso! Eu só conseguia chorar. Meu marido, forte batalhador, grandioso homem, virou para mim e disse: “Meu bem, se nosso filho tiver que parar de crescer mais cedo do que as outras crianças, se for portador de alguma deficiência, o que poderemos fazer? Assim é a vida, não chore. O importante é lutarmos para recuperar esses seis meses de vida que nosso filho teve de sofrimento em função da ausência do LAR.” Chorei por três dias e três noites, acordava no meio da noite para chorar, não achava uma saída, após o 3º dia, acordei, resolvi parar de chorar e ir à luta. De lá para cá passamos por uns 15 médicos. Se alguém me falava, olha tem um médico na “China” que vai curá-lo, lá íamos nós. Nessa jornada, passamos com ele por médicos alopatas, espíritas, homeopatas, acupunturistas, massagistas, especialistas em florais, “benzedores”, etc. Quando ele piorava, corríamos ao Pronto Socorro, para atendimento de urgência, e logo no início do dia seguinte, levávamos ao seu pediatra. Remédios, remédios e mais remédios. Quando tudo parecia melhorar, ele tinha outra recaída. Chegou a ficar uma semana internado com dificuldades respiratórias. Tudo parecia estar acontecendo. E assim foi indo, o dia todo, todos os dias... Depois que ele saiu do hospital, já mais fortalecido, começamos a fazer os exames. Atualmente, ele se encontra recuperado, não tem nenhuma deficiência, não sofre mais de doença alguma, atingiu a altura normal, é uma criança que chama atenção dos outros na rua de tão lindo que é. Com todo amor do mundo, ele ultrapassou todos os obstáculos. Emagreci 12 kg, mas aprendi a ser forte, encarar os fatos da vida como nos são trazidos. Ergui minha cabeça e lutei muito. Hoje, tenho um filho que toda mãe sonha: um menino dócil, amável, ativo, inteligente, bonito, e tão normal quanto qualquer outra criança da idade dele. Porém, em especial: um enviado de Deus. Escapou da morte para nos trazer a vida! 


Assinado Mãe Coruja!


Fonte: http://admdechicoxavier.blogspot.com.br
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Provações Abençoadas








Excluindo-se as expiações pungitivas e indispensáveis ao reequilíbrio espiritual, as provações constituem abençoado elenco de experiências iluminativas, graças às quais é possível uma existência digna, avançando no rumo da felicidade.
Normalmente, durante o seu transcurso ocorrem fenômenos de dor e de sombra ajustados ao programa de recuperação moral do ser equivocado ou rebelde.
A dor sempre acerca-se-lhe benfazeja e opera-lhe as transformações interiores que o capacitam a melhor discernir para agir entre o bem e o mal, o correto e o danoso, amadurecendo-o psicologicamente para novos e oportunos empreendimentos libertadores.
O curso existencial é rico de alegrias e de descobrimentos dos tesouros da vida, que proporcionam beleza e motivações múltiplas para os contínuos tentames.
Vez que outra apresentam-se as provações que podem ser consideradas com testes de avaliação do desenvolvimento intelecto-moral, como técnica pedagógica para fixar a aprendizagem, como recurso de promoção para estágio superior.
Bem recebidos esses contributos da evolução, o Espírito enrijece-se nas lutas, adquirindo resistência para os enfrentamentos com as tendências inferiores que periodicamente ressumam do inconsciente, herança poderosa que são do passado, e que necessitam ser liberadas sem qualquer prejuízo.
O hábito, porém, do bem-estar e o natural anelo pelo prazer, assinalam esses momentos de aflição de maneira tão profunda, que passam a ser evocados com maior facilidade do que todo aquele arsenal de alegrias e preciosas conquistas.
Muitos indivíduos desassisados vivem a remoer mentalmente os acontecimentos afligentes, a comentá-los com tanta frequência que dão a impressão de haver sido a sua caminhada uma via crucis sem trégua.
Detêm-se em relatórios amargos dos momentos difíceis, como se fossem anjos perseguidos em sua imácula pureza, num atestado de rebeldia e ingratidão para com o Pai Soberano que os favoreceu com preciosos recursos capazes de anular aqueles pequenos incidentes, aliás, necessários ao processo de autoidentificação e de vinculação de segurança com a Vida.
São tantas as concessões de paz e de saúde, de inteligência e de arte, de pensamento e de trabalho, de convivência agradável com as demais pessoas, que praticamente desaparecem as ocorrências que foram penosas enquanto duraram, deixando benefícios incalculáveis.
Essa postura raia, às vezes, à condição patológica de masoquismo, em face do prazer mórbido de privilegiá-las em detrimento das ocorrências felizes e favorecedoras de alegria.
Esse, sem dúvida, é um comportamento injustificável quando se trata de um cristão em particular ou de um espiritista em especial, por conhecerem ambos as razões morais que desencadeiam tais acontecimentos.
Uma atitude lúcida deve oferecer ao indivíduo o sentimento de gratidão pela ocorrência do sofrimento, chegando até mesmo a amá-lo, em razão dos benefícios que proporciona.
* * *
A admirável senhora Helen Keler, embora cega, surda e muda, viveu em constante alegria, tomando-se uma semeadora de esperança e de bom humor para milhões de outros seres atormentados nas suas expiações retificadoras, havendo dedicado a existência a encorajar o próximo através de memoráveis discursos e livros formosos.
Louis Braille, igualmente padecendo de cegueira, transformou os seus limites em bênção para os companheiros invidentes, criando o alfabeto para o tato, de resultados surpreendentes, que hoje lhe guarda o nome.
Beethoven, em surdez total, utilizou-se do silêncio profundo para compor as últimas sinfonias da sua existência e, particularmente, a 9ª, a coral, considerada como um verdadeiro coroamento da sua obra.
Vicente Van Gogh atormentado pela esquizofrenia, cuja existência foi um fracasso, conseguiu, no entanto, pintar com esmero e realismo, refletindo o seu estado interior. . .
O Aleijadinho, apesar da injunção perversa da hanseníase, transformou pedras em estátuas deslumbrantes, pintando com maestria e tomando-se um artista incomum.. .
Apesar da tuberculose que o consumia, Louis Pasteur prosseguiu nas suas investigações em tomo dos micróbios, oferecendo incalculáveis benefícios à saúde da humanidade. . .
Ninguém atravessa os caminhos humanos isento dos sofrimentos que fazem parte da própria constituição orgânica em face do desgaste a que está sujeita, dos conflitos psicológicos, resultados das vivências passadas, das contaminações que produzem enfermidades, das injunções defluentes da vida na Terra, planeta de provas e de expiações e não paraíso por enquanto. . .
Mulheres e homens valorosos que foram enviados à Terra com limitações e impedimentos quase superlativos, demonstraram a grandeza de que eram portadores, transformando a existência em um hino de alegria, tomando-se missionários do amor e da ciência, da tecnologia, da arte, da fé religiosa, estimulando o progresso e trabalhando em seu beneficio.
Possuidor de mil recursos preciosos, o indivíduo não tem porque queixar-se das dificuldades que o promovem quando enfrentadas com sabedoria e superadas, dando-lhe dignidade e elevação moral.
As provações devem ser abençoadas por aqueles que as experimentam, porque nada acontece que não tenha razões poderosas para a sua ocorrência, e, naquilo que se refere ao sofrimento, é claro que tem ele o papel de educador rigoroso, porém, gentil, indispensável ao crescimento espiritual dos seres humanos.
* * *
Reflexiona, quando nas tuas dores, as ocorrências da vida de Jesus, e compreenderás que Ele, sem culpa, lição viva de amor e de abnegação, experimentou agressões e escárnio, apedrejamento e coroa de espinhos, calúnias e perseguições, culminando na cruz da desonra, sem qualquer reclamação. . .
Naturalmente que Ele não padeceu enfermidades, conflitos e ansiedades porque era puro, jamais havendo-se comprometido com o erro e com o crime, o que é diferente dos habitantes do planeta terrestre que procedem das sombras da ignorância e do primarismo, avançando no rumo da luz imarcescível.
Abençoa, pois, as tuas provações, e sê feliz em todos os momentos da tua vida.

Joanna de Ângelis

Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco,

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Problemas Domésticos





Não pense que é somente tu que enfrentas problemas domésticos.
Na condição em que vosso planeta se encontra, nos tempos de prova e expiações, e na transição para o novo ciclo de regeneração, com certeza os espíritos que ainda restavam para a devida reparação, estão de volta em teu lar.
Não te esqueças de que teus filhos difíceis, ou demais familiares são espíritos maduros, e que tu mesmo em vidas pretéritas faltaste com o amor, exageraste no ódio, ou os desprezaste.
Na vida presente, deve aceitar com carinho os filhos de Deus que Ele te confiou como filhos carnais para resgatar as faltas passadas e transformar as diferenças em amor.
Recomendamos a ti que estás enfrentando serias dificuldades domesticas que fale de Deus aos teus filhos, ou as pessoas que te cercam principalmente aquelas que são mais difíceis de conviver.
A oração é caminho seguro para encontrares tolerância.
O amor incondicional são dadivas Divina que encontra em teu interior, mas que talvez não conseguisse amar sem exigências e perdoar setenta vezes sete.
Seja superior, procura não gritar, ensine com exemplos, e não perca a calma.
Recorde que somente foste responsável pela geração do corpo em que habitas o teu próximo, se fores teus filhos, mas que o espirito vem de Deus.
Jamais te culpe pelas falhas de teus familiares.
Se tu, na condição de progenitor, esposo ou esposa, fizeste de tudo para coloca-los no caminho reto e não conseguiste, continues amando e jamais desista de educa-los e coloca-los no caminho do bem.
Recorde também que o evangelho no lar, em longo prazo poderá ser a solução para os problemas domésticos e o resgate necessário para estares livre para ascenderes para uma vida melhor.

João R. Oliveira. Pelo médium José Alves de Sousa em 18/06/12.















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Educação moral e regeneração



O propósito essencial do Espiritismo é o progresso moral da Humanidade, a iluminação das consciências dos Espíritos aqui encarnados! Vinícius, pseudônimo de Pedro de Camargo (1878-1966), emérito educador e evangelizador, ao analisar a importância da educação moral para o homem, afirma categórico:
O Reino divino das realidades da vida encontra-se nos refolhos da consciência humana.Ensinar os homens a descobri-lo em si próprios, e por ele se orientarem, eis a magna questão. Tudo o mais é acessório. Ora, a missão da Doutrina dos Espíritos é precisamente essa: esclarecer, iluminar a mente do homem, de modo que ele descortine, com clareza, o roteiro que o conduzirá à realização do destino maravilhoso que lhe está reservado.2
Não basta, porém, conhecer o objetivo a ser atingido, é preciso identificar as maneiras e os meios que permitem aos homens adquirir as virtudes que os façam evoluir moralmente, contrariando os péssimos hábitos e costumes adquiridos nas existências anteriores. Há obstáculos que se opõem a essa iniciativa? Como executar na prática tudo o que possa nos guiar para alcançarmos essa finalidade?
A teoria da Doutrina Espírita tem por objeto transmitir as verdades eternas e imutáveis, enquanto a práxis de seus ensinamentos visa à extensão das ações humanas, a partir das escolhas de cada um de nós, na procura de um fim útil, em que predomine a fraternidade. Essas opções, no entanto, surgem conforme a natureza dos nossos atos, bons ou maus, que se deixam influenciar pelas múltiplas experiências da vida corporal. Assim, a verdade teórica difere da verdade prática, uma vez que nem sempre conseguimos exemplificar os preceitos espíritas que desenvolvemos nos estudos. Mesmo de posse desses conhecimentos, não somos capazes de julgar adequadamente nossos feitos, transgredindo moralmente, sem alcançar as condições espirituais que almejamos. A esse respeito, importante contribuição é oferecida pelo saudoso autor espírita Juvanir Borges de Souza (1916-2010):
É uma realidade, facilmente constatável, que não aprendemos lições importantes, relacionadas com o aperfeiçoamento moral, tão rapidamente quanto poderíamos e deveríamos. O progresso moral do homem seria muito mais rápido se acompanhasse o mesmo ritmo das aquisições intelectuais.
Ocorre comumente o conhecimento teórico sem a prática correspondente. Em outras palavras, convive-se incoerentemente com ideias aceitas e práticas em desajuste com elas. Observem-se certos hábitos viciosos adquiridos por determinadas pessoas. Na sua maioria têm elas plena noção de que seus hábitos são perniciosos, que sua saúde física e espiritual está se comprometendo e gostariam de se ver livres do domínio do hábito.Mas não conseguem [...].
A dificuldade maior não se encontra na aprendizagem da Doutrina. [...] O grande obstáculo a ser transposto consiste na vivência dos princípios, na prática da caridade, na substituição do egoísmo e do orgulho pelo amor soberano a Deus e ao próximo, na compreensão de nossos semelhantes e de tudo o que nos cerca, para que se manifeste em nós a verdadeira justiça. [...]3
Ao abraçarmos o Espiritismo reconhecemos que se torna inaceitável conviver com as imperfeições que possuímos, sem o esforço indispensável para corrigi-las. Essas observações nos reportam a outro problema crucial: os cuidados que devemos ter na educação dos filhos. Como prepará-los para se tornarem bons espíritas se ainda carecemos de vontade firme na luta pela transformação moral à custa de sacrifícios e renúncias? Como ajudá-los nessa fase de transição em que devem atender às inúmeras responsabilidades que os exortam a trabalhar pela regeneração da Terra?
Allan Kardec, tendo sido professor e pedagogo, com o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail, discípulo do notável educador suíço Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), soube devotar-se à causa da Educação, elaborando excelentes propostas pedagógicas, sobretudo, para o ensinamento de crianças e jovens. “[...] todas as vezes que se falava em alterar a lei do ensino, ele saía a campo para expor suas ideias, seus planos e projetos, levado apenas pelo interesse de servir à obra da educação.”4 Esses trabalhos foram avaliados por educadores e profitentes espíritas, que os qualificaram como valiosos e úteis para o esclarecimento de certas questões atuais. Estudos e pesquisas que mais tarde permitiram a Kardec se tornar “um observador atento e meticuloso, um pensador prudente e profundo”5 na importante missão de codificar a grandiosa obra do Espiritismo. Por ocasião da apresentação do Plano Proposto para a Melhoria da Educação Pública, na França, ele alerta os pais quanto à necessidade de estarem atentos ao desenvolvimento integral dos filhos: “[...] a meta da educação consiste no desenvolvimento simultâneo das faculdades morais, físicas e intelectuais. Eis o que todos repetem, mas o que não se pratica [...]”,6 e destaca:
A fonte das qualidades morais se acha nas impressões que a criança recebe desde o seu nascimento, talvez mesmo antes, e que podem agir com mais ou menos energia sobre o seu espírito, para o bem ou para o mal. Tudo o que ela vê, tudo o que ela ouve, a faz experimentar impressões. Ora, assim como a educação intelectual consiste na soma das ideias adquiridas, a educação moral é o resultado de todas as impressões recebidas. Cada objeto, que a criança vê, lhe dá uma ideia, e cada palavra que ela escuta ou cada ação de que ela é objeto ou testemunha, a faz experimentar uma impressão; a mesma impressão, mantida durante um certo tempo e frequentemente repetida, fá-la contrair um hábito.
Ora, como se sabe, o hábito é uma segunda natureza que nos leva, malgrado nosso, a fazer uma coisa, [...] sem que nossa vontade participe disso; daí as chamadas inclinações, que são apenas hábitos inveterados, quando não estejam ligadas ao nosso temperamento, como a cólera, a vivacidade, a lentidão e outras tendências desta natureza. [...]7
Essas fundamentações embasaram o mestre de Lyon para o importante comentário da resposta à questão 685a, de O Livro dos Espíritos, ao indicar a educação moral como condição primordial para a transformação do homem: “[...] Não nos referimos [...] à educação moral pelos livros e sim à que consiste na arte de formar os caracteres, à que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos”.8
No texto pedagógico citado, verificamos a preocupação do Prof. Rivail sobre “[...] o quanto importa evitar cuidadosamente tudo o que possa fazer a criança experimentar impressões perigosas [...]”, encontradas no “exemplo do vício, [nos] maus conselhos ou [nas] conversações pouco adequadas”.9 Tais modelos são aqueles recebidos pelas crianças ao se relacionar com as pessoas que as cercam, entre elas, os pais. Existem hábitos ruins que condicionam as pessoas e chegam a criar os maiores embaraços ao prejudicar sensivelmente a educação daqueles que estão sob a sua responsabilidade e guarda. Pequenas mudanças nascem da aquisição de novos e salutares hábitos: procurar a boa leitura, meditar sempre que for possível, cuidar da higiene mental, buscar a boa conversação, realizar ações de amparo ao próximo etc. Costumes que exercem influências benéficas e moralizadoras para nós e para os filhos.
A Evangelização Espírita tem um papel preponderante na preparação das novas gerações! Os evangelizadores são verdadeiros educadores, “cônscios do seu papel, que procuram, pela palavra e pelo exemplo, despertar os poderes internos, as forças espirituais latentes dos seus educandos”.10Conforme Vinícius, “são [...] os continuadores e colaboradores da divina missão do Mestre Nazareno”,10e acrescentamos: também são os cooperadores dos pais, na Terra, e que perseveram na tarefa nobre de transmitir à infância e à juventude os nobilíssimos postulados espírita-cristãos.
O Espírito Emmanuel fala sobre a importância da formação da mentalidade cristã, de forma ordenada e progressiva, permitindo a modificação das ideias, dos sentimentos e dos hábitos:
Há necessidade de iniciar-se o esforço de regeneração em cada indivíduo, dentro do Evangelho, com a tarefa nem sempre amena da autoeducação.Evangelizado o indivíduo, evangeliza-se a família [...].11 As atividades pedagógicas do presente e do futuro terão de se caracterizar pela sua feição evangélica e espiritista, se quiserem colaborar no grandioso edifício do progresso humano.12


Clara Lila Gonzales de Araújo






1KARDEC, Allan. A gênese. Trad. Guillon Ribeiro. 52. ed. 5. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2012. Cap. 18, it. 33, p. 479.
2VINÍCIUS (Pseudônimo de Pedro de Camargo). O mestre na educação. 10. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Cap. 17.
3SOUZA, Juvanir Borges de. Novos tempos. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Cap. 12.
4WANTUIL, Zêus; THIESEN, Francisco. Allan Kardec – o educador e o codificador. v. 1. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Cap. 29.
5______. ______. Cap. 38, p. 223.
6INCONTRI, Dora; GRZYBOWSKI, Przemyslaw. (Tradução, apresentação, organização e notas) Kardec educador – Textos pedagógicos de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Bragança Paulista, SP: Editora Comenius, 1998. Cap. Plano posto para melhoria da educação pública, p. 15.
7______. ______. p. 16-17.
8KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 92. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. Comentário de Kardec à q. 685a.
9INCONTRI, Dora; GRZYBOWSKI, Przemyslaw. (Tradução, apresentação, organização e notas) Kardec educador – Textos pedagógicos de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Bragança Paulista, SP: Editora Comenius, 1998. Cap. Plano posto para melhoria da educação pública, p. 15.
10VINÍCIUS (Pseudônimo de Pedro de Camargo). O mestre na educação. 10. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Cap. 6.
11XAVIER, Francisco C. Emmanuel. Pelo Espírito Emmanuel. 27. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 35, it. Necessidade da educação pura e simples, p. 236.
12______. ______. It. Formação da mentalidade cristã, p. 238.




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