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DISSE JESUS – Levanta-te e anda


Meus amigos, recebi essa mensagem por email e achei muito interessante  compartilhar; principalmente para você que RECLAMA muito da VIDA e vive se fazendo de VITIMA ou de COITADINHO. Então levante-se e vá servir ao CRISTO!


















































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SÊ AMÁVEL



É nosso dever, em todas as horas das nossas conversações com os outros, demonstrar educação. O modo de falar denuncia o que somos para quem nos ouve.
Sejamos amáveis no que devemos dizer, e quem nos escuta irá nos devolver a mesma harmonia que ofertamos através da cordialidade com que o tratamos.
O homem estouvado é sempre relegado ao esquecimento pelos companheiros e recebe o preço da sua ignorância pela solidão. Não queiras ser um destes sofredores que estimulam instintos inferiores no trato com os outros. Aprende a conversar amavelmente com quem te procura ou com aqueles que te amam. Se tu não fazes força para melhorar moralmente, nem te esforças para o aprimoramento da tua conduta, permaneces morto, e essa morte é das piores, um suicídio que praticas conscientemente.
Nós somos todos enfermos e poucos têm vontade de curar-se. Alegam a cruz pesada nos ombros, porém, permanecem parados, e aí ela pesa mais. O movimento é princípio de libertação. Andemos com os nossos fardos sem reclamar, que eles se tornarão leves. Mesmo que as dores nos imobilizem em cima de um catre, mostremos fortaleza espiritual e deixemos, nas nossas conversações, transparecer o amor e a gratidão por todos os que estão nos ajudando a melhorar.
A dor, os problemas, enfim, todos os tipos de infortúnios, vêm nos provar o que aprendemos. Estamos constantemente com a cabeça cheia de teorias de todas as formas.
Estamos com os ouvidos carregados de conceitos e com a consciência amontoando um celeiro de advertências. Entretanto, esquecemo-nos da melhor parte: a vivência. E quando ela demora a aparecer, surge na pauta da nossa vida a dor, com inúmeras modalidades, para que despertemos o jovem dentro do ancião.
Se alguém te serve um copo de água que seja, agradece amavelmente, porque, naquele ato de servir e ser servido há trocas de energias sutis que passam despercebidas pela razão, mas que a intuição aprimorada registra.
Demonstrar educação para com os nossos amigos não é muita vantagem; é dever, pelas reverências deles para conosco. A grandeza da disciplina é testada diante daqueles que nos ofendem e nos desagradam. Amplia o teu poder de tolerar, mas sem chegares à conivência. O bom senso te indicará os limites a que podes chegar sem desestimular o desequilíbrio.
Desfruta da alegria, pois esse dom não precisa ser comprado; ele pode despertar em teu coração. Faze da tua mente uma força a desvendar mistérios, mas aqueles mistérios que ajudam a viver melhor.
Não te esqueças da gentileza em todos os aspectos que refletem o Amor, porque cada conquista, em se tratando de virtudes, é uma operação moral que estás fazendo no teu mundo interno e cada passo que deres neste sentido será um reflexo de luzes que se acendem no teu universo interior, buscando e harmonizando com a criação e vivendo a mesma paz que vive o Senhor de todos nós.
Se, por vezes, a educação te faltar na comunicação com os teus semelhantes, é preferível que cales a boca, sem deixar de trabalhar por dentro para desfazeres os impulsos de inferioridade. Não deves esquecer a oração, nestes momentos. Ela ajuda a serenar todas as tempestades que possam nos arruinar.



Livro:
Cirurgia Moral autor - João Nunes Maia


 
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Evangelização e Familia




 

Reformador, de dezembro de 2002, trouxe, sob o título “Novos tempos, novos desafios”, artigo escrito por Dalva Silva Souza, no qual a autora aborda a necessidade de repensar a ação junto às crianças e aos jovens com que lidamos na atualidade. Em nossas atividades
com a família, costumamos ouvir indagações sobre o problema e percebemos existir muitas dúvidas quanto ao posicionamento diante dos filhos.
Anotamos que, em realidade, há uma geração diferente na face da Terra, isto é, diferente daquela com a qual convivemos até algum tempo atrás, e nos perguntamos: o que e como fazer?
Com relação a este assunto, a Doutrina Espírita tem informações preciosas, que nos indicam um porvir fértil e nos ajudam a caminhar com mais segurança. Allan Kardec, em A Gênese, descreve o perfil dessa geração: não são Espíritos novos e sim renovados:
[...] a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior [...].1
Em outro item, no mesmo capítulo, o Codificador, ao comentar sobre a necessidade de regeneração da Humanidade, explica que para tais Espíritos [...] basta uma modificação em suas disposições morais. Essa modificação se opera em todos quantos lhe estão predispostos, desde que sejam subtraídos à influência perniciosa do mundo. [...]2
No livro Entre dois Mundos,Manoel Philomeno de Miranda descreve o perfil do habitante da Terra, neste momento:
[...] Vêm renascendo em corpos belos, espíritos primitivos que estiveram retidos por séculos em regiões de sofrimento, a fim de que não retardassem o progresso geral, para que na atualidade avancem e tenham chance de iluminar-se [...].3
E, mais adiante, acrescenta:
[...] Apesar disso, o Mestre vigilante tem programada a renovação geral e, para tanto, espera que todos aqueles que O amamos, candidatemo-nos à ação edificante com objetivos socorristas, educativos, libertadores desses irmãos deambulantes no corpo físico [...].4
Assim, deveremos formar grupos de assistência e apoio auxiliando-os nos combates que [...] travarão com os inimigos do processo, encarnados ou despidos da organização fisiológica.5
Ao lado dessas valiosas revelações, ouvimos nas reuniões de assistência espiritual o depoimento de Espíritos que se preparam para reencarnar. Alguns, temerosos diante das condições em que deverão renascer; outros, esperançosos pela oportunidade de encarnar nesse período.
Essas averiguações permitem-nos uma visão clara do que ocorre nos dias atuais. Convivem lado a lado, na nossa sociedade, Espíritos de todos os tipos, em todos os lugares, desde os mais espiritualizados até aqueles, cujos instintos ainda os prendem às sensações materiais. Dá, então, para entender os inumeráveis conflito surgidos na relação com estes Espíritos que “estão apáticos, não se interessam por nada” ou “brigam por tudo”, ou ainda, “demonstram ser mais avançados do que o seu tempo [...]. Trazem em si todo um passado, mais ou menos longo de experiências, equívocos, conquistas, realizações e consequentemente um programa a executar na vida que iniciam junto a nós”.6
Aí está, sem dúvida, um grande desafio para a família: atender, acolher, orientar, educar. Reconhecer nesses pequeninos – Espíritos que chegam ao nosso lar – as primorosas dádivas que a divindade coloca em nossas mãos para crescerem, desenvolverem os seus programas de vida e participarem da obra da Criação.
Dessa forma, a convivência na Casa Espírita, a participação nos encontros de pais, proporciona a troca de informações a respeito da melhor maneira de lidar com esses amiguinhos, facilitando a percepção quanto às características dos Espíritos reencarnados em nosso reduto doméstico. Além disso, sabemos que a vivência diária, os bons exemplos, a palavra equilibrada, as preces, o culto do Evangelho no Lar, são ações que tornam concreta a proposta da evangelização, que começa no ambiente de casa e conta sempre com a ajuda dos benfeitores espirituais, guardiães da família.
Há, pois, um novo olhar, uma nova forma de acompanhar o crescimento físico, moral e espiritual dos nossos filhos, tendo em vista que “o Espiritismo é uma doutrina essencialmente educativa, plasmadora de funções e aquisições de saber eterno”. 7
Saudamos, então, os amigos que chegam à reencarnação nestes tempos, dispondo-nos a ajudá-los, ajudando-os a crescer, tornando-nos servos úteis da grande seara de Jesus!
Que o Senhor da Vida acolha os nossos propósitos no Bem!
Evangelize! Coopere com Jesus!
Referências:
1KARDEC, Allan. A gênese. 52. ed. 5. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2012. Cap. 18, it. 28, p. 476.
2______. ______. It. 33, p. 479.
3FRANCO, Divaldo P. Entre dois mundos. Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. Salvador: LEAL, 2005. p. 37.
4______. ______. p. 37.
5______. ______. p. 37
6MIRANDA, Hermínio C. de. Nossos filhos são espíritos. 9. ed. Bragança Paulista (SP): Lachâtre, 2005. Cap. 2, p. 17-21.
7FRANCO, Divaldo P. Antologia espiritual. Diversos Espíritos. Mensagem de Benedita Fernandes. Salvador: LEAL, 1993. Cap. 8, p. 36.
Opinião dos Espíritos sobre a Evangelização
Que orientação os Amigos Espirituais dariam aos pais espíritas em relação ao encaminhamento dos filhos à Escola de Evangelização dos Centros Espíritas?
Informa-me Joanna de Ângelis que, na condição de pais e educadores, temos a preocupação de oferecer a melhor alimentação aos filhos e aos nossos educandos; favorecê-los com o melhor círculo de amigos; vesti-los de forma decente e agradável; encaminhá-los aos melhores professores, dentro da nossa renda; proporcionar-lhes o mais eficiente médico e os mais eficazes medicamentos quando estejam enfermos; conceder-lhes meios para a manutenção da vida; encaminhá-los na profissão que escolham…
“É natural que, também, tenhamos a preocupação maior de atendê-los com a melhor diretriz para uma vida digna e um porvir espiritual seguro, e esta rota é a Doutrina Espírita. Portanto, encaminhemo-los às Escolas de Evangelização dos Centros Espíritas, ou, do contrário, não estaremos cumprindo com as nossas obrigações.”
(Divaldo Franco, inspirado por Joanna de Ângelis, conforme declara em correspondência enviada ao presidente da FEB, em 23/8/1982, responde ao questionário que lhe foi proposto sobre a importância da Evangelização Infanto Juvenil, com oportunas e relevantes declarações.) 



  1.  Darcy Neves Moreira Ferreira



    Reformador – Edição Junho 2012
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Gratidão - tudo depende do ponto de vista.


Vida, Natureza, família, semelhante, trabalho, chefe, prova, expiação, dor, sofrimento, enfermidade, saúde, amigo, inimigo, alegria, tristeza, situação financeira são alguns exemplos dos motivos de gratidão ou reclamação de nossa parte.


Qualquer coisa pode ser razão para agradecer ou reclamar, a depender do ponto de vista.


Costumamos reclamar de tudo.



Quando chove, reclamamos do mau tempo; quando faz sol, reclamamos porque está quente; quando é noite, gostaríamos que fosse dia; quando é dia, nos incomodamos pelo desejo de que a noite chegue logo; se o tempo passa depressa, reclamamos sugerindo a ampliação do dia para 36 horas; se o tempo é vagaroso, lamentamos pela lerdeza do deus Cronos. Tudo, sem exceção, parece ser motivo para reclamar. Poderíamos continuar escrevendo uma página ou um livro inteiro elencando motivos de reclamação ou exemplos práticos de sua ocorrência.

Vamos fazer o contrário? Agradeçamos por tudo. Até pela dor que nos atinge profundamente. “Bendita a dor, ela é a grande sinfonia que acorda os corações humanos para a Vida Eterna”, já dizia meu pai e continua dizendo até hoje nos seus 80 anos, como informação colhida de fonte oral. Segundo Emmanuel, Guia Espiritual do cândido Chico Xavier, “a dor é um constante convite da vida, a fim de que aceitemos uma entrevista com Deus”.1

Quando tudo está bem, tendemos a nos esquecer do agradecimento. Mas, a misericórdia divina, reconhecendo nossas necessidades, oferece-nos a dor-expiação, a dor-evolução, a dor-auxílio2 para que, humildemente, nos coloquemos diante do Senhor da Vida e, em definitivo, consigamos nos libertar de nosso passado infeliz, acordando o homem renovado para o novo mundo de regeneração.

Joanna de Ângelis, a psicóloga espiritual e guia do médium Divaldo Pereira Franco, alerta que a “reclamação é perda de tempo”.3 Realmente, quem reclama está perdendo a oportunidade de agradecer, de fazer algo útil na existência Aquele momento de reclamação não nos leva a resultado efetivo, então, poderia ser absolutamente dispensado sem que fizesse falta alguma.

Não estamos aqui cogitando da avaliação serena e necessária para determinadas situações, ocorrências e circunstâncias que vivenciamos, fruto da nossa iniciativa ou decorrente da ação de terceiros. É importante, sim, avaliarmos para melhorar o que for indispensável à caminhada evolutiva.

A reclamação, pelo contrário, não tem propósito útil. Apenas o da lamentação, que deixa transparecer nosso azedume. Seria melhor que nos silenciássemos, pois o silêncio na maioria das vezes se traduz na melhor das respostas. É como aquela expressão do ditado popular que nos exorta, quando não fomos felizes em alguma afirmação: “Você perdeu uma boa oportunidade de ficar calado”.

Vamos exercitar o silêncio quando a vontade de reclamar visitar os escaninhos da mente, provocando-nos para ações menos recomendáveis.


Reclamar é feio, denota falta de educação, e, dependendo de como a atitude é manifestada, ausência de respeito para com o semelhante e, sobretudo, ingratidão para com Deus.

Gostaria de fazer um trato e assinar tacitamente um contrato com o prezado leitor. No dia, temos três períodos claramente delimitados: manhã, tarde e noite. Vamos assumir o compromisso de agradecer pelo menos uma vez em cada período do dia. Agradeceremos: pela manhã ao acordar – cada dia é como se fosse uma nova encarnação; à tarde, quando almoçarmos ou olharmos o crepúsculo ou, ainda, estivermos no trânsito que nos oferece o ensejo de desenvolver várias virtudes, tais como a paciência, a tolerância e a indulgência; e agradeçamos ao final da noite por mais um dia, repleto de oportunidades e desafios para o aprendizado constante. Amanhã, depois de amanhã, e depois... A atitude deverá ser mantida ao longo de todo o mês. Quando este findar, na noite do derradeiro dia, o número de agradecimentos chegará a pelo menos 90 vezes!

Acredito que, após esse período, já teremos adquirido o hábito do agradecimento. A partir daí, o comportamento será espontâneo, assegurando que começamos a exercitar um novo olhar sobre a vida.

A reclamação reflete postura de orgulho, ao passo que a gratidão é resultado de atitude humilde.

A reclamação nos fecha para a sintonia com o auxílio superior; a gratidão facilita a sinergia com aqueles que aspiram à harmonia e ao equilíbrio dela decorrente. A gratidão é um ato que transparece a divindade existente em cada um de nós. Já a reclamação é de nossa responsabilidade, sobre a qual deveremos prestar as devidas contas no momento em que a lei de causa e efeito nos requisitar para uma entrevista com Deus.

Se analisarmos detidamente, chegaremos à conclusão de que a vida nos oferece muito mais motivos para agradecer do que para reclamar. Agradecer faz bem à saúde integral do indivíduo, que se sente mais aberto à sintonia com o Plano Superior da Vida, em contato com os amigos espirituais que podem ter o trabalho de inspiração facilitado pelas vias da nossa intuição a ser colocada, gradativamente, à disposição do serviço no bem.

Agradecer nos torna felizes, pois aprendemos a enxergar novos horizontes. Os nossos olhos brilham mais, identificando-se com o belo, o bom, o útil. Agradeçamos pelo bem e pela oportunidade de melhoria, pela prova e pela expiação, pela bênção do trabalho e da libertação. Na vida, é recomendável aprendermos a agradecer mais e a reclamar menos.

Referências:

1 XAVIER, Francisco C. Material de construção. Pelo Espírito Emmanuel. São Paulo: Ideal, 1982.
2 ______. Ação e reação. Pelo Espírito André Luiz. 28. ed. 4. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. Cap. 19, p. 329.
3 FRANCO, Divaldo P. Desperte e seja feliz. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 6. ed. Salvador: LEAL, 2000.


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NOS DOMÍNIOS DA VOZ






Observe como vai indo a sua voz, porque a voz é dos instrumentos mais importantes na vida de cada um.
A voz de cada pessoa está carregada pelo magnetismo dos seus próprios sentimentos.
Fale em tonalidade não tão alta que assuste e nem tão baixa que crie dificuldade a quem ouça.
Sempre aconselhável repetir com paciência o que já foi dito para o interlocutor, quando necessário, sem alterar o tom de voz, entendendo-se que nem todas as pessoas trazem audição impecável.
A quem não disponha de facilidades para ouvir, nunca dizer frases como estas: "Você está surdo?",
"Você quer que eu grite?", "Quantas vezes quer você que eu fale?" ou " já cansei de repetir isso".
A voz descontrolada pela cólera, no fundo, é uma agressão e a agressão jamais convence.
Converse com serenidade e respeito, colocando-se no lugar da pessoa que ouve, e educará suas manifestações verbais com mais segurança e proveito.
Em qualquer telefonema, recorde que no outro lado do fio está alguém que precisa de sua calma, a fim de manter a própria tranqüilidade.


Francisco Cândido Xavier. Da obra: Sinal Verde.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
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CURSO DE PEDAGOGIA ESPÍRITA À DISTÂNCIA






A Associação Brasileira de Pedagogia Espírita está oferecendo três cursos de extensão à distância.

• Introdução à Pedagogia Espírita –Coordenação: Dora Incontri.Docentes: Alessandro Cesar Bigheto, Alysson Leandro Mascaro, Claudia Mota, Dora Incontri, Franklin Santana Santos, Luis Colombo, Priscila Grigoletto Nacarato, Regis de Morais, Samantha Lodi.  (40 horas)

• Educação e Espiritualidade – coordenação: Dora Incontri.Docentes: Alessandro Cesar Bigheto, Dora Incontri, Franklin Santana Santos,  Luis Colombo, Luiz Jean Lauand, Ney Lobo, Priscila Grigoletto Nacarato, Regis de Morais.  Entrevistas com: Juarez Tadeu de Paula Xavier, Leonildo Silveira Campos, Monja Heishin Gandra, Rabino Alexandre Leone, Sheikh Muhammad Ragip al-Jerrahi. (40 horas)
• Filosofia para Crianças e Adolescentes: como e para quê? - coordenação: Dora Incontri. Docentes: Alessandro Cesar Bigheto, Alysson Leandro Mascaro, Astrid Sayeg, Dora Incontri, Regis de Morais, Rita Foelker. (30 horas)
Aulas gravadas, atividades, material didático.

Saiba mais:

11- 81558366
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A Vida Espiritual





“A vida espiritual, de maravilhosa beleza, não faz esquecer os nossos amigos terrenos. Por felizes que sejamos, por indizíveis que sejam os gozos que nos embriagam, sempre e sem cessar somos atraídos para o lugar onde transcorreu a nossa última existência, para todos aqueles a quem nos unem os laços de uma afeição fraterna, para junto de vós, enfim, ó bem-amados.
“Sim, pensamos em vós, mesmo das alturas mais inacessíveis a que se possa elevar o pensamento! Vimos até onde estais para vos repetir, num eco distante, que deveis esperar e amar acima de tudo, por muito rude, por muito árida que seja a vida. A esperança e o amor vertem, na existência, a linfa do esquecimento. Dão a coragem, a vontade forte que nos permitem arrostar de ânimo sereno a tempestade. Mas, venha a calma após a borrasca, venha a hora do repouso benéfico e sentireis que nas vossas veias circula a eterna felicidade celeste, que Deus espalha sem medida pelos pobres humanos.
“O tempo, às vezes, vos parece bem longo. De nós esperais as menores comunicações com impaciência e também com uma espécie de curiosidade, e cheios de vaga esperança de que elas vos venham revelar alguma coisa do mistério dos mundos.
“A Providência, porém, sabe que as revelações não seriam compreendidas. Não! A hora ainda não soou! As frases que vos possamos transmitir ficarão sendo, por enquanto, meras frases; exortações à prática do bem, certamente! Cumpre orientar para o melhor as pobres almas sofredoras. Pela doçura, pela bondade, deveis chamar ao vosso seio os irmãos incrédulos. E podeis também, pela caridade, fazer-lhes entrever a meta sublime para a qual deve tender a vida.
“A vida continua, bem o sabeis. Só muda a forma. Todavia, não muda demasiado rápido, porquanto, durante largo tempo, nos conservamos terrestres.
Quiséramos poder exprimir-vos tudo o que o infinito nos dá a contemplar. Mas, ah!, a linguagem humana é pobre, suas palavras são duras, agudas, pesadas como a matéria, ao passo que seriam precisas palavras leves e suaves, de uma suavidade toda especial, capazes de exprimirem os sons e as cores. A atmosfera que vos envolve é por demais espessa para permitir que percebais, ainda que pouco, toda a harmonia que reina nos planos superiores do Universo. Ah!, que esplendores aí se desdobram! E que consolação, que grande recompensa aos nossos males é esta vida, esta embriaguez de todos os instantes!
“Continuamos a ocupar-nos das almas errantes, mas a fonte de amor em que nos dessedentamos é tão viva e tão abundante, que basta para nos deixar entrever destinos inda mais gloriosos. A ascensão prossegue, sem nunca parar. Subir ainda, subir sempre, sem jamais atingi-lo, para o foco da perfeição, para a Causa suprema que nos deve absorver, conservando-nos a personalidade própria.
“O amor, qualquer que seja o mundo em que se esteja, é a força, o eixo das esferas que gravitam em suas órbitas. Na natureza, nos infinitamente pequenos, é o amor, antes de tudo, que guia o instinto. No homem, na sociedade inteira, é o amor que forma as simpatias, que torna possíveis as relações dos humanos entre si. Seja qual for a expressão sob a qual o queiram deformar, seja qual for o nome com que o ridiculizem, se analisardes um pouco, encontrareis sempre o amor, o amor mais ou menos purificado, que existe em todo ser. Ele é o centro, a causa. Reina no lar. É sobre suas fiadas que se constrói a família, a família que perpetua, no tempo e no espaço, a longa série dos séculos, marcando o progresso das humanidades. E é também o amor que rege as amizades sólidas.
“Constituís uma força poderosa, quando as mesmas idéias, o mesmo ardente desejo do bem vos animam. A força fluídica que vos cerca é considerável, e se, de sua resistência, o granito vos pode dar idéias, o cristal, em cujas facetas se vem irisar a luz, poderá fazer-vos perceber-lhe a incomparável pureza.
“Desde o menor até o maior, amai; e, em vossos corações, em vossas almas, correrá a fonte de vida. Sim, é necessário amar ainda, amar sempre, ensinando, continuando a propagar, em toda a sua grandeza, a filosofia que encerra o porquê dos destinos humanos. Trabalhai a terra; deixai que nela entre a relha do poderoso arado do amor e, um dia, as messes louras germinarão ao sol radiante do futuro. Propagai sem descanso. Propagai amando.

Eduardo Petit.”
(Morto a 15 de setembro de 1910,
Praça de Vaugirard, 2 - Paris.)

Léon Denis em
O além e a sobrevivência do Ser.
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O Silêncio das Religiões







Vivemos uma época de paradoxos: nunca se falou tanto em paz, mas nunca se ensinou tanto a guerra, a grosseria, a brutalidade, a violência. Como é possível criar uma sociedade pacífica, serena, nos modelos ensinados por Jesus, por Buda, por Francisco de Assis, por Gandhi, se desde a infância a criatura humana é submetida a um aprendizado de violência por meio audiovisual em cores no cinema e no lar? Observem-se os desenhos animados, plenos de exemplos de brutalidade, de destruição, de desrespeito às coisas e à vida, que são apresentados às crianças na televisão e na internet. As cenas se sucedem, mostrando seres disformes, monstruosos, criaturas que se combatem e se destroem de modo espetacular, arruinando tudo o que está ao seu redor, através de socos, pancadas, raios, explosões.


Pergunta-se como ensinar à criança a paz, a tranquilidade, o respeito às coisas e às criaturas, se lhe são apresentados exemplos que a induzem exatamente ao contrário? O resultado dessa sementeira de brutalidade e desumanização é visto todos os dias nas estatísticas, que apresentam o crescente número de desavenças, de agressões e de mortes.

Como será possível a uma criança chegar à condição de adulto sem tornar-se consumidora de alcoólicos, se a televisão faz uma pregação insistente sobre o prazer de consumi-los, em todos os horários, dentro dos lares, usando como pano de fundo a euforia do futebol, a alegria do convívio humano? Nesse particular, evidencia-se o imenso poder dos produtores de bebidas alcoólicas, que não só conseguiram manter sua propaganda na mídia, como ganharam o espaço anteriormente usado pelos produtores de cigarros.

A batalha contra o fumo foi vitoriosa, colocando o Brasil bem à frente de países mais desenvolvidos. Entretanto, o fumo é bem menos lesivo à sociedade do que o álcool. O dano produzido pelo fumo se restringe quase que só ao seu usuário, enquanto que o do álcool é capaz de destruir uma família inteira. Por que não regulamentar a propaganda, a venda e o uso de alcoólicos como se fez com o fumo? Mas apesar de o uso do álcool ser muito mais danoso que o do fumo, não há legislação que obrigue os fabricantes de bebidas alcoólicas colocarem, nos seus produtos, avisos quanto aos malefícios do seu uso, conforme é exigido nas embalagens de cigarros.

E, por falarmos em propaganda danosa, o que dizer quanto à licenciosidade sexual, o que dizer sobre as aulas de prostituição que entram nos lares, em todos os horários? As cenas de intimidade vividas por casais são apresentadas em novelas exibidas à tarde e à noite. Alguns programas são apresentados em horário mais avançado, dado o nível de sensualidade que apresentam, mas as suas chamadas, os seus anúncios são feitos em todos os momentos. Há programas que não apenas são atentatórios aos bons costumes, à moral, à ética, mas à própria dignidade humana, onde se evidencia não só a licenciosidade, mas também a ausência de pudor, de senso de privacidade, este, um dos atributos que distingue o ser humano do restante da criação. Há programas humorísticos que pregam abertamente a promiscuidade, o desrespeito, o deboche, o uso do palavrão. O aviltamento da mulher se tornou tão comum que é olhado pelo viés humorístico. Há flagrante apoio à mulher leviana, despudorada, em detrimento da nobre figura da mulher-esposa, da mulher-mãe.

Mas, afinal, vivemos num país que se diz cristão. Será que o Cristianismo é para ser vivenciado apenas no interior das comunidades religiosas? Será que se deveriam isolar do mundo aqueles que não desejam compactuar com esse estado de coisas, ou lutar para que o mundo se torne compatível com os ensinamentos do Cristo? Se aqueles que desejam manter uma vida equilibrada, respeitosa, pretenderem afastar-se do convívio com a sociedade, como interpretariam a recomendação de Jesus, registrada por dois evangelistas: "Eis que vos envio como ovelhas no meio de lobos (...)" (Mt., 10: 16) e "Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos." (Lc., 10: 3)?

Diante da recomendação de Jesus, não devemos criar ilhas onde se viva cristãmente, mas devemos trabalhar no sentido de cristianizar todos os lugares.
Como nos sentiríamos se, subitamente, aparecesse Jesus ao nosso lado, quando nossas crianças estão vendo certos desenhos, ou estamos assistindo a algumas dessas novelas, desses filmes ou algum desses programas?

E o que estão fazendo as religiões no sentido de despertar as criaturas para uma mudança de atitude, a fim de que assumam sua real posição diante do Cristo? Será que o papel das religiões é levar seus fiéis a pensarem em Deus, ouvindo enternecidamente comentários sobre os ensinamentos de Jesus, somente no interior dos templos, em momentos sagrados? Mas Jesus nunca separou a vida em momentos sagrados e momentos profanos. De acordo com os Seus ensinos, os princípios éticos e morais devem permear todos os atos da vida, em todos os ambientes. Portanto, é premente a necessidade de se despertar o homem para o esforço de proceder de conformidade com esses ensinamentos, em todas as circunstâncias da vida, conforme Ele ensinou e exemplificou. Logo, as religiões devem esclarecer o homem no sentido de não esperar o Céu depois da morte, mas de construí-lo aqui, em todos os ambientes, principalmente dentro de si mesmo, desde agora.

E como estamos procedendo nós, espíritas, nesse cenário caótico em que vivemos? As casas espíritas estão promovendo reflexões sérias que nos levem a nos situarmos na vida como Espíritos imortais temporariamente encarnados? Estamos tendo oportunidade de avaliação das propostas da televisão, do cinema, do teatro, da literatura ante nosso futuro no Mundo Espiritual?

Lembremo-nos de que, se o Espiritismo não nos atemoriza com o Inferno, também não nos oferece um Céu conquistado sem esforço no Bem. A verdade é que também nós estamos um tanto acomodados diante do panorama atual, pois raras vozes se erguem para denunciar esse tremendo antagonismo entre o que nos oferece a mídia, e as diretrizes de conduta ensinadas no Evangelho. Portanto, diante dessa ruína moral que se vê na atualidade, é de se perguntar onde estão as vozes dos condutores de almas, onde estão as vozes das religiões que silenciam diante de tanta ignomínia? Será que aguardam a volta de João Batista?


Postado em O Consolador, Crônicas e Artigos, Ano 5 - N° 242 - 8 de Janeiro de 2012; por JOSÉ PASSINI (passinijose@yahoo.com.br)
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Abranda-te





Abranda o teu coração.
Porque pensas que somente tu tens der ter razão? Se pensas ou comentas que as pessoas não são como você pretenderia que elas fossem não se esqueça de que você também não é o que elas gostariam que você fosse.
Se és contemplativo, com certeza já leste o evangelho.
Apenas leste, mas não observaste e não guardaste as palavras que Jesus mencionou em João cap.XIII v.34 “ Um novo mandamento vos dou, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros ”.
Se não abrandares teus modos com as pessoas que te rodeiam, tenha certeza de que será sempre abominado.
Procura se colocar no lugar de teu próximo e pergunta a ti mesmo se gostaria de ser tratado do mesmo modo que tratas a eles.
O que não desejas a ti, não façais ou teu próximo, e recorde que “ Com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.
” Mateus Cap.VII v.2.
Abranda-te, e saiba que a mais das vezes a irritabilidade pode causar sérios danos em teu físico.
Se teus órgãos vierem a falência, e te deitares em um leito de dor, recorde que, os que cuidarão de ti serão aqueles que hoje molestas.
Se abrandares, se for querido por todos, no futuro quando tombares no leito de dor, todos cuidarão de ti com carinho e farão de tudo para que recupere.
Mas se não abrandares, todos os que tu feriste ao longo de tua vida, vibrarão negativamente para que sofras ainda mais.

Ivan Fagundes. Pelo médium José Alves de Sousa em 03/06/12.



http://dimensaoespirita.com.br/
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Acomodação




O progresso da civilização trouxe consigo muitas facilidades, isso é incontestável.
As comunicações são instantâneas. Ficamos sabendo de tudo o que acontece no mundo, no momento em que está ocorrendo.
Com as conexões via Internet, qualquer pessoa pode navegar pelo mundo apenas acionando algumas teclas.
Jornais, revistas e outras tantas mercadorias chegam em nossas casas, sem que precisemos sair para comprá-los.
Através da TV por assinatura vários canais de televisão do mundo inteiro estão ao nosso alcance. Temos acesso a filmes, documentários e outras diversões apenas acionando alguns botões.
O serviço de entregas por telefone é bem aceito pela população. Proliferam as ofertas, ampliando-se cada vez mais a gama de produtos. São flores, CDs, remédios, alimentos e outras tantas mercadorias que chegam às nossas portas depois de ligeiro telefonema.
São as facilidades modernas que, sem dúvida alguma, o progresso trouxe para o conforto geral.
Todavia, enquanto nos beneficiamos com tais facilidades, nos permitimos a acomodação perniciosa.
A acomodação provoca o estacionamento do Espírito, enquanto ser imortal, criado para o progresso constante.
É ótimo que aproveitemos as facilidades que nos são oferecidas no campo material, mas é imprescindível que busquemos alcançar novos degraus no campo espiritual.
É importante que saibamos empregar bem o tempo que a tecnologia nos poupa.
Mais será cobrado de quem mais tiver. Essa é a afirmativa de Jesus.
Tudo o que nos chega como benefício, são recursos permitidos pela Divindade. Não são fins, mas meios de progresso.
Lutemos, pois, para que não sejamos dominados pela acomodação. Busquemos desenvolver a nossa Espiritualidade. Somos seres imortais e uma outra realidade nos aguarda logo mais, no além-túmulo.
Atentemos também para nossos filhos. Incentivando-os à leitura edificante,  não os deixemos cair nas teias da acomodação, da preguiça, do marasmo.
Com todo nosso afeto mostremos a eles que fazemos parte de uma sociedade e que todos somos interdependentes.
Digamos a eles que, para a construção de uma sociedade melhor, é necessário que todos contribuam ativamente com seu tijolo de amor, ainda que pequeno, mas de suma importância.
Utilizar bem o tesouro das horas, em nosso e em benefício dos que nos rodeiam, eis a grande decisão que nos cabe.
Exercitar a alma, disciplinando as emoções, treinando a paciência, o perdão, a humildade, para que nosso perfil seja condizente com nossos anseios superiores.
Enfim, fazer luz em nossa intimidade e afastar as trevas da acomodação atrevida que teima em se fazer presente em nossas vidas.
*   *   *
Nosso pensamento não para nunca.
É por esse motivo que muitas pessoas, mesmo em idade avançada, ficam lúcidas. É porque nunca se deixaram levar pela acomodação paralisante.
Ao contrário, as que acham que nada mais podem fazer e dão por cumprida sua etapa, têm o cérebro atrofiado e a esclerose se manifesta mais cedo.
Assim, importa que mantenhamos o cérebro e as mãos sempre ocupados com coisas positivas para que a lucidez não nos abandone jamais.

Redação do Momento Espírita.
Em 25.04.2011.


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Adolescência


A adolescência é a fase da vida entre a infância e a juventude.
A época se caracteriza por muitas mudanças físicas e psicológicas. Transformações internas e externas.
A menina se vê transformada em mulher, o menino percebe a barba a despontar, aparecem os pelos pelo corpo, a voz engrossa.
Em ambos os sexos, uma intensa atividade glandular, hormonal. Acentua-se a imitação e o grupo de amigos tende a crescer em importância.
A parte intelectiva se apresenta notável. A parte afetiva muito contraditória.
O adolescente apresenta insegurança. Às vezes se mostra com ar de superioridade para os adultos, de outras, com total dependência.
São anos difíceis para os jovens e também para os pais, em especial àqueles que na infância não disciplinaram o filho para receber alguns não.
É comum adolescentes de dezesseis anos, mesmo sem carteira de habilitação, serem vistos a dirigir seu próprio automóvel. Exigem que o pai lhes dê tudo o que desejam.
É a roupa da moda, os cd's em evidência, carro, moto, combustível. Vivem a irrealidade. O que pedem, conseguem.
Não importa que para isso os pais necessitem redobrar as horas de trabalho profissional ou se privem de alguns desejos e vontades.
E, ocorre que, se o adolescente for habituado a ter tudo que solicita, terá dificuldades na escola. Dificilmente aceitará uma nota mais baixa, uma reprimenda.
Se uma menina não lhe corresponder ao anseio afetivo, registrará ele muita dificuldade para tal aceitar.
Os pais normalmente alegam que o desrespeito, a irreverência, os abusos são da idade, que logo passa, que é a fase crítica, esquecidos de que a educação e a disciplina são de suma importância.
Adolescentes que saem para os programas com amigos, sem horário específico de volta. Talvez pela madrugada. Quiçá embriagados. Alguns, para evitarem dissabores de faltar dinheiro na hora de pagar a conta, já dispõem do seu cartão de crédito. Naturalmente, debitado à conta do pai.
Desrespeito que vai ao ponto de dizerem aos pais que estão por fora, são caretas, não se cansam de pagar o mico.
Será esse o relacionamento com liberdade que se idealiza? Que seres estamos formando para a sociedade?
De um modo geral, essas situações ocorrem porque, desde a infância, a criança não teve limites, não foi educada.
*   *   *
É importante que no lar cada qual tenha sua tarefa a executar, a atender. Que desde cedo se ensine à criança que nem tudo lhe é permitido.
Que só quem se esforça e realiza a sua parte tem direitos adquiridos. Não é exatamente essa a relação entre trabalho, produtividade e salário?
Se estamos vivendo a fase dos filhos adolescentes e reconhecemos a falta de controle, não esperemos o amanhã.
Comecemos hoje a estabelecer as novas normas. Com certeza, se na infância não nos preocupamos em passar os valores do respeito, da responsabilidade, tudo será mais difícil.
Impossível não. O jovem é também suscetível, sensível e justo.
O melhor é começar com uma longa conversa com os filhos. Uma reunião em que possamos expor as modificações que serão introduzidas na vida familiar.
Não esperemos uma aceitação passiva e total. Eles verão as medidas como retaliações, autoritarismo.
Por isso mesmo devemos estar muito seguros, firmes quanto ao que desejamos para nossos filhos.
Pode também acontecer que as mudanças ocorram melhor do que se imagina. Os jovens têm capacidade de analisar novas propostas, desde que apresentadas de forma coerente.
É bom pensar que muitas vezes brigamos, discutimos por bobagens, coisas sem importância. Simplesmente porque nos incomodam. São os cabelos longos, o brinco na orelha, tênis sujos. em contrapartida, nos descuidamos de aspectos reais da educação. Aqueles em que deveríamos intervir, para o bem dos nossos filhos e da sociedade em que vivemos.
*   *   *
A primeira visão acerca do que chamamos adolescência só teve lugar no século XVIII. A consciência da adolescência tornou-se um fenômeno generalizado só depois do final da Primeira Guerra Mundial.
Até o final do século XIX, a vida, mesmo nos países mais adiantados do mundo, era bem diferente da atual.
Meninas com onze anos eram enviadas para empregos como domésticas. Os meninos para as fazendas, fábricas ou minas. Ia-se da infância à fase adulta de um salto. Considere-se que a expectativa de vida era de menos de trinta anos, então.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Os
laços que unem, do livro Uma vida para seu filho - Pais bons o
bastante, de Bruno Bettelheim, ed. Campus.
Em 28.12.2011.
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