Pesquisar Assuntos Neste Blog

Mostrando postagens com marcador QUALIDADE NA PRATICA MEDIUNICA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador QUALIDADE NA PRATICA MEDIUNICA. Mostrar todas as postagens

COMO AGEM OS ESPÍRITOS REPRESENTANTES DAS TREVAS EM NOSSOS NÚCLEOS ESPÍRITAS?





Companheiros,

Vejam que texto interessante, principalmente para os que trabalham com desobsessão, doutrinação e para todos aqueles que têm a obrigação de manter o Centro em que trabalham em boas condições de atendimento, boas vibrações e harmonia.
Tudo depende de nós, da nossa reforma íntima, que depois de alguns anos de acabar a EAE, já nem lembramos mais desse propósito.
A nossa Casa Espírita depende muito mais de nós do que podemos imaginar.

Quando nos propomos a falar da Ação das Trevas nos Grupos Espíritas, antes de tudo precisamos saber de quais Espíritos estamos falando, porque a grande maioria de Espíritos obsessores que vêm às Casas Espíritas são mais ignorantes do que propriamente maldosos. No livro “Não há mais tempo”, organizado pelo Espírito Klaus, nós publicamos uma comunicação de um verdadeiro representante das organizações do mal e percebemos que há uma grande diferença entre o que nós classificamos como Espíritos obsessores e os verdadeiros representantes das trevas.

Eu estava presente na reunião na qual essa entidade se manifestou. Quando o Espírito incorporou a doutrinadora disse: “Seja bem vindo meu irmão!”. Ele respondeu: “em primeiro lugar não sou seu irmão, em segundo lugar eu conheço o seu sentimento. Sei que você não gosta nem das pessoas que trabalham com você na casa, que dirá de mim que você não conhece.

Por isso duvido que eu seja bem vindo aqui”. Ela ficou um tanto desconsertada, porém, disse: “mas meu irmão, veja bem, isto aqui é um hospital”. Ele respondeu: “muito bem, agora você vai dizer que eu sou o doente e que você vai cuidar de mim, não é isto?”. Ela disse: “Sim”. “Pois bem, e quem garante para você que eu sou um doente? Só porque eu penso diferente de você. Aliás, o que a faz acreditar que possa cuidar de mim? Quem é que cuida de você? Porque suponho que quando alguém vai cuidar do outro, este alguém esteja melhor que o outro e, francamente, eu não vejo que você esteja melhor que eu. Porque eu faço o mal? Porque sou combatente das idéias de Jesus? Sim, é verdade, mas admito isto, enquanto que você faz o mal tanto quanto eu e se disfarça de espírita boazinha”.

Outro doutrinador disse: “meu irmão, é preciso amar”. O Espírito respondeu: “acabou o argumento. Quando vocês vêm com esta ladainha que é preciso amar é que vocês não têm mais argumentos”. “Mas o amor não é ladainha meu irmão”. “Se o amor não é ladainha por que o senhor não vai amar o seu filho na sua casa? Aliás, um filho que o senhor não tem relacionamento há mais de 10 anos. Se o senhor não consegue perdoar o seu filho que é sangue do seu sangue, como é que o senhor quer falar de amor comigo? O senhor nem me conhece.

Vieram outros doutrinadores e a história se repetiu até que, por último, veio o dirigente da casa e com muita calma disse: “Não é necessário que o senhor fique atirando estas verdades em nossas faces. Nós temos plena consciência daquilo que somos. Sabemos que ainda somos crianças espirituais e que precisamos aprender muito”. “O Espírito respondeu: “até que enfim alguém com coerência neste grupo, até que enfim alguém disse uma verdade. Concordo com você, realmente vocês são crianças espirituais e como crianças não deveriam se meter a fazer trabalho de gente grande porque vocês não dão conta”.


COMO AGEM OS ESPÍRITOS REPRESENTANTES DAS TREVAS EM NOSSOS

NÚCLEOS ESPÍRITAS?


Como vimos, os verdadeiros representantes das trevas além de maldosos são, também, extremamente inteligentes. São Espíritos que não estão muito preocupados com as Casas Espíritas.

Eles têm suas bases nas regiões da Sub-Crosta. São Espíritos que estiveram envolvidos, por exemplo, na 1ª e 2ª guerras mundiais e no ataque às Torres Gêmeas nos Estados Unidos.

São os mentores intelectuais de Bin Laden, de Sadam Hussein e de inúmeros outros ditadores que já passaram pelo mundo, porque eles têm um plano muito bem elaborado, que é o de dominar o mundo. Os grupos espíritas não apresentam tanto perigo para eles.

Esses Espíritos estarão sim atacando núcleos espíritas desde que o núcleo realmente represente algum perigo para as intenções das trevas. Portanto, quando nós falamos das inteligências do mal nós estamos falando destes Espíritos que têm uma capacidade mental e intelectual muito acima da média em geral. Normalmente não são esses Espíritos que se comunicam nas nossas sessões mediúnicas. Normalmente eles não estão preocupados com os nossos trabalhos, a não ser que esses trabalhos estejam bem direcionados, o que é muito difícil, e represente algum perigo para eles.

Nós que vivemos e trabalhamos numa Casa Espírita sabemos bem dos problemas encontrados nas atividades desses grupos. Para ilustrar vou contar para vocês um fato verídico ocorrido numa Casa Espírita. Um Espírito obsessor incorporou na sessão mediúnica e disse para o grupo: “Nós viemos informar que não vamos mais obsediar vocês. Vamos para o outro grupo”.

Houve silêncio até que alguém perguntou: “Vocês não vão mais nos obsediar, por quê?”. O Espírito respondeu: “existe nesta casa, tanta maledicência, tanta preguiça, tanto atrito, tantas brigas pelo poder, tantas pessoas pregando aquilo que não praticam, que não precisamos nos preocupar com vocês, você mesmos são obsessores uns dos outros”.

POR QUE REALIZAR UM SEMINÁRIO RESSALTANDO A AÇÃO DAS TREVAS?

FALAR DO MAL NÃO É AJUDAR O MAL A CRESCER?


No livro a “Arte da Guerra” está escrito: “se você vai para uma guerra e conhece mais o seu inimigo que a você mesmo, não se preocupe, você vai vencer todas as batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória você terá uma derrota. Porém, se você não conhece nem a si mesmo e nem ao inimigo, você vai perder todas as batalhas”.

Infelizmente, a grande maioria das pessoas não conhece a si mesma. Têm medo da reforma intima, têm medo do que vão encontrar dentro de si. Negam a transformação interior.

Precisamos falar das trevas para conhecermos as trevas. Se não conhecermos como eles manipulam os tarefeiros espíritas como é que vamos saber nos defender deles.

Para isso é preciso refletirmos nesta condição de nos conhecermos, até porque toda ação das trevas exteriores é um reflexo das trevas que nós carregamos dentro de nós. É preciso realmente realizarmos a nossa reforma interior para sairmos da sintonia dessas entidades.

E OS GUARDIÕES QUE CUIDAM DO CENTRO, COMO É QUE FICA?

Não podemos esquecer que os benfeitores espirituais trabalham respeitando o nosso livre arbítrio. Uma Casa Espírita como esta possui o seu campo de proteção, uma cerca

Elétrica construída pelos benfeitores, porém, quem a mantém ligada são os trabalhadores encarnados. Toda vez que há brigas dentro do centro, toda vez que há grupos inimigos conflitando-se, toda vez que há maledicências, é como se houvesse um curto circuito nesta rede, é como se houvesse uma queda de energia, e as entidade do mal entram. Os benfeitores espirituais estão presentes, a rede é religada, mas, as entidades dos mal já entraram. O grande problema é que quase sempre nós não estamos sintonizados com o bem. A ação do bem em nossa vida é fundamental..

Por exemplo: o Umbral não é causa, o Umbral é efeito. Só existe o Umbral, a zona Espiritual inferior que cerca o planeta, porque os homens têm sentimentos medíocres e inferiores. No dia que a humanidade evoluir o Umbral desaparece, porque ele é conseqüência. Por isso que não podemos nos esquecer que as trevas exteriores são apenas uma extensão das nossas trevas interiores. Existe, sim, a proteção espiritual nas Casas Espíritas, porém, os Espíritos amigos respeitam o nosso livre arbítrio. 

COMO É QUE OS GRUPOS ESPÍRITAS PODEM SE DEFENDER DAS TREVAS?
• Havendo muita sinceridade, amizade verdadeira e, principalmente, muito amor

Entre todos os colaboradores do grupo.

• Existindo a prática da solidariedade, carinho e respeito para com todas as pessoas que buscam o grupo ou para estudar ou para serem orientadas ou para receberem assistência espiritual..

• Havendo muito comprometimento com a causa espírita.

• Realizando, periodicamente, uma avaliação dos resultados obtidos, para verificar se os três itens anteriores estão realmente acontecendo.

"Há somente uma coisa importante a que você deve prestar atenção: abandonar a ilusão de que o Divino está em algum lugar distante.

Quando você tem a fé de que o Divino está em você, você nunca se desencaminhará.

Você procurará o caminho correto.

Tenha a fé firme de que a Divindade está presente em cada forma humana.

Execute ações corretas, adequadas à forma humana.

Evite o egoísmo, os apegos e o ódio que surge dele.

O modo de se livrar do egoísmo é a adoração a Deus".



“Prezados irmãos. Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça no seu amor.





LEIA O ORIGINAL




Leia mais

Qualidade na Prática Mediunica - Projeto Manoel Philomeno de Miranda


Caros amigos...

Tive o prazer de encontrar esse livro na net  que eu ja havia lido antes, e estou repassando para voçes em capitulos pois ele e de grande importancia para quem quer adentrar no tabalhos com a mediunidade
Com seu estilo dinâmico, Divaldo oferece-nos apontamentos esclarecedores sobre animismo, personismo, mediunismo, sonambulismo, epilepsia, níveis de consciência, etc.. Responde com riqueza de informações às 
perguntas sobre pontos relevantes da mediunidade, formuladas ao vivo pelos participantes do evento.
E um livro de perguntas e resposta para sanar quase todas as suas duvidas.

Tenha uma boa leitura...


Moura Fé

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica01-ao-15.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica16-27.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica28-ao-35.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica36-ao-41.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica-42-ao-55.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidad-e-na-pratica-mediunica-56-ao.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica-70-ao-80.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica-81-ao-86.html
Leia mais

Qualidade na Prática Mediúnica(01 ao 15) - Projeto Manoel Philomeno de Miranda

Afloramento da Mediunidade, Animismo, Compromisso


Afloramento da Mediunidade
1. - Qual a procedência, a origem da Mediunidade?
No complexo mecanismo da consciência humana, a paranormalidade desabrocha, alargando horizontes da percepção em torno das realidade profundas do ser e da vida.
A mediunidade, que vige latente no organismo humano, aprimora-se com o contributo da consciência de responsabilidade e mediante a atenção que o exercício da sua função bem direcionada lhe conceda.
Faculdade da consciência superior ou Espírito imortal, reveste-se dos órgãos físicos que lhe exteriorizam os fenômenos no mundo das manifestações concretas
(Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)

2. - O afloramento da mediunidade tem época para acontecer
Espontânea, surge em qualquer idade, posição social, denominação religiosa ou cepticismo no qual se encontre o individuo.
Normalmente chama a atenção pelos fenômenos insólitos de que se faz portadora, produzindo efeitos físicos e intelectuais, bem como manifestações na área visual e auditiva, apresentando-se com gama variada conforme as diversas expressões intelectuais, materiais e subjetivas que se exteriorizam no dia-a-dia de todos os seres humanos.
(Médiuns e Mediunidades, Cap. 7, Vianna de Carvalho/Divaldo P. Franco - LEAL)

3. - De que modo a faculdade se manifesta?

Explodindo com relativa violência em determinados indivíduos, graças a cuja manifestação surgem perturbações de vária ordem, noutros aparece sutilmente, favorecendo a penetração em mais amplas faixas vibratórias, aquelas de onde se procede antes do corpo e para cujo círculo se retorna depois do desgaste carnal.
(Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)

4. - Que outras características podem ser identificadas no afloramento mediúnico?

A princípio, surge como sensações estranhas de presenças psíquicas ou físicas algo perturbadoras, gerando medo ou ansiedade, inquietação ou incerteza.
Em alguns momentos, turba-se a lucidez, para, noutros, abrirem-se brechas luminosas na mente, apercebendo-se de um outro tipo mais sutil de realidade.
(Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)

5. - Como deve proceder o médium nessa fase de registros de presença de seres desencarnados?

Silencia a inquietação e penetra-te através da meditação.
Ora, de início, e ausculta a consciência.
Procura desdobrar a percepção psíquica sem qualquer receio e ouvirás palavras acalentadoras, e verás pessoas queridas acercando-se de ti.
(Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P Franco - LEAL)

6. - Os sintomas desagradáveis que acompanham o desabrochar da mediunidade são gerados pela faculdade?

Às vezes, quando do aparecimento da mediunidade, surgem distúrbios vários, sejam na área orgânica, através de desequilíbrios e doenças, ou mediante inquietações emocionais e psiquiátricas, por debilidade da sua constituição fisiopsicológica.
Não é a mediunidade que gera o distúrbio no organismo, mas a ação fluídica dos Espíritos que favorece a distonia ou não, de acordo com a qualidade de que esta se reveste.
Por outro lado, quando a ação espiritual é salutar, uma aura de paz e de bem-estar envolve o medianeiro, auxiliando-o na preservação das forças que o nutrem e sustentam durante a existência física.
A mediunidade, em si mesma, não é boa nem é má, antes, apresenta-se em caráter de neutralidade, ensejando ao homem utilizá-la conforme lhe aprouver, desse uso derivando os resultados que acompanharão o medianeiro até o momento final da sua etapa evolutiva no corpo.
(Médiuns e Mediunidades, Cap. 7, Vianna de Carvalho/Divaldo P. Franco - LEAL)

7. - Por que motivos o afloramento da mediunidade surge, em grande número dos casos, sob ações obsessivas?

Como se pode avaliar, o período inicial de educação mediúnica sempre se dá sob ações tormentosas. O médium é Espírito endividado, em si mesmo, com vasta cópia de compromissos a resgatar, quanto a desdobrar, trazendo matrizes que facultam o acoplamento de mentes perniciosas do Além-Túmulo, que o impelem ao trabalho de auto burilamento, quanto ao exercício da caridade, da paciência e do amor para com os mesmos. Além disso, em considerando os seus débitos, vincula-se aos cobradores que o não querem perder de vista, sitiando-lhe a casa mental, afligindo-o com o recurso de um campo precioso e vasto, qual é a percepção mediúnica, tentando impedir-lhe o crescimento espiritual, mediante o qual lograria libertar-se do jugo infeliz. Criam armadilhas, situações difíceis, predispõem mal aquele que vivem em diferente faixa vibratória, peculiar, diversa aos que não possuem disposição medianímicas.
É um calvário abençoado, a fase inicial do exercício e desdobramento da mediunidade. Outrossim, este é o meio de ampliar, desenvolver o treinamento do sensitivo, que aprende a discernir o tom psíquico dos que o acompanham, em espírito, tomando conhecimento das "leis dos fluídos" e amando-se de resistência para combater as "más inclinações" que são os ímãs a atrair os que se encontram em estado de Erraticidade inferior.
(Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 23, Manoel Philomeno de Miranda/Divaldo P. Franco - FEB)



Animismo

8. - Como a Doutrina Espírita explica a interferência anímica no fenômeno mediúnico?

O processo de comunicação dá-se somente através da identificação do Espírito com o médium, perispírito a perispírito, cujas propriedades de expansibilidade e sensibilidade, entre outras, permitem a captação do pensamento, das sensações e das emoções, que se transmitem de uma para outra mente através do veículo sutil.
O médium é sempre um instrumento passivo, cuja educação moral e psíquica lhe concederá recursos hábeis para um intercâmbio correto. Nesse mister, inúmeros impedimentos se apresentam durante o fenômeno, que somente o exercício prolongado e bem dirigido consegue eliminar.
Dentre outros, vale citar as fixações mentais, os conflitos e os hábitos psicológicos do sensitivo, que ressumam do seu inconsciente e, durante o transe, assumem com vigor os controles da faculdade mediúnica, dando origem às ocorrências anímicas.
Em si mesmo, o animismo é ponte para o mediunismo, que a prática do intercâmbio termina por superar. Todavia, vale a pena ressaltar que no fenômeno anímico ocorrem os de natureza mediúnica, assim como nos mediúnicos sucedem aqueles de caráter anímico.
Qualquer artista, ao expressar-se, na música, sempre dependerá do instrumento de que se utilize. O som provirá do mecanismo utilizado, embora o virtuosismo proceda de quem o acione.
O fenômeno puro e absoluto ainda n/ao existe no mundo orgânico relativo...
Os valores intelectuais e morais do médium têm preponderância na ocorrência fenomênica, porquanto serão os seus conhecimentos, atuais ou passados, que vestirão as idéias transmitidas pelos desencarnados.
(Vivência Mediúnica, Cap. Complexidades do Fenômeno Mediúnico, Manoel Philiomeno de Miranda/Divaldo P. Franco - LEAL)

9. - Cite alguns fatores estimuladores do animismo e como erradicá-lo.

O cultivo de idéias desordenadas, as aspirações mal contidas, desequilibram, promovendo falsas informações.
Os desbordos da imaginação geram impressões, produzem idéias que fazem supor procederem de intercâmbio mediúnico...
Ale´m desses, a inspiração de Entidades levianas coopera com eficiência para os exageros, as distonias.
(Celeiro de Bênçãos, Cap. 6, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)



10. - Que pode fazer o médium para diminuir gradualmente as cores anímicas das passividades?

Indispensável muito cuidado, exame contínuo dos problemas íntimos e acendrado zelo pelas letras espíritas, a fim de discernir com acerto e atuar com segurança.
Nem tudo que ocorre na esfera mental significa fenômeno mediúnico.
Se não deves recear em excesso o animismo, não convém descurar cuidados.
Problemas intrincados da personalidade surgem como expressões mediúnicas a cada instante e se exteriorizam, produzindo lamentáveis desequilíbrios.
Distonias psíquicas exalam miasmas morbíficos que produzem imagens perturbadoras no campo mental e se externam em descontrole.Estuda e estuda-te.
Evita a frivolidade e arma-te de siso, no mister relevante da mediunidade.
Cada ser vincula-se a um programa redentor, graças às causas a que se imana pelo impositivo da reencarnação. Interferências espirituais sucedem, sim, mas, não amiúde como pretendem a leviandade e a insensatez dos que se comprazem em transferir responsabilidades.
Revisa opiniões, conotações, exames e resguarda-te na discrição.
Mediunidade é patrimônio inestimável, faculdade delicada pela qual ocorrem fenômenos sutis, expressivos e vigorosos e só procedem do Alto quando em clima de alta responsabilidade.Nesse sentido, não descuides das ocorrências provindas de interferências anímicas, dos desejos fortemente acalentados, das impressões indesejáveis e desconexas que ressumam, engendrando comunicações inexatas.
Acalma a mente e harmoniza o "mundo interior".
(Celeiro de Bênçãos, Cap. 6, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)

Compromisso 

11. - Qual a orientação espírita para o indivíduo que tem compromisso mediúnico?


A mediunidade é uma faculdade inerente ao homem e deve ser exercida com objetivos elevados. O seu uso determina-lhe a destinação ao bem, com renúncia e desinteresse pessoal do médium, ou se transforma em preocupação, sofrimento e perturbação para ele mesmo e aqueles que o cercam quando praticada de forma leviana.
(...) Os médiuns devem exercê-la com devotamento e modéstia, objetivando a divulgação da verdade.
Não se trata de compromisso vulgar para exibicionismo barato ou promoção pessoal, porém, para através do intercâmbio com os Espíritos nobres, serem as criaturas arrancadas do lamaçal dos vícios, ao invés de se tornarem campo para as paixões vis.
Mais se enfloresce nos círculos anônimos e obscuros, agigantando-se daí na direção da humanidade aflita.
O conforto que proporciona é superior à capacidade de julgamento; a esperança que faculta é maior do que quaisquer palavras, porquanto, mediante os fatos incontestáveis, afirma a sobrevivência do ser à destruição pela morte, exornando a vida inteligente com sentido e finalidade.
Posta, a mediunidade, a serviço das idéias enobrecidas, é alavanca para o progresso e apoio para todas as aspirações do bom, do belo, do eterno.
(Médiuns e Mediunidades, Cap. 9, Vianna de Carvalho/Divaldo P. Franco - LEAL)


12. - De que forma o médium consciente do objetivo da mediunidade e fiel ao seu compromisso mediúnico através dele se engrandece?

A mediunidade é um compromisso grave para o indivíduo, que responderá à consciência pelo uso que lhe conferir, como sucede em relação às faculdades morais que o credenciam à felicidade ou à desdita, como decorrência da aplicação dos seus valores.
Despida de atavios e de crendices, a faculdade mediúnica propicia imensa área de serviço iluminativo, conclamando pessoas sérias e interessadas à conscientização dos objetivos da vida.
O exercício consciente e cuidadoso, enobrecido e dirigido para o bem, proporciona ao médium os tesouros da alegria interior que decorrem da convivência salutar com os seus Guias espirituais interessados no seu progresso e realização.
Da mesma forma, experimenta crescer o círculo da afetividade além das fronteiras físicas, pelo fato de os Espíritos que com ele se comunicam envolverem-no em carinhosa proteção, aumentando o número de Entidades que se lhe tornam simpáticas e agradecidas pelo ministério desenvolvido.
(Médiuns e Mediunidade, Cap. 10, Vianna de Carvalho/Divaldo P. Franco - LEAL)


13. - Como deve proceder o médium que se reconhece detentor de compromisso mediúnico para utilizar corretamente as suas forças medianímicas?

Nesse campo impõe-se-lhe um cuidadoso estudo da própria personalidade, a fim de identificar as deficiências morais e corrigí-las, equilibrar as oscilações da emotividade, policiando o temperamento. Outrossim, o exercício das atitudes comedidas se lhe faz imprescindível para os resultados superiores que persegue na vivência das funções paranormais.
Além do dever imediato de moralizar-se para assumir o controle das suas forças medianímicas, o sensitivo deve instruir-se nos postulados espíritas, a fim de conhecer as ocorrências que lhe dizem respeito, adestrar-se na convivência dos Espíritos, saber conhecê-los, identificar as "leis dos fluídos" , selecionar os seus dos pensamentos que lhe são inspirados, discernir quando a mensagem procede de si mesmo e quando flui através dele, provinda de outras mentes... Igualmente cabe-lhe conhecer as revelações sobre o Mundo Espiritual, despido do fantástico e do sobrenatural, do qual a vida na Terra é símile imperfeito, preparando-se, outrossim, para enfrentar as vicissitudes e vadear-lhes as águas, quando ocorrer a desencarnação.
A mediunidade não tem qualquer implicação com religião, conduta, filosofia, crença... A direção que se lhe dá é que a torna portadora de bênçãos ou desditas para o seu responsável.
Com a Doutrina Espírita, porém, aprende-se a transformá-la em verdadeira ponte de luz, que faculta o acesso às regiões felizes onde vivem os bem-aventurados pelas conquistas vitoriosamente empreendidas.
Embora vivendo no turbilhão da vida hodierna, o médium não pode prescindir do hábito da oração, aliás, ninguém consegue planar acima das vicissitudes infelizes sem o benefício da prece, que luariza a alma por dentro, acalmando-a e inspirando-a, ao mesmo tempo favorecendo-a com as forças para os vôos decisivos, na conquista dos altos píncaros...
Paralelamente, a vida interior de reflexões favorece o registro das mensagens que lhe são transmitidas, fazendo com que aprenda o silêncio íntimo com que se capacita para a empresa.
(No limiar do Infinito, Cap. 10, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)


14. - Por que razão a maioria dos médiuns são, de preferência, utilizados por Entidades tão doentes quanto eles?

Mediunidade é compromisso com a consciência sedenta de recomposição do passado. É meio de servir com segurança e desprendimento por ensejar trabalho a outrem por intermédio de alguém...
Talvez não sejas um grande médium, conhecido e disputado pela louvação dos homens, no entanto, procura constituir-te obreiro do amor, que não é ignorado pelos infelizes, podendo ser identificado pelos sofredores da Erraticidade.
(Dimensões da Verdade, Cap. Transeuntes, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)



15. - Em síntese, qual o conceito-chave para dignificação do compromisso mediúnico?
 
A mediunidade, para ser dignificada, necessita das luzes da consciência enobrecida.
Quanto maior o discernimento da consciência tanto mais amplas serão as possibilidades do intercâmbio mediúnico.
(Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)


Leia mais

Qualidade na Prática Mediunica(16 a 27) - Projeto Manoel P. de Miranda


Conduta, Educação, Evolução

Conduta

16. - Qual o verdadeiro sentido da realização mediúnica?

Se te candidatas à mediunidade, no serviço com Jesus, renuncia a quaisquer glórias ou aos enganosos florilégios da existência, porque jornadearás pela senda de espinhos, pés sangrando e mãos feridas, coração azorragado, sem ouvidos que atendam os teus apelos mudos.
Solidão e abandono muitas vezes para que o exercício do dever enfloresça o amor no teu coração em favor dos abandonados e solitários.
Apostolado de silêncio, culto do dever, autoconhecimento - eis o caminho da glória mediúnica...
(Espírito e Vida, Cap. Glórias e Mediunidade, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)

17-E como entender o serviço mediúnico, criando-se predisposições íntimas favoráveis ao êxito na sua realização?

Mediunidade não é apenas campo experimental com laboratório de fórmulas mágicas. É solo de serviço edificante tendo por base de trabalho o sacrifício e a renúncia pessoal.
Médiuns prodígios sempre os houve na Humanidade.
Também passaram inúteis como aves de bela plumagem que o tempo destruiu e desconsiderou.
Como o Espiritismo, que fez renascer o Cristianismo puro, somos informados da mediunidade-serviço santificante e com essa bênção descobrimos a honra de ajudar.
Não te empolgues apenas com as notícias dos Mundos Felizes.
Há muita dor em volta de ti, e até atingires as Esferas Sublimes há muito o que fazer.
Almas doentes em ambos os planos enxameiam em volta da mediunidade.
Dedicando-te à seara mediúnica não esqueças de que todos os começos são difíceis e de que a visão colorida e bela somente surge em toda a sua grandeza aos olhos que se acostumaram às paisagens aflitivas onde o sofrimento fez morada...
Para que os Mentores Espirituais possam utilizar-te mais firmemente faz-se necessário conhecer tua capacidade de serviço em favor dos semelhantes.
Antes de pretenderes ser instrumento dos desencarnados, acostuma-te a ser portador da luz clara da esperança onde estejas e com quem estejas...

(Espírito e Vida, Cap. Na Seara Mediúnica, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)


18. - Que procedimentos e atitudes adotará o médium para conquistar a segurança nas passividades?

Equilíbrio - Sem uma perfeita harmonia entre a mente e as emoções, dificilmente conseguem, os filtros psíquicos, coar a mensagem que provém do Mundo Maior;
Conduta - Não fundamentada a vida em uma conduta de austeridades morais, só mui raramente logra, o intermediário dos Espíritos, uma sintonia co os Mentores Elevados;
Concentração - Após aprender a técnica de isolar-se do mundo externo para ouvir interiormente, e sentir a mensagem que flui através das suas faculdades mediúnicas, poderá conseguir, o trabalhador, registrá-la com fidelidade;
Oração - Não exercitando o cultivo da prece como clima de serenidade interior, ser-lhe-á difícil abandonar o círculo vicioso das comunicações vulgares, para ascender e alcançar uma perfeita identificação com os instrutores da Vida Melhor;
 Disposição - Não se afeiçoando à valorização do serviço em plena sintonia com o ideal espírita, compreensivelmente, torna-se improvável a colheita de resultados satisfatórios no intercâmbio mediúnico;
Humildade - Escasseando o autoconhecimento, bem poucas possibilidades o médium disporá para uma completa assimilação da mensagem espiritual, porquanto, nos temperamentos rebeldes e irascíveis, a supremacia da vontade do próprio instrumento anula a interferência das mentes nobres desencarnadas;
Amor - Não estando o Espírito encarnado aclimatado à compreensão dos deveres fraternos em nome do amor que edifica, torna-se, invariavelmente, medianeiro de Entidades perniciosas com as quais se compraz.
(Intercâmbio Mediúnico, Cap. 12, João Cleófas/Divaldo P. Franco - LEAL)

19. - Os médiuns principiantes, que providências adotarão para disciplinar as suas forças medianímicas?
O aprendiz da mediunidade deve ser dócil à voz e ao comando dos Espíritos superiores, através de cuja docilidade consegue vencer-se, corrigindo os desvios da vontade viciada, adaptando os seus desejos e aspirações aos interesses relevantes que promovem a criatura humana, domiciliada ou não no plano físico, meta precípua do compromisso socorrista a que candidata a mediunidade.
O estudo renova os clichês mentais ensejando visão feliz dos quadros da existência que se assinala de esperança e otimismo.
A boa leitura propõe a empatia; ao mesmo tempo colore e ilumina as torpes situações com lúculas de amanheceres felizes. Faculta a reflexão, donde se recolhem proficientes resultados e estímulos radiosos para o tentame feliz da consciência.
O exercício do bem promove o Espírito, dilatando-lhe a compreensão em torno da divina justiça a revelar-se nas soberanas leis que alcançam todos aqueles que as ludibriaram, convocando cada um ao justo refazimento em ocasião própria.
Se sois candidato ao labor enobrecido da mediunidade e desejais servir com abnegação, fazei da prece uma ação constante e do trabalho edificante a vossa oração libertadora.
Cultivai a brandura, por cujo cometimento conseguireis gerar simpatias em torno dos vossos passos.
Evitai tanto o desalento quanto a presunção, que são inimigos lúridos, a corroerem o metal da alma, desarticulando as engrenagens psíquicas imprescindíveis ao labor a que desejais ser fiel.
Aproveitai sempre de qualquer circunstância ou comentário o lado melhor, a parte boa, de modo a aprenderdes a filtrar os valores bons, mesmo quando ocultos ou mesclados na ganga das paixões dissolventes.
Aprendei o comedimento, selecionando o que podeis e devereis dizer, porquanto o bom médium não é apenas aquele que recebe os comunicados com perfeita sintonia, e sim, o que se abstrai, por seleção automática e natural, às questões deprimentes e perniciosas como médium que se faz bom para o bem geral.

(Intercâmbio Mediúnico, Cap. 4, João Cleófas/Divaldo P. Franco - LEAL)

20- Que outros atributos caracterizam o bom médium?
Bom médium é aquele que tem consciência das suas responsabilidades e dos seus limites, tudo fazendo por burilar-se à luz do pensamento cristão, agindo na ação da caridade incessante, com que bem se arma para vencer as próprias imperfeições.
A humanidade sempre exibiu pessoas superdotadas em todos os campos, as quais, por presunçosas e precipitadas, sem disciplina nem respeito aos próprios e aos alheios valores, quantas vezes não se atiraram a fundos abismos, donde não conseguiram erguer-se?
Por isso que a mediunidade, para o desempenho da relevante tarefa espírita, requer homens que se desejem educar no bem, disciplinar-se e oferecer-se, no anonimato, se possível, ou discretamente, quando as oportunidades assim o exigirem, ao trabalho do amor e da iluminação da Terra. Pra tanto, o estudo consciente e sistemático, o trabalho metódico - na vida social cumprindo com os seus deveres, sem transformar-se em parasitas e pretexto da missão que devem desempenhar, como nos serviços espirituais com pontualidade e assiduidade -, o cultivo da oração e da vigilância, a par da prática da caridade no seu sentido elevado, constituem os antídotos à obsessão, ao desequilíbrio, em prol da própria paz e da felicidade entre todos.
Nunca será demais que os médiuns se voltem para a reflexão, o silêncio interior e o mergulho mental nas lições do Evangelho em que haurirão inspiração e resistência para as continuas lutas contra o mal que, afinal, reina dentro de todos nós.
Nem é miserabilidade espiritual, nem instrumento de jactância e orgulho a mediunidade.
Conhecer-lhe os recursos, cada dia descobrindo novas sutilezas e novas possibilidades, e fazer-se médium do bem em todo lugar são medidas providenciais para o bom uso da faculdade, com excelentes resultados para si próprio e para a sociedade.

(Enfoques Espíritas, Cap. 21, Vianna de Carvalho/Divaldo P. Franco - LEAL)

Educação

21. - O médium educa a mediunidade ou educa-se para exercê-la?
Educar-se incessantemente é dever a que o médium se deve comprometer intimamente a fim de não estacionar, e, aprimorando-se, lograr as relevantes finalidades que a Doutrina Espírita propõe para a mediunidade com Jesus.

(No limiar do infinito, Cap. 10, Joanna de Ângelis/Divaldo P.Franco - LEAL)

22. - Diante desse conceito de educar-se para a mediunidade, que investimentos o médium deve fazer para exercer sua faculdade com a proficiência?
O exercício da mediunidade impõe equilíbrio, perseverança e sintonia.
A disciplina, moral e mental, criará hábitos salutares que atrairão os Espíritos Superiores interessados no intercâmbio entre as duas esferas da Vida, facilitando o ministério.
O equilíbrio, no cometimento de atitudes, durante a absorção dos fluídos e posterior comunhão psíquica com os desencarnados, auxiliará de forma eficaz na filtragem do pensamento e na exteriorização dele.
A perseverança, no labor produzirá um clima de harmonia no próprio médium, que se credenciará ao serviço do bem junto aos Obreiros da Vida Mais Alta, objetivando os resultados felizes.
A sintonia, decorrerá dos elementos referidos, porque se constitui do perfeito entrosamento entre o agente e o percipiente na tarefa relevante.
Transitória e fugaz, a mediunidade, para ser exercida, necessita da interferência dos Espíritos, sem o que a faculdade, em si mesma, se deteriora e desaparece. Quanto mais trabalhada, mais fáceis se fazem os registros, cujas informações procedem do Além-Túmulo.
As disposições morais do médium são de vital importância para os cometimentos a que ele se vincula pelo impositivo da reencarnação.
Não apenas o anelar pelo bem, mas o executar das ações de enobrecimento.
Não apenas nos instantes ao mister dedicado, mas num comportamento natural de instrumento da Vida.
Sendo o recurso valioso de quem se encontra no meio, na condição de instrumental imprescindível à conscientização do intermediário em favor dos resultados felizes.
A educação do médium, coordenando atitudes, corrigindo falhas de qualquer natureza, evitando estertores e distúrbios, equilibrando o pensamento e dirigindo-o, é técnica que resultará eficaz para uma sintonia correta.
Nesse sentido, a evangelização espírita se impõe em caráter de urgência, evitando-se a vinculação com práticas e superstições perfeitamente dispensáveis.
São os requisitos morais que respondem pelos resultados ou não, na tarefa mediúnica.
(Oferenda, Cap. Educação Mediúnica, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)


23. - Poderíamos encontrar nas recomendações de Jesus uma diretriz segura para o exercício mediúnico na Terra?
Jesus recomendou com sabedoria aos Seus discípulos, portadores de mediunidade: - "Curai os enfermos, expulsai os demônios, dai de graça o que de graça recebestes" -, numa diretriz que não dá margem à evasão do dever nem tampouco à acomodação com o erro, à indolência ou à coleta de lucros materiais ou morais, como decorrência da prática mediúnica. O galardão de quem serve é a alegria de servir.
Doa as tuas horas, disponíveis ao exercício da mediunidade nobre: fala, escreve, ensina, aplica passes, magnetiza a água pura, ora em favor do teu próximo, intervém com bondade e otimismo nas paisagens enfermas de quem te busca; ajuda, evangeliza os Espíritos em perturbação, sobretudo, vive a lição do bem, arrimado à caridade, pois médium sem caridade pode ser comparado a cadáver de boa aparência, no entanto, a caminho da degeneração.

(Oferenda, Cap. Educação Mediúnica, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)


24. - No processo de educação mediúnica qual a importância  daconcentração mental?
Quando solicitamos concentração dos cooperadores, pedimos que as mentes sincronizem no dínamo gerador de forças, que é a Divindade, a fim de podermos catalisar as energias mantenedoras do ministério mediúnico.
A média que resulta das fixações mentais dos membros, que constituem o esforço da sessão mediúnica, oferece os recursos para as realizações programadas.
A concentração individual, portanto, é de alta relevância, porque a mente que sintoniza com as idéias superiores vibra em freqüências elevadas.
Quem não é capaz de manter-se no mesmo clima de vibração produzdescargas oscilantes sobre a corrente geral, que a desarmoniza, à semelhança da estática que perturba a transmissão da onda sonora nos aparelhos de rádio.
Indispensável criar-se um clima geral de otimismo, confiança e oração, o que conduz à produção de energias benéficas, de que se utilizam os instrutores Desencarnados para as realizações edificantes no socorro espiritual.
A concentração é, pois, fixação da mente numa idéia positiva, idealista, ou na repetição meditada da oração que edifica, e que, elevando o pensamento às fontes geradoras da vida, dá e recebe, em reciprocidade, descargas positivas de alto teor de energias santificadoras.
Concentrar é deter o pensamento em alguma coisa; fenômeno, a princípio de natureza intelectual, que em breve se torna automático pelo hábito, consoante ocorre nas pessoas pessimistas, enfermiças ou idealistas, e que por um processo de repetição inconsciente mantêm sempre o mesmo clima psíquico, demorando-se nas províncias do pensamento que lhes atrai.
Com o esforço inicial, com o exercício em continuação e com a disposição de acertar, criar-se-ão as condições positivas para o êxito de uma concentração feliz, facilitando, dessa forma,. as comunicações espirituais que se sustentam nessas faixas de vibrações.
(Intercâmbio Mediúnico, Cap. 16, João Cleófas/Divaldo P. Franco - LEAL)

25. - Qual o modo de concentração a ser praticado pelos participantes de reunião mediúnica?
Algumas correntes espiritualista recomendam a necessidade da concentração como sendo um veículo para o auto-aniquilamento da personalidade, por meio de cujo mister o Espírito logra atingir o êxtase. Asseveram que esta busca interior concede a plenitude, que liberta a individualidade eterna das amarras tirânicas das múltiplas personalidades decorrentes das reencarnações passadas.
Aprendemos, no entanto, com Jesus, que o trabalho executado, com vistas exclusivamente para o êxito do trabalhador, pode significar-lhe a morte temporária da possibilidade redentora.
Não obstante respeitáveis os conceitos que preconizam a evolução individual, somos chamados pelo Sublime Galileu a proceder de maneira que os nossos irmãos da retaguarda avancem conosco, custando-nos embora, sacrifícios que, sem embargo, o são também daqueles instrutores que segue à nossa frente, e estagiam esperando por nós.
Em nosso ministério de intercâmbio com os sofredores desencarnados, nas salutares reuniões de esclarecimento espiritual, a nossa concentração não deve objetivar uma realização estática, inoperante, da qual se pudesse fruir o entorpecimento da consciência, sem o resultado ativo do socorro generalizado aos que respiram conosco a psicosfera ambiente.
Concentração dinâmica - eis o ministério a que nos devemos afervorar - ensejando pelo pensamento edificado aos irmãos que são comensais do nosso mundo mental, momentaneamente, a oportunidade de experimentarem lenitivo e esperança.
Concedamos aos perturbadores e perturbados o plasma - alimento mediante o qual se libertam das teias infelizes que os fixam aos propósitos inferiores em que se comprazem por ignorância ou desequilíbrio.
O intercâmbio mediúnico é sublime concessão da Divindade aos que ainda se aferram às ideoplastias desditosas e ao magnetismo da carne, de que não se conseguem libertar, produzindo-lhes choques de várias procedências no instante da psicofonia atormentada ou do intercâmbio refrigerador.
Assim elevemo-nos em pensamento, fixando-nos no Cristo de Deus, simultaneamente abrindo os nossos braços aos sofredores do caminho, sofredores que somos quase todos nós, em considerando a transcendência da Misericórdia Divina, de modo a ajudá-los na recuperação da paz de que todos necessitamos...

(Intercâmbio Mediúnico, Cap. 19, João Cleófas/Divaldo P. Franco - LEAL)


Evolução

26. - Constitui-se indício de evolução espiritual a presença da mediunidade ostensiva?

Não é sintomática de evolução, às vezes constituindo-se carreiro de aflições purgadoras, que se apresentam com a finalidade especifica de convidar a criatura ao reajuste moral perante os Códigos das Soberanas Leis de Deus.
Quando a consciência lhe identifica a finalidade superior e resolve-se por incorporá-la ao seu cotidiano, esplendem-se possibilidades imensas de realização e crescimento insuspeitados.

(Momentos de Consciência, Cap. 20, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)

27. - Como entender as possibilidades evolutivas que a mediunidade encerra em sendo a faculdade vista como um crisol depurador?
A mediunidade que enfloresce em tua alma é concessão da Vida para a regularização dos velhos débitos para com a Vida.
Compulsando o Evangelho de Jesus-Cristo, nele encontrarás os médiuns vencidos pelos tormentos, buscando o Mestre. No entanto, a grande maioria por Ele beneficiada, recuperou a paz íntima, calçando as sandálias do serviço edificante, permanecendo, porém, em vigília até o termo da jornada...
Pelo bem que faças, lentamente sairás do pantanal do desequilíbrio onde o passado te precipitou...
Os tormentos de ontem te seguem hoje os passos pela senda da renovação. Tormentos de agora que surgem examinando a robustez da tua fé, são convites sóbrios para que te libertes e encontres paz. Para resistires, elege a oração do trabalho como companheira inseparável da tua instrumentalidade mediúnica, para que os tormentos naturais não encontrem acesso à tua mente, nem guarida no teu coração.
Mediunidade é filtro espiritual de registros especiais. Opera no bem infatigável em nome do Infatigável Bem e procura, médium que és, caminhando pelas mesmas vicissitudes por onde os outros jornadeiam, compreender todos, mesmo aqueles que parecem felizes e distantes dos teus recursos de auxílio...
Herodíades, a infeliz concubina do Tetrarca, dominada por obsessão cruel, fascinou-se pelo Batista e, repudiada, voltou-se contra ele, tornando-se peça principal no seu infamante assassínio...
Enquanto o Senhor pregava na Sinagoga, um Espírito infeliz tomou a boca de um médium atormentado e insultou o Mestre, interrogando... "- que temos nós contigo?"...
Antes do memorável encontro com o Rabi afável, a jovem de Magdala portava obsessores lastimáveis que a vincularam a compromissos cruéis com o sexo.
Angustiado pai busca o Celeste Mensageiro para atender o filho perseguido por um "Espírito que o toma, e de repente clama, e o despedaça até espumar"...
Judas, embora a convivência constante com Jesus, guardando investidura medianímica, deixa-se enredar pelas seduções de mentes perturbadoras do Além.
Considera a mediunidade como meio de sublimação.
Raros, somente raros médiuns trazem o superior mandato consigo. A quase totalidade, no entanto...
O médium falante, cuja boca se enriquece de expressões sublimes, muitas vezes é um coração sensível ligado a compromissos e erros dos quais não se pode libertar; o médium escrevente, por cujas mãos escorrem os pensamentos divinos, compondo páginas consoladoras, quase sempre caminha sob sombras de angustias interiores, sem forças para colocar a luz viva do Mestre na mente turbilhonada; o médium curador que distende os recursos magnéticos da paz e da saúde e que parece feliz na sua posição socorrista, é invariavelmente, alma em perigo, entre as injunções de adversários impiedosos do mundo espiritual, que lhe sitiam a casa íntima, apedrejando-o com sofrimentos de todo jaez; o médium que enxerga, através de percepção especial e que surge como abençoado donatário da mediunidade superior, na maioria das vezes tem os olhos perturbados por visões cruéis, que retratam os seus dramas íntimos, fugindo de si mesmo, sem forças para continuar; o médium que reflete o pensamento social, em acórdãos, nos tribunais da justiça terrena, ignorando a sua posição de medianeiro entre as forças do bem e o mundo dos homens , pode ser um pobre obsidiado pelas mentes vigorosas e vingadoras da Erraticidade inferior...

(Dimensões da Verdade, Cap. Médiuns em Tormento, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)


http://www.mensagemdeluz.kit.net/


http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica01-ao-15.html


http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica16-27.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica28-ao-35.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica36-ao-41.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica-42-ao-55.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidad-e-na-pratica-mediunica-56-ao.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica-70-ao-80.html

http://tempoespirita.blogspot.com/2010/06/qualidade-na-pratica-mediunica-81-ao-86.html

Leia mais

Qualidade na Prática Mediunica(28 ao 35) - Projeto Manoel P. de Miranda


Obsessão, Patologias, Sintomas



Obsessão

28. Como e por que se dá a obsessão no exercício mediúnico?


Escolho à educação e ao exercício da mediunidade, a obsessão é vérmina a corroer o organismo emocional e físico da criatura humana.
Somente ocorre a parasitose obsessiva quando existe o devedor que se torna maleável, na área da consciência culpada, que sente necessidade de recuperação.
Conservando a matriz da inferioridade moral no cerne do ser, o Espírito devedor faculta a vinculação psíquica da sua antiga vítima, que se lhe torna, então, cruel cobrador, passando à posição de verdugo alucinado.
Estabelecida a sintonia, o vingador ensandecido passa a administrar, por usurpação, as energias que absorve e lhe sustentam o campo vibratório em que se movimenta.
A obsessão é obstáculo à correta educação da mediunidade e ao seu exercício edificante, face à instabilidade e insegurança de que se faz portadora.
A síndrome obsessiva, no entanto, revela a presença da faculdade mediúnica naquele que sofre o constrangimento espiritual dos maus Espíritos, pois estes somente a exercem como expressão da ignorância e loucura de que se fazem objeto, infelizes que também o são nos propósitos que alimentam e nas ações que executam.
A desorientação mediúnica, em razão de uma prática irregular, faculta obsessão por fascinação e subjugação a longo prazo, de recuperação difícil. Nesse sentido, a parasitose obsessiva pode, após demorado curso, dar lugar à sintonia nervosa, o que facilita a instalação da loucura em suas variadas manifestações.


(Médiuns e Mediunidades, Cap. XVI, Vianna de Carvalho/Divaldo P. Franco - LEAL)


29. - É a mediunidade por si mesma responsável pela eclosão do fenômeno obsessivo?
Não é, porém, a mediunidade que responde pela eclosão do fenômeno obsessivo. Aliás, através do cultivo correto das faculdades mediúnicas é que se dispõe de um dos antídotos eficazes para esse flagelo, porquanto por meio delas se manifestam os perseguidores desencarnados, que se desvelam e vêm esgrimir as falsas razões nas quais se apóiam , buscando justificar a insânia.
Será, todavia, a transformação pessoal e moral do paciente que lhe concederá a recuperação da saúde mental, libertando-o do cobrador desnaturado.
O processo de reequilíbrio, porém, é lento, exigindo altas doses de paciência e de amor por parte do enfermo, como daqueles que lhe compartilham a experiência afetiva, social e familiar.
Sujeita a recidivas, como é compreensível, gera desconforto e desânimo, levando, desse modo, os que nela se encontram incursos ao abandono da terapia refazente, à desistência da luta, entregando-se, sem qualquer resistência, e deixando-se consumir.
Não se manifesta, entretanto, a alienação por obsessão exclusivamente no exercício da mediunidade, sendo comum a sua ocorrência em pessoas totalmente desinformadas e desconhecedoras dos mecanismos da sensibilidade psíquica... Iniciando-se o processo com sutileza ou irrompendo com violência, torna-se o indivíduo, após corrigida a desarmonia, portador de faculdades mediúnicas que jaziam em latência, graças às quais aquela se pode manifestar.
Seja, porém, qual for o processo através de cujo mecanismo se apresente, a obsessão resulta da identificação moral de litigantes que se encontram na mesma faixa vibratória, necessitados de reeducação, amor e elevação.


(Médiuns e Mediunidades, Cap. XVI, Vianna de Carvalho/Divaldo P Franco - LEAL)






30. - A mediunidade pode ser um meio para sanar os processos obsessivos?


A mediunidade constitui abençoado meio para evitar, corrigir e sanar os processos obsessivos, quando exercida religiosamente, isto é, com unção, com espírito de caridade, voltada para a edificação do "reino de Deus" nas mentes e nos corações.
Nenhum médium, todavia, ou melhor dizendo, pessoa alguma está indene a padecer de agressões obsessivas, cabendo a todos a manutenção dos hábitos salutares, da vigilância moral e da oração mediante as ações enobrecidas, graças aos quais se adquirem resistências e defesas para o enfrentamento com as mentes doentias e perversas que pululam na Erraticidade inferior e se opõem ao progresso do homem, portanto, da humanidade.
A obsessão, no exercício da mediunidade, é alerta que não pode ser desconhecido, constituindo chamamento à responsabilidade e ao dever.


(Médiuns e Mediunidades, Cap. XVI, Vianna de Carvalho/Divaldo P. Franco - LEAL)


Patologias

31. - Observadores, estudiosos de gabinetes e diversos aprendizes da mensagem espírita asseveram que as tarefas mediúnicas de socorro aos desencarnados cristalizam psicoses nos médiuns, libertam os doentes desencarnados e encarceram em enfermidades perigosas os intermediários, transmitindo-lhes desaires e sensíveis desequilíbrios que os fazem exóticos. Têm fundamento estas afirmativas?


Sabemos, no entanto, que não têm razão os que assim pensam, quem assim procede.
O médium espiritista tem conhecimento, através da doutrina que professa, dos antídotos e dos medicamentos para manutenção do próprio equilíbrio.
Não há dúvida de que médiuns existem, em todos os departamentos humanos, com desalinho mental de alta mostra e, em razão disso, também nas células espiritistas de socorro eles aparecem, na condição, todavia, de enfermos em tratamentos especiais e demorados. Já vieram em tormentos e se demoram sem qualquer esforço de renovação interior.
O Espiritismo é antes de tudo lar-escola, hospital-escola, santuário-escola para aprendizagem, saúde e elevação espiritual.
Necessário, portanto, que o sensitivo se habilite para as tarefas que lhe cabem, através de exercícios morais de resultados positivos, estudo metódico e constante, serviços de amor, a fim de libertar-se dos velhos liames com os espíritos infelizes, que permanecem ligados às suas paisagens mentais em vampirismo insidioso e, naturalmente, embora entre enfermos e necessitados, conduza o tesouro da oportunidade libertadora, na mediunidade socorrista.


(Dimensões da Verdade, Cap. Sofrimento na Mediunidade, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)






Sintomas





32. - O que poderá ser feito pelo médium para sintonizar com os Instrutores Espirituais que supervisionam sua tarefa mediúnica?
A questão da sintonia vibratória é de real importância nos cometimentos da educação mediúnica.
À medida que o estudo faculta o conhecimentos dos recursos medianímicos, a compreensão da vivência pautada em atos de amor e caridade fraternal propicia um eficaz intercâmbio entre os Espíritos e os homens, que dos últimos se acercam atraídos pelos apelos, conscientes ou não, que lhes chegam do plano físico.
Dínamo gerador e antena poderosa, o cérebro transmite e capta as emissões mentais que procedem de toda parte, num intercâmbio de forças ainda não necessariamente catalogadas, que permanecem sem o competente controle capaz de canalizá-las para finalidades educativas de alto valor.
Nesse contubérnio de vibrações que se mesclam e confundem, gerando perturbações físicas e psíquicas, estimulando sentimentos que se desgovernam, o campo mediúnico se apresenta na condição de uma área perigosa quando não convenientemente cultivado.
Em razão desse inter-relacionamento vibratório, mentes desencarnadas ociosas ou más estabelecem conúbios que desarticulam o equilíbrio dos homens, dando gênese a problemas graves nos diversos e complexos setores da vida.
Agastamentos e dispepsia, irritação e úlceras, cólera e gastrite, ciúme e neurose, mágoa e distonia emocional, revolta e dispnéia, ódio e extra-sístole entre outros fenômenos que aturdem e enfermam as criaturas, podem ter suas causar nessa sintonia generalizada com os Espíritos, quer encarnados ou desencarnados.
Quando diminuem no organismo, os fatores imunológicos, sob qualquer ação, instalam-se as infecções.
Campo descuidado, vitória do matagal.
Águas sem movimento, charco em triunfo.
Órgãos que não funcionam, atrofia em instalação.
Indispensável ergueres o padrão mental através do conhecimento espírita e da ação cristã.
O estudo dar-te-á diretriz, oferecendo-te métodos de controle e disciplina psíquica, enquanto a atitude conceder-te-á à renovação íntima e conquista de valores morais.
A mente voltada para os relevantes compromissos da vida harmoniza-se, na mesma razão em que as ações de benemerência granjeiam títulos de enobrecimento para a sua agente.
Os Espíritos Superiores respondem aos apelos que lhe são dirigidos conforme a qualidade vibratória de que os mesmos se revestem.
Eis porque a paciência no contato com a dor dos semelhantes envolve o ser numa aura de paz, com sutis vibrações especificas que emitem e recebem ondas equivalentes.
Da mesmo forma, a atitude pacífica e pacificadora, o exercício da caridade como materialização do amor fraternal, o perdão indistinto, e a compreensão das faltas e deficiências alheias, proporcionam um clima vibratório que atrai as Entidades Elevadas interessadas no progresso do mundo e das criaturas que nele habitam.
Mente e sentimento, cultivando o estudo e o bem, transformam-se em usina de elevado teor, emitindo e captando mensagens superiores que trabalham para o bem geral.


(Otimismo, Cap. 53, Joanna de Angelis~/Divaldo P. Franco - LEAL)




33. - E como preservar-se, o médium, da sintonia com mentes perniciosas do Mundo Espiritual para não se fascinar por fantasias espirituais, nem desviar-se de seus compromissos?
O exercício da mediunidade através da diretriz espírita é ministério de enobrecimento, atividade que envolve responsabilidade e siso.
Não comporta atitudes levianas, nem admite a insensatez nas suas expressões.
Caracteriza-se pela discrição e elevação de conteúdo, a serviço da renovação do próprio médium, quanto das criaturas de ambas as faixas do processo espiritual: fora e dentro da carne.
Compromisso de alta significação, é também processo de burilamento do médium, que se deve dedicar com submissão e humildade.
Exige estudo contínuo para melhor aprimoramento da filtragem das mensagens, meditação e instropecção com objetivos de conquistar mais amplos recursos de ordem psíquica e trabalho metódico, através de cujos cometimentos o ritmo de ação propicia mais ampla área de percepção e registro.
Em razão disso, a mediunidade digna jamais se coloca a serviço de puerilidades e fantasias descabidas, fomentando fascinação e desequilíbrio, provocando impactos e alienando os seus aficionados...
Não se oferece para finalidades condenáveis, nem se torna móvel de excogitações inferiores, nunca favorecendo uns em detrimento de outros.
Corrige a ótica de tua colocação a respeito da mediunidade.
Evita revelações estapafúrdias, que induzem a estados patológicos e conduzem a situações ridículas.
Poupa-te à tarefa das notícias e informações deprimentes, desvelando acontecimentos que te não dizem respeito e apontando Entidades infelizes como causa dos transtornos daqueles que te buscam.
Sê cometido no falar, no agir, no auxiliar.
Reconhece a própria insipiência e dependência que te constituem realidade evolutiva, sem procurar parecer missionário, que não és, nem tampouco privilegiado, que sabes estar longe dessa injusta condição em relação aos teus irmãos.
Não uses das tuas faculdades mediúnicas para ampliar o círculo das amizades, senão para o serviço ao próximo, indistintamente.
Deixa-te conduzir pelas correntes superiores do serviço com Jesus e, fiel a ti mesmo, realizarás a tarefa difícil e expurgatória com a qual estás comprometido, em razão do teu passado espiritual deficiente.


(Otimismo, Cap. 52, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)






34. - Qual a influência exercida pelo padrão vibratório do médium na sua sintonia com os Mentores para uma comunicação mediúnica portadora de filtragem ideal?


Porque se interpenetram os mundos corporais e espiritual, estudando o fenômeno mediúnico, não podemos desconsiderar a sintonia perfeita que é fator preponderante para o intercâmbio espiritual.
Criar um clima vibratório-padrão que faculte perfeita filtragem mediúnica - eis o cometimento que se deve impor o sensitivo, mediante sensata e cotidiana conduta moral e mental, que lhe propiciará condições sem as quais o tentame de ordem espírita elevada não se consumará.
Sendo a mente uma estação transceptora em ação constante, em torno dela vibram outras mentes, transmitindo e recebendo sem solução de continuidade, de tal modo que, ao serem conseguidas as afinidades de onda, consciente ou inconscientemente, produzem-se os fenômenos parapsíquicos.
Nesse capítulo somente ocorrem os fenômenos mediúnicos quando os centros receptores são localizados pelos centros emissores encarnados ou desencarnados.
Equivale dizer que o padrão vibratório que o médium alcance é de relevante importância no intercâmbio espiritual.
Conveniente, portanto, que nos predisponhamos para conseguir o tono vibratório de natureza ideal, a fim de ascendermos na direção das emissões mais sutis, conectando com as Esferas Mais Altas da Vida, como descer, sem abandonar a faixa do equilíbrio, para sintonizar com as mentes atormentadas de esferas mais densas, onde as ondas estão sobrecarregadas de estática, produzida pelas íntimas distonias de ordem moral-espiritual dos comunicantes.
Com este trabalho de conscientização de deveres e realizações, lograremos desincumbir-nos de tarefa socorrista aos irmãos sofredores, sem que conservemos os resíduos que constituem cargas deletérias nas engrenagens sutis do mecanismo mediúnico.
Habitualmente, por processo de sintonia indireta ou inconsciente, são absorvidos tóxicos que se incorporam ao metabolismo orgânico e psíquico e produzem diversas distonias emocionais e algumas enfermidades orgânicas.
Criemos condições interiores capazes de dar uma média de equivalência vibratória padrão para que nosso labor, sob controle do Cristo, possa oscilar na faixa de registro, elevando-a ou descendo-a com segurança, sem os riscos das perturbações que decorrem do irregular exercício da mediunidade.


(Intercâmbio Mediúnico, Cap. 28, João Cleófas/Divaldo P. Franco - LEAL)




35. - Como orientar o médium de transe consciente na questão sintonia?
Na problemática da mediunidade, a questão de relevância não se prende à lucidez pela consciência ou ao sono pela inconsciência para o fenômeno ser autêntico, antes à sintonia que resulta dos processos de vinculação mental do sensitivo com as idéias e interesses que melhor lhe aprouveram.
De pouca monta a celeuma como a desconfiança em torno das manifestações por psicofonia e por psicografia sob o controle consciente do médium.
A relevância está no comportamento moral deste, do que resultará o conteúdo da mensagem, porquanto, de acordo com as construções mentais e o clima psíquico de cada um, serão atraídos os Espíritos que se afinam por semelhança e necessidade emocional.
Sem dúvida, o escrúpulo deve sempre nortear o indivíduo em todos os labores a que se afervore. Todavia, convém não se desconsiderar que o excesso de cautela é tão pernicioso quanto a sua falta.
Não te escuses de produzir mediunicamente, porque se te assomem conflitos, quanto ao estágio na consciência em que por enquanto te encontras.
Procura desincumbir-te do ministério, arrimado às santas intenções, e estruturado nos postulados do conhecimento doutrinário, com cujos valores não tropeçarás.
De forma alguma cultives receios improcedentes tais como fantasmas do animismo e da mistificação.
Em todo processo mediúnico, intelectual ou físico, sempre encontrarás algo que se exterioriza do instrumento. Nem poderia ser diferente.
Mediunidade, como o próprio nome diz, é meio. A finalidade é o progresso do medianeiro, como o daqueles que o cercam num como noutro plano da vida.
Consciente das responsabilidades, mantendo lucidez mental durante a ocorrência do fenômeno, não delinqüirás.
A vigília auxiliar-te-á a corrigir os excessos e a disciplinar os abusos.
Paulatinamente, mediante o exercício metódico das faculdades mediúnicas, e através da conduta correta no bem, conjugando a oração ao trabalho, lograrás o êxito e os resultados felizes que nelas.
Muito melhor para o trabalho na Seara do Bem o médium consciente, cujos deveres estão em pauta de equilíbrio, aos inconscientes, cujo comportamento os assinala com irresponsabilidade e insensatez.
A consciência ou lucidez durante o transe não te constituam empeço ao desempenho das tarefas que te cabe desenvolver.


(Rumos Libertadores, Cap. 43, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco - LEAL)


http://www.mensagemdeluz.kit.net/



Leia mais

VOTE AQUI

Postagens Populares

Isto não é Espiritismo - Frases, Fotos e Luzes

Minha lista de blogs

POST POR ASSUNTOS

a (1) ABORTO (9) ADULTÉRIO (1) ALCOOLISMO (1) Allan Kardec (11) ALMA (2) ANENCEFALIA (5) ANIMAIS (4) ANIMISMO (5) ANJOS (2) ANOREXIA (1) ANSIEDADE (1) APARIÇÕES (4) Artigo (524) AS DORES DA ALMA (12) AS DORES DA ALMA;ORGULHO (1) ÁUDIO E VIDEO (2) BIOGRAFIA (12) BULLYING (2) CALUNIA (4) CÂNCER (1) CARÊNCIA (1) CARIDADE (14) CARNAVAL (4) CASAMENTO (6) CASOS (5) CATARINA DE SIENA (1) CENTRO ESPIRITA (3) CHACRA (1) CHICO XAVIER (243) CIRURGIAS ESPIRITUAIS (6) CIUMES (2) CLONAGEM (1) CONVIVER E MELHORAR (7) CREMAÇÃO (1) CRIANÇA INDIGOS (8) CRIANÇAS (8) CULPA (1) DEPRESSÃO (16) DIALOGO COM AS SOMBRAS (28) DIVALDO FRANCO (145) DIVORCIO (2) DOAÇÃO DE ORGÃOS (1) DOENÇAS (8) DORA INCONTRI (12) DOWNLOAD (5) DUENDES (1) EMMANUEL (67) ENTREVISTA (25) EQM (4) ESPIRITISMO (5) ESPIRITO (26) EUTANÁSIA (4) EVENTO (121) EXILADOS DE CAPELA (2) FAMILIA (26) FANATISMO (3) FÉ (2) FEIRA DO LIVRO ESPIRITA (11) FELICIDADE (5) FILHO ADOTIVO (6) FILHOS (22) FILME (36) FINADOS (4) FLUIDO (2) FOTOS (17) GUERRA (2) HOMOSSEXUALIDADE (20) HUMOR (4) INVEJA (2) Joana de Ângelis (100) JORGE HESSEN (24) JORGE HESSEN art (3) LIVRE ARBITRIO (4) LIVRO (56) LIVRO DOS ESPIRITOS (2) LUTO (2) MÃE (3) MÁGOA (5) MALEDICÊNCIA (2) MARILYN MONROE (1) MEDIUM (67) MEDIUNIDADE (83) MELANCOLIA (1) MELINDRE (4) MENSAGEM (375) MESA GIRANTE (2) MÔNICA DE CASTRO (8) MORTE (60) MOURA FÉ (62) MUSICA (6) NILZA AZEVEDO (10) NOTICIAS (236) OBSESSÂO (20) ORGULHO (3) PASCOA (2) PÁSCOA (3) PASSE (9) PEDOFILIA (2) PERDÃO (15) PERISPIRITO (6) PERSONAGEM DA BOA NOVA (6) PINTURA MEDIUNICA (4) POESIA (10) PRECONCEITO (22) PROVAS (13) PSICOGRAFIA (4) QUALIDADE NA PRATICA MEDIUNICA (10) RECOMEÇAR (2) REENCARNAÇÃO (37) REFLEXÃO (104) RELACIONAMENTO (35) RELIGIÃO (1) RENOVANDO ATITUDES (31) S (1) SEMESPI (17) SEXO (14) Síndrome de Down (1) Síndrome do Pânico (1) SOLIDÃO (2) SONAMBULISMO (4) SUICIDIO (11) TATUAGEM (1) TOLERANCIA (3) TÓXICOS (5) TRAGÉDIA (5) TRANSTORNO BIPOLAR (1) TRISTEZA (1) VAIDADE (2) VAMPIRISMO (5) VIAGEM ASTRAL / DESDOBRAMENTO (1) VIDEO (28) VINHA DE LUZ (3) VIOLENCIA (2) ZIBIA GASPARETTO (6)