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Allan Kardec





Allan Kardec foi o pseudônimo adotado pelo ilustre professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, nascido em 3 de outubro de 1804, em Lyon, na França, onde desencarnou em 31 de março de 1869, na cidade de Paris, para realizar a tarefa, missionária, de codificar, isto é, A apresentar em livros, metódica, didática e logicamente organizados, comentados e explicados, os postulados da Doutrina Espírita. (Referência: BARBOSA, Pedro Franco. Espiritismo básico. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. - pt. 2, Postulados e ensinamentos)


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Estudo sem Distância para dirigentes e colaboradores das Casas Espíritas



Estão abertas as inscrições para o mês de Abril/2015. O período dos cursos será de 06/04 a 05/05. Se você ainda não concluiu sua série, ou deixou de participar de algum deles, inscreva-se agora! Observe a sequência de I a IV. Sempre será tempo de atualizar seus conhecimentos e aprimorar sua gestão.
“Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instruí-vos, eis o segundo”. cap. VI, item 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo – Espírito de Verdade, Paris/1860







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Fenômenos Percursores do Espiritsmo






Na madrugada de 31 de março de 1848 , em Hydesville , estado de Nova York, na casa da família Fox, surgiram as primeiras notícias dos fenômenos espíritas, que eram batidas inteligentes na paredes (raps). A menina Kate Fox, de 13 anos, decidiu se comunicar por código de toques "sim ou não" e descobriu que a pertubação que incomodava a família era causada por um Espírito de um vendedor que havia sido assasinado e enterrado na casa para qual haviam mudado há alguns meses. O casoteve grande repercussão pois temia-se que a família sofresse um linchamento popular, por acusação de bruxaria, como havia acontecido cem anos antes em Salém. As meninas Fox e o caso do vendedor assassinado foram objetos de investigação por autoridades públicas e constatou-se que havia conexão entre os fenômenos e os fatos narrados. Foi encontrado na casa ossadas humanas identificadas mais tarde como sendo do vendedor desaparecido. Naquele mesmo ano, em vários lugares do mundos, incluindo no Brasil, foram registrados fenômenos idênticos, também investigados por diversos curiosos e pesquisadores.

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Irmãs Fox

As Mesas Girantes
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REFLEXÕES SOBRE O SUICÍDIO



É impressionante a estatística oficiosa dando conta de que em Curitiba, a cidade onde vivemos, são cometidos 14 suicídios em média por mês, ou seja, quase um suicídio a cada dois dias.
Este número só não é maior porque os diretores dos meios de comunicação, felizmente, concluíram que o melhor é não haver divulgação, a não ser em casos excepcionais ou que, pelas circunstâncias, não possam ser omitidos, diante do efeito multiplicador que a publicação certamente provocaria.

Conquanto sejam diversas as causas alegadas para o suicídio, em bilhetes e cartas deixados pelos autores de tão tresloucado gesto, em sua maioria, porém, aparece o desgosto pela vida como o motivo determinante.

A esse propósito, na pergunta 943 de O Livro dos Espíritos, a obra basilar da Doutrina Espírita, questionou Allan Kardec, o eminente e proeminente Codificador: "Donde nasce o desgosto da vida, que, sem motivos plausíveis, se apodera de certos indivíduos?, recebendo dos Benfeitores da Humanidade a seguinte resposta: "Efeito da ociosidade, da falta de fé e, também, da saciedade. Para aquele que usa de suas faculdades com fim útil e de acordo com as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente. Ele lhe suporta as vicissitudes com tanto mais paciência e resignação, quanto obra com o fito da felicidade mais sólida e mais durável que o espera" (texto encontrável na página 439 da 75a edição da FEB).

Com efeito, a ociosidade é perigosa sempre, o mesmo acontecendo com a saciedade, que cria a ilusão de que, por estar aparentemente satisfeito em todos os sentidos, o indivíduo não teria mais desafios pela frente, o que significaria, em última análise, estar submetido à intolerável rotina.

De igual modo, a falta de fé pode conduzir a criatura ao despenhadeiro, já que não tem confiança, e muito menos convicção, de que a vida prossegue para sempre, a despeito da desencarnação, conclusão a que se pode chegar pelo uso da razão, especialmente se combinada com a observação dos atos e fatos do dia-a-dia.

Feliz, pois, é quem usa de suas faculdades com finalidade útil, tornando-se útil onde quer que esteja, procurando servir antes de ser servido, revelando por este modo ter plena consciência de que mais se beneficia quem melhor serve.

Todos nós renascemos com aptidões, com tendências oriundas de outras existências, remotas ou não, razão pela qual quem a elas der vazão, com naturalidade, verá que nenhum trabalho é árduo; bem ao contrário, qualquer trabalho será fonte inesgotável de satisfação, sobretudo se realizado com esmero, do melhor modo possível, com apreciável qualidade, o que se constituirá, no mínimo, em importante contributo para o equilíbrio das relações sociais.

E, convém que não esqueçamos, "Toda ocupação útil é trabalho", na enxuta e precisa definição de O Livro dos Espíritos, que se pode encontrar na resposta dada à questão número 675 (página 328 da 75a edição da FEB).

Assim, aquele que usa esses antídotos, ao alcance de todos nós, seguramente sentirá permanente alegria de viver, renovando-se a cada dia, para melhor, e seguindo em frente, sempre em frente, sem temor de qualquer espécie.

Por outro lado, não é difícil concluir que o suicida direto pretende eliminar a aflição, a vergonha, o desgosto pela vida, o problema maior, enfim, que esteja vivenciando, acreditando que por este modo estará pondo um ponto final em tudo.

Ledo engano! Que desapontamento terá depois!

Com efeito, o suicida pode pôr fim ao seu corpo material, ao seu corpo físico, que irá se decompor e transformar. Todavia, não conseguirá dar cabo de sua vida propriamente dita, à sua individualidade, uma vez que todos nós, Espíritos, seres pensantes da Criação, encarnados ou desencarnados, somos imortais. Depois de criados passamos a ser eternos, tendo uma única vida, desdobrada em inúmeras existências, cujo destino final é a perfeição relativa e a felicidade suprema.

Como as leis da Natureza são perfeitas, e por esta razão imutáveis, a brusca interrupção da vida física praticada pelo suicida, que não teve coragem e resignação suficientes para prosseguir, independentemente das dificuldades que encontrou pelo caminho, comuns a todos nós, deverá ser reparada, por ele, exclusiva e intransferivelmente, sofrendo expiação proporcional ao ato, à sua gravidade e demais circunstâncias.

Nem poderia ser diferente, uma vez que ninguém, exceto Deus, tem o direito de dispor sobre a vida.

Entretanto, não obstante o insano gesto, terá ele, com certeza
, novas oportunidades para corrigir os erros, males e equívocos cometidos, porquanto sempre é possível recomeçar, eis que não há nas Leis Divinas ou Naturais condenação irremissível. Por mais hediondo que seja o crime, por maior insanidade de que se revista o ato, a reparação será sempre possível porque tendemos todos para a perfeição, que se constrói gradualmente, devagarinho, a pouco e pouco, a exemplo do que acontece com a própria Natureza, que não dá saltos.

Neste passo, interessante reproduzir a questão 950 de O Livro dos Espíritos: "Que pensar daquele que se mata, na esperança de chegar mais depressa a uma vida melhor?, que obteve a seguinte e lúcida resposta dos Espíritos Superiores: "Outra loucura! Que faça o bem e mais certo estará de lá chegar, pois, matando-se, retarda a sua entrada num mundo melhor e terá que pedir lhe seja permitido voltar, para concluir a vida a que pôs termo sob o influxo de uma idéia falsa. Uma falta, seja qual for, jamais abre a ninguém o santuário dos eleitos" (página 441 da edição da FEB, antes citada).

Por derradeiro, nestas rápidas observações sobre tema tão complexo quão penoso, vale relembrar que há também o suicídio indireto, que pode decorrer da gula, da ingestão de bebidas alcoólicas, do uso do tabaco em suas variadas formas, da exposição voluntária a riscos desnecessários (de que são exemplos as corridas de automóveis e de motocicletas), etc., cumprindo dizer, ainda, que o suicídio indireto também pode decorrer de viciações morais.

Pelo exposto, pode-se desde logo extrair inarredável conclusão: a prática do Bem é um excelente remédio para todos os males!

ANTONIO MORIS CURY



(Jornal Mundo Espírita de Novembro de 2001)
 



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Parnaíba terá Pré Encontro Luiz Sérgio no dia 28 de março








O evento que tem como tema central, “Deixe-me Viver”, que é também o título de uma das obras mais conhecidas do Espírito Luiz Sérgio, será realizado nas dependências do Colégio Cobrão Universidade, na cidade de Parnaíba, no dia 28 de março (sábado), a partir das 13 horas.
Confira a Programação:


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ESCUSAS



Dizes ser amigo de Jesus, que nunca deixou de auxiliar-te. Nada obstante, à medida que o tempo transcorre, vens negligenciando os compromissos com as atividades socorristas a que te vinculas.
Sabes quando és útil no conjunto fraternal da Instituição em que te movimentas e que te necessita.
Apesar disso, vens fugindo à cooperação com os teus irmãos lutadores, tão cansados quanto tu mesmo, arrimando-te em escusas injustificáveis.

Sensível à crítica, olvidas-te de compreender que o mundo ainda não é o Paraíso, no qual os seres angélicos entoam hinos de louvor ao Pai Celestial. Permanece, porém, como escola de bênçãos, na qual a incompreensão e o desar dão-se as mãos, para a geração de dificuldades. Ademais, quando se está a serviço de Jesus, surgem empecilhos de todos os lados, tentando impedir o avanço autoiluminativo.

Procurando distanciar-te da realização coletiva edificante, alegas que sofres perseguição e apupo, sem a lucidez necessária para a prática da compaixão e da misericórdia. Aquele que te é inamistoso encontra-se gravemente enfermo e o desconhece...

Noutras vezes, aludes aos problemas e desafios familiares que te exigem a presença e olvidas o grupo espiritual com o qual te comprometeste antes da reencarnação.
Em algumas situações, apóias-te em enfermidades reais ou imaginárias para permaneceres no lar, quando o hospital espírita é o lugar adequado para conseguires a recuperação da saúde.

Tem cuidado, amigo de Jesus!
Se todos os Seus cooperadores detiverem-se em escusas, o deserto tomará conta da seara, ora rica de dádivas e de promessas de frutos...

É certo que preferes a cultura, a projeção, o reconhecimento das demais pessoas. E, ao recebê-los, ficas sem mérito ante a Consciência Cósmica, porque já foste galardoado pela retribuição da vida aos teus pequenos e diletantes
 esforços.
Tem cuidado e volve à luta, ao lado dos teus amigos e sofredores, não deixando o arado enferrujar-se, abandonado ao sabor das intempéries.

Mantém a lembrança de que Jesus jamais se escusava. Por mais difícil fosse à situação, Ele a enfrentava com amor e delicadeza.
Veio ensinar a cooperação fraternal, a vivência da solidariedade, caminhos únicos para tornar melhor o mundo.
Se aqueles que são dotados de bons sentimentos se evadem da ação do Bem, alegando as dificuldades, que se poderá esperar dos demais, aqueles que não dispõem do conhecimento superior, das resistências morais, dos sentimentos de compaixão?
 

Há muito cristão-espírita fascinado pelos conteúdos intelectuais do Espiritismo, permanecendo nos seus confortáveis gabinetes e bibliotecas, pesquisando e escrevendo para os outros, propondo diretrizes e seguros roteiros de trabalho, de caridade...
Suas mãos, porém, permanecem vazias de feitos.

As belas teorias necessitam de ser vivenciadas por aqueles que as formulam, a fim de merecerem consideração e apoio dos que lhes tomam conhecimento.
A vinha do mestre ainda se encontra na face desafiadora da erradicação das plantas inúteis e más, a fim de ser preparado o solo para a ensementação do amor através do esforço hercúleo dos desbravadores do terreno.

Tudo quanto Jesus falou, Ele o praticou.
A Sua não é uma mensagem apenas de palavras, pois que todas elas estão respaldadas pelo Seu exemplo de abnegação e de entrega total.
A Sabedoria Máxima que o mundo conhece jamais se escusou ante as tarefas humildes, até humilhantes, que Ele transformou em vivência dignificadora como jamais alguém o conseguiria...

Lavar os pés dos Seus discípulos representou a sublime demonstração do que se fez servo de todos, sendo, no entanto, o Excelso Senhor do planeta terrestre.
Se te sentes cansado ante o impacto dos acontecimentos perversos e afligentes, recorda que com Ele tudo se torna fardo leve, de fácil condução.

Se perdeste o encantamento em relação aos companheiros com os quais convives, retempera o ânimo na fraternidade e reestimula-te, doando-te um pouco mais.
Na escusa em que ocultas os motivos reais do paulatino abandono dos teus compromissos, aguardas o tempo para te eximires por completo de tudo, negando a tua cooperação.

As ilusões de hoje e os comportamentos estranhos também passam, surgindo o despertar da consciência, em seu lugar, quando a situação tornar-se perigosa, agravada pela tua distância dele.
O que fazes é bom e útil.

Defende o teu direito de prosseguir realizando-o da mesma forma que resguardas os valores para a existência cômoda.
Não te preocupes com os julgamentos que venham a fazer sobre ti, mantendo-te fiel ao Seu suave jugo.


Refaze o caminho e deixa-te de escusas, voltando ao trabalho enquanto é dia de luz.
O que faças, a conduta que te permitas, tornar-te-á amigo devotado ou distraído daquele que deu a própria existência por amor a ti.

O Espiritismo é o teu salvo-conduto para uso correto na atual conjuntura reencarnacionista.
Tu que o conheces, que o ensinas, pratica-o até o sacrifício, recordando a recomendação de Jesus, a respeito da fidelidade ao Amor até o fim...

Amigo do Bem, não deixes que o vazio existencial que te atormenta seja preenchido pelo egoísmo e pelas ambições terrestres de breve curso. 

Pelo Espírito Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo Pereira Franco, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia, no dia 23 de abril de 2012. Do FONTE.: Site:http://www.divaldofranco.com/mensagens.php?not=306
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REFLEXÕES SOBRE A CALÚNIA




Ninguém passa pela jornada terrestre sem experimentar o cerco da ignorância e da imperfeição humana.

Considerado como planeta-escola, o mundo físico é abençoado reduto de aprendizagem, no qual são exercitados os valores que dignificam, em detrimento das heranças ancestrais que assinalam o passado de todas as criaturas, no seu penoso processo de aquisição da consciência.

Herdando as experiências transatas nos seus conteúdos bons e maus, por um largo período predominam aqueles de natureza primitiva, por estarem mais fixados nos painéis dos hábitos morais, mantendo os instintos agressivos-defensivos que se vão transformando em emoções, prioritamente egoicas, em contínuos conflitos com o Si-mesmo e com todos aqueles que fazem parte do grupo social onde se movimentam. Inevitalmente, as imposições inferiores são muito mais fortes do que aquelas que proporcionam a ascensão espiritual, liberando o orgulho, a inveja, o ressentimento, a agressividade, o despotismo, a perseguição, a mentira, a calúnia e outros perversos comportamentos que defluem do ego atormentado.

Toda vez, quando o indivíduo se sente ameaçado na sua fortaleza de egotismo pelos valores dignificantes do próximo, é dominado pela inveja e investe furibundo, atacando aquele que supõe seu adversário.

Porque ainda se compraz na situação deplorável em que se estorcega, não deseja permitir que outros rompam as barreiras que imobilizam as emoções dignas e os esforços de desenvolvimento espiritual, assacando calúnias contra o inimigo, gerando dificuldades ao seu trabalho, criando desentendimentos em sua volta, produzindo campanhas difamatórias, em mecanismos de preservação da própria inferioridade.

Recusando-se, consciente ou inconscientemente, a crescer e igualar-se àqueles que estão conquistando os tesouros do discernimento, da verdade, do bem, transforma-se, na ociosidade mental e moral em que permanece, em seu cruel perseguidor, não lhe dando trégua e retroalimentando-se com a própria insânia.

Torna-se revel e não aceita esclarecimento, não admitindo que outrem se encontre em melhor situação emocional do que ele, que se autovaloriza e se autopromove, comprazendo-se em persegui-lo e em malsiná-lo.

Ninguém consegue realizar algo de enobrecido e dignificante na Terra sem sofrer-lhe a sanha, liberando a inveja e o ciúme que experimenta quando confrontado com as pessoas ricas de amor e de bondade, de conhecimentos e de realizações edificantes.

A calúnia é a arma poderosa de que se utilizam esses enfermos da alma, que a esgrimem de maneira covarde para tisnar a reputação do seu próximo, a quem não conseguem equiparar-se, optando pelo seu rebaixamento, quando seria muito mais fácil a própria ascensão no rumo da felicidade.

A calúnia, desse modo, é instrumento perverso que a crueldade dissemina com um sorriso e certo ar de vitória, valendo-se das imperfeições de outros cômpares que a ampliam, sombreando a estrada dos conquistadores do futuro.

Nada obstante, a calúnia é também uma névoa que o sol da verdade dilui, não conseguindo ir além da sombra que dificulta a marcha e das acusações aleivosas que afligem a quem lhe ofereça consideração e perca tempo em contestá-la.

* * *
Nunca te permitas afligir, quando tomes conhecimento das acusações mentirosas que se divulgam a teu respeito, assim como de tudo quanto fazes.

Evita envenenar-te com os seus conteúdos doentios, não reservando espaço mental ou emocional para que se te fixem, levando-te a reflexões e análises que atormentam pela sua injustiça e maldade.

Se alguém tem algo contra ti, que se te acerque e exponha, caso seja honesto.

Se cometeste algum erro ou equívoco que te coloque em situação penosa e outrem o percebe, sendo uma pessoa digna, que se dirija diretamente a ti, solicitando esclarecimentos ou oferecendo ajuda, a fim de que demonstre a lisura do seu comportamento.

Se ages de maneira incorreta em relação a outrem e esse experimenta mal-estar e desagrado, tratando-se de alguém responsável, que te procure e mantenha um diálogo esclarecedor.

Quando, porém, surgem na imprensa ou nas correspondências, nas comunicações verbais ou nos veículos da mídia, acusações graves contra ti,sem que antes haja havido a possibilidade de um esclarecimento de tua parte, permanece tranquilo, porque esse adversário não deseja informações cabíveis, mas mantém o interesse subalterno de projetar a própria imagem, utilizando-se de ti...

Quando consultado pelos iracundos donos da verdade e policiais da conduta alheia com a arrogância com que se comportam, exigindo-te defesas e testemunhos, não lhes dês importância, porque o valor que se atribuem, somente eles mesmos se permitem...

Não vives a soldo de ninguém e o teu é o trabalho de iluminação de consciências, de desenvolvimento intelecto-moral, de fraternidade e de amor em nome de Jesus, não te encontrando sob o comando de quem quer que seja. Em razão disso, faculta-te a liberdade de agir e de pensar conforme te aprouver, sem solicitar licença ou permissão de outrem.

Desde que o teu labor não agride a sociedade, não fere a ninguém, antes, pelo contrário, é de socorro a todos quantos padecem carência, continua sem temor nem sofrimento na realização daquilo que consideras importante para a tua existência.

Desmente a calúnia mediante os atos de bondade e de perseverança no ideal superior do Bem.

Somente acreditam em maledicências, aqueles que se alimentam da fantasia e da mentira.

Alegra-te, de certo modo, porque te encontras sob a alça-de-mira dos contumazes inimigos do progresso.

Todos aqueles que edificaram a sociedade sob qualquer ângulo examinado, padeceram a crueza desses Espíritos infelizes, invejosos e insensatos.

Criando leis absurdas para aplicarem-nas contra os outros, estabelecendo dogmas e sistemas de dominação, programando condutas arbitrárias e organizando tribunais perversos, esses instrumentos do mal, telementalizados pelas forças tiranizantes da erraticidade inferior, tornaram-se em todas as épocas inimigos do progresso, da fraternidade que odeiam, do amor contra o qual vivem armados...

Apiada-te, portanto, de todo aquele que se transforme em teu algoz, que te crie embaraços às realizações edificantes com Jesus, que gere ciúmes e cizânia em referência às tuas atividades, orando por eles e envolvendo-te na lã do Cordeiro de Deus, sedo compassivo e misericordioso, nunca revidando-lhes mal por mal, nem acusação por acusação...

A força do ideal que abraças, dar-te-á coragem e valor para o prosseguimento do serviço a que te dedicas, e quanto mais ferido, mais caluniado, certamente mais convicto da excelência dos teus propósitos, da tua vinculação com o Sumo Bem.

* * *
Como puderam, aqueles que conviveram com Jesus, recusar-Lhe o apoio, a misericórdia, a orientação?

Após receberem ajuda para as mazelas que os martirizavam, como é possível compreender que, dentre dez leprosos, somente um voltou para agradecer-Lhe?

Como foi possível a Pedro, que era Seu amigo, que O recebia no seu lar, que convivia em intimidade com Ele, negá-lO, não uma vez, mas três vezes sucessivas?!

...E Judas, que O amava, vendê-lO e beijá-lO a fim de que fosse identificado pelos Seus inimigos naquela noite de horror?!

Sucede que o véu da carne obnubila o discernimento mesmoem alguns Espíritos nobres, e as injunções sociais, culturais, emocionais, neles produzem atitudes desconcertantes, em antagonismos terríveis às convicções mantidas na mente e no coração.

Todos os seres humanos são frágeis e podem tornar-se vítimas de situações penosas.

Assim, não julgues a ninguém, entregando-te em totalidade Àquele que nunca Se enganou, jamais tergiversou, e deu-Se em absoluta renúncia do ego, para demonstrar que é o Caminho da Verdade e da Vida. 

Mensagem psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco,na manhã de 29 de outubro de 2010, na Mansão do Caminho, em Salvador, Bahia.

PSICOGRAFIA.: DIVALDO PEREIRA FRANCO
AUTOR: JOANNA DE ÂNGELIS



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Seminário 'Espiritismo e Neurociência' será ministrado pela Drª Anete Guimarães no mês de abril











Nos dias 10 e 11 de abril, será ministrado o Seminário “Espiritismo e Neurociência” pela médica, psicóloga, filósofa, pesquisadora e oradora espírita internacional Drª Anete Guimarães.
O evento será realizado no Auditório da Faculdade Santo Agostinho.
Mais informações no cartaz.
Repórter: Evangelina de Oliveira

Fonte: facebook

Publicado Por: Raul Ventura







http://180graus.com/espirita/Raul Ventura
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A Vida Superior






Não mais tem um corpo enfermo, sofredor e pesado como uma barra de chumbo; não mais terá fardo material para arrastar penosamente.

Desembaraçada de suas cadeias, entra a irradiar e embriaga-se de espaço e de liberdade. A fealdade terrena e a decrepitude deram lugar a um corpo fluídico de aparência graciosa e de formas ideais, diáfano e brilhante.

Aí encontra aqueles a quem amou na Terra, que a precederam na nova vida e agora parecem esperá-la. Então, comunica-se livremente com todos, suas expansões são repletas de felicidade, embora ainda um pouco anuviadas por tristes reminiscências da Terra e pela comparação da hora presente com um passado cheio de lágrimas. Outros Espíritos que perdera de vista em sua última encarnação, mas que se tinham tornado seus afeiçoados por provas suportadas em comum no decurso das idades, vêm também juntar-se aos primeiros. Todos os que compartilharam seus bons ou maus dias, todos os que com ela se engrandeceram, lutaram, choraram e sofreram correrão ao seu encontro, e sua memória, despertando-se desde então, ocasionará explosões de felicidade e venturas que a pena não sabe descrever.

Como resumir as impressões da vida radiante que se abre ao Espírito? A veste grosseira, o manto pesado que lhe constrangia os sentidos íntimos, despedaçando-se subitamente, tornam centuplicadas as suas percepções. O horizonte se lhe alarga e não tem mais limites. O infinito incomensurável, luminoso, desdobra-se às suas vistas com suas ofuscantes maravilhas, com seus milhões de sóis, focos multicores, safiras e esmeraldas, joias enormes, derramadas no azul e seguidas de seus suntuosos cortejos de esferas. Esses sóis, que aparecem aos homens como simples lampadários, o Espírito os contempla em sua real e colossal grandeza; vê-os mais poderosos que o luminar do nosso planeta; reconhece a força de atração que os prende, e distingue ainda, em longínquas profundezas, os astros maravilhosos que presidem às evoluções.

Todos esses fachos gigantescos, ele os vê em movimento, gravitando, prosseguindo seu curso vagabundo, entrecruzando-se, como globos de fogo lançados no vácuo pela mão de um invisível jogador.

Nós, perturbados sem cessar por vãos rumores, pelo confuso sussurro da colmeia humana, não podemos conceber a calma solene, o majestoso silêncio dos espaços, que enche a alma de um sentimento augusto, de um assombro que toca as raias do pavor.

Mas o Espírito puro e bom é inacessível ao temor. Esse infinito, frio e silencioso para os Espíritos inferiores, anima-se logo para ele e o faz ouvir sua voz poderosa. Livre da matéria, a alma percebe, aos poucos, as vibrações melodiosas do éter, as delicadas harmonias que descem das regiões celestes e compreende o ritmo imponente das esferas.

Esse cântico dos mundos, essas vozes do infinito que soam no silêncio ela os saboreia até se sentir arrebatar. Recolhida, inebriada, cheia de um sentimento grave e religioso, banha-se nas ondas do éter, contempla as profundezas siderais, as legiões de Espíritos, sombras ligeiras que flutuam e se agitam em esteiras de luz.

Assiste à gênese dos mundos, vê a vida despertar-se e crescer na sua superfície, segue o desenvolvimento das humanidades que os povoam e, nesse grande espetáculo, verifica que em toda parte do Universo a atividade, o movimento e a vida ligam-se à ordem.

Qualquer que seja seu adiantamento, o Espírito que acaba de deixar a Terra não pode aspirar a viver indefinidamente dessa vida superior. Adstrito à reencarnação, essa vida não lhe é senão um tempo de repouso: uma compensação aos seus males, uma recompensa aos seus méritos. Apenas aí vai retemperar-se e fortificar-se para as lutas futuras.

Porém, nas vidas que o esperam não terá mais as angústias e os cuidados da existência terrestre. O Espírito elevado é destinado a renascer em planetas mais bem dotados que o nosso. A escala grandiosa dos mundos tem inúmeros graus, dispostos para a ascensão progressiva das almas, que os devem transpor cada um por sua vez.

Nas esferas superiores à Terra o império da matéria é menor. Os males por esta originados atenuam-se, à medida que o ser se eleva e acabam por desaparecer. Lá, o ser humano não mais se arrasta penosamente sob a ação de pesada atmosfera; desloca-se de um lugar para outro com muita facilidade. As necessidades corpóreas são quase nulas e os trabalhos rudes, desconhecidos. Mais longa que a nossa, a existência aí se passa no estudo, na participação das obras de uma civilização aperfeiçoada, tendo por base a mais pura moral, o respeito aos direitos de todos, a amizade e a fraternidade. As guerras, as epidemias e os flagelos não têm acesso e os grosseiros interesses, causa das nossas ambições, não mais dividem os povos.

Chegará afinal um dia em que o Espírito, depois de haver percorrido o ciclo de suas existências terrestres, depois de se haver purificado através dos mundos, por seus renascimentos e migrações, vê terminar a série de suas encarnações e abrir-se a vida espiritual, definitivamente, a verdadeira vida da alma, donde o mal, as trevas e o erro estão banidos para sempre. A calma, a serenidade e a segurança profunda substituem os desgostos e as inquietações de outrora. A alma chegou ao término de suas provações, não mais terá sofrimento. Com que emoção rememora os fatos de sua vida, esparsos na sucessão dos tempos, sua longa ascensão, a conquista de seus méritos e de sua elevação! Que ensinamento nessa marcha grandiosa, no percurso da qual se constitui e se afirma a unidade de sua natureza, de sua personalidade imortal!

Compara os desassossegos de outras épocas, os cuidados e as dores do passado, com as aventuras do presente, e saboreia-as a longos tragos. Que inebriamento o de sentir-se viver no meio de Espíritos esclarecidos, pacientes e atenciosos; unir-se-lhes pelos laços de inalterável afeto; participar das suas aspirações, ocupações e gozos; ser-se compreendido, sustentado, amado por todos, livre das necessidades e da morte, na fruição de uma mocidade sobre a qual os séculos não fazem mossa!

Depois, vai estudar, admirar, glorificar a obra infinita, aprofundar ainda os mistérios divinos; vai reconhecer por toda parte a beleza e a bondade celeste; identificar-se e saciar-se com elas; acompanhar os Gênios superiores em seus trabalhos, em suas missões; compreender que chegará um dia a igualá-los; que subirá ainda mais e que a esperam, sempre e sempre, novas alegrias, novos trabalhos, novos progressos: tal é a vida eterna, magnífica, a vida do espírito purificado pelo sofrimento.

Os céus elevados são a pátria da beleza ideal e perfeita em que todas as artes bebem a inspiração. Os Espíritos eminentes possuem em grau superior o sentimento do belo. Este é a fonte dos mais puros gozos, e todos sabem realizá-lo em seus trabalhos, diante dos quais empalidecem as obras-primas da Terra.

Cada vez que uma nova manifestação do gênio se produz sobre o mundo, cada vez que a arte se nos revela sob uma forma aperfeiçoada, pode dizer-se que um Espírito descido das altas esferas tomou corpo na Terra para iniciar os homens nos esplendores da beleza eterna. Para a alma superior, a arte, sob seus múltiplos aspectos, é uma prece, uma homenagem prestada ao Princípio de todas as coisas.

O Espírito, pelo poder de sua vontade, opera sobre os fluidos do espaço, os combina, dispondo-os a seu gosto, dá-lhes as cores e as formas que convêm ao seu fim. É por meio desses fluidos que se executam obras que desafiam toda comparação e toda análise.

Construções aéreas, de cores brilhantes, de zimbórios resplendentes: sítios imensos onde se reúnem em conselho os delegados do Universo; templos de vastas proporções de onde se elevam acordes de uma harmonia divina; quadros variados, luminosos: reproduções de vidas humanas, vidas de fé e de sacrifício, apostolados dolorosos, dramas do infinito. Como descrever magnificências que os próprios Espíritos se declaram impotentes para exprimir no vocabulário humano?

É nessas moradas fluídicas que se ostentam as pompas das festas espirituais. Os Espíritos puros, ofuscantes de luz, agrupam-se em famílias. Seu brilho e as cores variadas de seus invólucros permitem medir a sua elevação, determinar-lhes os atributos. Suaves e encantadores concertos, comparados aos quais os da Terra não são mais que ruídos discordantes; por cenários têm eles o espaço infinito, o espetáculo maravilhoso dos mundos que rolam na imensidão, unindo suas notas às vozes celestes, ao hino universal que sobe a Deus.

Todos esses Espíritos, associados em falanges inumeráveis, conhecem-se e amam-se. Os laços de família, os afetos que os uniam na vida material, quebrados pela morte, aí se reconstituem para sempre.

Destacam-se dos diversos pontos do espaço e dos mundos superiores para comunicarem mutuamente os resultados de suas missões, de seus trabalhos, para se felicitarem pelos êxitos obtidos e coadjuvarem-se uns aos outros nas empresas difíceis.

Nenhum pensamento oculto, nenhum sentimento de inveja tem ingresso nessas almas delicadas. O amor, a confiança e a sinceridade presidem a essas reuniões onde todos recolhem as instruções dos mensageiros divinos, onde se aceitam as tarefas que contribuem para elevá-los ainda mais.

Uns seguem a observar o progresso e o desenvolvimento dos globos; outros encarnam nos diversos mundos para cumprir missões de devotamento, para instruir os homens na moral e na Ciência; outros ainda, os Espíritos-guias ou protetores, ligam-se a alguma alma encarnada, a sustentam no rude caminho da existência, conduzem-na do nascimento à morte, durante muitas vidas sucessivas, vindo acolhê-la no termo de cada uma delas, quando entra no mundo invisível. Em todos os graus da hierarquia espiritual, as almas têm um papel a executar na obra imensa do progresso e concorrem para a realização das leis superiores.


Quanto mais o Espírito se purifica, mais intensa, mais ardente nele se torna a necessidade de amar, de atrair para a sua luz e para a sua felicidade, para a morada em que não se conhece a dor, tudo o que sofre, tudo o que luta e se agita nas baixas camadas da existência.


Quando um desses Espíritos adota um de seus irmãos atrasados e torna-se seu protetor, seu guia, com que solicitude afetuosa lhe sustenta os passos, com que alegria contempla os seus progressos e com quanta dor vê as quedas que não pôde evitar!

Assim como a criança descida do berço ensaia seus primeiros passos sob os olhares enternecidos da sua carinhosa mãe, assim também, sob a égide invisível de seu pai espiritual, o Espírito é assistido nos combates da vida terrestre.

Todos temos um desses Gênios tutelares que nos inspira nas horas difíceis e dirige-nos pelo bom caminho. Daí a poética tradição cristã do anjo da guarda. Não há concepção mais grata e consoladora. Saber que temos um amigo fiel e sempre disposto a socorrer-nos, de perto como de longe, influenciando-nos a grandes distâncias ou conservando-se junto de nós nas provações; saber que ele nos aconselha por intuição e nos aquece com o seu amor, eis uma fonte inapreciável de força moral. O pensamento de que testemunhas benévolas e invisíveis vêem todos os nossos atos, regozijando-se ou entristecendo-se, deve inspirar-nos mais sabedoria e circunspecção. É por essa proteção oculta que se fortificam os laços de solidariedade que ligam o mundo celeste à Terra, o Espírito livre ao homem, Espírito prisioneiro da carne. É por essa assistência contínua que se criam, de um a outro lado, as simpatias profundas, as amizades duradouras e desinteressadas. O amor que anima o Espírito elevado vai pouco a pouco se estendendo a todos os seres sem cessar, revertendo tudo para Deus, pai das almas, foco de todas as potências efetivas.

(LÉON DENIS - DEPOIS DA MORTE) 




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Estados de consciência




Orson Peter Carrara
Imagine o leitor o arrependimento, o remorso, nos estados mais expressivos causando perda de sono, de apetite e até afetando o encanto da alegria de viver. Somam-se a ele as angústias próprias das preocupações, de variadas origens, agravadas muitas vezes com as dificuldades de relacionamento, com medos e outros estados.
Por outro lado, considere os estados de tranquilidade da alma pacificada. Sim, aquela decorrente da paz de consciência que traz alegria e harmonia que influem diretamente nos relacionamentos, na produtividade do trabalho, no bem estar familiar.


Pois esses são estados de consciência, que se pode ampliar também para as noções do dever familiar ou profissional e da consciência como cidadão, como cristão.
Mas não é esse ângulo que queremos destacar. Objetivo é mesmo destacar esses tormentos próprios da ausência da paz de consciência ou da harmonia decorrente exatamente também, agora presente, da paz de consciência.
Fala-se tanto em céu e inferno. Há milênios destaca-se a existência de um céu e de um inferno, mas eles nada mais são que estados de consciência. É ingenuidade imaginar um céu de ociosidade ou de contemplação eterna, sem atividade, o que tornaria o céu um outro inferno.
Ou, ao mesmo tempo, imaginar um inferno destinado ao sofrimento eterno, sem possibilidade de libertação e ainda entregue ao comando de um ser que o próprio Deus não poderia comandar, na figura infantil do chamado e desacreditado diabo.
Não existem o céu e o inferno. Estes podem existir desde já no interior de cada um de nós, de acordo com nossas posturas morais e comportamentos que adotamos.
O que existem são estados de consciência, que pode estar em paz ou torturada pelo remorso, pelo arrependimento.
Diabo somos nós quando nos alimentamos de inveja, de ciúme, de rancor, de desejo de vingança, de avareza, quando agimos nos bastidores para manipular e benfeitores somos quando usamos o perdão, a benevolência, a humildade, a solidariedade.
Não há o castigo do inferno ou a premiação da ociosidade nas leis que regem a vida. O que existem são leis sábias que comandam a vida com justiça e misericórdia, sintetizada na celebre frase: “A cada um segundo suas próprias obras”, na sabedoria do Mestre da Humanidade.
Agora que a mentalidade amadureceu somos convidados a uma postura moral mais adequada com o progresso de nosso tempo e com as diretrizes que começamos compreender com mais clareza.
Veja-se a complexidade do momento atual do país. Ela é fruto de nossas imperfeições morais, individuais e coletivas, que resultaram no quadro social que aí está. Mas estamos capacitados para superá-lo, colocando a consciência no cumprimento do dever, agindo com retidão para não adentrarmos depois no “inferno” da consciência de culpa. O céu de harmonia e paz que esperamos está em nossas mãos!
Essas reflexões nos levam à obra O CEU E O INFERNO, de Allan Kardec, que completa em 2015, 150 anos de publicação. Nossa homenagem de gratidão à preciosa obra!


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A Alma do Mundo






Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamento, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades.

Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.

Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.

Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.

Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.

Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.

Uns queriam silêncio; outros, ouvir.

Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.

Uns queriam um carro; outros, andar.

Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.


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