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Se Soubéssemos




“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem...” – Jesus. (Lucas, 23:34.)

Se o homicida conhecesse, de antemão, o tributo de dor que a vida lhe cobrará, no reajuste do seu destino, preferiria não ter braços para desferir qualquer golpe.
Se o caluniador pudesse eliminar a crosta de sombra que lhe enlouquece a visão, observbado o sofrimento que o espera no acerto de contas com a verdade, paralisaria as cordas vocais ou imobilizaria a pena, a fim de não se confiar à acusação descabida.
Se o desertor do bem conseguisse enxergar as perigosas ciladas com que as trevas lhe furtarão o contentamento de viver, deter-se-ia feliz, sob as algemas santificantes dos mais pesados deveres.
Se o ingrato percebesse o fel de amargura que lhe invadirá, mais tarde, o coração, não perpetraria o delito da indiferença.
Se o egoísta contemplasse a solidão infernal que o aguarda, nunca se apartaria da prática infatigável da fraternidade e da cooperação.
Se o glutão enxergasse os desequilíbrios para os quais caminha o próprio corpo, apressando a marcha para a morte, renderia culto invariável à frugalidade e à harmonia.
Se soubéssemos quão terrível é o resultado de nosso desrespeito às Leis Divinas, jamais nos afastaríamos do caminho reto.
Perdoa, pois, a quem te fere e calunia.
Em verdade, quantos se rendem às sugestões perturbadoras do mal, não sabem o que fazem.

Autor:Chico Xavier (médium) - Emmanuel (espírito)
Fonte: Livro: Fonte Viva


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Estupro e Aborto



Em diversas oportunidades, quando fizemos palestra sobre a questão da Reencarnação e Aborto, fomos questionados posteriormente sobre a dolorosas e delicada circunstância do estupro. Principalmente ao se propiciar perguntas nos serem dirigidas por escrito, este aspecto sempre era levantado.

Embora o tema seja potencialmente desagradável, não há como ignorá-lo no contexto de nossa situação planetária.
A grande discussão que se levanta é a legitimidade ou não, do aborto, quando a gravidez é conseqüente a um ato de violência física.
Mais uma vez, nos posicionamos em relação ao aspecto legal da questão nos abstendo de maiores comentários, pois leis e constituições os povos já as tiveram inúmeras e tantas outras terão.
Nossa abordagem será pelo ângulo transcendental e reencarnacionista e considerando que são três (3) espíritos, no mínimo, envolvidos na tragédia em questão.
Também, quanto ao aspecto da ética médica, a qual estamos submetidos por força da profissão que nesta encarnação exercemos, lembramos ser esta ética diferente em cada país do planeta. Numa escala de zero à 10, teremos todas as notas, conforme a nação e o continente que nos detivermos em nossa aldeia global.
Inicialmente também, cumpre-nos esclarecer que o livre arbítrio é o maior patrimônio que nos, espíritos humanos,temos alcançado ao adentrarmos nesta faixa evolutiva pensante. Livre arbítrio que não legitima atitudes, mas oportuniza às criaturas decidir e se responsabilizar pelas conseqüências de seus atos (posteriores).
Outra premissa que deveremos estabelecer é aquela da maior ou menor repercussão dos atos perante a Lei Universal, em função do nível de esclarecimento que possuímos.
Importante também salientar que não há atos perversos que tenham sido planejados pela espiritualidade superior. Seria de uma miopia intelectual sem limites, a idéia de que alguém deve reencarnar a fim de ser estuprado. A concepção do Deus punitivo e vingativo já não cabe mais no dicionário dos religiosos esclarecidos sobre a vida espiritual. Deus é uma fonte inesgotável de amor. É a Lei maior que a tudo preside. Lei coordenadora das leis naturais.
Como conceber a violência física? Como enquadrar a onipresença divina em todas as situações e sofrimentos com que convivemos? Deus estaria ausente nestas circunstâncias? Ou estaria presente? Para muitos indivíduos, se estivesse presente já seria motivo para não crer na sua existência ou na sua infinita bondade e onisciência.
Quem é a “vítima”?
Cada um de nós ao reencarnar trouxe todo o seu passado impresso indelevalmente em si mesmo. Já nos referimos aos núcleos energéticos que trazemos em nosso inconsciente pretérito. Espíritos que somos e pelas inúmeras viagens que percorremos, representadas pelas múltiplas vidas, possuímos no nosso “passaporte” inúmeros carimbos das pousadas onde estagiamos no passado. Hoje a somatória destas experiências se traduzem em manancial energético que irradia constantemente do nosso interior para a superfície.
Assim é também a “vítima”. A jovem que hoje se apresenta de forma diferente, traz em seu passado profundas marcas de atitudes prejudiciais a irmãos seus. Atitudes de desequilíbrio que são gravadas em si mesma. Algumas delas participaram intelectualmente de verdadeiras emboscadas, visando atingir de maneira dolorosa a intimidade sexual de criaturas. Outras foram executoras diretas, pela autoridade de que eram investidas, de crimes nesta área. Enfim, são últiplas as situações geradoras da desarmonia energética que agora pulsa constantemente nos arquivos vibratórios da nossa personagem em questão.
Pela lei universal da sintonia de vibrações, embora aparentemente a vestidura cândida da moça não traduza os arquivos do passado, poderá em dado momento ser atraída por uma circunstância similar àquela que perpetrou em outras eras.
É claro que o trabalho constante da família em termos de educação e amor, e o esforço pessoal da criatura, somando ao incansável labor dos protetores espirituais, poderá afastar a situação a que se sujeita. Não existe fatalidade. Existe apenas a tendência ou predisposição, a qual sempre estará dependendo da maior ou menor facilitação dos envolvidos no processo.
Lembramos também que os familiares que sofrerão em diferentes graus as repercussões do crime em foco, são agora novos personagens do teatro da vida, mas encenaram juntos a uma mesma peça do passado.
O agressor, que muitas vezes surpreende pela escolha menos estética da vítima, na realidade, em seu desequilíbrio patológico, entrou em sintonia com a vítima de hoje devido nela existir algo que tem ressonância com sua enfermidade psíquica.
A lei da gravidade existe. Não é boa nem má. Simplesmente existe. Se jogarmos uma pedra para o alto e ficarmos aguardando seu impacto sob a linha de queda, fatalmente seremos atingidos. Não se trata de punição divina, a lei da gravidade é uma lei universal que cumpre automaticamente sua função. O mesmo ocorre com a lei de ação e reação, e a lei de sintonia energética.
Se já tivermos jogado a pedra para o alto, só nos resta abrir o guarda-chuva da caridade e da postura ética para reduzirmos o impacto da energia que movimentamos no passado.
No entanto, no assunto ora ventilado, a violência ocorreu e a gestação se apresentou como surpresa desagradável. Como orientar a vítima?
*
Identificados os dois protagonistas da gestação, falemos acerca da entidade reencarnante.
Em certas ocasiões, o ser que mergulha na carne nesta dolorosa circunstância é alguém que vibra na mesma faixa de desequilíbrio. Um espírito que pelo ódio se imantava magneticamente à aura da jovem de hoje pedindo-lhe contas pelos sofrimentos que no passado ela lhe causara, se vê preso às malha as energéticas do organismo biológico que se forma. O processo obsessivo que vinha desenvolvendo já o fixara perifericamente à trama perispiritual materna e agora definitivamente adere ao vaso físico.
Apesar do momento cruel, a Lei maior aproveita para retirar o perseguidor e adormece-lo. Acordará talvez embalado pelos braços de sua antiga algoz que aprenderá a perdoar e até amar em função do esquecimento do pretérito.
Lembramos novamente, não foi em hipótese alguma programado o estupro, nem ele em circunstâncias quaisquer se justificaria. No entanto o crime existindo, a espiritualidade sempre fará o máximo para do mal ser possível resultar algum bem.
Mas, muitas vezes a gestante pressionada pelos vínculos familiares opta por interromper a gravidez indesejada.
Muitos de nós que falamos sobre o aborto ou até aqueles que preconizam esta ato, jamais tiveram o ensejo de assistir a execução do mesmo. Em muitos países, em que a legislação permite até o 5º ou 6º mês de desenvolvimento fetal, ou ainda mais além nos casos de estupro, observa-se um quadro tétrico.
Fragmentos de braços e pernas, mãos delicadas e dedinhos ensangüentados são jogados nos baldes frios da indiferença humana. Fetos às vezes retirados inteiros por cesariana, são colocados sobre bandejas onde pela imaturidade pulmonar respiram irregularmente até morrer.
Somos contrários a teatralidade, e a estes recursos chocantes que se exigem em filmes e slides para ferir a sensibilidade das pessoas. A falta de argumento e conhecimento espiritual do processo que se desencadeia, é que faz lançar mão destes métodos agressivos de exposição. A visão espiritual da situação pode dispensar estes recursos de que se servem as correntes religiosas por desconhecerem a pré-existência da alma.
O espírito submetido à violência do aborto sofre intensamente no processo, conforme o seu grau de maturidade espiritual.
Perante a lei divina sabemos que o espírito reencarnado não deve receber a agressão arbitrária em face da violência cometida por outro. Violência que gera violência, um ciclo triste que necessita ser rompido com um ato de amor a um entezinho que muitas vezes aspira por uma oportunidade de evolução.
O aborto provocado gera muitas vezes profundos traumas em todos os envolvidos que exacerbam a dolorosa situação cármica da constelação familiar.
Ninguém é mãe ou filho de outrem por casualidade, há sempre um mecanismo sábio da lei que visa corrigir ou atenuar sofrimentos.
Há, também, espíritos afins e benfeitores que visando amparar a futura mãe, optam pelo reencarne na situação surgida.
A vítima do estupro, poderá ter ao seu lado toda a luz de alguém que poderá vir a ser o seu arrimo e seu consolo na velhice. Irmãos cheios de ternura em seu coração, com projetos de dedicação e amparo, aproveitam o momento criado pelo crime para dar diretamente na vida material todo o seu trabalho para aquela que amam. Renascem como seu filho.
A eliminação da gravidez, através do aborto provocado nestes casos, irá anular este laborioso auxílio que o espírito protetor lamentará ter perdido.
Pelo exposto, a interrupção da gestação mesmo decorrente de violência, é sempre uma atitude arbitrária e que só ampliará o sofrimento dos familiares. Se a jovem for emocionalmente incapaz de atender aos requisitos da maternidade, a adoção, preferencialmente por pessoas de vínculos próximos, deverá ser o remédio indicado. Se não houver possibilidades, psiquicamente aceitáveis, de recepção por parte dos familiares, encaminhe-se os trâmites da adoção para quem receberá aquela criatura com o amor necessário ao seu processo redentor e educativo.
O tempo se encarregará de cicatrizar os ferimentos da alma.

BERNARDI, Ricardo Di. Gestação: Sublime Intercâmbio. InteLítera Editora. 26.

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RECEBEMOS O QUE PRECISAMOS, NÃO O QUE QUEREMOS



"Que Deus Pai todo Poderoso esteja sempre conosco e que Jesus Cristo esteja presente em nossas vidas, em todos os momentos. Nos bons e nos tão bons assim. Que suas palavras sejam levadas por todo o sempre e entendidas por todo cristão de boa vontade.

Quando desejamos a ajuda do Pai, pedimos e esperamos ser ouvidos e atendidos, mesmo que o objeto do pedido não seja o certo. Muitas vezes pedimos e recebemos coisas totalmente distintas e achamos que foi por falta de fé ou que não fomos bem entendidos. Sempre somos ouvidos e bem entendidos. A fé pode não ser tão grande, mas na verdade, mesmo se não pedíssemos, receberíamos o mesmo, pois o Pai sabe das necessidades de um filho antes que ele as manifeste.

Ocorre que nem sempre queremos o que nos é melhor, mas o que achamos ser o melhor. Lamentamos e desacreditamos quando não recebemos o esperado e, no entanto, tempos depois, vemos que o recebido era exatamente o que tinha de melhor. Os problemas vão se resolvendo, vamos nos acalmando e quando certos de que as engrenagens estão em perfeita sintonia, vemos que a vontade de Deus não é a mesma que a nossa e que se tivéssemos obtido outro resultado o fim não seria o mesmo.

O ser humano é genioso, ansioso e acha que sabe o que é melhor. Ledo engano! Deus sabe o que é melhor pra cada um de nós. Nós seríamos mais felizes e realizados se, a cada pedido, entregássemos nossos anseios nas mãos do criador. Temos pressa e nem sempre optamos pelo caminho certo. O mais curto sempre é o mais interessante.

Acalmemos nosso espírito, deixemos o rio fazer seu percurso e mesmo que encontre obstáculos, as águas ou empurrarão o que se põe no caminho com sua força ou passarão por cima, mas nunca ficarão represadas e sem destino.

Falta-nos confiança e paciência. Falta-nos acreditar e esperar o resultado e, principalmente, nos falta agradecer o que nos é dado.
Não agradecemos o que temos porque, às vezes, achamos pouco, mas não temos nada aquém do necessário para uma vida feliz e cheia de realizações. Percalços sempre estarão presentes em nossos caminhos e sempre existirão, mas conseguiremos transplantá-los à medida que acreditemos.

Peçamos força para superar. Não um caminho sem espinhos.
Peçamos forças para levantar e não para que nos poupe da queda. A queda faz parte do aprendizado e dele saímos mais fortes e encorajados a seguir.

Que Deus nos dê forças e vontade para atravessar, a fim de que tenhamos a tão sonhada paz quando chegarmos ao fim da luta.


Assinado: Josué

Data : 09 de janeiro de 2013
Local :  Casa da Prece - Sorocaba ( SP )
Médi
um : S.A.O.G.



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E a Vida Continua - O Filme





Faleceu hoje, dia 25/02/2013, em São Paulo o ator e diretor teatral Luiz Baccelli, que recentemente atuou no filme "E A Vida Continua...", no papel principal como Ernesto Fantini.

Baccelli sofreu uma parada cardíaca em decorrência de complicações renais que vinha enfrentando nos últimos meses.

O ator e dramaturgo Luiz Baccelli era professor, historiador e diretor do grupo teatral Ação Entre Amigos. Iniciou sua carreira profissional com Antunes Filho em 1968, participando de espetáculos que percorreram vários países. Ganhou o Prêmio Molière de melhor ator por Xica da Silva. Durante 10 anos fez parte do grupo Tapa/Cia.

Participou de novelas na Rede Globo, no SBT, na Band e na Record. Entre outros, esteve em Sangue do Meu Sangue, Pérola Negra, Laços de Família, Amor e Ódio, A Escrava Isaura, Amazônia - de Galvez a Chico Mendes, A Favorita, Caminho das Índias e Araguaia.

Nos cinemas em 2012, atuou no filme "E A Vida Continua...", baseado em livro ditado pelo espírito André Luiz e psicografado por Chico Xavier, com direção de Paulo Figueiredo. Trabalhou também nos filmes Ação entre Amigos (1998), Mater Dei (2000) e Os 12 Trabalhos (2006).

Nós, produtores, atores e o diretor do filme "E A Vida Continua...", rogamos as bênçãos de Jesus para o retorno à Pátria Espiritual do nosso querido amigo Luiz Baccelli.


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Religião Espírita



Cultura é a herança social de um povo. É o conhecimento que um determinado grupo acumulou, e está acumulando, à medida que enfrentou e enfrenta situações, dificuldades, desafios. Essa herança é mantida através dos valores, dos conceitos, da mentalidade das pessoas, que, em constante mudança, fazem adaptações que atendem às necessidades do grupo.

A religião é um segmento particular dessa cultura. Os conhecimentos construídos através das experiências e vivências da pessoa, e do grupo ao qual pertence, quando enfrenta questões básicas como o significado do sofrimento, da dor, do Universo, da existência, da vida, de Deus, determinam um conjunto que é chamado de religião. Portanto, as diversas correntes religiosas que existiram, e as existentes, refletem diferentes necessidades, diferentes escolhas de questões prioritárias, diferentes interpretações, diferentes respostas, diferentes atitudes e comportamentos.
As respostas não são dadas, mas construídas pela pessoa ao enfrentar as situações que a sua trajetória de vida apresenta. A visão religiosa é, portanto, uma ferramenta que facilita a construção de respostas.
A visão de Deus, por exemplo, e a relação Dele com os homens, foram se modificando à medida que o homem foi tendo entendimentos e vivências que permitiram novas interpretações.
Para a Doutrina espírita, a interpretação religiosa resulta da soma do conhecimento de várias pessoas, encarnadas e desencarnadas, que superam os seus entendimentos anteriores, propiciando respostas que sejam aperfeiçoadas, ampliadas e sustentem um comportamento diferenciado. A interpretação não é definitiva, acabada, absoluta. É aberta, permitindo que novas sínteses sejam realizadas à medida que o conhecimento das pessoas envolvidas se amplie. A religião espírita, portanto, não tem dogmas, não tem posições a serem defendidas com o sacrifício da razão, da compreensão. A Doutrina não pede que se sustente o que não se entende pois essa atitude não resultará em ato consciente e responsável.
A religião espírita não é a religião do maravilhoso, do sobrenatural, do mágico, do oculto, do mistério, pois “toda a sua extensão é alcançável através do conhecimento” (A. Grimm).
Na visão espírita, a interpretação religiosa não está isolada de outros segmentos de entendimento humano, como a ciência e a filosofia. A ciência, a filosofia e a religião são interdependentes e se completam, resultando em um quadro muito mais amplo de entendimento do ser humano e da vida do que cada uma delas consideradas isoladamente.
Para a Doutrina, a religião não necessita de templos, de cultos, de cerimônias, de rituais, de fórmulas, de prescrições, de sacrifícios, de promessas, de sacramentos. Ser religioso, para a Doutrina, não é pertencer a uma igreja, a uma instituição formal. Não há necessidade de sacerdotes; não há intermediários na ligação entre pessoa, creatura, e o seu Creador, Deus.
O Espiritismo não vincula à religião os conceitos de salvação, de culpa, de castigo, de pecado, mas sim aos de consciência, responsabilidade, avaliação crítica dos atos praticados.
A religião espírita é uma religião interior. É transformação individual; é intensa e extensa modificação de comportamento da pessoa segundo valores que ampliam a consciência de sua unidade com o Creador.
A Doutrina espírita afirma a sua singularidade na fé como sendo “sempre a razão através do conhecimento” (L.J.Correia); na esperança, como empenho de construir melhor o futuro; na prece, como exercício de identidade com o Creador; na dor, como reflexão para mudanças; no livre-arbítrio, como fundamental para a evolução; na evolução, como o significado da vida; na moral, como defesa da vida; na morte, apenas como transição entre o polissistema material e o polissistema espiritual; em Jesus, como exemplo, referencial maior para o cotidiano; em Deus, como “a unidade que se revela todos os dias quando nos procuramos” (A. Grimm); na Religião, como comportamento sempre em transformação.
O Espiritismo é a religião da compreensão alcançada, do entendimento construído, dos valores vivenciados, da modificação consciente do comportamento através do conhecimento renovado de si mesmo, do conhecimento renovado do significado e da unidade da vida, do conhecimento renovado da identidade com o Creador.
A postura do religioso espírita é a que faz “…reflexão sobre a realidade em que se vive para alcançar o conceitual da sua origem, da significação do espiritual, da natureza, do semelhante, da finalidade evolutiva da vida, do exemplo sublime e benevolente de Cristo, da grandeza, da bondade, da justiça de Deus.” (Marina Fidelis)
O religioso espírita é o que sustenta pensamento, linguagem, comportamento, que o aproximam, cada vez mais, do agenciar conscientemente a organização, o ordenamento, a harmonia, a estruturação inteligente do Universo.
(Preparado para o Encontro de Coordenadores dos Grupos de Exercício Mediúnico da SBEE sobre Religião espírita)

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Nívea Stelmann fala sobre conversão ao espiritismo após morte de amiga

"Eu não faço planos, vivo um dia de cada vez. Isso tem a ver com a minha religião", explica a atriz




Católica de berço, Nívea Stelmann falou sobre sua aproximação com a doutrina espírita após a morte de sua amiga, Bruna Bianchi, em 2008. A entrevista foi concedida à Caras nesta quinta-feira (21).

"Eu não faço planos, vivo um dia de cada vez. Isso tem a ver com a minha religião. Fui criada na religião católica, mas depois que eu perdi minha amiga em 2008, comecei a rever meus conceitos", comentou.

"Era uma amiga que eu escolhi como irmã, e que morreu no momento mais feliz da vida dela, no parto. Uma menina bem sucedida profissionalmente, linda, bem amada, com o casamento dos sonhos, morreu dando à luz. A filha é viva, é linda, é amada por todos nós, e ela não está aí, não pode cuidar do grande sonho da vida dela", lamentou Nívea.



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Mensagem de Conforto





Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.
Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.
Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja. Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.
Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.
Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.
Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.
Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.
Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.
Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.


André Luiz psicografia de Chico Xavier
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AS PALAVRAS CORTAM MAIS QUE NAVALHA




“Aqui me encontro para falar de um ponto muito importante e que, por ser usado com freqüência, parece perder a importância que realmente tem. Falo daquilo que sai da boca do ser sem que este meça as conseqüências. As palavras muitas vezes cortam mais do que navalha e ferem tal e qual. Depois de proferidas, pouco se pode fazer para mudar a situação ou o efeito arrasador que podem ter causado.

Quantas vezes alguém nos chega e fala sem critério de outra pessoa... Coisas que não diz respeito a quem ouve e menos ainda a quem conta. e quem ouve, em sua ignorância e muitas vezes por maldade, não perde tempo e repassa o que ouviu, quando deveria passar o que ouviu pelo crivo da verdade, da necessidade.

Repassam sem se preocupar se tais palavras, tais fatos, são verdadeiros; se irão atingir um terceiro, se magoarão alguém. Não pensam se há necessidade de repassar o que foi ouvido. Pois, pode não haver tal necessidade, pois nada acrescentarão a quem diz ou ouve. E, muitas vezes, acontece exatamente o contrário. Muitas vezes não passam de calúnias que podem destruir alguém. Muitas vezes, embora seja verdade, poderia ficar ali. Afinal, se trata-se do erro de alguém, temos que pensar que também erramos e que poderíamos ser alvo de conversas assim.
Precisamos sempre nos colocar no lugar certo, pois só assim não agiríamos impensadamente. A palavra pode ferir ou curar. Tudo depende da forma como é usada. Tentem conter a ansiedade antes de falar de outra pessoa. Não só podemos ajudar através de ações. Podemos ajudar muitas vezes com a falta dela, ou seja, não falando do que se desconhece, não repassando pelo simples gosto de repassar fatos. Policiemo-nos diante do que ouvimos. Não podemos nos recusar a ouvir, mas podemos e devemos nos recusar a dar segmento do que nos chega.

Façamos o bem, a caridade, não dando mais importância ao que ouvimos, do que realmente merece. Se for trazer a felicidade, o bem, não nos façamos de rogados.

Se for o contrário e não pudermos ajudar, rezemos por aquele que peca; por aquele que inconseqüentemente dispara através de palavras. Que Deus nos ajude sempre, que nos ilumine os pensamentos e ações. Um abraço fraterno".


Assinado : Josué

Data : Fevereiro de 2008
Local : Sorocaba ( SP )
Médium : S.A.O.G.


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Qual a missão do seu Espírito?



A missão de cada um tem conteúdos específicos e intransferíveis, carregados de dons únicos e potenciais que somente aquele indivíduo conseguiria desenvolver. Muito embora quando falamos sobre a missão de cada um, passamos a ideia de uma tarefa única, personalizada, encontrar e realizar a missão da alma tem aspectos genéricos que se aplicam a qualquer ser humano. Todos temos dons ocultos específicos que podem e devem ser aflorados durante a vida, os quais se bem aproveitados, poderão promover um incrível aumento na plenitude e na alegria de existir de uma pessoa. Contudo, mesmo após o afloramento de determinados dons, muitas pessoas ainda munidas de potenciais latentes, não conseguem se concentrar no que realmente importa, a evolução da consciência e o foco em um estilo de vida voltado para os valores da alma.

A maioria das pessoas, que em algum momento se perguntam sobre suas missões aqui na Terra, já começaram a sentir um dos primeiros sintomas que indicam que elas não estão alinhadas com os seus propósitos: o sentimento de vazio. Este sentimento não vem sozinho, com ele sempre encontramos a angústia, a frustração e o desânimo que gera o efeito nota 5.

O efeito nota 5 é aquele conjunto de características que surge em uma pessoa que não faz o que ama fazer, que não vive uma vida cheia de propósitos, que não tem alegria no olhar, que não consegue construir aquele tipo de motivação que transforma os lugares por onde ela passa. São pessoas que fazem "tudo direitinho", que pagam as suas contas, que não fazem mal a ninguém, que são bons cidadãos e só! Não têm energia para criar novos projetos e para inspirar mais pessoas a tal. E a simples razão é porque não estão focando o estilo de vida para os valores da alma.

PRINCÍPIOS VALIOSOS

Alguns passos são necessários para que você comece a se alinhar com você mesmo:

1 - Evoluir sempre é a questão mais importante da nossa existência. Em primeiro lugar, você precisa melhorar os aspectos da sua consciência, curando os traços negativos da sua personalidade, como raiva, medo, tristeza, mágoa, pessimismo, intolerância, agressividade, tendência a criticar, tendência a controlar os outros, tendência a se isolar do mundo, tendência a se culpar, e assim por diante. Leia livros, faça cursos, terapia, participe de grupos específicos, todavia jamais, sob nenhuma circunstância, deixe de dar prioridade número um a curar os seus pensamentos e emoções negativas.

Entenda que você é 100% responsável por você. Ninguém é responsável pela sua felicidade e você também não é responsável pela felicidade de ninguém. Arregace as mangas e siga em frente com vontade de fazer a diferença. Você pode até não saber o que está fazendo e também não ter certeza se está no caminho certo, mas se você estiver cheio de ânimo para encontrar o seu caminho, naturalmente irá encontrar, pois esse movimento obedece a leis naturais.

- Você não conseguirá ir a lugar nenhum se não valorizar o que você é e o que você tem no agora. Jamais reclame, jamais critique, tampouco gaste o seu tempo se lamentando pelo que não tem ou não conseguiu. Gratidão e foco no seu objetivo são ingredientes mágicos que irão turbinar a sua energia interna de realização.

- Ser para ter é a chave. No mundo atual, a maioria das pessoas olha ao seu redor e em algum momento sente uma carência profunda por não ter os bens materiais que o vizinho tem, por não ter o emprego que um amigo tem ou o relacionamento perfeito que aquela pessoa que está na mídia. Nesse momento, de forma ilusória, a pessoa pode acreditar que para ser feliz precisará dos bens materiais do vizinho, do emprego do amigo ou o relacionamento perfeito daquela celebridade. Como dificilmente ela conseguirá tudo isso, tal e qual as pessoas citadas conseguiram, então, o sentimento de carência pode vir à tona com toda força. Você não pode inverter o caminho das coisas, não podemos ter algo para ser, entretanto, devemos ser para ter. E o ser para ter envolve exatamente a aplicação correta do princípio 1.

- Adquira o hábito da reflexão diária. Sem parar todos os dias, silenciando os sons externos e acalmando a mente, você jamais escutará a voz da sua alma. Internamente, no âmago da nossa consciência encontramos as respostas certas para absolutamente todas as situações da nossa vida, contudo, não somos acostumados a isso. Todos os dias, feche os olhos por dez minutos e faça perguntas mentalmente para você, as quais têm o objetivo de analisar como a sua alma se sente quanto à forma como você vem vivendo a sua vida. Algumas perguntas que você pode se fazer são:

- Eu estou no meu lugar no mundo?
- Quanto esforço eu faço para ser aceito(a) pelas pessoas à minha volta? Isso é realmente necessário? Eu estou agindo corretamente?
- Qual é o tamanho e qual é a qualidade do legado que eu já construí nesta vida? Quantas coisas eu já fiz pelo mundo das quais eu posso me orgulhar?
- Eu gosto do que me tornei?
- O que eu pretendo começar a fazer neste instante para melhorar a minha vida e o mundo?

6 - Você só muda o mundo começando por você. Você não consegue mudar no outro o que não consegue mudar em você. Ensine pelo exemplo, seja o exemplo! Se quer mais harmonia, conquiste-a primeiro. Se quer que alguém tenha mais amor, mais paciência, mais perdão, então, tenha você primeiro mais amor, mais paciência e mais perdão.

7 - Saia do piloto automático. O mundo de hoje está programado para as pessoas não pensarem, não refletirem e viverem dentro de uma proposta de comportamentos controlados para um padrão materialista unicamente e linear. Não assista TV demais, não leia futilidades demais, não faça o que todo mundo faz o tempo inteiro, não fique na corrida louca do inconsciente coletivo, pois assim você será engolido.

- Tenha disciplina nos assuntos essenciais. Toda pessoa, com o tempo, descobre valores os quais ela não suporta viver sem, por isso, descubra quais são esses valores na sua vida e dê muita atenção a eles. Todos nós temos áreas de nossas vidas que podem ser consideradas estratégicas, então as mapeie e determine um plano de ação para que sejam bem organizadas em sua vida.

9 - Viver o seu melhor é uma consequência. Quando você aplicar na sua vida um estilo de vida e comportamentos voltados para os princípios anteriores, naturalmente os seus dons e talentos começarão a aflorar e você será inspirado a fazer novas coisas. Mas atenção! Não há como ser feliz com seus próprios talentos, se você não souber aplicar os princípios anteriormente citados.

Bruno J. Gimenes



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O Sucesso Ainda É Ser Feliz...




"Flua entre os problemas; eles são apenas acontecimentos que você ainda não compreende. Quando fluímos entre as dificuldades, somos como a água que envolve uma... pedra : podemos ver todos os lados da situação, conhecê-la melhor e superá-la com mais facilidade. Flua mesmo quando a morte chegar. Ela é apenas a parteira que o ajudará a renascer. O medo é a cortina que impede a pessoa de enxergar o arco-íris da vida! Observe quantas pessoas o admiram, e quantas são mais felizes porque você as ajudou. Lembre-se : Você é sensacional!"

Roberto Shinyashiki


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DISCERNIR E CORRIGIR


“... com o critério com que julgardes sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também”. – Jesus (MATEUS, 7:2)

 Viste o companheiro em necessidade e comentaste-lhe a posição... Possuía ele recursos expressivos e, talvez por imprevidência, caiu em penúria dolorosa... Usufrui conhecimentos superiores e feriu-te a sensibilidade por arrojar-se em terríveis despenhadeiros do coração que, às vezes, os últimos dos menos instruídos conseguem facilmente evitar... Detinha oportunidades de melhoria, com as quais milhares de criaturas sonham debalde e procedeu impensadamente, qual se não retivesse as vantagens que lhe brilham nas mãos... Desfruta ambiente distinto, capaz de guindá-lo às alturas e prefere desconhecer as circunstâncias  que o favorecem, mergulhando-se na sombra das atitudes negativas... Mantinha valiosas possibilidades de elevação espiritual, no levantamento de apostolados sublimes, e emaranhou-se em tramas obsessivas que lhe exaurem as forças... Tudo isso, realmente, podes observar e referir. Entra, porém, na esfera do próprio entendimento e capacita-te de que te não é possível a imediata penetração no campo das causas. Ignoramos qual teria sido o nosso comportamento na trilha do companheiro em dificuldade, com a soma dos problemas que lhe pesam no espírito. Não te permitas, assim, pensar ou agir, diante dele, sem que a fraternidade te comande as definições. Ainda mesmo no esclarecimento absoluto que, em casos numerosos, reclama austeridade sobre nós mesmos, é possível propiciar o remédio da fraqueza a doentes da alma pelo veículo da compaixão, como se administra piedosamente a cirurgia aos acidentados. Se conseguimos discernir o bem do mal, é que já conhecemos o mal e o bem, e se o Senhor nos permite identificar as necessidades alheias, é porque, de um modo ou de outro, já podemos auxiliar.

 Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 179 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel. 

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ANSIEDADE



      A ansiedade é uma das características mais habituais da conduta contemporânea.
Impulsionado ao competitivismo da sobrevivência e esmagado pelos fatores constringentes de uma sociedade etica­mente egoísta, predomina a insegurança no mundo emocio­nal das criaturas.
A preocupação de parecer triunfador, de responder de forma semelhante aos demais, de ser bem recebido e considera­do é responsável pela desumanização do indivíduo, que se torna um elemento complementar no grupamento social, sem identidade, nem individualidade.
A ansiedade tem manifestações e limites naturais, perfei­tamente aceitáveis.
Quando se aguarda uma notícia, uma presença, uma res­posta, uma conclusão, é perfeitamente compreensível uma atitude de equilibrada expectativa.
Ao extrapolar para os distúrbios respiratórios, o colapso periférico, a sudorese, a perturbação gástrica, a insônia, o cli­ma de ansiedade torna-se um estado patológico a caminho da somatização física em graves danos para a vida.
O grande desafio contemporâneo para o homem é o seu autodescobrimento.
Não apenas identificação das suas necessidades, mas, prin­cipalmente, da sua realidade emocional, das suas aspirações legítimas e reações diante das ocorrências do cotidiano.
Mediante o aprofundamento das descobertas íntimas, al­tera-se a escala de valores e surgem novos significados para a sua luta, que contribuem para a tranqüilidade e a autoconfiança.
Não há, em realidade, segurança enquanto se transita no corpo físico.
A ansiedade trabalha contra a estabilidade do corpo e da emoção.
A análise cuidadosa da existência planetária e das suas finalidades proporciona a vivência salutar da oportunidade orgânica, sem o apego mórbido ao corpo nem o medo de per­dê-lo.
Os ideais espiritualistas, o conhecimento da sobrevivência à morte física tranqüilizam o homem, fazendo que consi­dere a transitoriedade do corpo e a perenidade da vida, da qual ninguém se eximirá.
Apegado aos conflitos da competição humana ou deixan­do-se vencer pela acomodação, o homem desvia-se da finali­dade essencial da existência terrena, que se resume na aplicação do tempo para a aquisição dos recursos eternos, propici­adores da beleza, da paz, da perfeição.
Propalando-se que as conquistas morais fazem parte das instituições vencidas — matrimônio, família, lar — os apani­guados da loucura crêem que aplicam, na velha doença das proibições passadas, uma terapêutica ideal. E olvidam-se que o exagero de medicamento utilizado em uma doença, gera danos maiores do que aqueles que eram sofridos.
A sociedade atual sofre a terapia desordenada que usou na enfermidade antiga do homem, que ora se revela mais de­bilitado do que antes.
São válidas, para este momento de ansiedade, de insatis­fação, de tormento, as lições do Cristo sobre o amor ao pró­ximo, a solidariedade fraternal, a compaixão, ao lado da ora­ção, geradora de energias otimistas e da fé, propiciadora de equilíbrio e paz, para uma vida realmente feliz, que baste ao homem conforme se apresente, sem as disputas conflitantes do passado, nem a acomodação coletivista do presente.

Do livro: O Homem Integral – Divaldo Pereira Franco/Joanna Di Ângelis

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Carência






A metafísica explica os fatos e situações que estão ligados à teia universal e vão além do que os nossos olhos podem enxergar de uma forma racional e mecanicista.

A carência, na metafísica, nada mais é do que o afastamento do ser humano dele próprio. A incapacidade de se enxergar por completo, se auto conhecer e reconhecer os próprios potenciais, faz com que sintamos essa ausência de alguma coisa.

Somos seres humanos completos, íntegros, com habilidades e recursos que precisam ser descobertos em nós mesmos. Geralmente procuramos o que, supostamente acreditamos não possuir, em outra pessoa. Buscamos a nossa alma gêmea para nos agarrarmos e nos apoiar. Quantas pessoas se casaram por admirar no outro o que elas achavam não possuir nela própria e, quando ela percebe, que também possui aquela capacidade, o casamento perde a graça ou diz que o amor acabou. Na verdade, não havia amor, havia espelho do que a pessoa gostaria de ser.

Culpamos os outros por nossas carências. Buscamos relacionamentos falsos em busca de suprir o que entendemos que não possuímos.

Dizemos estar carentes de amor, mas até que ponto nos amamos? Se nos falta atenção, podemos nos questionar quão atentos estamos aos nossos desejos e vontades. Se o nosso problema é carência financeira, preste atenção a quantas anda a sua auto valorização.

Somos reflexo de como nos tratamos. Os nossos desafios, aqueles que chamamos de problemas no dia-a-dia, estão aí, na nossa vida, chamando a nossa atenção para desenvolvermos nossas habilidades intrínsecas.

Carência = falta de

Quando você se sentir carente, identifique que ponto de apoio está faltando em você mesmo. Tenha certeza que você já o possui e pode, sim, se auto suprir com ele. Eu sei que é mais fácil identificar no outro esse atributo e até procurar alguém para admirar ou "encostar", mas o universo é sábio e, mais cedo ou mais tarde, esse mesmo desafio aparecerá novamente e, se você continuar se escondendo, o desafio continuará te perseguindo.

Vou dar um exemplo muito simples para que fique muito claro como a carência pede para que você desenvolva um recurso, que você já possui.

Pessoas que nascem em famílias repressoras, tem o desafio de desenvolverem a sua afirmação como pessoa, seu livre arbítrio e se fazerem respeitar como seres humanos. Se ela não desenvolver esses recursos, encontrará sempre na vida dela pessoas repressoras: chefes, namorados, maridos, vizinhos, etc..

Portanto, acredite no poder que você tem de ser auto-suficiente. Isso não quer dizer que você não precise do outro, mas é diferente de depender do outro para se sentir bem ou completo.

O desafio da carência é você identificar e desenvolver em você o que aparece como falta. Lembre-se sempre: você é um ser completo e único, capaz de crescer e evoluir. Depende somente de você potencializar o que já está aí dentro.


Simone Arrojo



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