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1 de mai de 2013

Dialogo com as Sombras 3ª PARTE - (24) O PROBLEMA





TERCEIRA PARTE
O CAMPO DE TRABALHO


24 - O PROBLEMA

O ser humano, encarnado ou desencarnado, vive no clima da emoção, pressionado ou sustentado por ela, levado por ela às furnas mais profundas da dor e da revolta, ou alçado aos píncaros da felici­dade e da paz. Ela nos afeta, mesmo quando, ocasionalmente, pa­rece não existir em nós. É oportuno lembrar que emoção, etimo­logicamente, quer dizer ato de deslocar, ou seja, mover. Arrastado pela emoção, o Espírito se desloca, num sentido ou noutro, cami­nhando para as trevas de sofrimentos inenarráveis ou subindo para os planos superiores da realização pessoal, segundo ele se deixe dominar pelo ódio ou se entregue ao amor. Esse deslocamento o conduz a extremos de paixão, que o esmaga, ou a culminâncias de devotamento, que o santifica, e, muitas vezes, em estágios ainda inferiores da evolução, confunde-se em nós a realidade ódio/amor, e nos confundimos nela e com ela, porque é comum tocarem-se os extremos.
O trabalho de desobsessão não deve ignorar essa realidade. Freqüentemente, o processo da desobsessão se desencadeia, de ma­neira paradoxal, por amor, e é lembrando esse aspecto que conse­guimos, às vezes, ajudar os Irmãos, que se atormentam mutuamente, a colocarem um ponto final nas suas angústias. O que acontece éque temos em nós todos o instinto egoísta — e quase todos os instintos são egoístas — de conservar a posse total do objeto de nossa preferência ou afeição: a esposa, o esposo, o filho, o dinheiro, a posição social, o poder. Suponhamos que a esposa nos traia, que o filho nos rejeite, que o dinheiro ou o poder nos sejam arrebatados.
Passamos imediatamente a odiar os que nos privaram da posse daquilo que amamos ou valorizamos. Com isto, percebemos que amor e ódio são duas faces de uma só realidade, luz e som­bra, que em determinado ponto absorveram-se uma na outra, criando uma opressiva atmosfera de penumbra, na qual perdemos a visão dos caminhos e o senso da direção. Para desfazer esse clima de crepúsculo, que agonia e desorienta o Espírito, é preciso ajudá-lo a identificar bem seus sentimentos, a fim de separá-los. Estejamos certos, para isso, de uma realidade indisputável, ainda que pouco percebida: o amor, como dizia Paulo aos Coríntios, não acaba nunca. Mesmo envolvido, soterrado no rancor e na vingança, ele subsiste, sobrevive, renasce, está ali. O ódio não o exclui; ao contrário, fixa-o ainda mais, porque em termos de relacionamento homem/mu­lher, o ódio é, muitas vezes, o amor frustrado. Odiamos aquela criatura exatamente porque parece que ela não quer o nosso amor, porque nos recusa, nos traiu, nos desprezou, porque a amamos...
No momento em que conseguimos convencer o companheiro desencarnado, em crise, que ele odeia porque ainda ama, ele co­meça a recuperar-se, compreendendo que essa é uma verdade com a qual ele ainda não havia atinado. Por mais estranho que pareça, o rancor contra a amada, ou o amado, que traiu ou aban­donou, é que mantém acesa a chamazinha da esperança. Aquele que deixou de amar é porque não amou bastante e, com menor dificuldade, desliga-se do objeto de sua dor. Cedo compreende que não vale a pena perder seu tempo, e angustiar-se no doloroso pro­cesso de vingar-se, dado que — e isto também pode parecer con­traditório — não podemos ignorar o fato de que a vingança impõe, também ao vingador, penosas vibrações de sofrimento.
Vários casos assim temos encontrado na experiência de nossos grupos.
Um desses foi comovente. O Espírito manifestante era de uma mulher. Seu antigo companheiro, ora encarnado, fazia parte de nosso grupo e ela ainda trazia em seu coração um rancor que 130 anos não conseguiram extinguir. Fora muito bela, inteligente, de elevada posição social, e rompera com todas as convenções da época para segui-lo. E por mais de um século, recolhida ao mundo espiritual, achara que não valera a pena o seu sacrifício e que ele não dera valor às suas renúncias e nem as merecera.
Foi muito difícil o diálogo com ela. Tudo foi tentado pelos nossos queridos amigos espirituais. Levaram-na a um encontro com ele desdobrado pelo sono — a um local, na Europa, onde vi­veram momentos de intensa felicidade e enlevo. Ajudavam, como podiam, o doutrinador, nos seus esforços. Ela era muito brilhante e estava muito magoada: tinha respostas oportunas, encontrava em si mesma todas as justificativas para continuar agindo daquela ma­neira. Afinal de contas, não pensara noutra coisa, por mais de um século! Promoveram, os benfeitores espirituais, encontros com um fi­lho que o casal tivera naquela ocasião e que se encontrava também no mundo espiritual, bastante pacificado e dedicado ao trabalho construtivo. Reencontrou-se ela, também, com outra filha — esta reencarnada — à qual se dirigia com carinho e afeição, através do médium. Nada. Certa vez, em lugar de ligá-la ao seu médium ha­bitual, ligaram-na com o próprio companheiro, objeto de seus ran­cores, pois ele também dispunha de excelentes faculdades mediú­nicas. Quando ela percebeu que falava por seu intermédio, reti­rou-se prontamente, muito chocada. De outras vezes, ele tentou dialogar com ela, mas a experiência foi negativa, pois a sua palavra parecia exacerbar o rancor que a infelicitava.
Esse drama durou meses, semana após semana. E ela, irredu­tível. Certa vez, sentindo que começava a ceder aos argumentos ou aos sentimentos de afeição que colhia no grupo, ela desligou-se subitamente do médium. Nossos benfeitores, por doce constrangi­mento, trouxeram-na de volta, já em pranto. Ela veio indignada, revoltada, falando entre lágrimas:
— Quando vai terminar esta farsa?
Pacientemente, o doutrinador lhe devolveu a pergunta com outra:
— Você acha, minha querida, que suas lágrimas também são uma farsa?
Estava chegando ao fim de sua longa e penosa agonia Íntima. Começou a ceder, à medida em que o amor reacendia a sua chama, a princípio timidamente, e depois, com todo o vigor antigo, mas agora purificado, expurgado da paixão que fora a sua perda. Aca­bou por reconciliar-se com o seu antigo amado.
Esta história, tão verídica e dramática quanto a própria vida, teve um final emocionante e, graças a esse episódio, vivi uma das mais belas e comovedoras emoções da minha experiência no trato com os Espíritos.
Certa noite, ela veio apenas para despedir-se. O drama e a dor estavam encerrados. Agora, era a retomada da trilha evolutiva, a perspectiva de novas experiências redentoras: a querida irmãzinha preparava-se para reencarnar-se, perfeitamente reconciliada com a vida e com o amor. Foi-nos permitido identificá-la na nova encar­nação que se iniciava sob tão belos auspícios e tão gratas alegrias para todos aqueles que a amavam.
Renasceu. Uma bela criança, em lar feliz e equilibrado. Logo aos primeiros meses de sua nova existência, tive oportunidade de vê-la. Visitava eu a família, e a jovem mãe me chamou para ver a criança. Entramos no quarto em que ela dormia profundamente. A mãe acendeu a luz, sob meus protestos, pois temia que ela acor­dasse, mas ela continuou dormindo. Era linda, e dormiu ainda alguns segundos. Depois, abriu os olhinhos, contemplou-me — seu antigo doutrinador, com quem sustentou batalhas impetuosas — e me deu o prêmio inesperado de um belissimo sorriso... Em seguida, adormeceu novamente, como um anjo que era. Senti naquele sorriso a mensagem da paz e da gratidão. Seus olhinhos exprimiam felicidade e amor. Sua expressão me dizia, na linguagem inarti­culada da emoção:
— Ah! É você? Eu já estou aqui, amigo...
Sem dúvida alguma, o amor também renascera com ela. Seu antigo companheiro recebe dela, hoje, o amor transcendental da neta muito querida pelo avô, que mereceu também a bênção do reencontro e da reconciliação.

*

       A coisa não é tão fácil quando o Espírito desajustado persegue aquele que o fez perder a posição, o poder, o dinheiro ou o amor. Quase sempre se esquece o vingador de que ele próprio desenca­deou o mecanismo do resgate quando, em passado esquecido, mas indelével, cometeu faltas idênticas contra o próximo. Na confusão em que se envolve, o culpado de sua queda, de suas frustrações, não são os seus próprios enganos, é aquele que ali está, encarnado ou desencarnado. Sua revolta e sua angústia como que se perso­nalizam, objetivam-se, e é mais fácil lutarmos e tentarmos destruir uma pessoa, que identificamos como causadora de nossa derrota, do que enfrentarmos a dura realidade de que a causa está em nós mesmos e que o ser a quem perseguimos foi apenas o infeliz instrumento da lei. Nossos erros são cometidos contra a lei divina; é preciso deixar a ela o trabalho de reajuste. Aquele que assu­me a posição de tomar a justiça divina em suas mãos, está rea­brindo o ciclo da dor, em vez de fechá-lo com o perdão. Mais uma vez é preciso lembrar aqui a técnica desobsessiva que o Cristo nos ensinou:
“Ouvistes dizer: Amai vosso próximo e odiai vosso inimigo. Pois vos digo: Amai os vossos inimigos e rogai pelos que vos per­seguem, para que sejais filhos de vosso Pai celestial, que faz brilhar o seu sol sobre os maus e sobre os bons e chover sobre os justos e os injustos. (1)
Orar por aqueles que nos perseguem não é apenas um preceito evangélico teórico — e já seria muito, por certo — é um ensina­mento do mais elevado valor prático, ante os companheiros com os quais nos desentendemos no passado. O rancor que sentem por nós sobrexiste, ou se dilui, segundo nossas próprias reações, sempre observadas atentamente pelos nossos cobradores. Se os odiamos também, o ódio que nos votam sustenta-se, fica estimulado, per­siste, atravessa os séculos e os milênios. Isto é uma realidade terrível, que multidões de sofredores ignoram, lamentavelmente. Se deixamos de odiar e passamos a orar por aquele que nos ator­menta, libertamos pelo menos dois seres: a nós e a ele, além de outros que possam estar comprometidos no processo.
Nunca será suficientemente enfatizada a importância deste con­ceito, em trabalhos de desobsessão. Isto é válido também — e como! — para a maneira pela qual recebemos nossos irmãos em desajuste e com eles dialogamos. Deixaremos para debater esse aspecto mais adiante, quando cuidarmos das técnicas e recursos sugeridos para o trabalho. Convém, no entanto, insistir e repetir: os Espíritos em

(1) Mateus, 5:43-45. A Bíblia de Jerusalém esclarece, em nota de rodapé, que a expressão odiai vosso inimigo não se encontra no texto da lei, o que é verdadeiro, pois não consta de Levíticos, 19:18, de onde foi extraída a citação. Esclarece, porém, que a expressão era forçada, por causa da pobreza da língua, O vocabulário da época, ao que se depreende, não tinha uma expressão correta para descrever o sentimento que não seria nem amor, nem ódio, nem indiferença e, por isso, todo aquele que não fosse amigo, seria inimigo; tudo o que não pudesse ser considerado amor, era ódio. De certa forma, essa pobreza semántica perdura.

estado de perturbação avaliam as nossas emoções e não as nossas palavras. Estão, no fundo, ansiosos de que os convençamos de seu erro, porém jamais reconheceriam isso. Se no debate opusermos nossa irritação à deles, nada conseguiremos senão confirmá-los nos erros em que se enquistaram através do tempo, repetindo enganos e desenganos.
Lembro-me de um exemplo, entre muitos, dessa curiosa posição espiritual, O companheiro manifestou-se impetuoso e logo revelou-se indignado porque não conseguiu despertar em mim uma reação idêntica à sua, ou seja, também de irritação, para que se criasse o clima da desavença que pensam convir-lhes. Como me mantinha sereno e imperturbável, ele se esvaziou pouco a pouco do seu ím­peto e partiu, algo desapontado, mas ainda não convencido, talvez pensando em descobrir um método qualquer de me irritar, a fim de arrastar-me para a sua faixa vibratória, onde melhor poderia alcançar seus propósitos. Na semana seguinte deu-se a coisa mais linda. Incorporou-se ao seu médium, ao meu lado, olhou-me e disse, com voz emocionada, em tom e em palavras que nunca mais me esquecerei:
— Não precisa armar-se. Você já me ganhou...
Uma simples frase dessas descreve um mundo de emoções e de decisões que um livro não poderia conter. Que me restava dizer a ele, senão da profunda emoção e gratidão pela sua resposta ao sentimento da fraternidade?
O  doutrinador tem que estar, pois, muito atento, para não deixar envolver-se pelo rancor que o Espírito traz em si. Um con­frade, experimentado nas lides espíritas, e que acumulou, ao longo dos anos, extenso rol de casos curiosos, contou-me que um doutri­nador desavisado, profundamente irritado com o desajustado Espí­rito manifestante, berrou-lhe, no auge da desarmonização:
— Materializa-te, que quero te dar uma bofetada!

*

      A situação é consideravelmente mais difícil quando o doutri­nador defronta-se com seu próprio obsessor. Neste caso, a tarefa assume implicações de natureza muito pessoal, para as quais o doutrinador tem que estar preparado. Mais adiante, estudaremos um caso destes. Neste ponto, basta extrair da situação um ensinamento 
extremamente precioso e que nunca deve ser esquecido: o de que o arrependimento e o remorso também devem ser construtivos. Isto vale, tanto para o que persegue, quanto para o perseguido.
Tentemos explicar este delicadíssimo mecanismo.
Imaginemos um Espírito desencarnado, envolvido num tene­broso processo de obsessão. Ele persegue e vinga-se de alguém im­placavelmente, século após século, num ódio que parece não ter fim e que nunca chega à saciedade, pois é da natureza do ódio jamais satisfazer-se em si mesmo. É certo que ele ignora, cons­ciente ou não, a causa anterior que determinou o efeito da sua dor. Digamos que ele tenha sido assassinado, por alguém, enquanto exercia elevada posição de mando, como um rei, por exemplo, ou déspota medieval. Toda a sua cólera, no mundo das trevas, se concentra naquele que provocou a sua desencarnação. Ele não quer saber que anteriormente, naquela vida ou em outra, remota ou não, ele mesmo praticou falta semelhante e agora recebe a visita inevitável da lei. Ele só sabe que aquele miserável o matou e, portanto, merece todos os castigos e punições. Além do mais, ele sabe também que, ao errarmos, expomo-nos, a nosso turno, à co­brança, o que, na sua maneira de pensar, dá-lhe o “direito” de punir e de vingar-se.
Suponhamos, ainda, que ao cabo de uma feliz doutrinação, aquele severo perseguidor resolva, afinal, encerrar o processo da vingança. Está cansado, chegou à conclusão de que não vale a pena continuar, porque um dos grandes infelizes é ele próprio; ou, mais grave ainda, descobriu que, no passado, ele próprio cometeu faltas muito mais terríveis do que aquela que pretendeu cobrar, em nome de um Deus em que ele mesmo não acreditava. Pode ele, em tais circunstâncias, descer a abismos de autocomiseração e dor. Temos tido oportunidade de presenciar arrependimentos dramáticos, desesperados.
É o momento de ajudá-lo a construir algo com os salvados de sua tragédia, mostrando-lhe que o remorso deve ser construtivo, senão ele, que estava parado na estrada da evolução, vai continuar paralisado pelo remorso.
De outro lado, vejamos o perseguido, ou obsidiado. Nem sem­pre ele sabe por que sofre os rigores da vingança. O erro vem de muito longe, e deve ser muito grave, para que ele sofra daquela maneira, mas ele desconhece as causas da sua dor e nem sequer tem oportunidade de enfrentar, num diálogo, o seu obsessor. Como Espírito, ele não o ignora; apenas o véu do esquecimento o pro­tege, como a todos nós, de lembranças extremamente dolorosas, que não temos condição de suportar com a nossa consciência de vigília. Se ele tem oportunidade, porém, de conhecer a razão de sua obsessão, e entrega-se ao remorso desenfreado, dificulta a liberta­ção de seu próprio Espírito e do de seu verdugo. Por outro lado, ele não pode ignorar o arrependimento, pois é exatamente este sen­timento que lhe dá os primeiros recursos para livrar-se da dor. Sem arrependimento, colocamo-nos em posições nas quais não po­demos sequer ser ajudados. A situação é, pois, muito complexa e delicada, porque o mesmo sentimento de remorso que o levou a me­recer ajuda, pode retê-lo à mercê do seu perseguidor, se não for canalizado para fins construtivos, O remorso é, pois, uma flor belís­sima, de muitos e pontiagudos espinhos. É preciso estudá-lo, tra­tá-lo com serenidade, equilíbrio e humildade. Sim, estamos arrependidos do erro cometido contra o irmão; mas não podemos per­mitir que o nosso arrependimento alimente indefinidamente o seu rancor. É nisso, aliás, que ele se esforça: manter a sua vítima sempre lembrada do erro, porque o arrependimento serve dupla-mente, tanto para fazê-la sofrer, como para estimular a cobrança, que se eterniza.
— Paga a tua dívida! — gritou certo companheiro desarvorado.
Mas, pagar como? Que entenderia ele por pagar a dívida? Certamente que com a dor que resgata e com o arrependimento que nos retém preso a ela. É uma situação extremamente critica e delicada.
Ainda voltaremos a este tema, que contém outras implicações e conotações de grande interesse para o trabalho de doutrinação.

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