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O direito de viver



Por   Luiz Julião Ribeiro

  
É cediço que o ser humano recebe do supremo Dispensador do universo incontáveis recursos naturais que compõem a essência de sua vida.
Entre tais recursos destaca-se o direito de viver como o mais fundamental entre todos, por ser o pressuposto dos demais recursos passíveis de serem usufruídos pelo ser humano.
Antes, porém, de adentrar na análise do tema propriamente dito, para maior clareza desta relevante questão, convém perguntar o que seria mesmo o ser humano ou, por outra, quais são seus componentes.

Ser humano é o ente que resulta da união entre o Espírito e o corpo humano, sendo aquele o ser essencial para o qual a vida humana é o objeto, e este último, o corpo, o ser instrumental, destinado a proporcionar ao Espírito os meios de atingir seus elevados fins: a perfeição. À frente do direito de viver na matéria, pressupõe-se o acesso à vida física, como a mais rica experiência do Espírito numa determinada fase de sua trajetória evolutiva, à semelhança de enorme parcela de Espíritos reencarnados no planeta Terra.

No atual estágio evolutivo da humanidade terrestre, não se pode mais realizar a análise deste tema – o direito de viver –, com o mínimo de profundidade, se não se levar em conta o ser espiritual que anima o corpo humano e que é, sem contradita, o ser real, essencial e o verdadeiro destinatário da vida humana na Terra.

Assim, por meio da indução, somos racionalmente levados à mais elementar conclusão de que a vida terrena não se restringe à mera satisfação das necessidades inerentes ao corpo físico, sob pena de reduzirmos os mais elevados, fundamentais e altruísticos sentimentos e valores humanos a uma quimera a ser decomposta pelas reações químicas num túmulo fétido ou reduzida a cinzas num forno de cremação, em que as mais caras e puras afeições não passariam de momentos fugazes e não valeriam mais do que um apetitoso prato de iguarias, solapando pelas raízes qualquer fio de esperança; reduzindo o ser humano a uma vida de cálculo, sem a menor perspectiva; embrutecendo todas as relações, em que o certo e o errado, o bem e o mal, perderiam qualquer razão de ser.

Por isso, o que levaremos em conta na nossa reflexão será principalmente o Espírito e não o corpo físico, porque nossa singela abordagem será realizada pela ótica eminentemente espírita, apesar do nosso mais profundo respeito a todos os ramos do conhecimento humano, que também oferecem fundamentados argumentos sobre o assunto, principalmente se ventilado sob ótica diferente.

O Espiritismo tem em seu conteúdo, como fonte principal, as revelações feitas pelos Espíritos superiores, encarregados por Jesus Cristo de resgatar o real sentido, a pureza e a simplicidade de sua mensagem divina e confirmá-la, em consonância com os avanços intelectuais, alcançados pela humanidade do nosso tempo. Assim, na questão 880, de O livro dos espíritos, Kardec pergunta aos Espíritos encarregados das revelações:
Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem?
“O de viver. Por isso é que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal.”

Os Espíritos deixam claro que, ao se tirar a vida de alguém, o mal maior não é o de simplesmente eliminar o fio da vida física, mas os incalculáveis prejuízos decorrentes desse ato, conforme se pode extrair da resposta dada à pergunta 746:

É crime aos olhos de Deus o assassínio?

“Grande crime, pois aquele que tira a vida ao seu semelhante corta o fio de uma existência de expiação ou de missão. Aí é que está o mal.”


Isso se explica porque é fato que todos morreremos um dia, sendo, porém, necessário que a morte ocorra, em qualquer circunstância, no tempo prescrito por Deus, para que o Espírito possa atingir seus objetivos predeterminados a realizar no corpo, usufruindo integralmente dos seus benefícios.

O grau de maturidade moral e intelectual que o homem mediano atingiu na Terra não mais permite conceber que a vida humana seja a manifestação de um fenômeno fortuito, sem objetivo e sem justa causa, por isso é imprescindível e urgente aprofundar a visão.

Na questão 132, pergunta-se aos Espíritos:
Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?
“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da Criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”


Importa destacar que os Espíritos responderam às perguntas de acordo com o grau de progresso atual da humanidade terrena, pois o planeta Terra encontra-se num grau evolutivo emque a reencarnação do Espírito tem objetivos delimitados e voltados para atender as suas necessidades atuais, razão por que, na questão 167, os Espíritos esclarecem sobre o fim que se objetiva com a reencarnação, nos seguintes termos:

Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da humanidade. Sem isto, onde a justiça?”


Assim, quem tem um objetivo, um propósito, uma necessidade de viver na Terra não é o corpo físico, mas o Espírito que o anima e que necessita dar mais um passo na direção do seu aperfeiçoamento. Quando, portanto, se impede que um corpo nasça na Terra, frustram-se os objetivos do Espírito que necessita reencarnar. Para melhor compreensão, lembremos que a Terra, no atual estágio evolutivo, é uma escola, um hospital, uma oficina de trabalho, um campo de pesquisa, uma sagrada oportunidade de convivência social, psicológica e sentimental do mais alto valor para a evolução moral e intelectual do Espírito.

Diante do exposto, impedir um ser humano de nascer é fechar, para o Espírito que deseja e necessita ardentemente aprimorar-se, as portas de acesso ao conhecimento, à saúde, ao trabalho, à convivência social, ao exercício do amor que a vida num corpo físico pode proporcionar.
A propósito, respondendo à pergunta 357, os Espíritos elucidam nos seguintes e precisos termos:

Que consequências tem para o Espírito o aborto?
“É uma existência nulificada e que ele terá de recomeçar.” 


Observamos que o mal decorrente desta ação não se resume em simplesmente impedir a manifestação da vida, por matar um corpo, mas arruinar, comprometer toda uma existência de alvissareiras perspectivas para o Espírito, o que torna a ação muitíssimo mais grave.

Assim, inúmeras consequências poderão advir para os responsáveis pela prática do aborto. Porque é necessário indagar, também, qual será a atitude que adotará o Espírito que é rejeitado, impedido covarde e egoisticamente de exercer o legítimo direito que Deus lhe outorgou. Não se trata de ameaças, mas de convite à responsável reflexão, porque não somos mais uma sociedade de Espíritos primitivos. Temos o dever de assegurar ao outro o direito que nos foi garantido.

Imaginemos uma sociedade que impedisse suas crianças de ter acesso à escola, seus doentes de receber o auxílio hospitalar, seus cidadãos da oportunidade do trabalho dignificante? Por mais passivas que sejam essas criaturas, nada impedirá que gravíssimas e naturais consequências destas atitudes recaiam sobre seus responsáveis, bem como sobre toda a sociedade, não significando de modo algum castigo de Deus, mas reação pura e simples da lei natural de causa e efeito.

Estamos num estágio de evolução, repetimos, em que não mais podemos sequer cogitar de corrigir um mal praticando outro igualmente hediondo e muito mais irracional, cruel e monstruoso, num verdadeiro atestado de incapacidade ou mesmo de má vontade de buscar as soluções pela aplicação do amor ao bem, sob as luzes infinitas da sabedoria, filha direta da inteligência...
Somente conhecendo a natureza, os fins, as causas e os efeitos que regem a vida, seremos capazes de preservá-la, agindo de conformidade com os superiores objetivos do Criador, baseados no amor, na sabedoria e no bem.


Referência:

KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 93. ed. 1. imp. (Edição Histórica). Brasília: FEB, 2013. q. 132, 167, 357, 746 e 880

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Aborto do anencéfalo - uma perspectiva





"El Salvador nega aborto a mulher doente cujo bebé morrerá logo após o parto" - Público.

Do ponto de vista ateísta-materialista, tanto faz abortar ou não, tanto faz que o feto tenha cérebro ou não. Se Deus não existe, se somos fruto de um acaso cósmico e se a Moral é apenas uma convenção social que serve propósitos evolutivos e transitórios, o aborto, o suicídio, o assassínio, a eutanásia, são indiferentes. Nada tem significado. É viver, gozar, comer, dormir, procurar prazer e fugir a todo o sacrifício e altruísmo.

Do ponto de vista religioso dogmático, põe-se o velho problema: "Porque é que Deus permite as doenças, as anomalias orgânicas, os sofrimentos?". Cada religião tem as suas respostas.

Entretanto, há uma terceira via, não apenas a do Espiritismo, mas a da Espiritualidade. Cada um é livre de concordar ou não com a D.ra Marlene Nobre, de quem transcrevemos o artigo abaixo.


Para o Espiritismo, a vida humana é sagrada. O aborto não é opção, a não ser em caso de risco de vida para a mãe, mas acima de tudo respeitamos o livre-arbítrio de cada um. 

RAZÕES PARA SER CONTRA O ABORTO DO ANENCÉFALO

Por Dra. Marlene Nobre*

À primeira vista, pode parecer que as razões contrárias ao abortamento provocado sejam exclusivamente da alçada da religião. Uma reflexão mais acurada, porém, demonstrará que elas têm raízes profundas na própria ciência. Assim, para sermos fiéis à verdade e discutirmos, sem as amarras obliterantes do preconceito, a complexa e multifacetada questão dos direitos do embrião, é indispensável analisarmos os argumentos científicos contrários ao aborto.

O primeiro passo nessa busca é a descoberta do verdadeiro significado do zigoto à luz das Ciências da Vida. 

Para Moore e Persaud ( 2000, p. 2), "o desenvolvimento humano é um processo contínuo que começa quando o ovócito de uma mulher é fertilizado por um espermatozóide de um homem. O desenvolvimento envolve muitas modificações que transformam uma única célula, o zigoto (ovo fertilizado) , em um ser humano multicelular". Ainda segundo os ilustres embriologistas, o zigoto e o embrião inicial são organismos humanos vivos, nos quais já estão fixadas todas as bases do indivíduo adulto. Sendo assim, não é possível interromper qualquer ponto do continuum - zigoto, feto, criança, adulto, velho - sem causar danos irreversíveis ao bem maior, que é a própria vida. 

Mas há muito mais sobre o zigoto. É impossível deixar de reconhecer que é uma célula extremamente especializada, que passou pelo buril do tempo, herdeira de bilhões de anos de evolução. Dos cristais minerais ao ser humano, as células primitivas passaram por um longo e extraordinário percurso, desde os procariontes ao eucariontes, dos seres mais simples aos mais complexos, até surgirem, magníficas, nas múltiplas especializações dos órgãos humanos. E a célula-ovo é um dos exemplos mais admiráveis , porque encerra em si mesma, potencialmente, todo o projeto de um novo ser, que é único e insubstituível.
Nesse sentido, a investigação sobre a estrutura do zigoto nos leva necessariamente à discussão sobre a origem da vida e seu significado científico, com todas as conseqüências disso para discussões bioéticas, morais, políticas e religosas. Não será possível retomar aqui toda a argumentação desenvolvida em O Clamor da Vida (NOBRE, 2000) , de modo que apresentarei unicamente alguns dos pontos centrais envolvidos.
Reconhecemos o grande valor da Teoria Neodarwiniana e de seus pressupostos básicos - a evolução das espécies, a mutação e a seleção natural - já comprovados pela investigação científica. Ela, porém, tem se revelado insuficiente para explicar a evolução como um todo, porque tem no acaso um dos seus pilares. O mesmo acontece com todas as outras teorias que buscam complementá-la, mantendo a mesma base explicativa, como as de Orgel, Eigen, Gilbert, Monod, Dawkins, Kimura, Gould, Kauffman. Demonstrou-se, por exemplo, através de cálculos matemáticos, a impossibilidade estatística (101000contra um) de se juntar , ao acaso, mil enzimas das duas mil necessárias ao funcionamento de uma célula. Do mesmo modo, já se constatou que o acaso é insuficiente para explicar, passo a passo, de forma detalhada, científica, o surgimento de estruturas complexas, como o olho, o cílio ou flagelo, a coagulação sanguínea.
Por isso, acreditamos que a Teoria do Planejamento Inteligente, que não tem por base o acaso e é defendida por cientistas competentes, como o bioquímico Michael Behe, a bióloga Lynn Margulis, e os físicos Ígor e Grischka Bogdanov, possui argumentos científicos bem mais sólidos para explicar a evolução dos seres vivos. Behe, em seu livro A Caixa Preta de Darwin, afirma que não importa o nome que se lhe dê, mas, para ele, indiscutivelmente, a vida tem um Planejador. Esta mesma conclusão está em Deus e a Ciência, obra de J. Guitton e dos irmãos Bogdanov. Na mesma linha de raciocínio, Margulis e Sagan (2002, p. 289) afirmam: "nem o DNA nem qualquer outro tipo de molécula, por si só, é capaz de explicar a vida".
Esses autores foram buscar suas argumentações científicas no estudo da extraordinária maquinaria celular; no jogo de convenções inexplicáveis, como as ligações covalentes, a estabilização topológica de cargas, a ligação gene-proteína, a quiralidade esquerda dos aminoácidos e direita dos açúcares; como também , nos cálculos matemáticos das enzimas celulares e na análise de estruturas complexas, já referidos. Enfim, um mundo de complexidade, que não pode ser reduzido à simples obra do acaso. 
O fato é que o cientista nem de longe nem de perto tem conseguido "fabricar" moléculas da vida. Ele desconhece, portanto, como reproduzir , em laboratório, as forças que entram em jogo neste intrincado fenômeno. Nessas circunstâncias, deveria adotar uma atitude mais humilde, mais reverente, diante desse bem maior que é concedido ao ser humano, o de viver. 

Pois a cada dia chegam novos aportes científicos para a compreensão da verdadeira natureza do embrião. Descobertas recentes, feitas pela neurocientista Candace Pert e equipe, demonstram que a memória estaria presente não somente no cérebro, mas em todo o corpo, através da ação dos neuropeptídeos, que fazem a interconexão entre os sistemas - nervoso, endócrino e imunológico - , possibilitando o funcionamento de um único sistema que se inter-relaciona o tempo todo, o corpo-cérebro.
Outras pesquisas já detectaram a presença, no zigoto, de registros ("imprints") mnemônicos próprios, que evidenciam a riqueza da personalidade humana, manifestando-se , muito cedo, na embriogênese. São também notáveis as pesquisas da dra. Alessandra Piontelli e demais especialistas que têm desvendado as surpreendentes facetas do psiquismo fetal, através do estudo de ultra-sonografias, feitas a partir do 4º mês de gestação, e do acompanhamento psicológico pós-parto, até o 3º ou 4º ano de vida da criança. O conjunto destes e de outros trabalhos demonstra a competência do embrião: capacidade para autogerir-se mentalmente, adequar-se a situações novas; selecionar situações e aproveitar experiências. 
Se unirmos a Teoria do Planejamento Inteligente a essas novas descobertas, vamos concluir, baseados na Ciência , que a vida do embrião não pertence à mãe, ao pai, ao juiz, à equipe médica, ao Estado. Pertence, exclusivamente, a ele mesmo, porque a vida é um bem outorgado, indisponível. 
Há, pois, fortes razões científicas, para ser contra o aborto, mesmo o do anencéfalo. 
Aprendemos, com a genética, que a diversidade é a nossa maior riqueza coletiva. E o feto anômalo, mesmo o portador de grave deficiência, como é o caso do anencéfalo, faz parte dessa diversidade. Deve ser, portanto, preservado e respeitado. 

Reconhecemos que a mulher que gera um feto deficiente, precisa de ajuda psicológica por longo tempo; constatamos, porém, que, na prática, esse direito não lhe é assegurado. Sem ajuda para trabalhar o seu sentimento de culpa, ela pode exacerbá-lo pela incitação à violência contra o feto, e mesmo permanecer nele, por tempo indeterminado. Seria importante que se inclinasse seu coração à compaixão e à misericórdia, mostrando-lhe o real significado da vida. 
Referências:


BEHE, Michael, A Caixa Preta de Darwin, O desafio da bioquímica à teoria da evolução, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997


GUITTON, Jean, BOGDANOV, Igor e Grichka, Deus e a Ciência, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992


MARGULIS, Lynn, SAGAN, D, O Que é Vida?, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002


MOORE, Keith L. e PERSAUD, T.V.N., Embriologia Clínica, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000


NOBRE, M., O Clamor da Vida, São Paulo: Editora FE, 2000

* Dra. Marlene Nobre é Médica Ginecologista, CREMESP 10304, Presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil e Internacional.



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Aborto Espotâneo: desejo de saber quem era o espírito - Perguntas dos Amigos



Olá! Sou espírita e tenho consciência dos fatores que causam o aborto espontâneo. Perdi meu bebe com 20 semanas e tive uma gestação muito difícil. Tive que lutar até o final com muita dor e sofrimento entre casa e hospital. Hoje sinto necessidade de saber quem era de fato esse espírito.Pensei em procurar ajuda com cartomancia, numerologia, médiuns que possam me dar alguma resposta. O que devo fazer? Obrigada





Prezada _________, bom dia.

De acordo com suas próprias palavras "tem consciência dos fatores que causam o aborto espontâneo", então também deve ter conhecimento e compreensão que tais fatores estão ligados ao nosso processo de amadurecimento espiritual, bem como ao de todos os envolvidos.

Acredito, dentro de meu entender, que a identificação "nominal" do espírito ao qual estivemos ligados durante a gestação que foi interrompida não tem um objetivo prático ou de relevância. Pois, como nos é esclarecido pela espiritualidade maior, mais importantes são os atos, fatos e motivos que a identificação dos espíritos.

Em algumas vezes não teremos ligação do passado com ele, apenas serviremos de instrumento para sua libertação e ele de instrumento para nossa redenção; outras vezes teremos ligações que poderão ativar em nós lembranças menos felizes e prejudiciais, caso busquemos ativar esta parte de nossa memória.

perceba, minha irmã, que a Misericórdia Divina quis que nós não mantivéssemos a lembrança de nosso passado, para não traumatizarmos o presente e não prejudicarmos o futuro.

Assim sendo, acredito, que o melhor caminho para você seja o da oração em intenção deste espírito e do envio de fluidos carinhosos e salutares para o mesmo, que não deixa de ter ligação com você e que, quem sabe, em um futuro próximo ou distante poderá retornar para concluir o que foi interrompido agora pela necessidade de resgate e libertação.

Buscas como esta que está desejando muitas vezes abrem as portas para a mistificação, o engano e até a obsessão.

Respeitemos as leis divinas e busquemos agir de acordo com os ensinamentos de Jesus  que nos orienta existir "a cada dia o seu mal" e que não devemos nos preocupar além destes momentos, sob o risco de cairmos em erro ou tentação.

Ame-o, minha irmã, e ore constantemente por ele. Mas não busque seguir contra o fluxo da vontade do criador pois isto nunca é saudável para nós que tentamos.

Espero ter sido de alguma ajuda.

PAz contigo.


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Estupro e Aborto



Em diversas oportunidades, quando fizemos palestra sobre a questão da Reencarnação e Aborto, fomos questionados posteriormente sobre a dolorosas e delicada circunstância do estupro. Principalmente ao se propiciar perguntas nos serem dirigidas por escrito, este aspecto sempre era levantado.

Embora o tema seja potencialmente desagradável, não há como ignorá-lo no contexto de nossa situação planetária.
A grande discussão que se levanta é a legitimidade ou não, do aborto, quando a gravidez é conseqüente a um ato de violência física.
Mais uma vez, nos posicionamos em relação ao aspecto legal da questão nos abstendo de maiores comentários, pois leis e constituições os povos já as tiveram inúmeras e tantas outras terão.
Nossa abordagem será pelo ângulo transcendental e reencarnacionista e considerando que são três (3) espíritos, no mínimo, envolvidos na tragédia em questão.
Também, quanto ao aspecto da ética médica, a qual estamos submetidos por força da profissão que nesta encarnação exercemos, lembramos ser esta ética diferente em cada país do planeta. Numa escala de zero à 10, teremos todas as notas, conforme a nação e o continente que nos detivermos em nossa aldeia global.
Inicialmente também, cumpre-nos esclarecer que o livre arbítrio é o maior patrimônio que nos, espíritos humanos,temos alcançado ao adentrarmos nesta faixa evolutiva pensante. Livre arbítrio que não legitima atitudes, mas oportuniza às criaturas decidir e se responsabilizar pelas conseqüências de seus atos (posteriores).
Outra premissa que deveremos estabelecer é aquela da maior ou menor repercussão dos atos perante a Lei Universal, em função do nível de esclarecimento que possuímos.
Importante também salientar que não há atos perversos que tenham sido planejados pela espiritualidade superior. Seria de uma miopia intelectual sem limites, a idéia de que alguém deve reencarnar a fim de ser estuprado. A concepção do Deus punitivo e vingativo já não cabe mais no dicionário dos religiosos esclarecidos sobre a vida espiritual. Deus é uma fonte inesgotável de amor. É a Lei maior que a tudo preside. Lei coordenadora das leis naturais.
Como conceber a violência física? Como enquadrar a onipresença divina em todas as situações e sofrimentos com que convivemos? Deus estaria ausente nestas circunstâncias? Ou estaria presente? Para muitos indivíduos, se estivesse presente já seria motivo para não crer na sua existência ou na sua infinita bondade e onisciência.
Quem é a “vítima”?
Cada um de nós ao reencarnar trouxe todo o seu passado impresso indelevalmente em si mesmo. Já nos referimos aos núcleos energéticos que trazemos em nosso inconsciente pretérito. Espíritos que somos e pelas inúmeras viagens que percorremos, representadas pelas múltiplas vidas, possuímos no nosso “passaporte” inúmeros carimbos das pousadas onde estagiamos no passado. Hoje a somatória destas experiências se traduzem em manancial energético que irradia constantemente do nosso interior para a superfície.
Assim é também a “vítima”. A jovem que hoje se apresenta de forma diferente, traz em seu passado profundas marcas de atitudes prejudiciais a irmãos seus. Atitudes de desequilíbrio que são gravadas em si mesma. Algumas delas participaram intelectualmente de verdadeiras emboscadas, visando atingir de maneira dolorosa a intimidade sexual de criaturas. Outras foram executoras diretas, pela autoridade de que eram investidas, de crimes nesta área. Enfim, são últiplas as situações geradoras da desarmonia energética que agora pulsa constantemente nos arquivos vibratórios da nossa personagem em questão.
Pela lei universal da sintonia de vibrações, embora aparentemente a vestidura cândida da moça não traduza os arquivos do passado, poderá em dado momento ser atraída por uma circunstância similar àquela que perpetrou em outras eras.
É claro que o trabalho constante da família em termos de educação e amor, e o esforço pessoal da criatura, somando ao incansável labor dos protetores espirituais, poderá afastar a situação a que se sujeita. Não existe fatalidade. Existe apenas a tendência ou predisposição, a qual sempre estará dependendo da maior ou menor facilitação dos envolvidos no processo.
Lembramos também que os familiares que sofrerão em diferentes graus as repercussões do crime em foco, são agora novos personagens do teatro da vida, mas encenaram juntos a uma mesma peça do passado.
O agressor, que muitas vezes surpreende pela escolha menos estética da vítima, na realidade, em seu desequilíbrio patológico, entrou em sintonia com a vítima de hoje devido nela existir algo que tem ressonância com sua enfermidade psíquica.
A lei da gravidade existe. Não é boa nem má. Simplesmente existe. Se jogarmos uma pedra para o alto e ficarmos aguardando seu impacto sob a linha de queda, fatalmente seremos atingidos. Não se trata de punição divina, a lei da gravidade é uma lei universal que cumpre automaticamente sua função. O mesmo ocorre com a lei de ação e reação, e a lei de sintonia energética.
Se já tivermos jogado a pedra para o alto, só nos resta abrir o guarda-chuva da caridade e da postura ética para reduzirmos o impacto da energia que movimentamos no passado.
No entanto, no assunto ora ventilado, a violência ocorreu e a gestação se apresentou como surpresa desagradável. Como orientar a vítima?
*
Identificados os dois protagonistas da gestação, falemos acerca da entidade reencarnante.
Em certas ocasiões, o ser que mergulha na carne nesta dolorosa circunstância é alguém que vibra na mesma faixa de desequilíbrio. Um espírito que pelo ódio se imantava magneticamente à aura da jovem de hoje pedindo-lhe contas pelos sofrimentos que no passado ela lhe causara, se vê preso às malha as energéticas do organismo biológico que se forma. O processo obsessivo que vinha desenvolvendo já o fixara perifericamente à trama perispiritual materna e agora definitivamente adere ao vaso físico.
Apesar do momento cruel, a Lei maior aproveita para retirar o perseguidor e adormece-lo. Acordará talvez embalado pelos braços de sua antiga algoz que aprenderá a perdoar e até amar em função do esquecimento do pretérito.
Lembramos novamente, não foi em hipótese alguma programado o estupro, nem ele em circunstâncias quaisquer se justificaria. No entanto o crime existindo, a espiritualidade sempre fará o máximo para do mal ser possível resultar algum bem.
Mas, muitas vezes a gestante pressionada pelos vínculos familiares opta por interromper a gravidez indesejada.
Muitos de nós que falamos sobre o aborto ou até aqueles que preconizam esta ato, jamais tiveram o ensejo de assistir a execução do mesmo. Em muitos países, em que a legislação permite até o 5º ou 6º mês de desenvolvimento fetal, ou ainda mais além nos casos de estupro, observa-se um quadro tétrico.
Fragmentos de braços e pernas, mãos delicadas e dedinhos ensangüentados são jogados nos baldes frios da indiferença humana. Fetos às vezes retirados inteiros por cesariana, são colocados sobre bandejas onde pela imaturidade pulmonar respiram irregularmente até morrer.
Somos contrários a teatralidade, e a estes recursos chocantes que se exigem em filmes e slides para ferir a sensibilidade das pessoas. A falta de argumento e conhecimento espiritual do processo que se desencadeia, é que faz lançar mão destes métodos agressivos de exposição. A visão espiritual da situação pode dispensar estes recursos de que se servem as correntes religiosas por desconhecerem a pré-existência da alma.
O espírito submetido à violência do aborto sofre intensamente no processo, conforme o seu grau de maturidade espiritual.
Perante a lei divina sabemos que o espírito reencarnado não deve receber a agressão arbitrária em face da violência cometida por outro. Violência que gera violência, um ciclo triste que necessita ser rompido com um ato de amor a um entezinho que muitas vezes aspira por uma oportunidade de evolução.
O aborto provocado gera muitas vezes profundos traumas em todos os envolvidos que exacerbam a dolorosa situação cármica da constelação familiar.
Ninguém é mãe ou filho de outrem por casualidade, há sempre um mecanismo sábio da lei que visa corrigir ou atenuar sofrimentos.
Há, também, espíritos afins e benfeitores que visando amparar a futura mãe, optam pelo reencarne na situação surgida.
A vítima do estupro, poderá ter ao seu lado toda a luz de alguém que poderá vir a ser o seu arrimo e seu consolo na velhice. Irmãos cheios de ternura em seu coração, com projetos de dedicação e amparo, aproveitam o momento criado pelo crime para dar diretamente na vida material todo o seu trabalho para aquela que amam. Renascem como seu filho.
A eliminação da gravidez, através do aborto provocado nestes casos, irá anular este laborioso auxílio que o espírito protetor lamentará ter perdido.
Pelo exposto, a interrupção da gestação mesmo decorrente de violência, é sempre uma atitude arbitrária e que só ampliará o sofrimento dos familiares. Se a jovem for emocionalmente incapaz de atender aos requisitos da maternidade, a adoção, preferencialmente por pessoas de vínculos próximos, deverá ser o remédio indicado. Se não houver possibilidades, psiquicamente aceitáveis, de recepção por parte dos familiares, encaminhe-se os trâmites da adoção para quem receberá aquela criatura com o amor necessário ao seu processo redentor e educativo.
O tempo se encarregará de cicatrizar os ferimentos da alma.

BERNARDI, Ricardo Di. Gestação: Sublime Intercâmbio. InteLítera Editora. 26.

http://blog.forumespirita.net/

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Movimento Nacional Pela Vida




A 4ª Marcha do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto será realizada na Esplanada dos Ministério, em Brasília, no dia 31 de agosto. Há outra iniciativa em andamento, que é uma coleta de assinaturas pela sua aprovação. Para isso, foi organizada uma petição on line que conta com a assinatura de todos. Colabore na divulgação!

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Anencefallia, um sofrimento programado pelas Soberanas Leis da Vida


Marcela de Jesus - 1 ano e 8 meses


Pode parecer que os argumentos contrários ao aborto provocado sejam temas exclusivamente da religião. Uma reflexão mais atenta, contudo, apontará para rumos da alçada da própria ciência. Embriogenistas já identificaram a presença, no zigoto, de registros ("imprints") mnemônicos próprios, que evidenciam a riqueza da personalidade humana, manifestando-se, muito cedo, na embriogênese. Em O Livro dos Espíritos Kardec indaga os Espíritos "Em que momento a alma se une ao corpo?" E a resposta em toda sua clareza é "... desde o instante da concepção, o espírito designado a habitar certo corpo, a este se liga por um laço fluídico".(1)
Pesquisas demonstram a competência do embrião, seja na capacidade para autogerir-se mentalmente; seja na adequar-se a situações novas; selecionar situações e aproveitar experiências. Destarte, há sóbrias razões científicas para ir de encontro ao aborto, sobretudo o do "anencéfalo". Sobre isso recordemos que com a biogenética vislumbramos a diversidade como o nosso maior patrimônio coletivo. E o embrião anormal, ainda que portador de séria insuficiência (anencefalia), compõe parte dessa diversidade. Deve ser, portanto, preservado e respeitado por subidas razões. Os argumentos tal qual justificam a morte do "anencéfalo" serão os mesmo que corroboram a subtração da vida de qualquer outra pessoa - ou será que existem pessoas com mais vida e outras com menos vida? "A decisão do STJ em liberar a realização de abortos em casos de anencefalia não é correta. O "anencéfalo" é um ser vivo intra-útero. Ele nasce com vida e vai a óbito com minutos, dias, meses ou após anos. Se ele nasce vivo, o aborto é criminoso, pois lhe ceifa a oportunidade e a experiência da reencarnação."(2)

Sobre o aborto, analisando-se a panorâmica geográfica da Terra observaríamos "o mundo atual estaria dividido em três partes iguais: uma parte que autoriza sem restrições (34 paises), outra parte que só autoriza em certos casos (37 paises) e uma terceira parte que não autoriza em nenhuma situação (33 países). Na América Latina só Cuba autoriza o aborto. O Brasil, com a infeliz medida ministerial, é o segundo país latino americano a autorizar abortos por anencefalia."(3) Divaldo Franco reflete sobre o assunto com o seguinte comentário: "o aborto, mesmo terapêutico, é imoral, segundo o conhecimento médico, o "anencéfalo" tem vida breve ou nenhuma. Assim sendo, por que interromper o processo reparador que a vida impõe ao espírito que se reencarna com essa deficiência? Será justo impedi-lo de evoluir, por egoísmo da gestante?".(4) O médium baiano recorda, ainda, "é torturante para a mãe que carrega no ventre um ser que não viverá, mais trata-se de um sofrimento programado pelas Soberanas Leis da Vida".(5) E mais "segundo benfeitores espirituais, a Terra vem recebendo verdadeiras legiões de espíritos sofredores e primários, que se encontravam retidos em regiões especiais e agora estão tendo a oportunidade de optar pelo bem de si mesmos".(6)Invoca-se o direito da mulher sobre o seu 

próprio corpo como argumento para a descriminalização do aborto, 


entendendo o filho como propriedade da mãe, sem identidade própria e é ela quem decide se ele deve viver ou morrer. "Não há dúvida quanto ao direito de escolha da mulher em ser ou não ser mãe.
Esse direito ela o exerce, com todos os recursos que os avanços da ciência têm proporcionado, antes da concepção, quando passa a existir, também, o direito de um outro ser, que é o do nascituro, o direito à vida, que se sobrepõe ao outro."(7) Reconhecemos que a mulher que gera um feto deficiente precisa de ajuda psicológica por um período. Mas seria importante que inclinasse seu coração à compaixão e à misericórdia, encontrando o real significado da vida. Até porque essas crianças podem ser amamentadas, reagem aos carinhos e, óbvio, criam vínculos com os seus pais! Embora as suas deficiências são seres humanos providos de alma, necessitadas de extremo afeto!Por fortíssimas razões não existem bases racionais que justifiquem o aborto dos chamados "anencéfalos", e as proposições usadas não apresentam consistência científica, legal e muito menos ética."A começar que não existem os "anencéfalos", porque o termo "anencéfalo" (an + encéfalo) literalmente significa ausência de encéfalo, quando se sabe que em verdade esses fetos possuem alguma estrutura do encéfalo, como o tronco encefálico, o diencéfalo e, em alguns casos, presença de hemisfério cerebral e córtex!"(8)
O feto denominado equivocamente de "anencéfalo" possui preservada a parcela mais entranhada do encéfalo, matriz, portanto do controle autômato de funções viscerais, a saber: batimentos cardíacos e capacidade de respirar por si próprio, ao nascer. "Como ainda são obscuros, para nós, os mistérios da relação cérebro-mente, não podemos permitir que nossa ignorância seja a condutora de decisões equivocadas como a do abortamento provocado desse feto."(9)
Há relatos, nas publicações médicas, de crianças "anencéfalas" que viveram por vários meses sem o auxílio do suporte ventilatório. Aqui em Sobradinho, onde resido há vários anos, temos a história da menina Manuela Teixeira (ou Manu), que embora sendo autorizado o seu aborto pela justiça, por causa de sua má formação, ela sobreviveu por mais de três anos. "Manu" é a única brasileira que sobreviveu a uma doença que leva à má-formação dos ossos do crânio. Médicos diziam que a deformidade era incompatível com a vida. "No mundo, apenas 21 crianças conseguiram vencer os sintomas da doença que leva à morte poucos minutos após o parto",(10) e a menina Manuela Teixeira "morreu depois completar três anos de nascida, no dia 14 de setembro de 2003".(11) Como se observa um feto, ainda que "anencéfalo", não perde a dignidade nem o direito de nascer.Os confrades favoráveis ao aborto do "anencéfalo" alegam que nele não há Espírito destinado à reencarnação conforme explica O Livro dos Espíritos. Porém, mister refletir que corpos para os quais poderíamos afirmar que nenhum espírito estaria destinado seriam os dos fetos teratológicos, monstruosos, que não têm nenhuma aparência humana, nem órgãos em funcionamento. Destarte, nada disto se aplica ao "anencéfalo", "que constitui-se em um organismo humano vivo,(...) a consciência responde-nos, portanto, que a única atitude compatível com a Lei do Amor é a da misericórdia, a da compaixão, para com o feto "anencéfalo"."(12)


Por fim cremos que mesmo na possibilidade de o feto ser portador de lesões graves e irreversíveis, físicas ou mentais, o corpo é o instrumento de que o Espírito necessita para sua evolução, pois que somente na experiência reencarnatória terá condições de reorganizar a sua estrutura desequilibrada por ações que praticou em desacordo com a Lei Divina. Dá-se, também, que ele se programe em um lar cujos pais, na grande maioria das vezes, estão comprometidos com o problema e precisam igualmente passar por essa experiência reeducativa.



E-Mail: jorgehessen@gmail.com
Site: http://jorgehessen.net/

FONTES:
1- Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2003, perg. 344
2- Artigo: Razões Para Ser Contra o Aborto do Anencéfalo, publicado em Folha Espírita - Agosto/2004. Autoria de Laércio Furlan - médico e professor aposentado da UFPR; presidente da Associação Médico-Espírita do Paraná; coordenador da Campanha Vida, Sim À Gravidez - Não ao Aborto.
3- Eliseu F. Mota Jr disponível em acessado em 21/12/05
4- O jornal Folha Espírita, edição de janeiro de 2005.
5- Idem
6- Idem
7- (Este texto - O aborto na visão espírita - aprovado pelo Conselho Federativo Nacional em sua Reunião Ordinária de 13 a 15 de novembro de 1999, em Brasília, constitui o documento que a FEB está levando, como esclarecimento, à consideração das autoridades do Governo Federal, do Congresso Nacional e do Poder Judiciário. As Entidades Federativas estaduais, por sua vez, realizam o mesmo trabalho junto aos Governadores, Deputados Estaduais, Prefeitos, Vereadores, outras autoridades e ao público em geral, em seus Estados.) Cf. Revista Reformador, Nº 2051, Fevereiro de 2000
8- Artigo: Aborto dos Chamados "Anencéfalos": uma Violência sem Fundamento de Gilson Luís Roberto - Médico CREMERS - 18.749
9- Dra. Irvênia Luiza de Santis Prada, pesquisadora e professora titular emérita da USP com mais de uma centena de trabalhos publicados, especialista em neuroanatomia animal.acessado em 25/12/05
10- A criança que desafiou a medicina Lilian Tahan - Correio Braziliense (28/2/2003)
11- Jornal Correio Braziliense edição de15 set. 2003, p. 3, reportagem: " Morre criança com acrania"
12- Marlene Nobre, presidente das associações médico-espíritas Internacional e do Brasil



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22ª FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA


Teve inicio hoje às 07:00 hs, a abertura da 22ª Feira do Livro Espírita em Picos-PI marcando o prólogo das exposições da literatura espírita; que finalizará somente no dia 07/08 do corrente anos às  19:00hs. Como sempre a mídia Televisiva, radialista e internet contribuiram conosco nos dando o espaço necessário para a divulgação do evento.
Confira abaixo alguma s fotos.

Montando a barraca na noite anterior

 






Depois de que eles terminaram... No dia seguinte.(04-08)









No final da noite  empacota tudo para o dia seguinte


                                                                                               
Mais fotos do último dia Feira Espírita(07-08)

                                                                                            



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