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Ator comenta sobre espiritismo em novela global




A novela "Além do Tempo", nova atração da Rede Globo, chamou atenção da comunidade espírita por tratar o tema "reencarnação". Rafael Cardoso, Conde Felipe em "Além do Tempo", dará vida à reencarnação do personagem, que enfrentará muitas dificuldades por causa de um amor que é impossível em vários sentidos.

Questionado sobre a semelhança do roteiro da novela em relação à doutrina espírita, o ator comentou que acredita que os sentimentos e amores permaneçam nas personalidades das pessoas, e ainda ressaltou: "Eu acredito em reencarnação, em espiritismo". 

Na primeira vez que ele viu Lívia (Alinne Moraes), o amor foi a primeira vista e foi como se os dois já se conhecessem de outras vidas, só que o problema é que o Conde já está comprometido com Melissa, mas não sente nada pela noiva. E isso é algo que vai continuar em outras vidas dos personagens, já que a trama será dividida entre dois tempos, um no século XIX e outro no século XXI, onde todo mundo vai se reencontrar para cumprir seus destinos.

"Além do Tempo" vai ao ar de segunda a sábado, às 18h30, na Globo!

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A Vitimização da Incompetência






Brilhe a vossa luz!

Jesus




Quando Sócrates disse há 2500 anos que ele era o mais sábio de todos, porque era o único sábio que sabia que nada sabia, não estava adotando uma postura de humildade postiça, de autoflagelação… Ao contrário, estava nos dando uma lição milenar de uma atitude existencial que é a única que nos leva à superação de nossas limitações e à transcendência de nós mesmos.
Sua fala queria indicar que o verdadeiro sábio (e para ele o sábio era sereno e feliz, porque sua sabedoria não poderia lhe ser tirada) é aquele que se põe em permanente disponibilidade para aprender. Que considera natural não saber tudo. Que indagar, procurar, dispor-se a achar a verdade, é um movimento natural, saudável e nunca humilhante. Ao contrário, aquele que se jacta de já saber tudo ou estaciona à beira da própria ignorância está fazendo ridículo de si mesmo.
Essas reflexões me vêm à mente quando sou defrontada com o discurso que chamarei aqui de “vitimização da incompetência” ou da “desculpa da incapacidade”. O que é isso?
O indivíduo percebe que não desenvolveu determinado conhecimento ou não aperfeiçoou certa habilidade (seja cognitiva, técnica, artística ou mesmo moral). Ao invés de fazer coro com o maior filósofo de todos os tempos e dizer bem-humorado: só sei que nada sei, e portanto vou me colocar ao encalço da sabedoria… vou me esforçar por desenvolver esta ou aquela habilidade…, revolta-se contra si, contra a vida e contra outros, esperneando como criança mimada e arranjando inúmeros desculpismos. “Não tive a mesma oportunidade que outros, não sou capaz, não consigo, está além de mim!” Na mesma onda de revolta e lamentação, pode partir para o ataque até mesmo dos que ama, dizendo que o outro consegue porque tem vantagens que ele não tem. O outro teve tais ou tais privilégios, recebeu tal ou qual educação, possui este ou aquele dom inato ou, simplesmente “nasceu com a bunda virada para a lua”!
Esse atestado de incompetência assumida pode à primeira vista parecer um sintoma de baixa autoestima. E poderia ser. Mas o que se esconde de fato atrás de uma explosão destas, que acaba por imobilizar aquele que a faz e ainda faz respingar agressão para o outro que está seguindo seu caminho, tranquilamente, desenvolvendo suas competências do jeito que sabe, que pode e que quer?
Em minha opinião, falta exatamente aquela atitude socrática, bem-humorada, leve e graciosa, que faz com que a pessoa se meça com honestidade e naturalidade, avaliando a si mesma e procurando com afinco, perseverança e… humildade, o que lhe falta em habilidades intelectuais ou morais. Ou seja, o problema talvez não seja baixa autoestima, mas na verdade, orgulho…
Dói sair da zona de conforto, dói reconhecer que aquilo que somos só devemos a nós mesmos e que não podemos nos considerar vítimas do universo, imobilizando-nos nesse papel. Sim, sim, temos influência da educação, temos limites herdados de infâncias mal vividas, temos traumas passados, temos bloqueios inconscientes em relação a certas coisas – mas só depende de nós a vontade férrea de nos libertarmos, de avançar, de buscar com sofreguidão e empenho o desenvolvimento integral de nossos espíritos.
Se contemplamos alguém que está à frente de nós nesse ou naquele quesito, tenhamos a humildade de aprender com ele, admirando-lhe a capacidade, que certamente conquistou com esforço e sacrifício, e ofereçamos algo em troca que ele talvez não possua. Não nos sintamos humilhados se o outro nos exceder em alguma competência, ao invés, esforcemo-nos por adquiri-la! Senão, poderemos ser contaminados pelo orgulho ferido ou, pior, pela inveja do talento alheio!
Existe ainda outra atitude que pode ser um disfarce negativo para essa confissão de incapacidade. É quando a pessoa passa a querer competir com o outro que lhe é superior numa determinada competência: a competição pode vir acompanhada de um esforço real de melhoria (o que já é menos mal) ou simplesmente de desfazer o que o outro está fazendo e tentar sobrepor-se ou insinuar-se sem ter de fato desenvolvido a mesma habilidade que o outro. Estamos aí diante da inveja assumida.
Diga-se de passagem que qualquer pessoa que sabe fazer algo – por exemplo, cantar, escrever, desenhar, cozinhar, tocar um instrumento, falar uma língua ou no plano moral, ser generoso, exercer liderança, ser ativo – ou seja o que for – ela só será verdadeiramente sábia se também continuar exercendo aquela máxima de Sócrates. Não se importará de submeter seus talentos, seus trabalhos, suas atitudes, a uma crítica construtiva e permanente, procurando aperfeiçoar os talentos adquiridos, buscando ainda desenvolver outros!
Ou seja, basta entendermos, com elegância e naturalidade, que todos somos aprendizes da evolução e que podemos e devemos nos ajudar mutuamente nesse caminho, sem nos jactarmos do que já conquistamos e sem nos incomodarmos com a conquista do outro – e tudo irá bem. Todos poderão encontrar os próprios caminhos para o burilamento de si.
Toda essa discussão se enraíza perfeitamente na concepção socrática de ser humano. Para Sócrates, todos nós somos seres divinos e podemos realizar o parto de darmos à luz a nós mesmos. Portanto, partimos aqui do pressuposto de que todos podem, todos têm infinitas potencialidades a serem desenvolvidas…
Há que se fazer ainda um pequeno parêntese reencarnatório: é que, embora, sejamos todos divinos, trazendo sementes a serem desenvolvidas, e até árvores já crescidas de outras épocas, pode acontecer que numa dada vida, não nos seja permitido desabrochar algum talento específico (que às vezes até podemos tê-lo já altamente desenvolvido), justamente para termos a oportunidade de trabalhar outros setores de nossa personalidade. Então, também aí nos cabe reconhecer que podemos ter tesouros ocultos guardados mas que, por ora, ficarão apenas como intuições…
Por isso também é tão essencial a pessoa descobrir qual o seu projeto de vida, qual sua missão aqui e agora, para que o sentido de cumprir essa tarefa lhe traga bem-estar e satisfação. E trabalhar com afinco e dedicação para fazer desabrochar os talentos, as capacidades, relacionadas a essa missão. E tudo fica mais coerente, mais límpido, menos dolorido e mais certeiro!



Dora Incontri

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OBSERVAÇÃO PRIMORDIAL



“E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, o Senhor é um só.” – Marcos, 12:29.

Replicando ao escriba que o interpelou, com relação ao primeiro de todos os mandamentos, Jesus precede o artigo inicial do Decálogo de observação original que merece destacada.

Antes de todos os programas de Moisés, das revelações dos Profetas e de suas próprias bênçãos redentoras no Evangelho, o Mestre coloca uma declaração enérgica de princípios, conclamando todos os espíritos ao plano da unidade substancial.

Alicerçando o serviço salvador que Ele mesmo trazia das esferas mais altas, proclama o Cristo à Humanidade que só existe um Senhor Todo-Poderoso – o Pai de Infinita Misericórdia.

Sabia, de antemão, que muitos homens não aceitariam a verdade; que almas numerosas buscariam escapar às obrigações justas; que surgiriam retardamento, má vontade, indiferença e preguiça, em torno da Boa Nova; no entanto, sustentou a unidade divina, a fim de que todos os aprendizes se convencessem de que lhes seria possível envenenar a liberdade própria, criar deuses fictícios, erguer discórdias, trair provisoriamente a Lei, estacionar nos caminhos, ensaiar a guerra e a destruição, contudo, jamais poderiam enganar o plano das verdades eternas, ao qual todos se ajustarão, um dia, na perfeita compreensão de que “O Senhor, nosso Deus, o Senhor é um só”.

Livro: Pão Nosso, lição 105 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.


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Como falar de morte com as crianças




Não é um Artigo Espirita, mas está bem elaborado e vale uma reflexão.


A morte é a certeza mais misteriosa da vida. Essa contradição a torna tão difícil de ser compreendida, que dirá explicada às crianças. Entender como funciona a mente infantil ajuda a ensinar nossos filhos como lidar e conviver com esse tema



Falar de morte com crianças não é mesmo nada fácil. Como a gente pode tentar explicar uma coisa que não entende e que é tão dolorida? Dá uma tentação louca de que nossos filhos não precisem passar por isso, muito menos quando tão novos. Sim, isso já passou pela cabeça de qualquer um que tenha filhos, mas o melhor mesmo é que seja só um desejo utópico. Uma das coisas que todos os especialistas são unânimes é que, independentemente da idade e da situação – se morreu um bicho de estimação, um parente próximo ou um conhecido distante –, não se deve mentir ou esconder o fato das crianças. “As crianças são só crianças, não bobas”, afirma Maria Helena Franco, psicóloga e coordenadora do Laboratório de Estudos sobre o Luto da PUC-SP.

É difícil dizer o que seu filho entende em cada idade. Mas é certo que, mesmo tão cedo quanto aos dois anos, as crianças são capazes de perceber mudanças no clima e nas emoções da casa. “Se os pais escondem da criança que um cachorro ou peixe do aquário morreu, dizendo que ele fugiu ou sumiu, e depois ela vê o bicho morto, ou mesmo ouve uma conversa sem querer, ocorre a quebra da confiança que ela tem em seus próprios pais”, explica Rita Calegari, psicóloga do hospital São Camilo (SP).

A gente também se engana quando acha que nossos filhos nunca ouviram falar em morte. Ela está nos livros infantis, nos filmes – os pais de Simba morrem em O Rei Leão, os vilões são mortos pelos mocinhos no final –, nas notícias da TV, nas conversas das pessoas na rua. Também está naquele pernilongo que ela vê morto, nas flores que murcham no vaso.

A diferença é que, até por volta dos 6 anos, a criança não entende que a morte é irreversível. “Nessa fase ela não difere fantasia da realidade, acredita que, assim como nos desenhos animados, dá para se levantar depois que cai uma bigorna na sua cabeça”, ensina Julio Peres, psicólogo e autor do livro Trauma e Separação (Ed. Roca). Ele explica que é preciso deixar a criança “brincar de morto”, sem repreender. Isso, somado às pequenas mortes do dia a dia, dos insetos, plantas e pequenos animais, são um bom treino para entender a sequência da vida e facilita na hora de lidar com uma morte de alguém próximo.
Claro que o curso do mundo nem sempre permite essa sequência ideal e que, mesmo com esse “contato prévio”, a hora que a situação vira real, muda tudo. E receita pronta para fazer tudo certo não existe. Depende de quem morreu, de como foi a morte, da proximidade da família e da criança, das crenças de cada um, da personalidade do seu filho. Mas alguns pontos são importantes para se levar em conta:
Na hora de contar

Se for alguém próximo e você estiver sofrendo muito, procure se acalmar primeiro. Use uma linguagem simples que seu filho entenda. Rita aconselha usar o verbo morrer mesmo. Se a pessoa estava muito doente ou tinha muita idade, isso vai responder à famosa pergunta “por quê?”. Já as metáforas que os adultos usam para falar de morte podem não funcionar tão bem, principalmente para as crianças menores de 6 anos. Dizer que o vovô foi viajar, que a tia foi morar com o papai do céu, ou que o primo vai dormir para sempre são conceitos difíceis para os mais novos. Eles ficam imaginando por que o papai do céu não deixa vir visitar, podem ficar com medo de dormir e não acordar mais, ou do pai ir viajar e nunca voltar. Seja simples e espere pelas dúvidas de seu filho. “Temos o hábito de antecipar a angústia da criança pela nossa própria e por vezes damos informações além das que ela precisa e pediu. Dê tempo para ela compreender tudo”, comenta Julio.
Os rituais

A participação infantil nos rituais de velório, enterro, cremação e até mesmo a visita a um parente doente é uma questão muito particular. Há quem pense que nenhuma dessas situações é adequada para crianças, que é melhor guardar apenas memórias dos entes queridos saudáveis e vivos, e há quem acredite que elas podem e devem estar junto, uma maneira de demonstrar que a família se reúne nos momentos felizes e tristes. A decisão vai variar de acordo com os valores de cada família. De novo, o que é importante é avaliar e respeitar os limites e capacidades de seu filho. Se o ambiente estiver carregado de muita emoção, pessoas chorando e demonstrando desespero, como ocorre no caso de mortes violentas ou inesperadas, evite envolver mesmo os mais velhos, até 12 anos. Outro ponto é analisar os seus próprios sentimentos. Você está sob controle? Tem como dar suporte ao seu filho ou algum parente próximo que possa cuidar dele também? Caso a sua decisão for levar as crianças, explique como vai ser antes. Que vai haver uma caixa, a pessoa vai estar deitada lá dentro, mas que não pode ouvir, falar ou se mexer, diga que as pessoas vão estar tristes, chorando, que é um momento de dizer adeus àquela pessoa. Conte até mesmo se terá flores, incensos, música ou velas. Se possível, depois de explicar, deixe a criança decidir se quer ir ou não. Se ela for, esteja pronto para trazê-la de volta para casa se ela não quiser ficar, não espere que ela consiga acompanhar quieta ou séria o tempo todo e entenda se ela falar algo que, no mundo dos adultos, não seria apropriado.
O depois

“O que a criança quer saber é para onde foi a pessoa”, aponta Ceres de Araújo, psicóloga especializada no atendimento infantil (SP). E isso muitas vezes não será resolvido com uma única resposta. Seu filho possivelmente vai perguntar outras vezes sobre onde está a vovó, se ela pode vê-lo, se ela come e toma banho onde está. Para responder, você vai usar as crenças da sua família. Quando não souber o que dizer, seja sincero: diga que não tem a resposta, mas que vai pensar. Se ele perguntar algo diferente do que você acredita, dizendo que viu na TV ou ouviu um amigo falar, diga que o que ocorre depois da morte é mesmo uma coisa misteriosa, que ninguém sabe direito, mas que você acredita desse jeito e outras pessoas, de outro. É uma ótima maneira de exercitar a boa convivência com a diversidade. Nas primeiras semanas, a criança também viverá o luto. Ela pode ficar um pouco mais agressiva, dispersa, com dificuldades para dormir e, no caso dos mais novos, regredir em algo que já havia aprendido, como voltar a fazer xixi na cama. É tudo normal. Não dê bronca nem se preocupe. Em geral, passa logo e você só deve agir se o comportamento ficar muito intenso ou não passar em mais de dois meses.
E o meu luto?

 A morte de uma pessoa querida é difícil sempre e quem tem filhos se pega no dilema de como viver a sua própria perda, a sua dor sem que isso seja ruim para as crianças. Não esconda o que está sentindo. Se precisar chorar na frente de seu filho, chore. Isso mostra a ele que não tem problema ele se sentir triste também. E que tudo bem mostrar as emoções. Pois é exatamente isso que prova que estamos vivos.

Por Cíntia Marcucci 

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PARASITOSE MENTAL





Na reunião da noite de 28 de outubro de 1954, fomos novamente felicitados com a palavra do nosso Instrutor Espiritual Doutor Francisco de Menezes Dias da Cruz,
que nos enriqueceu os estudos, palestrando em torno do tema que ele próprio
definiu por “parasitose mental”
.

Observações claras e precisas, estabelecendo um paralelo entre o parasitismo no campo físico e o vampirismo no campo espiritual, o Doutor Dias da Cruz, na condição
de médico que é, no-las fornece, aconselhando-nos os elementos curativos do
Divino Médico, através do Evangelho, a fim de que estejamos em guarda contra a
exploração da sombra.

Avançando em nossos ligeiros apontamentos acerca da obsessão, cremos seja de nosso interesse apreciar o vampirismo, ainda mesmo superficialmente, para figurá-lo como sendo inquietante fenômeno de parasitose mental.
Sabemos que a parasitogenia abarca em si todas as ocorrências fisiopatológicas, dentro das quais os organismos vivos, quando negligenciados ou desnutridos, se habilitam à hospedagem e à reprodução dos helmintos e dos ácaros que escravizam homens e animais.
Não ignoramos também que o parasitismo pode ser externo ou interno.
Nas manifestações do primeiro, temos o assalto de elementos carnívoros, como por exemplo as variadas espécies do aracnídeo acarino sobre o campo epidérmico e, nas expressões do segundo, encontramos a infestação de elementos saprófagos, como, por exemplo, as diversas classes de platielmíntios, em que se destacam os cestóides no equipamento intestinal.
E, para evitar as múltiplas formas de degradação orgânica, que o parasitismo impõe às suas vítimas, mobiliza o homem largamente os vermífugos, as pastas sulfuradas, as loções mercuriais, o pó de estafiságria e recursos outros, suscetíveis de atenuar-lhe os efeitos e extinguir-lhe as causas.
No vampirismo, devemos considerar igualmente os fatores externos e internos, compreendendo, porém, que, na esfera da alma, os primeiros dependem dos segundos, porqüanto não há influenciação exterior deprimente para a criatura, quando a própria criatura não se deprime.
É que pelo ímã do pensamento doentio e descontrolado, o homem provoca sobre si a contaminação fluídica de entidades em desequilíbrio, capazes de conduzi-lo àescabiose e à ulceração, à dipsomania e à loucura, à cirrose e aos tumores benignos ou malignos de variada procedência, tanto quanto aos vícios que corroem a vida moral, e, através do próprio pensamento desgovernado, pode fabricar para si mesmo as mais graves eclosões de alienação mental, como sejam as psicoses de angústia e ódio, vaidade e orgulho, usura e delinqüência, desânimo e egocentrismo, impondo ao veículo orgânico processos patogênicos indefiníveis, que lhe favorecem a derrocada ou a morte.
Imprescindível, assim, viver em guarda contra as idéias fixas, opressivas ou aviltantes, que estabelecem, ao redor de nós, maiores ou menores perturbações, sentenciando-nos à vala comum da frustração.
Toda forma de vampirismo está vinculada à mente deficitária, ociosa ou inerte, que se rende, desajustada, às sugestões inferiores que a exploram sem defensiva.
Usemos, desse modo, na garantia de nossa higiene mento-psíquica, osantissépticos do Evangelho.
Bondade para com todos, trabalho incansável no bem, otimismo operante, dever irrepreensivelmente cumprido, sinceridade, boa-vontade, esquecimento integral das ofensas recebidas e fraternidade simples e pura, constituem sustentáculo de nossa saúde espiritual.
— «Amai-vos uns aos outros como eu vos amei» recomendou o Divino Mestre.
— «Caminhai como filhos da luz» — ensinou o apóstolo da gentilidade.
Procurando, pois, o Senhor e aqueles que o seguem valorosamente, pela reta conduta de cristãos leais ao Cristo, vacinemos nossas almas contra as flagelações externas ou internas da parasitose mental.

Dias da Cruz



Do Livro: INSTRUÇÕES PSICOFÔNICAS - Francisco Cândido Xavier
DITADO POR DIVERSOS ESPÍRITOS, Capítulo 34


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Diante dessa crise




Eurípedes Barsanulfo, Espírito de luz.

“Irmãos queridos:
Diante dessa crise que se abate sobre o nosso povo, face a essa onda de pessimismo que toma conta dos brasileiros, frente aos embates que o país atravessa, nós, os seus companheiros, trazemos na noite de hoje a nossa mensagem de fé, de coragem e de estímulo.
Estamos irradiando-a para todas as reuniões mediúnicas que estão sendo realizadas neste instante, de norte a sul do Brasil.
Durante vários dias estaremos repetindo a nossa palavra, a fim de que maior número de médiuns possa captá-la.
Cada um destes que sintonizar nesta faixa vibratória dará a sua interpretação, de acordo com o entendimento e a gradação que lhe forem peculiares.
Estamos convidando todos os espíritas para se engajarem nesta campanha.
Há urgente necessidade de que a fé, a esperança e o otimismo renasçam nos corações.
A onda de pessimismo, de descrédito e de desalento é tão grande que, mesmo aqueles que estão bem intencionados e aspirando realizar algo de construtivo e útil para o país, em qualquer nível, veem-se tolhidos em seus propósitos, sufocados nos seus anseios, esbarrando em barreiras quase intransponíveis.
É preciso modificar esse clima espiritual.
É imperioso que o sopro renovador de confiança, de fé nos altos destinos de nossa nação, varra para longe os miasmas do desalento e do desânimo.
É necessário abrir clareiras e espaços para que brilhe a luz da esperança.
Somente através de esperança conseguiremos, de novo, arregimentar as forças de nosso povo sofrido e cansado.
Os espíritas não devem engrossar as fileiras do desalento.
Temos o dever inadiável de transmitir coragem, infundir ânimo, reaquecer esperanças e despertar a fé! Ah! a fé no nosso futuro!
A certeza de que estamos destinados a uma nobre missão no concerto dos povos, mas que a nossa vacilação, a nossa incúria podem retardar.
Responsabilidade nossa.
Tarefa nossa.
Estamos cientes de tudo isto e nos deixamos levar pelo desânimo, este vírus de perigo inimaginável.
O desânimo e seus companheiros, o desalento, a descrença, a incerteza, o pessimismo, andam juntos e contagiam muito sutilmente, enfraquecendo o indivíduo, os grupos, a própria comunidade.
São como o cupim a corroer, no silêncio, as estruturas.
Não raras vezes, insuflado por mentes em desalinho, por inimigos do progresso, por agentes do caos, esse vírus se expande e se alastra, por contágio, derrotando o ser humano antes da luta.
Diante desse quadro de forças negativas, tornam-se muito difíceis quaisquer reações.
Portanto, cabe aos espíritas o dever de lutar pela transformação deste estado geral.
Que cada Centro, cada grupo, cada reunião promova nossa campanha.
Que haja uma renovação dessa psicosfera sombria e que as pessoas realmente sofredoras e abatidas pelas provações, encontrem em nossas Casas um clima de paz, de otimismo e de esperança!
Que vocês levem a nossa palavra a toda parte.
Aqueles que possam fazê-lo, transmitam-na através dos meios de comunicação.
Precisamos contagiar o nosso Movimento com estas forças positivas, a fim de ajudarmos efetivamente o nosso país a crescer e a caminhar no rumo do progresso.
São essas forças que impelem o indivíduo ao trabalho, a acreditar em si mesmo, no seu próprio valor e capacidade. São essas forças que o levam a crer e lutar por um futuro melhor.
Meus irmãos, o mundo não é uma nau à matroca.
Nós sabemos que “Jesus está no leme!” e que não iremos soçobrar. Basta de dúvidas e incertezas que somente retardam o avanço e prejudicam o trabalho.
Sejamos solidários, sim, com a dor de nosso próximo.
Façamos por ele o que estiver ao nosso alcance.
Temos o dever indeclinável de fazê-lo, sobretudo transmitindo o esclarecimento que a Doutrina Espírita proporciona. Mas também, que a solidariedade exista em nossas fileiras, para que prossigamos no trabalho abençoado, unidos e confiantes na preparação do futuro de paz por todos almejado.
E não esqueçamos de que, se o Brasil “é o coração do mundo”, somente será a “Pátria do Evangelho” se este Evangelho estiver sendo sentido e vivido por cada um de nós”.
“Deus assiste aqueles que agem e não aqueles que se limitam a pedir”’.
S0MOS TODOS, UM !

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REEDITADO UM CLÁSSICO DA REENCARNAÇÃO





Èugene-Auguste Albert de Rochas nasceu em 1837, na França e desencarnou em 1914 em seu país natal. Ele foi oficial militar, chegando a Comandante de Batalhão e foi para a reserva como tenente-coronel. De Rochas publicou muito. A Wikipédia listou dezenas de artigos e livros de sua autoria, entre trabalhos sobre temas militares e relacionados aos fenômenos do magnetismo.

O livro “As vidas sucessivas” começa com uma revisão histórica de citações de autores da antiguidade e da modernidade que tratam do tema. Curiosamente, De Rochas não cita Allan Kardec, mas cita Léon Denis (como fonte secundária de autores antigos, como Orígenes e os Pais da Igreja). Ele cita Victor Hugo, Pezzani, Laváter, Voltaire, Oliver Lodge, Tolstoi e outros autores que ou eram espíritas/espiritualistas ou se interessaram no tema da vida após a morte. Contudo, a editora mostra em suas notas de pé de página, evidências da leitura de Allan Kardec, especialmente no capítulo final, “A religião do futuro”.

Na segunda parte, De Rochas coleciona diferentes tipos de evidências empíricas da reencarnação. Regressões por influência de acidentes sofridos, recordações espontâneas de vidas passadas e memórias obtidas pelo magnetismo (passes) são alguns dos temas que ele ilustra exaustivamente com casos, como era comum à época.

A quarta parte do livro é um debate com diversas hipóteses explicativas dos fenômenos. De Rochas apresenta a argumentação de Richet, que ateve-se às mudanças de personalidade por sugestão (hoje seria chamada de sugestão hipnótica). Depois atém-se à questão das comunicações mediúnicas, com o caso de Mireille. Segue-se o caso da Srta. Hélène Smith (estudada por Flournoy e considerada histérica), onde o autor francês se defende de uma acusação ainda usada pelos céticos: só ele teria obtido memórias de vidas passadas com seus experimentos. Ele responde, apresentando outros pesquisadores que hoje fazem parte da história, como Fernandez Colavida, Estevan Marata (catalão, menos conhecido) e Léon Denis! Ele sintetiza bastante os relatos de Smith sobre vidas passadas e lamenta que ela não tenha sido induzida ao transe através de passes.

É interessante a relação de De Rochas com o espiritismo. Ele escreve que jamais se ocupou com o espiritismo, mas escolheu comunicar uma série de experimentos com médiuns que não deram bons resultados. Contudo, em vez de rejeitar as ideias espíritas, escreveu:

“Se as relato aqui, é unicamente a fim de fornecer novos documentos ao processo que se desenrola diante da opinião pública, e não para condenar, de maneira geral, a teoria espírita, que me parece apoiada em bases sólidas e que é, em todos os casos, a melhor das hipóteses de estudo formuladas.” (p. 350)

Na sua conclusão, o pesquisador faz uma relação de afirmações que considera indubitáveis seguidas de hipóteses. Entre as indubitáveis, ele coloca “que, por meio de operações magnéticas, pode-se levar progressivamente a maioria dos sensitivos a épocas anteriores à sua vida atual.”


Na medida em que fui folheando o livro, fiquei pensando como seria importante para os espíritas interessados no conhecimento espírita, conhecerem autores como Albert de Rochas que, mesmo não se intitulando espíritas, estudaram e ousaram teorizar sobre os fenômenos espirituais. As casas espíritas precisam dar luz a obras importantes como esta, nem que seja apenas para despertar o interesse dos que a frequentam.


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CRUZ E DISCIPLINA


“E constrangeram um certo Simão, Cireneu, pai de Alexandre e de Rufo,  que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.”  – Marcos, 15:21.

Muitos estudiosos do Cristianismo combatem as recordações da cruz, alegando que as reminiscências do Calvário constituem indébita cultura de sofrimento.

Asseveram negativa a lembrança do Mestre, nas horas da crucificação, entre malfeitores vulgares.

Somos, porém, daqueles que preferem encarar todos os dias do Cristo por gloriosas jornadas e todos os seus minutos por divinas parcelas de seu ministério sagrado, ante as necessidades da alma humana.

Cada hora da presença dele, entre as criaturas, reveste-se de beleza particular e o instante do madeiro afrontoso está repleto de majestade simbólica.

Vários discípulos tecem comentários extensos, em derredor da cruz do Senhor, e costumam examinar com particularidades teóricas os madeiros imaginários que trazem consigo.

Entretanto, somente haverá tomado a cruz de redenção que lhe compete aquele que já alcançou o poder de negar a si mesmo, de modo a seguir nos passos do Divino Mestre.

Muita gente confunde disciplina com iluminação espiritual. Apenas depois de havermos concordado com o jugo suave de Jesus Cristo, podemos alçar aos ombros a cruz que nos dotará de asas espirituais para a vida eterna.

Contra os argumentos, quase sempre ociosos, dos que ainda não compreenderam a sublimidade da cruz, vejamos o exemplo do Cireneu, nos momentos culminantes da Salvador.

A cruz do Cristo foi a mais bela do mundo, no entanto, o homem que o ajuda não o faz por vontade própria, e, sim, atendendo a requisição irresistível. E, ainda hoje, a maioria dos homens aceita as obrigações inerentes ao próprio dever, porque a isso é constrangida.

Pão Nosso, lição 103 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

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Deixe de Sofrer





A dor é inevitável, mas o sofrimento pode ser eliminado, pois se trata de consequência de interpretações da realidade quando não se tem uma visão imortalista da vida. Deixe de se vitimizar, de lamentar e de culpar terceiros pelo que lhe ocorre. Evite se culpar como se fosse a pior pessoa do mundo. Assuma o controle de sua vida, colocando horizontes palpáveis para seu destino. De nada adiantam suas lágrimas se não houver esforço de superação. Quando o Espírito toma consciência plena de sua imortalidade e de sua singularidade entende que os processos que para muitos causam sofrimento para si são tomados como preciosas lições de aprendizagem para o equilíbrio emocional. Mesmo quando as circunstâncias conduzem ao medo, a apreensão, a perdas ou a grande ansiedade, a confiança de que tudo segue propósitos divinos e atende ao melhor para o Espírito, o sofrimento não é obrigatório. Apego, egoísmo e orgulho são causadores de sofrimento. Dores lancinantes são suportadas quando o Espírito busca sua autodeterminação e dialoga com Deus. Comece a deixar de sofrer pensando no trabalho e na rotina de ser você mesmo.


http://adenauernovaes.blogspot.com.br/
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VOCÊ JÁ SORRIU HOJE?????




                               Levar a vida com BOM HUMOR, ajuda a reduzir os níveis de estresse e a lidar
                               com situações difíceis do seu cotidiano, além de proporcionar equilíbrio, muita
                               harmonia e principalmente alegria e paz.
         Os seres humanos, muito estão necessitados de uma das grandes qualidades, que precisam desenvolverem em seu cotidiano, onde sempre o Bom Humor se faz muito importante. O " Senso de Humor ", evidentemente nem sempre dá para achar graça em tudo, há situações em que a tristeza é inevitável e é bom que assim seja. Muito se precisa também da tristeza e da alegria, para que se tenha um convívio social adequado.
O ser humano precisa saber lidar com a flutuação entre esses estágios, que se fazem necessários e fazem parte da natureza humana.
Mas o bom humor, não apenas lhe tornará mais aberto a algumas risadas espontâneas, como também reduzirá os níveis de estresse, facilitando a interação com as outras pessoas ao seu redor, e até lhe ensinará a lidar com situações difíceis de seu cotidiano.
O mau humor, sempre contamina as pessoas próximas e o que é melhor, o bom humor sempre será contagiante e faz muito bem a ambas as partes.
Uma coisa que as pessoas não compreendem ainda, é que não precisam serem engraçados (as), ou viver constantemente fazendo piadas para ter o senso de humor.
O que se precisa realmente, é apenas ter a habilidade de ver o lado bom e mais leve das coisas, valorizando esses sentimentos de maneira melhor.
Na verdade, o humor é um estado de ânimo, cuja intensidade representa o grau de disposição e de bem-estar psicológico emocional de um indivíduo.
Através do humor nós vemos ao que parece racional, e ao irracional ao que parece importante. O insignificante, também desperta o sentido de sobrevivência e preserva a saúde mental e emocional.
          O bom humor é uma das qualidades divinas no homem, ou seja aquele que consegue lidar melhor com as frustrações diárias da vida, tem um encontro consigo e com a essência Divina no aspecto da lucidez e da sabedoria, vence as dificuldades com bom ânimo e alegria, além do rico aprendizado que adquire. 
O que define o ser humano, é sua capacidade de adaptação ao meio e cuja bagagem de vida traz o bom  humor, dosado na medida de seu interesse por auto conhecimento.
Uma pessoa bem humorada sempre será alegre, estando mais disponível as situações inusitadas, com reações de contentamento e gratidão.
Estampa trazendo em seu rosto sempre o sorriso, que encanta a quem dá, a quem o recebe e sabe o seu valor pelo bem e conforto que traz, como o sol nos dias de chuva contagiando quem está por perto, pois está aberto as mudanças e ao seu Livre-Arbítrio, pela liberdade de expressão.
O bom humor auxilia na saúde mental, proporcionando paz no coração, equilíbrio e plenitude à alma e sobretudo serenidade e paz.
O perfil da pessoa bem humorada, ativa a inveja dos maus humorados, onde a alegria é contagiante e estar de bem com a vida é uma questão de escolha e de construção diária de uma vida regada na conduta retilínea e feliz.
Para isso é preciso investir na descoberta de novos recursos internos, com a conscientização das qualidades e dificuldades a serem lapidadas, assim como um diamante que quanto mais for lapidado, sempre será muito mais valioso.
          O bom humor faz bem à saúde, no sistema Corpo-Mente, reagindo sempre a cada estado emocional, experimentado com à produção de substâncias, chamadas  de " Moléculas de emoção".
Quando se está bem humorado, há a libertação de neurotransmissores, como a Endorfina, que alimentam a sensação do bem-estar.
A incapacidade de enxergar o lado bom das situações e ser grato por todas as bênçãos que a luz Divina traz e da a cada um em seus dias, faz com que as pessoas entrem num jogo perigoso comportamental pelo mau humor, mostram que mesmo em um dia maravilhoso de sol, que muitas pessoas enxergam tudo cinza e nublado.
Portanto está dentro das pessoas e o grande segredo é transformar as crenças de que a vida é uma luta interminável e que muitos sempre querem prejudicar a outros, tornando-se sempre difícil conviver com as pessoas mau humoradas.
Avida é uma jornada, uma grande escola de oportunidades de aprendizados que ensina e mostra a necessidade de crescimento, através dos desafios e das dificuldades.
O bom humor é uma característica individual, que tem influência genética forte. Todos nós sempre estamos vendo no dia a dia, que aquelas pessoas criticas ou constantemente mau humoradas, não conseguem ajuda com facilidade, porque repelem as outras pessoas próximas.
Não que seja sempre possível manter essa boa disposição, o excesso de riso e sorriso, pode até parecer falsidade, porque a vida não é um estar ótimo todos os dias, mas sim  estar sempre disposto e alegre.
O fato é que o Bom Humor salva e traz consigo a paciência, quebrando situações difíceis, suavizando os problemas, apaziguando conflitos e amenizando discussões.
          As pessoas precisavam aprender a rirem de si mesmas, é energia terapeutica e um excelente exercício.
A calma gera e traz tranquilidade, segurança e paz, enquanto que o humor se não for provocativo ou irônico, tende à acalmar as pessoas.
O humor é contagiante, sedutor, amigo e salvador, mas mesmo assim algumas pessoas só conseguem olhar para dentro de seus problemas e dificuldades, porque não tem a energia ou generosidade para com o seu semelhante.
A pessoa mau humorada se torna chata, que sempre vê o lado ruim das coisas, tem sempre uma crítica  pronta, uma falha para apontar querendo justificar os erros, olhando sempre a vida desse jeito e pior ainda, não consegue disfarçar quem é, porque a crítica só vale para as  outras pessoas.
Portanto não ter humor, é não ter humildade, é não ter lucidez, é não ter leveza, é ser demasiadamente agressivo (a), é quase sempre carente de generosidade, doçura, carinho, misericórdia e respeito para com o próximo.
O excesso de seriedade mesmo na virtude, tem algo de suspeito e de inquietude, deve haver alguma ilusão, ou algum fanatismo nisso. Procure não exagerar, porém a importância do humor nos mostra que, um canalha pode ter humor e um herói pode não ter.

               SER FRATERNO:  É quando o amor se faz presente  e se expande na pessoa.
               A BONDADE: .....   É o amor que se desenvolve na pessoa.
               O CARINHO:.......   É o respeito ao próximo, pelo amor que se aviva dentro do                                                      coração.
               O BOM HUMOR:.   É A LUZ DIVINA DO AMOR, QUE SE ILUMINA E SE                                                                    SANTIFICA.
          Se realmente o bom humor já faz parte de você, continue amando aquelas pessoas, que lhe compartilham a sua estrada, auxiliando-as a serem alegres e livres, para que consigam encontrarem a si mesmas, tal qual como deseja você, a sua independência própria.
Procure esvaziar sua mente das coisas perniciosas, como o excesso de pensamentos negativos, que não lhe dá espaço para que continue firme com o seu  bom humor.
Sempre que necessitar mude o foco, pensando em coisas boas e alegres, que sua saúde mental muito irá lhe agradecer.
Comece se perguntando:
               SERÁ QUE SOU BEM HUMORADO (A)?
               SERÁ QUE SOU MAU HUMORADO (A)?
               VOCÊ  JÁ SORRIU HOJE........
Forte abraço cheio de carinho e alegria em sua vida. Jesus Carlos - Uchôa, sp.


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