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Cantor Fagner grava música de autoria do espirito Emmanuel psicografado por Chico Xavier


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 ALMA GÊMEA

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ALMA GÊMEA, O POEMA INESQUECÍVEL, EM DOIS MOMENTOS ESPECIAIS

 Do livro "Há 2000 Anos" - Emmanuel
 . 
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Na Galiléia - No dia imediato a esses acontecimentos, às primeiras horas da manhã, Públio Lentulus foi procurado, na intimidade do seu gabinete particular, por Fúlvia, que se lhe dirigiu, criminosamente, nestes termos:
- Senador, o ascendente de nossas ligações familiares obriga-me a procurar-vos para tratar de um assunto desagradável e doloroso, mas, nas minhas experiências de mulher, cumpre-me aconselhá-lo a resguardar sua esposa da insídia dos próprios amigos, pois que, ainda ontem, tive oportunidade de surpreendê-la em íntimo colóquio com o governador...
O interpelado estranhou aquela atitude insólita, grosseira, contrária a todos os seus métodos de homem de bem. Repeliu dignamente a investida, encarecendo a nobreza moral de sua esposa, passando Fúlvia a relatar-lhe, com os mais exaltados floreios de sua imaginação doentia, a cena da véspera, nas suas mínimas minudências. O senador ficou pensativo, mas sentiu-se com a precisa coragem moral para repelir a insinuação caluniosa.
- Pois bem - disse ela, terminando a denúncia -, muito longe levais a vossa confiança e boa fé. Um homem nunca perde por ouvir os conselhos da experiência feminina. A prova de que Lívia caminha na estrada larga da prevaricação tê-la-eis muito breve, porquanto ela há de preferir a partida imediata para Nazaré, onde o governador buscará encontrá-la.
E, dizendo-o, retirou-se apressadamente, deixando o senador algo desalentado e compungido, pensando nos corações mesquinhos que o rodeavam, porque, no tribunal da consciência, não se sentia disposto a aceitar idéia que viesse conspurcar a valorosa nobreza de sua mulher.
Imenso véu de somas cobriu-lhe o espírito sensível e afetuoso. Sentiu que, em Jerusalém, conspiravam contra ele todas as forças tenebrosas do seu destino, experimentando vasto deserto no coração. Ali, não encontraria a palavra prudente e generosa de um amigo como Flamínio, com quem pudesse desabafar as suas profundas mágoas. Absorto nessas meditações angustiosas, não viu que as pétalas das horas rodopiavam incessantes, nos torvelinhos do tempo. Só muito depois percebeu o vozerio de um dos serviçais de confiança, vindo a saber que Sulpício Tarquinius lhe solicitava o obséquio de uma entrevista particular, pedido a que atendeu com o máximo de atenção. Admitido ao interior do gabinete, o lictor referiu-se, sem preâmbulos, aos fins da visita, explicando com desembaraço:
- Senador, honrado com a vossa confiança no caso de vossa transferência para uma estação de repouso, venho sugerir-vos o arrendamento de rica propriedade pertencente a um nosso compatrício, nos arredores de Cafarnaum, encantadora cidade da Galiléia, situada no caminho de Damasco. É verdade que já escolhestes Nazaré, mas, ao longo da planície de Esdrelon, as casas confortáveis são muito raras, acrescendo que seríeis obrigado a enormes dispêndios em serviços de remodelação e benfeitorias. Em Cafarnaum, porém, o caso é diferente. Tenho ali um amigo, Caio Gratus, decidido a arrendar por tempo ir determinado a sua esplêndida vila, que é uma herdade provida de todo o conforto, com pomares preciosos, num ambiente de absoluto sossego.
O senador ouvia o preposto de Pilatos como se o espírito lhe pairasse noutra parte; mas, como se tivesse a atenção subitamente despertada, exclamou, na atitude de quem argumenta consigo mesmo:
- De Jerusalém a Nazaré, temos setenta milhas... Onde fica Cafarnaum?...
- Muito distante de Nazaré - obtemperou o lictor, com segunda intenção.
- Está bem, Sulpício - respondeu Públio, com ares de quem tomou uma resolução íntima -, estou muito agradecido pela tua gentileza, que não esquecerei de recompensar em tempo oportuno. Aceito a tua sugestão que reputo sensata, mesmo porque, de fato, não me pode interessar a aquisição definitiva de qualquer imóvel na Galiléia, atenta a necessidade de regressar a Roma, dentro em breve. Ficas autorizado a concluir o negócio, porquanto me louvo nas tuas informações, descansando, confiadamente, no teu conhecimento do assunto.
Secreta satisfação transpareceu nos olhos de Sulpício, que se despediu com fingido reconhecimento. Públio Lentulus descansou novamente os cotovelos na mesa de trabalho, submerso em profundas cismas. Aquela sugestão de Sulpício chegava no instante psicológico de suas angustiosas cogitações, porque, em face dessa nova providência, conseguiria instalar a família longe de qualquer influência da casa do procurador da Judéia, salvando, assim, a sua reputação dos salpicos ignominiosos da maledicência. A denúncia de Fúlvia, todavia, desdobrava sucessivas preocupações no seu íntimo. Fosse pelo inopinado da calúnia, ou pelo espírito de perversidade com que a mesma fora urdida, seu pensamento mergulhou em ansiosas expectativas.
À noite daquele mesmo dia, após o jantar, vamos encontrá-lo a sós com Lívia, no terraço da residência do pretor, que, por sua vez, se ausentara de casa por algumas horas, em companhia dos seus familiares, para atender a imperativos de certas pragmáticas. Notando-lhe no rosto os sinais evidentes de profunda contrariedade, rompeu a esposa com a encantadora intimidade do seu coração feminino:
- Querido, pesa-me ver-te assim, dobrado ao jugo de tamanhos desgostos, quando esta longa viagem deveria restituir-nos a tranqüilidade necessária ao desenvolvimento dos teus encargos... Ouso pedir que apresses a nossa mudança de Jerusalém para um ambiente mais calmo, onde nos sintamos mais a sós, fora deste círculo de criaturas cujos hábitos não são os nossos, e cujos sentimentos desconhecemos. Quando partiremos para Nazaré?...
- Para Nazaré? - repetiu o senador, com voz irritada e sombria, como se o tocasse o espírito venenoso do ciúme, lembrando, involuntariamente, as acusações infundadas de Fúlvia.
- Sim - prosseguiu Lívia, súplice e carinhosa -, pois não foram essas as providências ontem aventadas?
- É verdade, querida! - exclamou Públio, já pesaroso, voltando a si dos maus pensamentos que havia abrigado por um instante - mas resolvi depois instalarmo-nos em Cafarnaum, contrariando as últimas decisões...
E tomando a mão da companheira, como se buscasse um bálsamo para a alma ferida, sussurrou-lhe de manso:
- Lívia, és tudo que me resta neste mundo!... Nossos filhos são flores da tua alma, que os deuses nos deram para minha alegria!... Perdoa-me, querida... Há quanto tempo tenho vivido absorto e taciturno, esquecendo o teu coração sensível e carinhoso! Parece-me estar despertando agora de um sono muito doloroso e muito profundo, mas despertando com a alma receosa e oprimida. Andam-me, no íntimo, amargurados vaticínios... Temo perder-te, quando quisera encerrar-te no peito, guardando-te no coração eternamente... Perdoa-me...
Enquanto ela o contemplava, surpresa, seus lábios sequiosos lhe cobriam as mãos de beijos ardentes. E não foram apenas os ósculos afetuosos que brotaram nesse transbordamento de carinhos. Uma lágrima lhe gotejou dos olhos cansados, misturando-se às flores da sua afeição.
- Que é isso, Públio? Choras? - exclamou Lívia, enternecida e angustiada.
- Sim! Sinto os gênios do mal cercando-me o coração e a mente. Meu íntimo está povoado de visões sombrias, prenunciando o fim da nossa felicidade; mas eu sou um homem e sou forte... Querida, não me negues a tua mão para atravessarmos juntos o caminho da vida, porque, contigo, vencerei o próprio impossível!...
Ela estremeceu em face dessas observações, que lhe não eram familiares. Num relance, retrocedeu à noite anterior, considerando o atrevimento do governador, que dignamente repelira, experimentando, ao lado da aflição pelo companheiro, soberana tranqüilidade de consciência e, tomando ligeiramente as mãos do esposo, levou-o a um canto do terraço, onde se postou à frente de uma harpa harmoniosa e antiga, cantando baixinho, como se a sua voz, naquela noite, fosse o gorjeio de uma cotovia apunhalada:

"Alma gêmea da minhalma,
Flor de luz da minha vida,
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão!...
Quando eu errava no mundo
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.
Vinhas na bênção dos deuses,
Na divina claridade,
Tecer-me a felicidade,
Em sorrisos de esplendor!...
És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque eu sou tua esperança,
Como és todo o meu amor!"
Tratava-se de uma composição dele, na mocidade, tão ao gosto da juventude romana, dedicada a ela própria, e que o seu talento musical guardava sempre, para circunstâncias especiais do seu sentimento. Naquele instante, porém, sua voz tinha tonalidades diferentes, como se houvera encerrado na garganta uma toutinegra divina, exilada dos prados brilhantes do Paraíso.
Na última nota, tocada de tristeza e angústia indefiníveis, Públio tomou-a brandamente de encontro ao peito, forte e resoluto, como se quisesse reter para sempre, no coração, a sua jóia de inimaginável pureza. Agora, era Lívia a chorar copiosamente nos braços do companheiro, e este a beijá-la nos transportes de sua alma leal e, por vezes, impulsiva. Depois daquele arroubo emotivo, Públio sentiu-se desanuviado e satisfeito.
- Porque não regressarmos a Roma quanto antes? - perguntou Lívia, como se o seu espírito estivesse clarificado por luzes proféticas, com relação aos dias futuros. - Junto dos filhinhos retomaríamos nossas obrigações habituais, cientes de que a luta e o sofrimento estão em todos os lugares e de que toda alegria significa, neste mundo, uma bênção dos deuses!..
O senador ponderou a proposta da companheira, estabelecendo a análise de toda a situação no seu íntimo, obtemperando, por fim:
- Tua observação é justa e providencial, minha querida, mas, que diriam os nossos amigos quando soubessem que, depois de tantos sacrifícios com a viagem, havíamos resolvido a permanência de apenas uma semana em região tão distante? E a nossa doentinha? Seu organismo não tem reagido de modo eficaz, em contacto com o novo clima? Estejamos confiantes e tranqüilos. Apressarei a partida para Cafarnaum e, em breves dias, estaremos em novo ambiente, segundo os nossos desejos.
Assim aconteceu, efetivamente. Reagindo às viações perniciosas do meio, Públio Lentulus providenciou a solução de todos os problemas atinentes à mudança, fazendo ouvidos moucos às indiretas de Fúlvia, enquanto Lívia, escudando-se na superioridade de sua alma, buscava insular-se dentro do pequeno mundo de amor dos dois filhinhos, fugindo à presença do governador, que não desistira dos seus assédios, e junto de quem a figura nobre de Cláudia sabia despertar em todos a mais sincera simpatia. - continua... (III - Em casa de Pilatos)


O POEMA COMPLETO

Tragédias e Esperanças - Faltavam somente quatro dias para a realização das grandes festas, em que mais de uma centena de senadores receberia a auréola do supremo triunfo na vida pública. Públio Lentulus, que seria dos homenageados na festa memorável, não obstante o luto da família, aguardava o grande momento, com ansiedade. É que, recebida a expressão suprema da vitória de um homem de Estado, levá-la-ia aos pés da esposa, como símbolo perene do seu afeto e do seu reconhecimento da vida inteira. No seu íntimo, arquitetava a maneira mais doce de se dirigir novamente à companheira, no timbre caricioso e suave que a sua voz havia perdido há vinte e cinco anos, e, verificando a continuidade do seu amor, cada vez mais profundo, pela esposa, esperava ansiosamente o instante da sua reintegração na felicidade doméstica.
De noite, naquelas horas longas que se passavam, enquanto o velho coração se preparava para as bênçãos da ventura conjugal, em breves dias, ia ele até às proximidades dos apartamentos da esposa, situados bem distantes do seus, naqueles prolongados anos de amarguras infindas. Na antevéspera das grandes festividades a que nos referimos, seriam vinte e três horas, quando a sua figura se postara em frente aos aposentos da companheira, antegozando o ditoso momento da penitência, que significava para ele uma alegria suprema. Enquanto o pensamento se afundava nos abismos do passado longínquo, sua atenção espiritual foi repentinamente despertada pela melodia suave de uma voz de mulher, que cantava baixinho no silêncio da noite. O senador aproximou-se, vagarosamente, da porta, colando o ouvido à escuta... Sim! Lívia cantava em voz apagada e mansa, qual cotovia abandonada, fazendo soar levemente as cordas harmoniosas de uma lira de suas lembranças mais queridas. Públio chorava comovido, ouvindo-lhe as notas argentinas que se abafavam no ambiente restrito do quarto, como se Lívia estivesse cantando para si própria, adormentando o coração humilde e desprezado, para encher de consolo as horas tristes e desertas da noite. Era a mesma composição das musas do esposo, que lhe escapava dos lábios naquele instante em que a voz tinha tonalidades estranhas e maravilhosas, de indefinível melancolia, como se todo o seu canto fosse o lamento doloroso de rouxinol apunhalado:

Alma gêmea da minhalma,
Flor de luz da minha vida,
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão!...
Quando eu errava no mundo,
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.
Vinhas na bênção dos deuses,
Na divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!...
És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque sou tua esperança,
Como és todo o meu amor!
Alma gêmea da minhalma,
Se eu te perder, algum dia,
Serei a escura agonia
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares,
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus...

Daí a minutos, a voz harmoniosa calava, como se fora obrigada a um divino estacato. O senador retirou-se, então, com os olhos marejados de lágrimas, refletindo consigo mesmo:
- "Sim, Lívia, de hoje a dois dias hei de provar-te que foste sempre a luz da minha vida inteira... Beijarei teus pés com a minha humildade agradecida e saberei entornar no teu coração o perfume do meu arrependimento..."
Penetrando no aposento de Lívia, vamos encontrá-la genuflexa, depois de haver deposto, sobre um móvel predileto, a lira das suas recordações. Ajoelha-se, como sempre, diante da cruz de Simeão que, nesse dia, mostrava a seus olhos espirituais uma claridade mais intensa. No curso de suas preces, ouviu a palavra do amigo invisível, cuja tonalidade profunda parecia gravar-se, para sempre, no imo da sua consciência:
"Filha - exclamava a voz amiga, do plano espiritual -, regozija-te no Senhor, porque são chegadas as vésperas da tua ventura eterna e imorredoura! Eleva o pensamento humilde a Jesus, porque não está longe o instante ditoso da tua gloriosa entrada no seu Reino!..."
Lívia deixou transparecer no olhar uma atitude de alegria e surpresa, mas, cheia de confiança e fé na providência divina, guardou, nos refolhos mais íntimos do coração, o conforto daquelas palavras sacrossantas. (IV - Tragédias e esperanças 275)

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FORMAÇÃO MEDIUNICA


Anotando a formação mediúnica, comparemo-la aos serviços do solo.
A terra desdobra recursos para sustentação do corpo.
A mediunidade cria valores para alimento do espírito.
*
A terra, mesmo quando possuída pela floresta brava, produz, de maneira mecânica, se lhe atiramos algumas sementes; contudo, a lavoura, nesse regime, surgirá em condições anômalas.
A mata dominante abafará, decerto, as plantas nascituras.
Animais comparecem na posição de primitivos donos da gleba, injuriando-lhes as folhas.
Vermes destruidores ameaçam-nas, a cada instante. Enxurrada e sombra constantes constituem-lhes empeço à vida.
Mas se o trato da selva for cultivado contra a invasão de todo elemento estranho e mantido em trabalho, conseguiremos, em breve, o celeiro de pão, seguro e rico.
Também a mediunidade, mesmo quando encravada no psiquismo de alguém que paixões subalternas dominam, produz, de maneira mecânica, quando se lhe entrega determinado gênero de ação; contudo, a tarefa, nesse regime, surgirá em condições anômalas.
Tendências infelizes abafarão decerto a obra recém-nata.
Sentimentos inferiores comparecem, na posição de primitivos senhores da alma, inutilizando-lhe as promessas.
Agentes da discórdia ameaçam-na, a cada instante.
Lodo moral e perseguição gratuita constituem-lhe empeço à vida.
Mas se a personalidade mediúnica for educada contra a invasão de toda sombra de ignorância e mantida em serviço, conseguiremos, em breve, o celeiro de luz, seguro e rico.
*
Não há desenvolvimento mediúnico, para realizações sólidas, sem o aprimoramento da individualidade mediúnica.
No caso da terra, o lavrador será mordomo vigilante. No caso da mediunidade, o médium será o zelador incansável de si mesmo.
E médium algum se esqueça de que é na terra boa abandonada que a praga e a serpente, o espinheiro e a tiririca proliferam mais e melhor.

Seara dos Médiuns
Emmanuel - Francisco Cândido Xavier

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IMUNIZAÇÃO ESPIRITUAL





Se te decides, efetivamente, a imunizar o coração contra as influências do mal, é necessário te convenças:
que todo minuto é chamamento de Deus à nossa melhoria e renovação;
que toda pessoa se reveste de importância particular em nosso caminho;
que o melhor processo de receber auxílio é auxiliar em favor de alguém;
que a paciência é o principal ingrediente na solução de qualquer problema;
que sem amor não há base firme nas construções espirituais;
que o tempo gasto em queixa é furtado ao trabalho;
que desprezar a simpatia dos outros, em nossa tarefa, é o mesmo que pretender semear um campo sem cogitar de lavrá-lo;
que não existem pessoas perversas e sim criaturas doentes a nos requisitarem amparo e compaixão;
que o ressentimento é sempre foco de enfermidade e desequilíbrio;
que ninguém sabe sem aprender e ninguém aprende sem estudar;
que, em suma, não basta pedir aos Céus, através da oração, para que baixem à Terra, mas também cooperar, através do serviço ao próximo, para que a Terra se eleve igualmente para os Céus.

EMMANUEL

(Médium: Francisco Cândido Xavier)
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QUAL A VISÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA DESSES VÁRIOS CASOS DE MICROCEFALIA?



Os diversos casos de microcefalia que está ocorrendo por todo o Brasil, e com mais intensidade no Nordeste, e os números cada vez mais aumentando.  Nos faz indagar: por que isto está acontecendo? 
   Para nós espíritas isto não é por acaso. Na visão da Doutrina Espírita esta situação enquadra-se nas chamadas provações coletivas, é um resgate coletivo. São espíritos que trazem necessidade de provas ou expiações semelhantes, nisto são atraídos a lugares ou situações, onde graves desequilíbrios destes espíritos são tratados em conjunto. Sobretudo nas doenças, chamadas de congênitas, que a criança já traz ao nascer, não se pode atribuir ao acaso ou a má sorte elas passarem por esta situação.
   Há casos também em que esses espíritos reencarnam com este problema  para ajudar os familiares a desenvolverem boas qualidades, a terem mais paciência, para desenvolver o cuidado pelo próximo, a compaixão, a generosidade...
   O Espiritismo nos esclarece que estamos num mundo de efeitos, de consequências, onde percebemos que na reencarnação encontra-se o “por que” para compreendermos o que está ocorrendo, as causas e as consequências.
  Nas questões 132 e 133 de O Livro dos Espíritos, encontramos os seguintes esclarecimentos: Que Deus impõe a encarnação com o objetivo de fazer os espíritos chegarem a perfeição. Para alguns a encarnação é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação. (...)
Todos nós necessitamos de reencarnarmos, pois todos nós fomos criados simples e ignorantes; instruímo-nos nas lutas e nas tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não poderia fazer a alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito. Os espíritos que seguem o caminho do bem alcançam mais depressa o objetivo. Aliás, as dificuldades da vida, frequentemente, são consequências da imperfeição do espírito; quanto menos tenham de imperfeição, menos tem de tormentos. (...)
  Estamos vivenciando um momento crucial no progresso do planeta Terra, e no nós progresso.  Esta é a encarnação que melhor nos preparamos através das outras encarnações. É a grande chance e a grande oportunidade para nos tornamos indivíduos melhores. E para esses espíritos que nasceram com o corpo físico com microcefalia é uma grande oportunidade de reajuste de dividas passadas, é uma reencanação impar para eles, mesmo que seja por breve instantes, ou pela experiência de passar por isso, ou que vivam por anos; tanto para eles como para os familiares .
  Sabemos que a Terra está passando pela mudança de uma Era para outra, deixando o mundo de Provas e Expiações para o mundo de Regeneração. Tudo que estamos vivenciando seja desencarnes coletivos, seja reencarnações de resgate coletivo, é para acelerar o processo de quitação de divida do mundo em estagio de Provas e Expiações, pois não se pode chegar um novo estagio moral na Terra com as dividas e os sofrimentos atuais. Só irão ficar na Terra os espíritos que assumirem o compromisso com o bem, espíritos com a moral adequada para habitar o mundo em estagio evolutivo de Regeneração. Por isso que as dividas tem que serem pagas, e por isso que está havendo esse aceleramento para o pagamento dos débitos desses espíritos, e tudo isso acontecendo por meio da Lei de Causa e Efeito, da ação e da reação.
  Assim, os débitos de vidas anteriores que tal espírito contraiu e acarretou tal deficiência, é sanado com essa atitude de encarnar com a microcefalia.   Décadas atrás a incidência de casos de deficiência física era muito grande, e se apresentando de diversas formas as deficiências físicas, atualmente os espíritos estão nascendo com doenças emocionais, psíquicas, é a mente que está sofrendo atualmente. Tendo diminuído os casos de deficiência física, pois os espíritos que precisavam passar por tais circunstancias já terem quitado tal divida, contraída por erros em vidas passadas. É por isso que esta é a grande chance, quem sabe uma das ultimas chamadas para esses espíritos quitarem suas dividas e a dos seus familiares por meio da microcefalia.
  Deus sempre Escreve Certo e  Seu Amor e Justiça nunca falham. Temos que entender que os espíritos desses bebês, são espíritos que já viveram muitas outras vidas, com erros e acertos. Os aspectos espiritual por trás desta situação é que são espíritos que precisam passar pela experiência da microcefalia, é como se fosse um processo de cura para os dificuldades espirituais desses espíritos.
  Que as mães não aborte esses bebês de forma alguma, porque se houver um caso na família de microcefalia é porque  a família necessita desta experiência  para desenvolver boas qualidades. Porque se haver de nascer na família um bebê com alguma deficiência física é necessidade da família e do bebê. A família tem que se doar, porque tudo tem uma razão de ser. É a Justiça Divina atuando, mesmo que não compreendemos atualmente,  para que alcancemos a luz.
  Que as mães, os pais e  os familiares agradeçam a Deus por esta oportunidade bendita, por receber estes espíritos sofredores, que vão precisar dos seus pais, responsáveis, familiares, de todo o amor, carinho, da servidão, para se dedicarem a estes espíritos, dando condição a eles de cura para o espírito, através desta oportunidade. Quando servimos crescemos. É um crescimento mútuo, para os pais e para o filho, muitos casos podem ser resgates de dividas dos pais com os filhos de outras vidas, outros casos os bebês podem assim nascer para sensibilizar os pais e familiares, e outros podem ser a necessidade do espírito de nascer desta forma e os pais os acolherem para o ajudar, sem os pais terem cometido erros com eles no passado, isto estabelecido no plano reencarnatório antes dos pais e filhos nascerem.
  Que esses casos sirvam para a sociedade em geral, para sensibilizar-nos e nos voltarmos mais para o bem, para o amor, para a caridade... Uma nova era está chegando, e temos que cada dia sermos pessoas melhores. O tempo urge, e os trabalhos estão sendo acelerados. Colhemos o que plantamos isto através dos séculos, isto é a lei de causa e efeito, ação e reação. Mas, sobretudo, confiemos em Deus Pai. E nos ensinos de Mestre Jesus, pois Ele afirmou: “Das ovelhas que meu Pai me confiou, nenhuma se perderá.”

  “Estamos certos de que Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano.“ (Romanos 8:28)


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Intrigas e Maledicência



Quantos irmãos em desajustes por causa de uma intriga?
Você conhece alguém que se prejudicou por uma Intriga?
Você conhece alguém que faz intriga? Intrigante não?
Sabemos responder prontamente todas as perguntas…
Antes de fazer uma intriga por menor que seja,
não esqueça que você está falando do outro…
Antes de promover a maledicência, não esqueça que alguém pode ser julgado e condenado…
Muitas vezes achamos que falar mal ou questionar, o comportamento de alguém é natural, nos enganamos pensando assim…
O mestre Jesus nos deixou ensinamentos edificantes, da prática da caridade e do Amor ao próximo…
Para que possamos seguir o caminho correto, onde Intrigas e maledicência não entram, devemos procurar a nossa auto-análise, a nossa reforma interior, pois somente desta forma, estaremos promovendo em nós a reforma íntima,
e a caridade para com o desajuste do outro…
Quando a Intriga bater à sua porta…
Não abra, que você não vai se arrepender por isso, e estará ajudando a alguém e a você mesmo.
Procure falar menos e ouvir mais, para isso temos uma boca e duas orelhas,
e isso não é por acaso…
Muitas vezes o silêncio diante de uma questão, onde outras pessoas estão envolvidas é o melhor a fazer, para não dar opiniões que possam trazer,
o arrependimento mais tarde, porque a pedra atirada não tem mais volta.
Não julgues para não serdes julgados.
Não se deixe levar pela ansiedade do momento, nem tão pouco pelas palavras de momento, o maior prejudicado pode ser você.
Lembre-se que a prece e o silêncio, são as maiores armas que você tem nas mãos, para salvar um irmão de uma trama de Intrigas.
Reveja seus pensamentos, reveja seus sentimentos,
e reveja como anda seu coração…
Pense que você pode mudar a sua vida, e a do outro para o bem ou para o mal, só depende do que você.


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Fraquezas e Enganos




A apreciação envolve a procura de forças que estão
além dos enganos e das fraquezas que testemunhamos.
Nós “embarcamos” na negatividade dos outros,
espalhando-a com fofocas, e perdemos nossa paz de
espírito ao fazê-lo. Da mesma forma, quando nossas
fraquezas e enganos nos fazem sofrer, nos inclinamos
a pensar mais neles do que em nossas qualidades,
pontos fortes e virtudes. O exercício da apreciação
é a decisão de ignorar o crítico interior que diz
eu não tenho valor ou eles não valem nada.


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Como não transformar indignação em ódio?




Partilhei hoje na minha página do Face uma foto de um membro da polícia militar com a arma em punho diante de uma estudante desarmada, em posição pacífica, durante a guerra declarada pelo Governo do Estado aos alunos que reivindicam a manutenção de suas escolas, no movimento “Não fechem minha escola”. Ao partilhar essa foto e comentar brevemente minha indignação diante da cena, vi-me arrebatada numa discussão desenfreada na minha própria página. Mantive-me calada, mas tenho ficado amargada com o nível de agressividade, conservadorismo, analfabetismo político reinantes no momento presente. E toda vez que manifesto qualquer posição, vejo-me enredada numa trama de contenda, de vibrações desencontradas, que me afetam por dentro.
Por isso, a reflexão de hoje é sobre uma questão fundamental: como manter a paz íntima diante das gritantes injustiças do mundo? Como exercitar a indignação (necessária, pois até Jesus a manifestou diante dos fariseus que exploravam o povo) sem se deixar escorregar para a ódio e para o asco? Como manter o olhar lúcido e crítico diante das estruturas profundamente injustas da sociedade, diante da falta de ética, diante da negligência com o ser humano, sem afundar-se num desânimo existencial, que nos faça parar deprimidos à beira do caminho? Como, enfim, atuar no mundo, para transformá-lo, com suficiente amor no coração, mas sem a pieguice e a apatia dos que aceitam tudo de cabeça baixa?
Lembro-me aqui de três figuras que muito me inspiram na vida e que viveram momentos críticos nesse sentido. Um foi Pestalozzi. Condecorado pela Revolução Francesa, por suas ideias progressistas para a melhoria das condições do povo e de sua educação, ele escreveu um livro intitulado Sim ou Não?, que pretendia responder se ele era contra ou a favor daquela Revolução sangrenta. Ora, claramente, ele se manifesta contrário à violência, mas a favor das reivindicações populares, diante da opressão em que vivia o povo. Hoje, é verdade, a análise marxista da História considera a Revolução Francesa uma revolução burguesa, que usou as classes populares a seu favor. Na época, na compreensão de Pestalozzi, era algo que brotava sobretudo legitimamente das entranhas do povo. Ele não aprovava, nem justificava a violência, mas compreendia-a, como uma reação inevitável à opressão. Numa outra obra sua,Minhas Indagações sobre a marcha do desenvolvimento da espécie humana,Pestalozzi desenvolve toda uma teoria, que antecede em alguns aspectos a psicanálise, apontando a repressão dos instintos das massas como uma das causas de explosão de guerras e revoluções. De qualquer forma, ele considera que uma educação integral, como a que ele propunha, deveria despertar a divindade interior dos indivíduos, motivando-os a agir autonomamente, sem repressão, no sentido da fraternidade e do bem-estar de todos.
Kardec, no Livro dos Espíritos, na questão 783, da mesma forma que seu mestre Pestalozzi, admite a necessidade das revoluções sociais, olhando a História de uma perspectiva no tempo: 
“O homem não pode ficar eternamente na ignorância, porque deve chegar à meta marcada pela Providência: ele se esclarece pela força das coisas. As revoluções morais, como as revoluções sociais, se infiltram pouco a pouco nas ideias, elas germinam durante séculos, depois, de repente, estouram e fazem ruir o edifício carcomido do passado, que não está mais em harmonia com as necessidades e aspirações novas.
O homem muitas vezes vê nessas comoções apenas a desordem e a confusão momentânea que o atingem em seus interesses materiais; aquele que se eleva pelo pensamento além do pessoal, admira os desígnios da Providência, que do mal faz surgir o bem. É a tempestade que purifica a atmosfera, depois de tê-la agitado.” (Tradução minha)
Entretanto, foi no século XX, que um elevado espírito, aliás chamado Mahatma (grande alma), deu um exemplo maravilhoso de uma atuação política, para transformação social, na luta contra a injustiça, por caminhos da não-violência, comprometido ao mesmo tempo com seu próprio aperfeiçoamento espiritual e com a elevação moral do povo. Gandhi foi passo a passo, como conta em sua autobiografia, construindo uma forma de atuar no mundo, para mudá-lo, sem render-se ao ódio, ao desespero e sem a alienação, muitas vezes característica, de alguns líderes espirituais. Unindo fé e política, autoconhecimento com a trilha da não-violência, ele deixou a mensagem de que só conquistamos a devida força moral, social e mesmo política (num sentido muito amplo e não partidário) se conquistarmos ao mesmo tempo a nós mesmos. Mas ele também se deparou com o rugir das paixões, o estouro da violência, da guerra civil, de seus compatriotas, pagando com a vida o seu empenho de dialogar com todos e não odiar ninguém.
Fica porém esse aprendizado para nós: guardemos serenidade nas lutas justas em que nos empenhemos no mundo. A oração é uma força essencial para isso. Assim nos ensinaram Jesus e Gandhi. Cuidemos de nosso mundo íntimo, para não nos rendermos ao ódio, que é um grau degenerado de indignação. E enchamo-nos de compaixão para com todos. Porque todos precisam dela.





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Fazemos o Ambiente


Allan Kardec usou o título Atmosfera espiritual, em sua Revista Espírita de maio de 1867, para abordar a questão da influência dos maus fluidos - produzidos pelos sentimentos contrários à caridade -, que tornam os ambientes desagradáveis e muitas vezes intoleráveis.

Não é outra a causa dos constrangimentos que se estabelecem nos relacionamentos, especialmente em grupos onde o ambiente "parece pesar" e surgem as sensações de desconforto. E há que se considerar que a permanências desses "ambientes pesados", característicos de ondas mentais conflitantes, pode acarretar graves prejuízos morais e mesmo desuniões e danos à saúde, já que desencadeadores de obsessões.

A abordagem do Codificador é extremamente lúcida e coerente. Selecionamos alguns trechos ao leitor, indicando, todavia, a fonte original para leitura e estudo na íntegra, conforme citado no primeiro parágrafo.

"(...) sabemos que, numa reunião, além dos assistentes corporais, há sempre auditores invisíveis; que sendo a impermeabilidade uma propriedade do organismo dos Espíritos, estes podem achar-se em número ilimitado num dado espaço. (...) Sabe-se que os fluidos que emanam dos Espíritos são mais ou menos salutares, conforme seu grau de depuração. Conhece-se o seu poder curativo em certos casos e, também, seus efeitos mórbidos de indivíduo a indivíduo. Ora, desde que o ar pode ser saturado desses fluidos, não é evidente que, conforme a natureza dos Espíritos que abundam em determinado lugar, o ar ambiente se ache carregado de elementos salutares ou malsãos, que devem exercer influências sobre a saúde física, assim como sobre a saúde moral?

Quando se pensa na energia da ação que um Espírito pode exercer sobre um homem, é de admirar-se da que deve resultar de uma aglomeração de centenas ou milhares de Espíritos? Esta ação será boa ou má conforme os Espíritos derramem num dado meio um fluido benéfico ou maléfico, agindo à maneira das emanações fortificantes ou dos miasmas deletérios, que se espalham no ar. 

Assim se pode explicar certos efeitos coletivos, produzidos sobre massas de indivíduos, o sentimento de bem-estar ou de mal-estar, que se experimenta em certos meios, e que não tem nenhuma causa aparente conhecida, o entusiasmo ou o desencorajamento, por vezes a espécie de vertigem que se apodera de toda uma assembléia, de toda uma cidade, mesmo de todo um povo.

Em razão do seu grau de sensibilidade, cada indivíduo sofre a influência desta atmosfera viciada ou vivificante. Por este fato, que parece fora de dúvida e que, ao mesmo tempo que a teoria e a experiência, nós achamos nas relações do mundo espiritual com o mundo material, um novo princípio de higiene, que, sem dúvida, um dia a ciência fará entrar em linha de conta. (...)"

Ora, o trecho transcrito é por demais claro. Ele remete a outras tantas considerações, impossíveis de serem trazidas ao simples espaço de um artigo. Mas poderíamos ponderar sobre como subtrair-se a estas influências (e Kardec aborda isso na continuidade do texto).

O fato concreto é que somos sempre responsáveis pelo tipo de influência que atraímos ou alterações que produzimos nos fluidos que nos circundam por força dos sentimentos e pensamentos que cultivamos.

Numa assembléia, pequena ou numerosa, o padrão dominante dos pensamentos é fator decisivo para determinar o tipo de sensação que vigorará "no ar" daquele ambiente. Alterá-lo também é tarefa dos mesmos pensamentos e sentimentos. Fruto da perseverança no bem e no reconhecimento dos valores que conduzem ao estabelecimento da harmonia na convivência.

Uma vez mais surge a necessidade da melhora moral como único recurso de vivermos melhor. E há que se pensar que isso vale individualmente, no ambiente social ou familiar ou mesmo numa nação e até num planeta. Dá o que pensar diante da realidade nossos dias, não é mesmo?



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Vigiai e Orai




Cuidado com os lugares aonde você vai e as pessoas com as quais você anda.
É provável que você se diga suficientemente forte,
para não sofrer mais as influências negativas de quem quer que seja.
Tudo bem. Deus está com você.
Contudo, evite tentá-Lo. Vícios e hábitos nocivos, que há tempos deixamos,
talvez apenas dormitem em nosso íntimo;
tanto quanto tendências e impulsos maus,
só estejam à espera de estimulação para se manifestarem.
O “homem velho”, que julgamos morto em nós,
não raro ressuscita e anula o “homem novo”,
a nova criatura em que a duras penas nos viemos transformando através do tempo.
Tenha sempre presente em seu coração a exortação milenar:

“Vigie e ore para não cair nas tentações”.      

Fonte de Paz


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NÃO ESPERE DESENCARNAR PARA ARREPENDER-SE




Preparávamos-nos para a sessão do Luiz Gonzaga, quando um viajante, hospedado no HOTEL Diniz, pergunta a D. Naná:
— Que é bom para arrependimento?
E a prezada irmã nos indica como sendo o portador do remédio. Tratava-se de um caso que podíamos e devíamos resolver logo; assim, inteiramo-nos dele, tanto mais que nos achávamos no clima do Chico e, portanto, rodeado de bons Espíritos, cuja presença sentíamos.
O irmão viajante havia brigado com a esposa por motivos fúteis. Estava, portanto, arrependido e desejoso de um remédio. Receitamos-lhe, de começo, a leitura do Evangelho e o convidamos a tomar parte na sessão do Luiz Gonzaga, que deveria realizar-se daí a algumas horas. Aceitou e foi conosco.
No fim, estava satisfeito. Ganhara o de que necessitava através do abraço do Chico e dos comentários da Lição da noite, que focou o assunto da cólera, fazendo-nos compreender os seus malefícios. Na manhã seguinte, seguira para Belo Horizonte, onde reside.
Partimos à tarde. Quando chegamos à Capital mineira, tivemos o prazer de vê-lo, pois estava esperando-nos para nos apresentar sua esposa, que se mostrava radiante com a transformação do marido. E foi dizendo-nos:
— Meu esposo parece que ganhou a sorte grande assistindo à sessão do Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, pois aí recebeu oportunos conselhos, como me disse, que valem pelos mais ricos dos Presentes. E a prova aí está:
fez as pazes comigo, arrependeu-se do que me disse, em momento de raiva, e jamais nos sentimos tão felizes!
Trouxe-me O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO para que o leiamos todas as noites, porque foi Nele que ganhou o remédio para o arrependimento, um roteiro novo para nossa vida no lar e fora do lar. Graças a Deus!

Livro: Lindos casos de Chico Xavier.
Autor: Ramiro Gama

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