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Neurocirurgião volta do coma e se convence que há vida após a morte



Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma especie de parai­so, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.



O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.
O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro.
Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte.

Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo.

Ele havia contraído uma forma rara de meningite. Quando o doutor Alexander entrou no hospital os médicos disseram à família que a possibilidade dele sobreviver seria muito baixa.  Ele ficou em coma profundo por sete dias. E foi durante esse período que o doutor Alexander afirma ter tido a experiência mais fantástica que um ser humano pode ter.

Na jornada que eu tive não existia corpo, apenas a minha consciência, diz o médico. Meu cérebro não funcionava. Eu não me lembrava de nada da minha vida pessoal, meus filhos, ou quem eu era.

Ele escreveu um livro para relatar a sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e sem seguida chegou a um lugar bonito e tranqüilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Ele conta que viu também um espírito lindo, uma mulher com uma roupa simples e com asas. Ela me disse: ‘você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você’.
Perguntamos ao doutor Alexander se ele viu Deus. Ele disse que sim: Deus estava em tudo ao meu redor, ele estava lá o tempo todo.
Um pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora participa do maior estudo mundial já feito sobre as experiências de quase morte.
“Os estudos mostram que apenas 10%, uma em cada dez pessoas que tiveram uma ressuscitação bem sucedida relatam experiência de quase morte. Os pacientes que vivenciaram uma experiência de quase morte tendem a ter ao longo do tempo, por exemplo, aumento da satisfação com a vida, tendem a ter diminuição do medo da morte, maior apreciação da espiritualidade, maior apreciação da natureza”, afirma o professor de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora Alexander Moreira-Almeida.
A morte é uma transição, não é o fim de tudo, resume o doutor Alexander. Minha jornada serviu para me mostrar que a consciência nossa existe além do corpo, e ela é muito mais rica fora dele. Isso pode significar que a nossa alma, nosso espírito, seria eterno.
No Brasil, existem pacientes como o doutor Alexander.  Outro caso aconteceu com a mãe de Vera Tabach que passou três meses em coma. Ela voltou contando uma história incrível.
“Ela confessou que nesse período de coma ela se viu como se fosse num quarto de hospital sempre numa cama com várias pessoas em volta de branco. Ela disse que tinha feito um acordo. Que eles tinham dado mais 20 anos para ela, que ela ia conseguir criar os filhos e depois ela ia embora. E a gente acho aquilo uma história, mas realmente aconteceu”, lembra a jornalista Vera Tabach.
Dia 17 de outubro de 1974, quando ela foi para UTI. E voltou depois de um tempo. Quando passou 20 anos, em 1994, em abril, ela começou a se sentir mal. Às 05h, 18 de outubro de 1994, ela morreu.
“Ela sempre dizia que na vida só não tinha jeito pra morte. E depois que ela voltou ela disse que até para morte tinha jeito” conta Vera Tabach.
O doutor Alexander diz que por dois anos tentou achar uma explicação científica para o que aconteceu com ele e com esses outros pacientes. Queria saber se tudo podia ser uma ilusão produzida de alguma maneira pelo cérebro, conversei com colegas da área e cheguei à conclusão de que não há como que explicar. Não foi alucinação, não foi sonho.
Mas nem todos concordam. O professor de neurociências da Universidade de Columbia, Dean Mobbs, diz que é difícil acreditar num desligamento completo do cérebro. E que mesmo no caso do doutor Alexander, outras áreas do cérebro podem ter permanecido ativas, provocando as sensações que ele descreve.
O nosso cérebro é muito bom em transformar a realidade. Em um acidente, como um trauma na cabeça, os caminhos do cérebro podem ser danificados mas é possível que ele encontre outras maneiras de identificar os sinais que vêm de fora e criar uma nova experiência como a da quase morte, por exemplo.
O uso de fortes analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante estados de coma podem explicar que luzes e sons estranhos sejam percebidos pela mente.
E a sensação de estar fora do corpo já foi induzida artificialmente em muitas pesquisas. Eu acho que essas experiências de quase morte na realidade são uma maneira do cérebro lidar com um trauma.
A ciência ainda não tem respostas conclusivas sobre as experiências de quase morte.
“A grande discussão que existe hoje é: a mente é um produto do cérebro, o cérebro produz a mente; ou a mente é algo além do cérebro, mas que se relaciona com o cérebro”, questiona Alexander.
Independentemente do que tem acontecido,  diz a esposa do doutor Alexander, para ela, que ficou ao lado do leito do hospital esperando o marido voltar, o final foi feliz. Quando chegamos em casa e sentamos no sofá, não acreditei que ele estava  junto comigo de novo.

Fonte: Programa Fantastico/RedeGlobo

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EQM confirma imortalidade
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VISÃO ESPÍRITA SOBRE COMA E EXPERIÊNCIA DE QUASE MORTE - EQM





O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal. A união da alma, do períspirito e do corpo material, constitui o homem. Separados do corpo, a alma e o períspirito constituem o ser denominado Espírito (O que é o Espiritismo - Allan Kardec).
Trazendo conceitos novos e mais aprofundados sobre o homem e tudo que o cerca, o Espiritismo revela a existência de fatos que tocam todas as áreas do conhecimento, atividades e comportamentos humanos, os quais podem e devem ser livremente estudados, analisados e praticados em todos os aspectos fundamentais da vida: científico, filosófico, religioso.

VISÃO ESPÍRITA SOBRE COMA E EXPERIÊNCIA DE QUASE MORTE – EQM


Quando um paciente está em estado de COMA, é uma situação parecida com a do sono, em O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores nos esclarecem que durante o sono a alma se liberta parcialmente do corpo. Quando dorme, o homem se acha por algum tempo no estado em que ficará permanentemente depois que morre, mas nesse caso ainda ligado ao corpo pelos laços fluídicos ou energéticos, que pode se aplicar no caso do coma também, apenas o corpo está paralisado, o espírito se encontra parcialmente liberto ou seja o complexo Espírito e Períspirito (que é o laço de união entre o espírito e a matéria, também conhecido como corpo fluídico ou corpo espiritual) podem estar distantes do corpo físico, mas fica a ele ligado por um laço fluídico.

Muitos perguntam onde fica o espírito durante o COMA e o Espiritismo nos esclarece que sempre depende do grau evolutivo de cada um, se ele for apegado em demasia ao mundo material, ao seu corpo, aos seus bens, ele ficará jungido ao corpo, mas se for um espírito mais elevado, enquanto seu corpo é tratado, ele poderá se deslocar pelas dimensões espirituais (mundo astral) do espaço infinito, visitando lugares e espíritos afins, mas estará sempre ligado a seu corpo pelo cordão fluídico, enquanto seu corpo tiver vida orgânica.

Se familiares, amigos ou médicos conversarem com o paciente em estado de COMA, muitos terão a capacidade de ouvir e ver, sem contudo ter a capacidade de dar a resposta, mas em alguns casos quando é permitido pela Espiritualidade Superior, poderão estes espíritos comunicar-se através de um médium (pessoa que pode servir de intermediária entre os espíritos e os homens) em uma sessão mediúnica, no centro espírita e ali relatar tudo o que está sentindo neste estado de coma ou ainda comunicar-se via pensamento ou intuição com aqueles que estão ao seu redor e tem esta sensibilidade mediúnica, e transmitir assim seus recados.

A Experiência de quase morte (EQM) é mais uma oportunidade divina, é um chamamento de Deus para uma correção de rota, ou seja uma chance oferecida para alguns, de reflexão sobre suas vidas, sobre o que realizaram ou deixaram de fazer. As pessoas que passam por uma EQM, trazem na mente um novo sentido para a vida, refletem de como melhor aplicar as potencialidades divinas. Conforme as pesquisas 85% dos que passaram pela EQM, tem experiências positivas, isto é um grande aprendizado para o Espírito que a sofre, e dos familiares que vivenciam a possibilidade do desencarne (morte do corpo físico) deste familiar.

Seus relatos guardam entre si pontos em comum: sentem uma sensação de paz e de calma, tem a percepção de uma luz brilhante, tem a sensação de estar fora do corpo, visão de um túnel, visão e contato com os espíritos.

Na área das pesquisas, o Dr. Raymond A. Moody JR, conduziu um estudo envolvendo mais de uma centena de indivíduos que experimentaram a morte clínica e reviveram. Os relatos de suas experiências são espantosamente semelhantes em seus detalhes e fornecem uma prova incontestável da sobrevivência do espírito humano depois da morte.

Em A Vida Depois da Vida – livro lançado nos Estados Unidos no ano de 1975, que já superou a casa dos treze milhões de exemplares – as pesquisas de Moody se complementam em considerações que se aprofundam, num fascinante estudo que amplia os horizontes da humanidade. Seu trabalho pioneiro foi marcante: hoje, inúmeras faculdades de medicina norte-americanas promovem cursos sobre os aspectos espirituais da morte. Ele é Autoridade mundialmente reconhecida no estudo de experiências de quase-morte.

Há muitos encontros médico-espíritas sendo realizados em todo o Brasil e também no exterior, e cada vez mais a ciência vem buscando através de muitas pesquisas realizadas entender que o homem é um "ser espiritual" é um novo paradigma que propõe reconhecer o ser humano como espírito e matéria.

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A Experiência de Quase Morte Confirma a Imortalidade







Kevin Nelson, autor do livro The Spiritual Doorway in the Brain – a “Neurologist’s Search for the God Experience” explicou ao portal de “VEJA” o que acontece no cérebro de quem, na iminência da morte, relata ter antevisto o Além. “A ciência define essas experiências de quase morte como resultado da diminuição do fluxo sanguíneo no cérebro, o que provoca alterações momentâneas na mente, e os estados de consciência podem se misturar, provocando reações como paralisia e alucinações,” (1) segundo o cientista americano.

Nelson diz que “a ciência pode dizer como o cérebro funciona, mas não pode dizer por que ele funciona desse jeito. Mesmo se soubéssemos o que faz cada molécula cerebral durante uma experiência de quase morte, ou qualquer outra experiência, o mistério da espiritualidade continuaria existindo.” (2) Kevin crê que a neurociência da espiritualidade ainda está nos seus primórdios e que descobertas futuras muito empolgantes estão por vir.

Infelizmente, “muitos neurologistas tendem a não se interessar por experiências subjetivas. Eles estão muito mais interessados em olhar para as células em um microscópio.” (3).

O assunto tem despertado interesses cada vez mais vigorosos. Há três décadas, o psiquiatra norte-americano, Raymond Moody Jr. trouxe ao conhecimento do grande público uma coletânea de re latos de EQM - experiência de quase morte (4), através do livro "Life after Life"(5). Os pacientes trazem todos os sintomas de morte clínica. As vítimas flutuam sobre o seu corpo físico, acompanham os acontecimentos e percebem que possuem outro corpo, e que sua consciência acompanha este novo corpo, de natureza extrafísica.

Pacientes encontram-se com seus familiares e amigos já falecidos, com imensa alegria. Todos lhe dizem das tarefas desenvolvidas no mundo espiritual, da necessidade de continuar trabalhando, evoluindo e estudando, que os laços familiares não se rompem, pelo contrário, se fortalecem através do amor e do perdão. Nesse momento, não importam as facilidades materiais, a riqueza, o poder, as posições sociais; interessa apenas o bem e o conhecimento que existe em cada pessoa, independente de suas crenças religiosas ou filosóficas. As EQM’s sempre ocorreram, sobretudo em épocas remotas, quando os fenômenos de catalepsia dificilme nte conseguiam ser diagnosticados. A técnica de constatação do óbito era muito empírica, quase sempre através da respiração e das frequências cardíacas, via pulsos, jugulares etc.

Atualmente, através dos eletroencefalógrafos, pode-se assinalar com maior precisão o instante da paragem cardíaca definitiva e da morte real. No entanto, mesmo nesses casos, estudados por Edith Fiore, Elizabeth Kubler-Ross ou Raymond Moody Jr, há sempre o retorno à atividade do coração e consequentemente do cérebro, oferecendo evidências de que no momento da aparente morte da consciência, o ser consciente continua pensando. Para os materialistas não existe, óbvio!, a vida além-túmulo. “Alguns cientistas da clínica universitária Rudolfo Virchow, de Berlim, tentam desmistificar a EQM.

Descobriram uma nítida vinculação entre as alucinações de síncope e as EQM e verificaram a "exatidão das suas intuições e hipóteses" com um grupo de 42 (quarenta e duas ) pessoas "jovens e sadias". As cobaias humanas foram privadas de todos os sentidos por tempo máximo de 22 segundos. Ao recobrarem os sentidos, relataram experiências muito similares aos dos fenômenos de quase morte”(6). O assunto também vem sendo estudado pelos norte-americanos desde 1977, quando foi fundada nos EUA a Associação para o Estudo Científico dos Fenômenos de Morte Iminente.

Para os pesquisadores engessados no materialismo, as alucinações são causadas por problemas de ordens variadas seja, farmacológica, fisiológica, neurológica e psicológica. Aliás, sobre a explicação psicológica para a EQM como uma síndrome determinada pelo medo da morte cai quando observamos que crianças que não têm esses medos e não têm ainda um conhecimento cultural sobre a morte, vivem experiências semelhantes aos adultos. É interessante col ocar que as pessoas descrevem suas experiências como algo vívido e real e que marcaram suas vidas para sempre, e não simplesmente uma reação passageira a uma situação estressante.

No ano de 1985, Divaldo Franco teve uma lipotímia.(7) Estava proferindo uma conferência na Associação Espírita, em Salvador (Brasil), quando um espírito muito amigo lhe disse para sair dali porque ia desmaiar e era provável que desencarnasse.

Pareceu-lhe anedótico. Divaldo terminou a palestra e dirigiu-se a uma das salas da Associação. No momento em que se acercava de um divã, teve uma estranha sensação de paragem cardíaca; a princípio, a lipotímia, e depois a paragem cardíaca, e sentiu-se fora do corpo. Então, médicos que estavam presentes na reunião acorreram para lhe dar assistência. Curiosamente, o tribuno baiano disse que naquele estado sentia um grande bem-estar. Viu-se fora do co rpo e recordou-se de uma afirmação de Joanna de Ângelis - de que no dia em que perdesse a consciência e a visse, haveria acontecido o fenômeno biológico da morte. Narra Divaldo o seguinte: “eu olhei à minha volta e não a vi [Joanna].

Vi então a minha mãe (já falecida) que se aproximou de mim. 
Perguntei-lhe: "Mãe, eu já morri?” e ela disse-me: "Ainda não". 

Dentro de alguns minutos eu comecei a preocupar-me, pois se passasse muito tempo poderia ter morte cerebral e ficar apenas em vida vegetativa. Mas minha mãe voltou e disse-me: "Seus amigos espirituais dão-te uma moratória, tu viverás um pouco mais." E eu perguntei-lhe: "Quanto tempo?” Ela respondeu-me: "Não sei". Então voltei ao corpo e recuperei a consciência no corpo físico."(8)

Para o espírita não existe a morte, pois o Espírito é imortal e sobrevive à decomposição do corpo físico. A morte (ou desencarnação) apenas é um estágio final de um processo evolutivo nesta vida física. Só o corpo morre.

Kardec estudou esse envoltório espiritual e denominou-o de perispírito, que tem sido estudado por vários especialistas. Porém, por falta de instrumentos e equipamentos de laboratório, ainda estamos muito longe de conhecer a sua estrutura de funcionamento do psicossoma.

O professor Rivail refere-se ao desdobramento ou às chamadas viagens astrais (segundo algumas definições espiritualistas) como o perispírito se desprendendo do corpo, como no sono, no transe hipnótico, desmaios, coma etc. Nesse processo, o perispírito pode atravessar paredes e outros obstáculos materiais e muitas vezes ocorrem fenômenos conhecidos como bilocação, bicorporeidade, exteriorização do dupl o etc. A saída do perispírito do corpo é atualmente cientificamente comprovada. Nos Estados Unidos se usa a sigla OBES, ou seja, out of body experience(experiência fora do corpo). O Dr Gleen Gabbard, psiquiatra da Faculdade de Psiquiatria Menninger. no Estado do Kansas, conta em uma de suas anotações que um homem desdobrado assistiu a uma reunião de pessoas que queriam matá-lo e graças a isso conseguiu mudar de rota no retorno à casa e surpreendeu os seus perseguidores mandando comunicar os detalhes do plano à polícia e escapou ileso.

A imortalidade já é a Lei da Vida, proclamam os Benfeitores espirituais. Entretanto, obviamente devemos acompanhar atentamente o debate dos cientistas contemporâneos a respeito do tema EQM. Em nossos dias, várias escolas, como a psicologia transpessoal, baseam-se em experiências transcendentais e se pautam no argumento da imortalidade.

São vários profissionais da área de saúde mental que publicam livros relatando experiências de morte provisória. Há, sem dúvida, atualmente, um movimento universal buscando uma interpretação global do homem. 

Os ventos das revelações espíritas sopram firmes e fortes, e os laboratórios científicos da academia humana passam a considerar a possibilidade do ser imortal.

Referências Bibliográficas:
(1) Kevin Nelson, neurocientista americano, autor do livro The Spiritual Doorway in the Brain- a Neurologist’s Search for the God Experience, disponível no site http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-ciencia-da-espiritualidade, acesso em 11-02-11.
(2) Idem
(3) Idem
(4) O termo “Experiências de Quase-Morte” (EQM) , tradução de “Near-death experienc es”, cunhado pelo psiquiatra americano Raymond Moody Jr., surgiu com a publicação de seu livro “A Vida Depois da Vida”, em 1975 (Butterfly Editora).
(5) Moody Raymond. Life After Life, Inglaterra: Ed. Ebury Press, 2001
(6) Publicado no jornal Correio Braziliense edição de 20/09/94.
(7) Perda mais ou menos completa do conhecimento acompanhada da abolição das funções motrizes, com integral conservação das funções respiratória e circulatória. A lipotimia se constitui no primeiro grau de síncope: é acompanhada de palidez, suores frios, vertigens, zumbidos nos ouvidos: a pessoa tem a impressão angustiante de que vai desmaiar, mas, de fato, raramente, perderá o conhecimento. O fênomeno pode ser causado por emoção violenta, por súbita modificação da posição deitada para a posição vertical, ou por toda circunstância análoga, susceptível de alterar a circulação. A lipotimia usualmente não é grave e deve ser proc urada assistência posterior para averiguação de eventual existência de doença normal desencadeante. 
(8 )Disponível do Portal 
http://arquivotemporariofabio.blogspot.com/2010/11/eles-morreram-e-voltaram.html, acessso em 11-02-11

Artigo.: A Experiência de Quase Morte Confirma a Imortalidade
Perfil do Autor.: JORGE HESSEN (É Formado em Estudos Sociais com ênfase em Geografia e Bacharel e Licenciado em História pela UnB. Escritor de diversos livros publicados, Articulista com textos publicados na Revista Reformador da FEB, O Espírita de Brasília, O Imortal, Revista Internacional do Espiritismo, O Médium de Juiz de Fora, Brasília Espírita, Mato Grosso Espírita, Jornal União da Federação Espírita do DF. Artigos publicados na WEB da Federação Espírita Espanhola, l'Encyclopédie Spirite. Revista eletrônica O Consolador, da Espiritismogi.com.br, Panorama Espírita, Garanhuns Espírita e outros Portais.
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Globo Repórter aborda tema EQM(Experiências de Quase Morte)



Com as chamadas sugestivas...

Menina ressuscitada em hospital reconhece médico que a salvou







O Globo Repórter abordou o tema EQM-Experiência de 
Quase Morte que refere-se a um conjunto de sensações 

freqüentemente associadas a situações de morte iminente 

que podem ocorrer em: doentes terminais, pacientes 

morituros, sobreviventes de morte clínica, etc.















Experiências de Quase Morte

Palestrante: Henrique de Oliveira Fernandes

Considerações iniciais do palestrante:

<Henrique_Fernandes> Ok. EXPERIÊNCIA DE QUASE-MORTE (EQM) (Near-Death Experience - NDE) "A morte é o que há de mais duro quando vista de fora e enquanto se está fora dela. Porém, uma vez dentro, experimenta-se tal sensação de completude, de paz e de realização que não se quer voltar" (C. G. Jung, "Letters", vol. 1). "(...) o Espírito está ligado ao corpo enquanto ele vive; uma vez rompidos os laços pela morte real e pela desagregação dos órgãos, a separação é completa e o Espírito não volta mais. Quando um homem aparentemente morto volta à vida, é que a morte não estava consumada" (Allan Kardec, "O Livro dos Espíritos", pergunta 423). A EQM engloba um conjunto de profundos eventos subjetivos experienciados e relatados por pessoas que estiveram no limiar da morte e que, todavia, conseguiram sobreviver. A EQM tem sido freqüentemente associada a pessoas que passaram por uma experiência de morte clínica seguida de ressuscitamento. Entretanto, pode aplicar-se, de modo mais genérico, a pessoas que estiveram expostas a situações de risco ou perigo extremos Uma revisão da literatura (onze anos) mostra que os estudos sobre EQM estão centrados em pelo menos um dos seguintes aspectos:
  1. Descrição fenomenológica - São investigados os elementos comuns a uma EQM, estabelecendo-se uma verdadeira tipologia da experiência.
  2. Aspectos pragmáticos - Efeitos sobre a conduta, sistema de crenças e valores, mudanças na personalidade. Nova atitude diante da vida e da morte. Ideação suicida.
  3. Aspectos etiológicos - Tenta-se desenvolver uma explicação coerente para sua ocorrência. Significativas divergências teóricas, conceptuais.
  4. Atitudes e conhecimento em relação à EQM - Escalas, questionários, instrumentos de medida para avaliar o conhecimento e as atitudes de sujeitos em relação à EQM. Profissionais de saúde: apontam diretrizes de trabalho e programas de treinamento para equipes de saúde.
ASPECTOS FENOMENOLÓGICOS
  1. 1. Cognitivo
    • tempo veloz
    • pensamentos velozes
    • visão retrospectiva
    • compreensão ampliada
  2. 2. Afetivo
    • calma
    • prazer
    • harmonia/unidade com o Universo
    • luz brilhante
  3. 3. Paranormal
    • sentidos mais vivos
    • premonições/conhecimento a distância
    • precognição
    • experiências fora-do-corpo
  4. 4. Transcendentais
    • visões de outros mundos ou regiões
    • presenças espirituais
    • pessoas mortas ou seres religiosos
    • regiões fronteiriças.
ASPECTOS PRAGMÁTICOS (EFEITOS)
  • Redução do medo da morte
  • Sensação de relativa invulnerabilidade
  • Sentimento de importância especial ou destino
  • Forte crença na continuidade da existência
  • Sensação de preciosidade (valor) da vida
  • Sentido de urgência e reavaliação de prioridades (hierarquia de valores)
  • Atitude mais compreensiva diante de eventos que escapam ao seu controle
  • Ideação suicida (redução)
  • Mudanças na orientação espiritual e religiosa
ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL E RELIGIOSAUma tendência de se caracterizar mais como espiritual do que como religioso per se. Um sentimento de estar intimamente próximo de Deus; Uma atitude de não enfatizar os aspectos formais da vida religiosa e do culto; Uma convicção de que existe vida após a morte, independente de crença religiosa; Uma abertura para a Doutrina da Reencarnação e uma simpatia pelas doutrinas orientais; Uma crença na unidade interliga todas as religiões; Um anseio por uma religião universal que abraçe toda a humanidade. (Ring, 1984)
ASPECTOS ETIOLÓGICOS (HIPÓTESES)
  • Espirituais
  • Orgânicas
  • Psicológicas
Em dezembro de 1995 apresentamos nossa dissertação de Mestrado em Psicologia, onde abordamos o tema "Experiência de Quase-Morte: Uma Questão Científica?". O trabalho foi desenvolvido e apresentado no Instituto de Psicologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), tendo sido plenamente aprovado. O trabalho encontra-se desenvolvido como segue: No Capítulo I é feita uma apreciação geral do tema, sublinhando os aspectos fenomenológicos, pragmáticos e etiológicos da experiência. Inicialmente mostra-se a inserção dos estudos sobre a experiência de quase-morte no quadro de referência da Tanatologia. Dentro dos aspectos históricos são apresentadas as observações sobre as visões no leito-de-morte como marco inicial dos estudos sobre experiência de quase-morte, bem como o interesse de psicólogos, cientistas e sábios pelos chamados fenômenos metapsíquicos na segunda metade do século XIX e início do atual e as críticas da emergente psicologia experimental. No Capítulo pretende-se verificar como este tema tem sido concebido dentro do enfoque científico, com base no Psychological Abstracts. É feito um estudo da produção científica acerca da experiência de quase-morte. Nas considerações finais, em que pese a multiplicidade de abordagens ao fenômeno em questão, concebe-se a experiência de quase-morte como uma experiência de natureza transpessoal, ensejando a sua compreensão dentro de um paradigma holístico. (t)

Perguntas/Respostas:

[1] O palestrante já vivenciou semelhante experiência?


Não. Na verdade, o trabalho referido nesta síntese é resultado de preocupações relacionadas com a Psicologia e com o Espiritismo. (t)


[2] Henrique! Boa noite! Diante da legislação atual de "doações de orgãos", há alguma possibilidade de se retirar os órgãos de um "quase morto"?


Na verdade, é preciso que nos posicionemos de modo muito claro em relação a essa questão. Entendemos que a pergunta deva ser respondida segundo nossa visão específica de homem, ou seja, a visão espírita. Segundo esta, sabe-se que muito mais do que uma estrutura material, o homem se define enquanto ser espiritual. Portanto, admite-se, no caso do "quase morto" que o seu corpo esteja "inerte", porém permanece a vinculação com o espírito. Deste modo, não é aconselhável a doação de órgãos. Até porque, trata-se de um "quase morto", não de um "morto" efetivamente falando. (t)


[3] Qual a visão mais comum nos relatos de EQM? Há muitos relatos parecidos a esse respeito?


Conforme já mostramos na síntese, a fenomenologia da EQM é bastante convergente. Isto quer dizer que os relatos guardam entre si pontos em comum. Por exemplo: uma sensação de paz, calma; a percepção de uma luz brilhante, a sensação de estar fora do corpo, geralmente acima do corpo, a visão de seres de luz, etc. (t)
[sobre a questão 2] Desculpe: você é contra então a doação de órgãos?
O que está em questão, na verdade, é saber se existem critérios exatos para se determinar o momento em que o "quase morto" pode ser considerado "morto". Como não existem critérios absolutamente confiáveis em situações desta natureza, não é aconselhável decidir pela doação de órgãos em pessoas que estejam na condição de "quase morto". Quando a morte está claramente definida, a questão passa a ser outra. (t)


[4] Qual é, geralmente, a reação do paciente que tenha passado por EQM e de seus familiares do ponto de vista religioso? Ocorre uma busca por uma religião, geralmente, com pessoas que passam por essas experiências?


Vamos a resposta. Um dos estudos mais significativos nesta área focalizando particularmente um dos aspectos pragmáticos (efeitos) da EQM foi realizado por K. Ring em 1984. Este psicólogo constatou que aqueles que passaram por uma EQM geralmente mudam sua orientação espiritual e religiosa, o que não significa dizer que passam a adotar uma religião constituída. Exemplo: catolicismo, protestantismo, etc. Esta mudança de orientação religiosa consiste em se caracterizar mais como espiritual do que como religioso per se o que se revela através de um sentimento de estar intimamente próximo de Deus, não enfatizando aspectos formais do culto. Também uma convicção de que existe vida após a morte e experienciam também uma sensação de que há uma espécie de religião universal que abraça toda a humanidade. Com relação aos familiares, geralmente, o que se verifica é uma falta de apoio deles em relação ao experienciador de quase-morte considerando-o meio louco ou diferente. (t)


[5] A EQM também pode ser vivenciada com sensação de sofrimento e angústias (sede, fome, calor etc.) a qual as pessoas que por ela passam associam ao inferno mitológico?


Os relatos de EQMs "negativas" não são habituais, comuns. Praticamente todos os relatos se referem a sensações agradáveis. Entretanto, os pouquíssimos relatos de EQMs "negativas" não são necessariamente associados, pelas pessoas que passaram, ao inferno mitológico. Talvez pudéssemos pensar em termos de influências espirituais neste estado de emancipação da alma, o que, aliás, não tem sido referido pelos estudiosos academicistas, apesar de alguns estudos abordarem as "presenças espirituais". (t)


[6] O que o Espiritismo tem a oferecer às pessoas que passam pela EQM?


Que pergunta ótima! :) Tem tudo a oferecer! Geralmente, as pessoas que tiveram essa experiência aparentemente estranha não encontram o apoio de que necessitam. Os familiares e, principalmente, os profissionais de saúde não estão preparados, em sua maioria, para lidarem com essa situação. Na medida em que o Espiritismo esclarece o assunto sob o ângulo da emancipação da alma trata a questão da EQM de um modo bastante claro. Enquanto muitos rotulam a experiência de alucinação ou um fenômeno anômalo sem qualquer significado singular, o Espiritismo entende que a experiência fala a favor da possibilidade de existência, no homem, de uma essência espiritual que transcende a estrutura física. Nos Estados Unidos foi criada uma associação voltada para esse assunto e se chama "International Association for Near-Death Studies". Já foram estabelecidas diretrizes para orientar familiares e profissionais que lidam com o experienciador de quase-morte. Um dos pontos é o seguinte: "Esteja sensível para o fato de que o paciente pode ser capaz de "ouvir" e "ver" o que está ocorrendo durante o ressuscitamento, ainda que, aparentemente, mostre o contrário. Haja como se ele estivesse acordado e alerta." Uma outra diretriz é a seguinte: "Não encaminhar a pessoa automaticamente para um psiquiatra. Não se referir à EQM como um sintoma patogênico." Como se vê, o Espiritismo está plenamente preparado para ajudar pessoas que passaram por essa experiência, em sintonia com as diretrizes propostas pela IANDS. (t)


[7] <[SerNeuro]> Baseado em um livro que tenho, "VIDA APÓS A MORTE" de D.Scott Rogo, cita diversos casos de EQM e ainda Experiências fora do corpo OBE - neste livro não consegue finalizar a sua veracidade, exemplificando também diversos casos que não tiveram comprovação ou ainda sem lógica. Existe uma metodologia para "provar" a veracidade do fato?


Não existe tal metodologia, se se pensar em termos de uma metodologia de natureza positivista, ou seja, segundo os critérios científicos academicistas. Há uma certeza de natureza subjetiva, na medida em que o experenciador de quase-morte sabe que sua experiência foi real. Real para ele. Mesmo assim, alguns relatos são bastante sugestivos em termos da existência de uma consciência não cerebral. Veja-se, por exemplo, o relato do Dr. Moody, numa de suas obras. Fala do caso de um rapaz que, em coma, numa sala, "viu" o que se passava na recepção do Hospital. Um dos seus parentes teve que adiar sua viagem para que pudesse prestar assistência necessária ao enfermo. O que causou a esta pessoa um certo desconforto. Após o coma, o enfermo disse para o parente que quando ele "morresse" da próxima vez, o parente não precisaria adiar a viagem. Este relato, até onde conseguimos entender, só pode ser explicado através dessa consciência independente do corpo (espírito). (t)


[8] Há comparações entre as EQMs pesquisadas no Brasil e as observadas em outros países? As EQMs são idênticas aqui e ali?


Não conheço essas comparações entre brasileiros e outros países. Considerando, todavia, que a fenomenologia da EQM vem sendo mais amplamente pesquisada por estudiosos norte-americanos e que não existem muitas diferenças entre nós, brasileiros, e eles, neste particular, podemos dizer que tais comparações existem. Este quadro comparativo revela uma significativa convergência entre os relatos, o que nos leva a supor que tal experiência seja universal. Há influências culturais em relação aos relatos particulares. Exemplo: uma pessoa da cultura oriental, ao se deparar numa EQM com um ser de luz, poderá dizer que se trata de uma figura divina representativa das suas tradições culturais, enquanto que nós, ocidentais, diremos que encontramos Jesus ou um outro ser de luz. (t)


[9] Como podemos ter certeza que os sonhos não foram produto apenas da nossa imaginação?


Estamos entendendo que o nosso amigo está perguntando se a EQM pode ser interpretada como uma experiência onírica (sonho). Neste sentido, acreditamos que o sonho seja tanto quanto a EQM um estado de relativo desdobramento espiritual. Entretanto, considerando o padrão de mudanças verificado após uma EQM, fica claro que esta não pode ser reduzida a uma experiência do tipo sonho, sendo muito mais do que isto. Se fosse apenas resultado da nossa imaginação, como explicaríamos o fato de todos seguirem o mesmo padrão fenomenológico e pragmático, considerando que cada um tem sua forma particular de imaginar? (t)


[10] Há algum tipo de relação entre Mediunidade e EQM? Ou seja, há algum estudo que diferencie de alguma forma as experiências sofridas por médiuns ostensivos durante o processo de quase-morte?


São relatados casos de pessoas que, após a experiência, tiveram uma "emergência espiritual", a partir da qual revelaram algumas habilidades paranormais. Tornaram-se mais inclinadas ao desenvolvimento das capacidades parapsicológicas. Entretanto, não conheço estudos que correlacionem EQM e potencial mediúnico. (t)


[11] Um amigo faleceu há alguns meses. Foi uma experiência bem interessante. Na UTI ele teve uma experiência que diria ser uma EQM. Ele viu um túnel de luz e ia entrar nele quando lembrou que ainda tinha algumas coisas para resolver. Ele se recuperou, e quando terminou de resolver tudo e preparar a família dele, veio a falecer. Gostaria de saber se é comum as pessoas 'voltarem' após perceberem que ainda não terminaram 'suas obrigações' aqui na Terra.


Extremamente comum! Inclusive, é isto que falam os seres de luz (mentores). (t)
[12] Há algum dano para o corpo físico neste tipo de experiência?
Nenhum, segundo nossos conhecimentos. Desconheço problemas físicos decorrentes de uma EQM. (t)


[13] Por que, nos relatos de pessoas que clinicamente foram dadas como mortas e que retornaram à vida, normalmente, existe a descrição de terem percorrido uma espécie de túnel em direção a uma luz?


Os estudos não aprofundam este tópico. Alguns pesquisadores que criticam e até ironizam os relatos de EQM referem a experiência do túnel como correspondendo a experiência do nascimento pelo canal vaginal. Seria uma espécie de reedição da memória do nascimento. Por outro lado, os seres de luz corresponderiam à lembrança dos médicos e parentes. Esta visão bastante reducionista é criticada por alguns autores que, dentre outras coisas, chegam a dizer, em tom irônico, que o obstetra está mais próximo do torturador do que propriamente de um ser de luz. :) Há estudos, evidentemente mais sérios, no campo da psicologia profunda (Jung) que se baseiam em figuras arquetípicas para explicar a percepção do túnel e da luz. Esta é uma questão mais complexa. (t)


[14] Durante a emancipação que espiritualmente experimentamos durante o sono, podemos auxiliar de alguma forma as pessoas que estejam passando por EQM? E em estado de vigilia, o que podemos fazer para auxiliar essas pessoas? Haveria alguma recomendação a fazer-se numa casa Espírita para pessoas que venham nos procurar e que tenham passado por EQM, como por exemplo: passar por um tratamento de passes específico, ou outra coisa?


Vamos lembrar que EQM não é doença, ou distúrbio. É muito mais uma evidência da vida após a morte e uma experiência profundamente transformadora na vida da criatura. O estado em que permaneceu a pessoa, fora do corpo, fez com que ela percebesse a grandiosidade da vida e passasse a dar mais valor a ela. O que nós, espíritas, podemos fazer para auxiliá-la é usar a empatia e mostrar este aspecto profundamente positivo da EQM. (t)


Considerações finais do palestrante:

<Henrique_Fernandes> Queremos agradecer a todos que participaram deste diálogo "real", que nada tem de "virtual". :)) . E dizer que estamos profundamente satisfeitos com o nível das perguntas, esperando, deste modo, que nossas respostas tenham correspondido às expectativas de cada um. Fomos informados pelo jaja e cacs que as demais questões poderão ser respondidas em outro momento e enviadas para todos, o que faremos com muito prazer. Afirmamos que este tema está a desafiar o materialismo vigente nas academias, na medida em que sugere a possibilidade da existência, no homem, de algo que transcende a transitoriedade da vida física. O tema interessa aos psicólogos, psiquiatras, filósofos, antropólogos, médicos de um modo geral, e todos aqueles que não se conformam com a idéia vazia do homem enquanto ser puramente material. Ajuda-nos a entender a morte sob um ângulo inteiramente novo. Neste sentido, o Espiritismo revela-se como uma síntese de conhecimentos capaz de elucidar fenômenos dessa natureza e, ao mesmo tempo, beneficiar-se dessas experiências para ressaltar seus princípios basilares, notadamente a existência do espírito e sua sobrevivência à morte. No mais, desejamos a todos muita paz!








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