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Depois de um Tempo(O Menestrel)

MENESTREL - William Shakespeare / Veronica Shoffstall - Interpretação Moacir Reis

 O nome desse poema que foi retificado por Maocir Reis no youtube é DEPOIS DE UM TEMPO  de autoria da Veronica Shoffstall






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18 de abril Dia Nacional do Espiritismo



A Câmara analisa o Projeto de Lei 291/07, da deputada Gorete Pereira (PR-CE), que institui o Dia Nacional do Espiritismo. A data escolhida (18 de abril) é uma homenagem ao dia em que Allan Kardec lançou, em 1857, na França, o Livro dos Espíritos, marco inicial da doutrina espírita.

Maior nação espírita da atualidade, lembra a deputada, o Brasil vê crescer a cada ano o número de adeptos, influenciados pela doutrina kardecista. "Estabelecida sob o tripé filosofia/ciência/religião, a doutrina espírita atende de maneira especial à demanda de milhões de brasileiros, que buscam resposta para suas dúvidas e anseios espirituais", argumenta Gorete Pereira.

Tolerância religiosa
A deputada também lembra o "convívio pacífico" entre as diversas etnias e religiões no Brasil. Para ela, a criação do Dia Nacional do Espiritismo é uma homenagem a um dos mais importantes grupos religiosos do País, "cuja atuação tem sido indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e mais fraterna entre nós".

Gorete Pereira também destaca em seu projeto a figura do médium Chico Xavier, segundo ela fundamental para a difusão do espiritismo no Brasil, além das obras de assistência social tocadas pelos adeptos da doutrina espírita.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/115192.html

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CHICO XAVIER RESPONDE

Esse batepapo com Chico Xavier é um resumo de várias entrevista realizadas ao longos dos anos e veiculados em diversos meios de comunicações. No site Universo Espirita com o tópico "RESPOSTAS DE CHICO XAVIER",   encontrei varios temas e selecionei alguns interessantes como;aborto,ovni,divórcio,cigarro,morte,guerras,tsunami,doação de orgão, etc.



No início de sua missão mediúnica, o senhor foi muitas vezes incompreendido e até caluniado. Como faria uma análise disso, já que hoje sua imagem tem uma outra aceitação?


Chico Xavier:


- Minha atitude perante a opinião pública foi sempre a mesma, de muito respeito ao pensamento dos outros. Porque nós não podemos esperar que os outros estejam ideando situações e problemas de acordo com nossas convicções mais íntimas.


De modo que não posso dizer que sofri essa ou aquela agressão, porque isso nunca aconteceu em minha vida. Sempre encontrei muita gente boa. Vamos procurar um símbolo: dizem que os índios gostam muito de simbologia por falta de termos adequados para se expressar.


Como me sinto uma pessoa bastante inculta, eu gosto muito de recorrer a essas imagens. Vamos pensar que eu seja uma pedra que foi aproveitada no calçamento de uma avenida. Colocada a pedra no piso da avenida, naturalmente que essa pedra vai se sentir muito honrada de estar ali a serviço dos transeuntes e, naturalmente, que essa pedra não poderá se queixar dos martelos que lhe tenham quebrado as arestas.


Todos eles foram benfeitores.


Márcia Elizabeth - julho de 1974 -
Por que motivo os casais que noivavam apaixonadamente experimentam a diminuição do interesse afetivo nas relações recíprocas, após o nascimento dos filhos?

Chico Xavier:


- Grande número dos enlaces na Terra obedecem a determinação de resgate escolhidas pelos próprios cônjuges, antes do renascimento no berço físico e aqueles amigos que serão filhos do casal, muitas vezes transformam, ou melhor, omitem as dificuldades prováveis do casamento para que os cônjuges se aproximem segundo os preceitos das leis divinas e formem o lar, transformando determinadas dificuldades em motivos de maior amor, de compreensão maior.


O namoro, o noivado, muitas vezes, estão presididos pelos espíritos familiares que serão os filhos do casal. Quando esses mesmos espíritos se transformam em nossos filhos parece que há diminuição de amor, mas isso não acontece. Existe, sim, a poda da paixão, no capítulo das afeições possessivas que nós devemos evitar.

Ante as lutas que surgiram ao longo do tempo, algumas vez chegou a pensar em viver a sua própria vida, deixando a mediunidade?

Chico Xavier:


- “No princípio das tarefas, estranhei a disciplina a que devia submeter-me. Fiquei triste ao imaginar que eu era uma pessoa rebelde e, nesse estado de quase depressão, certa feita me vi, fora do corpo, observando um burro teimoso puxando uma carroça que transportava muitos documentos.


Notei que o animal, embora trabalhando, fitava com inveja os companheiros da sua espécie que corriam livremente no pasto, mas viu igualmente que muitos deles entravam em conflitos, dos quais se retiravam com pisaduras sanguinolentas.


O burro começou a refletir que a vida livre não era tão desejada como supusera, de começo. A viagem da carroça seguia regularmente, quando ele se reconheceu amparado por diversas pessoas que lhe ofereciam alfafa e água potável.


Finda a visão-ensinamento, coloquei-me na posição do animal e compreendi que, para mim, era muito melhor estar sob freios disciplinares, do que ser livre no pasto da vida, para escoicear companheiros ou ser por eles escoiceado”.


A que atribui o fato de grande parte da população brasileira seguir duas religiões. Nas grandes capitais, a maioria das pessoas declara-se tradicionalmente pertencente a essa ou aquela igreja, mas na hora da dor e da adversidade, muitos vão em busca do pai-de-santo ou do caboclo incorporado que lhes afirma: 'Vou dar um jeito no seu problema".


Chico Xavier:


- Ante os problemas do imediatismo na Terra ser-nos-á realmente difícil pensar em nossos irmãos da coletividade humana por pessoas capazes de aguardar uma solução mais segura às questões que as preocupam quando algum ingrediente de facilidade possa surgir de perto, quase que exigindo a adesão da criatura necessitada, para que a tranqüilidade transitória venha a favorecê-la. Isso é claramente humano. Aliás, não será de desprezar o concurso que alguém nos oferte em benefício de nossa paz, quando a aflição muitas vezes dramatizada ou exagerada nos colha de assalto. Entretanto, as leias da vida não se alteram para ninguém. Uma ferida em nós pode talvez encontrar um paliativo que a obscureça, dando-nos a impressão de cura, mas chega sempre o momento em que verificamos, às vezes tardiamente, que essa ferida, supostamente um mal, era justamente o bem que necessitávamos para evitar sofrimento maior.


Que pensar da situação do doador de órgãos, no momento da morte, uma vez que seu instrumento físico se viu despojado de parte importante?


Chico Xavier:


– É o mesmo que sucede com uma criatura que cede seus recursos orgânicos a um estudo anatômico, sem qualquer repercussão no espírito que se afasta – vamos dizer, de sua cápsula material.


O nosso André Luiz considera, excetuando-se determinados casos por mortes em acidentes e outros casos excepcionais, em que a criatura necessita daquela provação, ou seja, sofrimento intenso no momento da morte, esta de um modo geral não traz dor alguma porque a demasiada concentração do dióxido de carbono no organismo determina anestesia do sistema nervoso central, diz ele.


Estou falando como médium, que ouve esses amigos espirituais: não que eu tenha competência médica para estar aqui, pronunciando-me em termos difíceis.


Eles explicam que o fenômeno da concentração do gás carbônico no organismo alteia o Ter da anestesia do sistema nervoso central provocando um fenômeno que eles chamam de acidose. Com a acidose vem a insensibilidade e a criatura não tem estes fenômenos de sofrimento que nós imaginamos.


O doador, naturalmente, não tem, em absoluto, sofrimento algum.


Por que, na maioria dos casos, após a morte, a fisionomia dos desencarnados adquire uma expressão de suave paz?


Chico Xavier:


- A maioria das criaturas, em se desencarnando, de maneira pacífica, isto é, com a paz de consciência, quase sempre reencontra entes queridos que a antecederam na viagem da chamada morte física e deixa no próprio semblante as derradeiras impressões de paz e alegria que o corpo consegue estampar.


Chico, como é que você vê a onda de violência que aumenta a cada dia?
Chico Xavier:


- A violência é qual se fosse a nossa agressividade exagerada trazida ao nosso consciente, quando estamos em carência de amor. Ela lava, por isso, o desamor coletivo da atualidade.


Se doarmos mais um tanto, se repartirmos um tanto mais, se houver um entendimento maior, estaremos contribuindo para a diminuição desta onda crescente de agressividade.


À medida que a riqueza material aumenta, o conforto e a aquisição de bens também cresce, com isso retornaremos à autodefesa exagerada, isolando-nos das criaturas humanas. A vacina é o amor de uns pelos outros, programa que Jesus nos deixou há dois mil anos.


Estimaríamos colher a sua opinião a respeito dos últimos conflitos que colocaram em perigo a Paz Mundial...
Chico Xavier:


- Atentos aos nossos deveres de ordem doutrinária, já que o Espiritismo é a religião de Jesus, endereçada ao burilamento e confraternização dos homens, não seria cabível viéssemos a analisar os conflitos atuais do mundo, sob o ponto de vista político. Essa tarefa, na opinião de Emmanuel, o dedicado orientador espiritual que nos dirige as atividades, compete aos mentores encarnados da vida internacional.


Todos nós, os religiosos de todos os climas, nos reconhecemos atualmente defrontados por crises de insatisfação em quase todos os domínios da Humanidade, e, por isso mesmo, segundo as instruções que recebemos dos benfeitores espirituais, a nossa melhor atitude é a da prece, em favor dos líderes das nações, rogando a Deus os ilumine e guie, a fim de que todos eles se unam, no respeito às leis que o progresso já nos confiou, evitando nova grande guerra, cujos efeitos calamitosos, não conseguimos prever, nem calcular.


No seu modo de entender, como se situa o Espiritismo no Brasil?


Chico Xavier:


- Desde muito, os instrutores desencarnados nos ensinam, por via mediúnica, que o Espiritismo no Brasil é realmente a Doutrina Codificada por Allan Kardec, restaurando os ensinamentos de Jesus, em sua simplicidade e clareza. Enquanto em muitos países diferentes do nosso, a prática espírita se resume a observações puramente científicas e a técnicas mediúnicas, entre nós, brasileiros, o assunto assume características diversas, compreendendo-se que o reconhecimento da imortalidade da alma faz-se acompanhar de conseqüências morais a que não nos será lícito fugir. Aprendemos com Allan Kardec que a Doutrina Espírita é a presença espiritual de Nosso Senhor Jesus Cristo na Terra, conclamando-nos à vivência real dos seus ensinamentos de luz e amor.


Em razão disso, o Espiritismo no Brasil é a caridade em ação com a fé raciocinada baseando-lhe as iniciativas e movimentos. Consultemos o acervo das instituições assistenciais do Espiritismo Cristão, espalhadas no Brasil inteiro e observemos a difusão das obras de Allan Kardec, em todo o nosso País, com a supervisão e o devotamento da Federação Espírita Brasileira e ser-nos-á fácil reconhecer em nosso desenvolvimento coletivo a presença do Espiritismo em sua legítima expressão, a definir-se como sendo o retorno das criaturas ao Cristianismo simples e puro.


Disciplina
Chico Xavier:


- Quem abandona o cultivo de si mesmo permite que o matagal de suas imperfeições tome conta da alma. Sem disciplina, o espírito não avança. Se eu não me submetesse à disciplina na mediunidade, o esforço dos Espíritos teria sido em vão. O médium tem que ter horário. Não é ser escravo do relógio, mas também não é ignorar o valor do tempo.


Estuda-se no Brasil uma forma de legalização do aborto. Qual sua opinião?
Chico Xavier:


- O aborto é sempre lamentável, porque se já estamos na Terra com elementos anticoncepcionais de aplicação suave, compreensível e humanitária, porque é que havemos de criar a matança de crianças indefesas, com absoluta impunidade, entre as paredes de nossas casas?


Isto é um delito muito grave perante a Providência Divina, porque a vida não nos pertence e, sim, ao poder divino.


Se as criaturas têm necessidade do relacionamento sexual para revitalização de suas próprias forças, o que achamos muito justo, seria melhor se fizessem sem alarme ou sem lesão espiritual ou psicológica para ninguém. Se o anticoncepcional veio favorecer esta movimentação das criaturas, por que vamos legalizar ou estimular o aborto?


Por outro lado, podemos analisar que se nossas mães tivessem esse propósito de criar uma lei do aborto no século passado, ou no princípio e meados deste século, nós não estaríamos aqui.


Ronnie Von - Eu quero de você, Chico, uma resposta a um angustiante dilema que nos cerca hoje - o terrível flagelo da AIDS. Como a espiritualidade vê esse mal?
Chico Xavier:


- Na condição de uma moléstia semelhante à varíola, quando a varíola despovoava cidades e efetuava milhares de desencarnações, até que a vacina pudesse debelar o mal que ela causava.


Também na AIDS temos muitas interpretações, inclusive a de que essa moléstia terá aparecido para punir as criaturas humanas. Mas não pensamos assim, porque a misericórdia de Deus paira no mesmo nível da justiça.


Estamos com um problema muito sério e, naturalmente, exige atenção dos cientistas que se dedicam à pesquisa e à realização de melhores dias para a humanidade.






De vez em quando aparece alguém que, em virtude de algum problema social mais grave - a violência, por exemplo, - pede a pena de morte. O senhor concorda?


Chico Xavier:


- A pena deveria ser de educação. A pessoa deveria ser condenada mas é a ler livros, a se educar, a se internar em colégios ainda que seja, vamos dizer, por ordem policial.


Mas que as nossas casas punitivas, hoje chamadas de casas de reeducação, sejam escolas de trabalho e instrução.


Isto porque toda criatura está sentenciada à morte pelas leis de Deus, porque a morte tem o seu curso natural.


Por isso, acho que a pena de morte é desumana, porque ao invés de estabelecê-la devíamos coletivamente criar organismos que incentivassem a cultura, a responsabilidade de viver, o amor ao trabalho. O problema da periculosidade da criatura, quando ela é exagerada, esse problema deve ser corrigido com educação e isso há de se dar no futuro.


Porque nós não podemos corrigir um crime com outro, um crime individual com um crime coletivo.


O mal nunca vencerá o bem?
Chico Xavier:


- O bem sanará o mal, porque este não existe: é o bem, mal interpretado. Muitas vezes aquilo que julgamos como mal, daqui a dois, quatro, seis anos, é um bem. Um bem cuja extensão não conseguimos avaliar. Portanto, o mal está muito mais na nossa impaciência, no nosso desequilíbrio quando exigimos determinadas concessões, sem condições de obtê-las. De modo que o mal é como se fosse o frio. Este existe porque o calor ainda não chegou. Mas chegando o aquecimento, o frio deixa de existir.


Se a treva aparece é porque a luz está demorando, mas quando acendemos a luz ninguém pensa mais nas trevas. Não creio na existência do mal em substância. Isso é uma ficção.


Se o senhor tivesse que dar uma mensagem a uma criança, ou mesmo a um filho, para que ele pudesse vencer espiritualmente na vida, o que diria?
Chico Xavier:


- Se eu tivesse um filho (tive na minha vida algumas crianças que cresceram sob a minha responsabilidade), ensinaria nos primeiros dias de vida desse filho o respeito à existência de Deus e o respeito à justiça e amor ao trabalho. E, em seguida, ensinaria que ele não seria, e não será, melhor do que os filhos dos outros.


Benedito di Paula - Meu querido amigo Chico Xavier, há mais de 60 anos você se dedica a um trabalho mediúnico maravilhoso! Qual o significado disso tudo e o que isso representa para você?


Chico Xavier:


- Um amigo espiritual em se comunicando aqui, há poucos dias, numa página que eu considero muito interessante, contou que um amigo espiritual perguntou a um Mentor das esferas mais altas, o que significavam 60 anos de trabalho espiritual ininterrupto.


E o Mentor respondeu que, para Jesus, significaria 6 minutos.


Moacyr Franco - A ciência cada vez mais se dedica à inseminação artificial. Eu queria saber do senhor qual é ponto de vista da espiritualidade sobre os filhos de laboratório?


Chico Xavier:


- Em diversos países, notadamente da Europa, a inseminação artificial se tornou algo de comum, mas cremos que é um assunto que se deve atribuir àqueles que se encontram descompromissados e sem nenhum vínculo para com deveres que eles não tenham.


Sabemos de senhoras de determinado país da Europa, que tendo altos vencimentos, porque são donas de uma inteligência invulgar, essas senhoras, que não se casaram, podendo pagar várias empregadas para tomar conta de um filho, acharam de bom alvitre escolherem o material que lhes pareceu mais adequado à vida delas. De modo que ficamos na expectativa sobre o assunto, num país como o nosso, em que estamos interessados em limitar os números crescentes do fator demográfico.




Nair Belo, no programa da Hebe, em janeiro de 1986, lamentou a existência de grande quantidade de jovens que estão fazendo uso de drogas, e perguntou ao médium o porquê desse desastre


Chico Xavier:


- O tóxico é o irmão mais sofisticado da cachaça, através da qual também nós temos perdido muita gente.


A fascinação pelo tóxico é a necessidade de amor que o jovem tem. Mesadas grandes que não são acompanhadas de carinho e de calor humano paterno geram conflitos muito grandes.


Muitas vezes a privação do dinheiro, o trabalho digno e o afeto vão construir uma vida feliz.


Um grupo de pessoas do bairro logo se forma na calçada dele adiantando-se uma mulher ainda jovem em visível crise nervosa:


"Chico, estou com espírito ruim encostado em mim, tira ele de mim".


Chico Xavier:


Uai, gente, para que tirar o Espírito? Vamos evangelizar-nos todos juntos, encarnados e desencarnados


Atualmente, fala-se muito nos contatos de seres extraterrenos.


O senhor acredita na existência de discos voadores?


Chico Xavier:


- Eu acredito que existem naves interplanetárias. Mas o assunto é um tanto quanto difícil, porque pertence ao campo da ciência.


Nós não podemos ignorar que, depois da Segunda Guerra Mundial, as superpotências experimentaram determinadas máquinas, mormente máquinas voadoras, naturalmente com segredos de Estado que são compreensíveis. Possivelmente, teremos máquinas de formas esféricas para voar e concorrer com nossos aviões, com nossos "Concordes" e talvez estejam esperando a hora certa para surgir.


Se entrarmos aí numa contenta sobre discos voadores, que dependem de outros mundos, de outras regiões de nossa galáxia, e se as sedes desses engenhos não permitirem que eles venham visitar a Terra durante muito tempo e aparecerem as máquinas esféricas das superpotências, então com que rosto vamos aparecer?


Vamos deixar que a ciência resolva este problema.


A ação negativa do cigarro sobre o perispírito do fumante prossegue após a morte do corpo físico? Até quando?


Chico Xavier:


- O problema da dependência continua até que a impregnação dos agentes tóxicos nos tecidos sutis do corpo espiritual ceda lugar à normalidade do envoltório perispirítico, o que, na maioria das vezes, tem a duração do tempo correspondente ao tempo que o hábito perdurou na existência física do fumante. Quando a vontade do interessado não está suficientemente desenvolvida para arredar de si o costume inconveniente, o tratamento dele, no Mundo Espiritual, ainda exige quotas diárias de sucedâneos dos cigarros comuns, com ingredientes análogos aos cigarros terrestres, cuja administração ao paciente diminui gradativamente, até que ele consiga viver sem qualquer dependência do fumo.


Márcia Elizabeth - julho de 1974 -


Chico Xavier, os espíritos amigos apresentam algum ponto de vista sobre o divórcio no Brasil?
Chico Xavier:


- Allan Kardec no capítulo 22 de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" assevera que o divórcio é uma lei humana que veio consagrar determinada situação já existente entre os cônjuges.


Do ponto de vista humano naturalmente que seria crueldade fugirmos da possibilidade do divórcio em determinadas situações da vida e em determinados setores de nossos problemas, quando estamos certos de que as organizações bancárias do mundo nos concedem reformas e determinados prazos para resgate de certas dívidas.


Mas, devemos estar igualmente conscientes de nossa situação no Brasil e podemos perfeitamente reconhecer que ainda estamos imaturos para receber o divórcio da magnanimidade da nossa Justiça porque somos um pouco jovem. Precisamos habilitar a consciência coletiva para uma conquista de tamanha expressão na vida da criatura e na vida planetária.


Você tem medo da morte?
Chico Xavier:


- Não tenho medo, pois creio que essa convivência com entidades espirituais me deu um desligamento dos interesses imediatos da vida física.


Prefiro viver no padrão que fui criado. Assim eu quero que seja até o dia de partir.


Não sou atormentado pela dor.


Sou muito feliz porque os espíritos me escolheram para realizar esta tarefa de, durante algum tempo, na forma de livros e mensagens, poder estender suas opiniões e manifestações. Comecei este trabalho em 1927 e trabalhei regularmente com eles até 1994.


Como ficará a Doutrina Espírita após a sua morte? O senhor acha que ela ficará abalada? Quem poderá substituí-lo na liderança?
Chico Xavier:


- A Doutrina Espírita estará tão bem depois da minha desencarnação quanto estava antes, porque eu não sou pessoa com qualidades especiais para servi-la. Eu sou um médium tão comum, tão falível como qualquer outro. Não me sinto uma pessoa necessária e muito menos indispensável. Outros médiuns estarão aí interpretando o pensamento e a mensagem dos nossos amigos espirituais, e eu peço a Deus apenas que não me deixe dar "mancadas" em minha tarefa.


Solicitado a opinar sobre o sexo, Francisco Cândido Xavier ensejou-nos nova e amorável mensagem:
Chico Xavier:


- Acreditamos que o compromisso sexual entre duas pessoas deve ser profundamente respeitado. Uma terceira pessoa em qualquer compromisso sexual é uma dificuldade a superar, porque não podemos esquecer que a lesão sentimental é, talvez, mais importante do que uma lesão física.


E alguém que prometeu amor a alguém deve se desincumbir deste compromisso com grandeza de pensamento e sem qualquer insegurança.


Não compreendemos a promiscuidade. Mas entendemos perfeitamente o relacionamento de alma para alma, com respeito que nós todos devemos uns aos outros."









http://www.universoespirita.org.br/passesmag/index.htm
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INVERSÃO DE VALORES




















































Se fechardes os teus olhos e pensares na palavra NATAL, o que lhe vem a mente?
Acredito que quase todas as pessoas automaticamente vão pensar em luzes coloridas(pisca-pisca) e em um velhinho com roupa vermelha e um saco de presente.
Ao aproximar o período natalino a ansiedades das pessoas aumentam levando todos a ficarem preocupados em comprar roupas,presentes, enfeites,etc. Tudo isso em nome do "espirito natalino"que é bem representado pelos comércios locais.
Não há nenhum problema em presentear quem a gente gosta, todavia; na atualidade pertubada dos sentimentos, a imagem de JESUS lentamente desaparece da paisagem do seu nascimento para ceder o lugar ao velhinho simpatico e gorducho da Europa com seu trenó cheio de brinquedos.
Sem querer generalizar, vale ressaltar que durante esse período ocorre matanças de animais, excesso de bebidas alcoolicas, festas exageradas, trocas de presentes,abusos de promessas, com um quase total esquecimento do aniversariante.
Tenho me questionado durante todo esse mês de como estamos nos afastando de JESUS. De como somos tão egoista a ponto de não querer praticar a caridade como os menos favorecidos e exercer o verdadeiro espírito natalino.
 





































O que me levou a fazer essa reflexão é que diariamente ao me dirigir para o trabalho, passo em frente dessa familia de sem teto, e conclui que eu tenho tudo e eles não tem nada. E que por mais que venhamos a querer fazer a caridade em nossos lares, devemos por obrigação extendê-la para fora do nosso mundo de perfeição. Esse é  apenas mais um caso entre tantos outros que vão passando despercebido por todos que fazem aquele percuso rotineiramente, e que no entanto não nos isenta de doar ao menos um pedaço de pão para os que tem fome.
O Natal é um momento de reflexão convidando as criaturas humanas a instalarem em seus corações o sentimento de amor universal,para quando olharmos  para o outro identificarmos um irmão que precisa de auxílio.




fonte:Revista Espirita Reformador nº 2169


Moura Fé
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“Nascida durante aborto por envenenamento salino”.


Acredite quem
quiser, mas é
esta observação que aparece no registro
de nascimento de Gianna Jessen, como ela
mesmo conta em entrevistas e palestras
que tem feito pelos Estados Unidos, onde
nasceu em 6 de abril de 1977, bem como nos demais países em que é chamada a falar  sobre o que está por trás do movimento
pró-aborto.
Gianna não estaria viva hoje se o aborto praticado por sua mãe não tivesse falhado.
É essa tão impressionante quanto dramática história que ela apresentou também em Melbourne, na Austrália, relato este
disponível na internet, em um vídeo agora legendado em português e  dividido em  duas partes. Nele, Gianna conta que sua mãe biológica, na época com 17 anos e grávida de 7 meses, procurou em Los Angeles, Califórnia,  a “Planned Parenthood” (maternidade
planejada), a maior clínica de abortos do mundo. Lá, foi aconselhada a abortar pelo método de envenenamento salino, que é a injeção de uma solução química no útero materno, a qual faz com que o feto seja queimado e depois expelido em até 24h. Contudo, para a sorte de Gianna, o médico que iria completar o procedimento
não chegou e ela acabou nascendo.“O fato é que o abortista teve que assinar meu registro de nascimento” – conta, com bom-humor, Gianna, que revelou já ter feito algumas pesquisas sobre este
médico, dono da maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos, a qual tem um faturamento anual de 70 milhões de dólares.
“Eu li uma citação dele, há algum tempo, em que dizia: – Eu abortei 1 milhão de  bebês e considero isso minha paixão” – diz Gianna, indignada. Outro fato igualmente impressionante na biografia desta jovem é que após o seu insólito nascimento foi transferida para
um hospital, algo incomum para a época, já que até a assinatura da Lei de Proteção à Criança Nascida Viva, em 2002, os bebês
sobreviventes a abortos nos Estados Unidos eram mortos por sufocamento. Mas Gianna escapou e acabou sendo adotada,
apesar da paralisia cerebral causada pelo envenenamento, do qual guarda sequelas até hoje.
“Agora, eu me sinto simplesmente compelida a dizer isso: se o aborto diz respeito somente aos direitos da mulher, senhoras
e senhores, então quais são os meus direitos? Não havia nenhuma feminista radical gritando e reclamando meus direitos
violados naquele dia. Na verdade, minha vida estava sendo exterminada em nome dos direitos da mulher. E, senhoras e
senhores, eu não teria paralisia cerebral se não tivesse sobrevivido a  tudo isso. Então, quando escuto o argumento repugnante
de que temos que abortar só porque há a possibilidade da criança nascer com deficiência, oh!, o horror que toma conta do meu coração! Há coisas que vocês só poderão aprender com os mais fracos de nós” – desabafa Gianna, sob o olhar atento e emocionado da grande plateia. Gianna encerra sua exposição com um alerta a homens e mulheres: “Homens, vocês são feitos para defender
as mulheres e as crianças e não para ficarem passivos e virarem a cabeça quando souberem que o assassinato está acontecendo
e não fazerem nada com relação a isso. Vocês são feitos para serem gentis e grandes, e atenciosos e fortes, e lutarem
por algo, porque, homens, me escutem, estou cansada demais para fazer o seu trabalho. Mulheres, vocês não são feitas para o abuso. Vocês não são feitas para  sentar e não saber sobre a sua dignidade,
o seu valor. (...) Então, agora sabendo de suas importâncias, que   tipo de pessoas vocês serão?” – conclui.
Para assistir as duas partes do vídeo,
basta acessar www.youtube.com e digitar,
no buscador, “Gianna Jessen”.
http://www.lfc.org.br/sei/boletim/2169.pdf
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NA SENDA ESCABROSA




"Nunca te deixarei, nem te desampararei." - Paulo. (HEBREUS, 13:5.)

A palavra do Senhor não se reporta somente à sustentação da vida física, na subida pedregosa da ascensão.

Muito mais que de pão do corpo, necessitamos de pão do espírito.

Se as células do campo fisiológico sofrem fome e reclamam a sopa comum, as necessidades e desejos, impulsos e emoções da alma provocam, por vezes, aflições desmedidas, exigindo mais ampla alimentação espiritual.

Há momentos de profunda exaustão, em nossas reservas mais íntimas.

As energias parecem esgotadas e as esperanças se retraem apáticas.

Instala-se a sombra, dentro de nós, como se espessa noite nos envolvesse.

E qual acontece à Natureza, sob o manto noturno, embora guardemos fontes de entendimento e flores de boa-vontade, na vasta extensão do nosso país interior, tudo permanece velado pelo nevoeiro de nossas inquietações.

O Todo-Misericordioso, contudo, ainda aí, não nos deixa completamente relegados à treva de nossas indecisões e desapontamentos. Assim como faz brilhar as estrelas fulgurantes no alto, desvelando os caminhos constelados do firmamento ao viajor perdido no mundo, acende, no céu de nossos ideais, convicções novas e aspirações mais elevadas, a fim de que nosso espírito não se perca na viagem para a vida superior.

"Nunca te deixarei, nem te desampararei" - promete a Divina Bondade.

Nem solidão, nem abandono.

A Providência Celestial prossegue velando...

Mantenhamos, pois, a confortadora certeza de que toda tempestade é seguida pela atmosfera tranqüila e de que não existe noite sem alvorecer.


Do livro Fonte Viva
Médium - Francisco Cândido Xavier
Ditado pelo espírito EMMANUEL
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NILZA AZEVEDO - VIDEO



       Homenagem a escritora espírita NILZA AZEVEDO que foi uma das percusora do Movimento Espírita em PICOS-PI.
       Os Espíritas agradece sua grande contribuição de amor a doutrina.
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Reflexões de Minha Alma



Hoje me surpreendi com uma vontade de escrever , senti um saudosismo da vida, dos amigos, do trabalho , e até mesmo de situações corriqueiras e banais vivenciadas ao longo do dia-a-dia. Descobri que já não sou de todo insensível, nem que me desapego facilmente das amizades como eu imaginava.
Descobri que ainda me falta muita evolução para aceitar que os outros têm o direito de vir,entrar em nossa vida sem pedir permissão e depois partir mesmo que seja tudo muito rápido e sem nos dar um adeus.
Descobri que a cada perca também se ganha, mesmo que a nuvem da tristeza, mágoa ou sofrimento nos impeçam de ver os verdadeiros fatos e aceitá-los como situações inevitáveis na nossa vida.
Que as lágrimas servem muitas vezes para aliviar as angustia que ferem incessantemente o nosso intimo, e nos impedem de viver a realidade;


Percebi ainda que diante das minhas imperfeições, ou como costumo dizer da perfeição dos meus defeitos, devo me resignar mais do que venho tentando fazer, e perante a adversidade dos momentos eu não me perca, eu não me traia, eu não fraqueje quando as provações tocarem meu espírito.
Não somos uma barreira invulnerável, temos fraquezas e virtudes que se apresentam umas mais em evidências que as outras. E durante a trajetória de uma alma, vivenciamos diversas situações e nem por isso somos fadados a aceitá-las, pois diante das nossas imperfeições o sentimento toma conta de nosso ser nos fazendo agir de acordo com as nossas inclinações, agiremos tanto para o bem como para o mal, dependendo apenas de como está o nosso coração, nossa consciência e nossa fé.
Precisamos parar um pouco e refletir sobre nossa vida. O que estou fazendo? Quanto tempo me resta? Fiz o necessário? A vida não é apenas o quotidiano que vivenciamos sobre uma rotina automática, sendo quebrada muitas vezes apenas por situações de dores e de perdas.
Refletir durante alguns instantes sobre nossa real situação no plano físico, e de grande importância para nossa evolução espiritual, pois nos deparamos com visões da realidade nos mostrando verdadeiras situações de dores, tristezas, lamentações, miséria, injustiças, etc. que me fez questionar sobre o que podemos fazer para sanar as dores dessas pessoas que mesmo felizes na sua condição social, ainda precisam de muito para ter uma vida digna.
No caminho árduo da evolução onde eu ainda estou começando a engatinhar, precisamos de muita paciência, resignação, caridade e amor; e tenho me indagado se estou realmente agindo como um apostolo do Cristo e se estou dando minha contribuição como seareiro do meu ideal religioso.
O tempo não estaciona, não retroage, apenas avança incessantemente e sem preocupações se alguém está lhe acompanhando.
Se já despertamos ou ainda vamos despertar para o ministério do amor ao próximo é opcional, todavia não nos esqueçamos de trabalhar para evolução do espírito para que essa reencarnação não seja em vão e tenhamos contribuído para o bem do universo.
Cristo é amor e deixou sua essência em nossos corações através do evangelho e de suas obras.
Agora é a nossa oportunidade, sigamos apressado para recuperar o tempo perdido como verdadeiros trabalhadores da última hora.




Moura Fé

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VI SEMESPI - FOTOS













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LEVANTA-TE E ANDA DE NILZA AZEVEDO(IN MEMORIAN)









"É bom que fique bem claro: ninguém faz do outro religioso, pois a religiosidade nasce de dentro para fora, da necessidade da alma, a qual precisa querer, precisa ter anseios de algo mais, porque, se assim não ocorrer, não conseguirá seguir adiante ou seguirá superficialmente, sem transcender, tendo-se só a capa de religião e todo o resto insensível."

Trecho do livro "LEVANTA-TE E ANDA" da escritora Nilza Azevedo

QUE FOI LANÇADO NO VI SEMESPI
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VI SEMESPI - SEMINARIO DO MOVIMENTO ESPIRITA DE PICOS

Foi um grande sucesso o nosso VI SEMESPI que contou com a participação da Drª Kátia Marabuco

que falou dos seguintes temas AMOR E PERDÃO COMO INSTRUMENTO DE SAUDE e SAUDE E ESPIRITUALIDADE NA FAMILIA.
Nós do Movimento Espírita de Picos só temos a agradecer essa pessoa tão maravilhosa.

http://www.katiamarabuco.com.br








Dr Bernado Pinto foi muito elucidativo com seus temas PAIS E FILHOS - INSTRUMENTOS EM EVOLUÇÃO e SEXUALIDADE EM TRANSIÇÃO



Dr Ribamar Tourinho foi explêndido com seu tema RELACIONAMENTOS CONFLITUOSOS ENTRE HOMENS E MULHERES.


http://www.ribamartourinho.com.br/
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Espiritismo na TV Globo






Como desdobramento da série "Fantástico" que a TV Globo tem levado ao ar (2a. a 6a. feira, às 6h05 e domingo, às 6h50), o programa "Mais Você", da apresentadora Ana Maria Braga, tem feito entrevistas com os apresentadores de cada religião. No dia 6 de novembro - 6a. feira, a partir das 8h30,- será a vez de focalizar o Espiritismo com a participação do ator Carlos Vereza e entrevista com o diretor da FEB Cesar Perri.


http://www.febnet.org.br



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O ESPIRITA NA MULTIDÃO





O espírita cristão, porque busca realmente compreender Jesus e raciocinar no Evangelho, é alguém sob regime de fiscalização permanente. Daí procedem as múltiplas contradições nas criticas que recebe.

Habitualmente, se é generoso, a multidão em torno dirá dele: é perdulário. Se economiza: é avarento. Se mantém a disciplina: é ditador. Se não observa condições e horários: é irresponsável.

Se diligencia renovar as normas conhecidas: é revolucionário. Se conserva os padrões de hábito: é inerte.

Se usa franqueza: é descaridoso.

Se contemporiza: é hipócrita.

Se brinca: é irreverente.

Se chora: é obsesso.

Se comunicativo: é estouvado.

Se discreto: é orgulhoso.

Se estuda intensivamente:é afetado.

Se estuda menos: é ignorante.

Se colabora com afinco na assistência social: é santarrão.

Se coopera menos na beneficência de ordem material: é preguiçoso.

Se revela ardente fervor nas convicções: é fanático.

Se analisa, como é necessário, as instruções em andamento: é um céptico.

Se trabalha com grande número de pessoas: é demagogo.

Se trabalha em ambiente restrito: é insociável.

Efetivamente, a multidão é nossa família e nada justificaria qualquer propósito de nos distanciarmos dela, a pretexto de superioridade individual. Somos claramente chamados a servi-la. Com ela e por ela, é que também nos despojaremos das imperfeições que nos marcam a vida. Ainda assim, conquanto amando-a e abençoando-a, não nos seria lícito esquecer que ela própria, um dia preferiu Barrabás a Jesus, em lamentável engano. Atentos a isso, onde estiveres e como estiveres, coloca-te acima das opiniões humanas, e serve a Jesus servindo à multidão, ofertando à seara do bem o que fores e o que tiveres de melhor.


Livro Paz e renovação. Médium: Francisco Cândido Xavier - EMMANUEL
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A OUTRA FACE










Considerando-se o estágio moral em que transitam incontáveis criaturas humanas pelos caminhos do planeta terrestre, ainda vivenciando os instintos agressivos, é compreensível que os relacionamentos nem sempre se realizem de maneira pacífica.

Predominando a natureza animal em detrimento da espiritual, o orgulho se arma de mecanismos de defesa, resultantes da prepotência e da argúcia, para reagir ante os acontecimentos ameaçadores ou que sejam interpretados como tais...

A ação decorrente do raciocínio e da lógica cede lugar aos impulsos agressivos, e estabelecem-se os conflitos quando deveriam vicejar entendimentos e compreensão.

Em razão da fase mais primitiva que racional, qualquer ocorrência desagradável assume proporções inadequadas, que não se justificam, porque os recursos morais da bondade sucumbem ante a cólera que se instala e leva à alucinação.

De certa maneira, remanescendo os comportamentos arbitrários de existências pregressas que não foram domados, facilmente a ira rompe o envoltório delicado da gentileza e acontecem os lamentáveis atritos, que devem e podem ser evitados.

A educação equivocada, que estimula o forte à governança, ao destaque, contribui para que a mansidão e a humildade sejam deixados à margem, catalogadas como fraqueza do caráter e debilidade moral.

O território no qual cada indivíduo se movimenta, após apropriar-se, é defendido com violência, como se a posse tivesse duração infinita, o que constitui lamentável equívoco.

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OS DRAGÕES




Psicografia: Wanderley Soares de Oliveira

Pelo espírito: Maria Modesto Cravo

Páginas: 521

O tema central é a história de Matias, uma alma atormentada que serviu durante séculos aos dragões, uma comunidade organizada para o mal.A autora espiritual tece um enredo leve e comovente no qual Matias, após o arrependimento, reencarna como médium sob orientação do Espiritismo.A cronologia do romance revela fatos ocorridos no movimento espírita brasileiro entre os anos de 1936 a 1964, período em que ocorreu o clímax de uma ação organizada pelos benfeitores no mundo espiritual, para reencarnar milhões de corações que foram libertados de um dos mais tristes locais de maldade na erraticidade: o Vale do Poder.Um relato leve e comovente sobre os nossos vínculos com os grupos de espíritos, que integram as organizações do mal no submundo astral.




Entrevista realizada com o médium Wanderley Oliveira, sobre o livro Os dragões – O diamante no lodo não deixa de ser diamante, pelo espírito Maria Modesto Cravo

Qual é o tema central da obra?
O livro, publicado pela Editora Dufaux, é um romance cujo tema central é a história de Matias, uma alma atormentada que serviu durante séculos à comunidade dos dragões.
A autora espiritual tece um enredo leve e comovente no qual Matias, após o arrependimento, reencarna como médium sob orientação do espiritismo.
A cronologia do romance revela fatos ocorridos no movimento espírita brasileiro entre os anos de 1936 a 1964, período em que ocorreu o clímax de uma ação organizada pelos benfeitores no mundo espiritual para reencarnar milhões de corações que foram libertados de um dos mais tristes locais de maldade na erraticidade: o Vale do Poder.
O tema central do livro nos levará a perceber que, a maioria dos seguidores da mensagem do Evangelho, nos mais diversos segmentos cristãos, guardam algum tipo de laço com os dragões.
Quem são os dragões?
É a mais antiga comunidade da maldade que se organizou socialmente nas regiões chamadas subcrostais ou submundo astral. Segundo o romance, ela existe há 10 mil anos.
Essa comunidade, administrada por inteligências do mal, criou a Cidade do Poder e sua hierarquia é composta pelos “dragões” legionários, justiceiros e conselheiros. São espíritos que fazem o mal intencionalmente.

Os dragões podem reencarnar?
Muitos desses espíritos não conseguirão mais reencarnar na Terra devido à sua condição mental desequilibrada. Não haveria como manter uma gestação em tal nível de vibração. Serão deportados para outros mundos onde reiniciarão o seu progresso.
Contudo, muitos deles, quando tomados pelo arrependimento, reencarnam aqui no planeta e se melhoram.

No livro é abordado um modelo de psicologia usado pelas trevas. Que modelo é este?
Os dragões já utilizam um modelo de psicologia há mais de 300 anos para dominar e explorar.
Esse modelo pode ser compreendido da seguinte forma: imagine três círculos, um dentro do outro. No primeiro círculo de dentro escreva baixa autoestima. No círculo a seguir está a idealização. E no último círculo estão o melindre, o perfeccionismo e a intolerância.
Os dragões sabem que a doença psicológica básica em um planeta como a Terra é a escassez de estima pessoal, como um resultado de milênios no egoísmo. Quem tem baixa autoestima, idealiza a vida, as relações, as metas. Vive uma vida muito imaginária e distante do que é real. E quem idealiza em excesso torna-se muito melindroso, perfeccionista e intolerante.
Claro que, colocando de forma tão sintética, talvez surjam muitas dúvidas, mas o livro tece muitas abordagens sobre o assunto.
Costumo dizer que Os Dragões é um romance de autoconhecimento, porque, na verdade, a autora espiritual faz estudos muito profundos e fáceis de entender sobre o psiquismo humano.

Então, a baixa autoestima é o núcleo deste modelo?
Sim. Sob o enfoque espiritual, essa doença não é apenas o resultado de traumas e limitações sofridas na infância. Além disso, Maria Modesto Cravo explica, no livro, que esse estado psicológico caracteriza a maioria esmagadora dos habitantes terrenos, em maior ou menor escala, conforme os compromissos assumidos por cada criatura em sua consciência.

Qual o ponto de maior fragilidade nos centros espíritas que é explorado pelos dragões?
A convivência.
Os dragões sabem muito bem que não lidamos bem com nosso mundo interior e, consequentemente, projetamos isso nos relacionamentos.
As condutas mais exploradas para gerar conflitos na convivência são: maledicência, culpa, mágoa, rigidez, preconceito, irritação, julgamento, entre outras.
Quais os laços entre a comunidade espírita e os dragões?
A obra nos informa que muitos dragões reencarnaram nas religiões cristãs, e deixa claro que inúmeros regressaram ao solo brasileiro, inclusive, no seio do movimento espírita. Reencarnaram arrependidos e ansiosos pelo recomeço. Retornaram e foram iluminados pelo conhecimento espírita para sua remição consciencial.
Depois deste retorno de multidões ao movimento espírita brasileiro, a comunidade dos dragões passou a uma perseguição implacável aos espíritas, no intuito de inviabilizar as noções sobre como o mal organizado pretende dominar as sociedades e impedir o esclarecimento espiritual dos povos.

Fique à vontade para nos dar uma mensagem final sobre o livro Os Dragões.

Gostaria de reproduzir uma pergunta que fiz à autora espiritual, Maria Modesto Cravo, e a sua resposta repleta de sabedoria:
“Vemos muitas pessoas que não conseguem ler livros cujo conteúdo versa sobre as trevas. Nesse sentido, a senhora teria algo a dizer sobre Os Dragões, o trabalho que terminamos há pouco tempo?”
“Nossa reflexão nesta obra é apenas uma pequena fresta para que o homem, iluminado com o conhecimento espírita, perceba a natureza de nossos desafios e compromissos com as esferas subcrostais.
Falamos menos das trevas de fora que daquelas que trazemos por dentro.
Para quem deseja implantar a luz e o bem, é, no mínimo, uma obrigação conhecer nossos laços com as comunidades dos dragões”.


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A MISSÃO EDUCADORA DOS PAIS





Vivemos em um mundo de constantes mudanças e, sem dúvida, temos que nos adaptar a elas.

A mulher hoje tem amplo acesso ao mercado de trabalho e a figura de mãe presente ao lado de seus filhos, sempre que esses não estejam na escola, quase não existe mais.

O pai tornou-se mais participativo no cuidado das crianças, no entanto, ainda passa a maior parte de seu tempo dedicado ao trabalho, a fim de prover as necessidades materiais da família.

Consequentemente, as crianças e os jovens, habituados à televisão e ao computador, distanciam-se de seus pais e esses, atarefados, quase não se aproximam de seus filhos.

Encontramos até mesmo pais que dizem ser a escola o local de educação de seus filhos.

Em verdade a escola é local onde há transmissão de conhecimentos, bem como orientação sobre o comportamento das crianças, adolescentes e jovens. No entanto, ela jamais pode substituir a educação do lar.

Allan Kardec nos diz que o ensino é a transmissão de conhecimentos, de informações ou de esclarecimentos úteis ou indispensáveis à educação.

Desta frase podemos deduzir que a educação é muito mais ampla que o ensino formal, ao qual as escolas se dedicam.

Ainda, segundo Kardec, o educador real não é somente aquele que fala de uma tribuna como o professor.

Educador é qualquer pessoa que, pelo processo da explicação ou das experiências, procura passar ensinamentos úteis para outra pessoa.

Neste sentido estão incluídos os pais, os avós ou quem, com paciência e dedicação consiga, através do entendimento do educando, modificar a conduta deste.

Para educar de verdade não é necessária uma ocasião especial, pelo contrário, a qualquer momento, através da conversa e dos exemplos, a educação pode ser feita.

Aos casais não faltam orientações de livros, revistas e profissionais dispostos a ajudá-los na educação de seus filhos.

No entanto, vivemos hoje em uma sociedade com numerosos jovens que não se ajustam a regras ou leis, muitos deles delinquentes, e nos perguntamos o porquê.

Ao observarmos o crescente distanciamento que os múltiplos afazeres dos pais impõem, bem como o distanciamento que se impõe aos filhos ao dar a eles dias cheios de atividades, começamos a entender o que ocorre.

Sem dúvida o modelo de pai e mãe como profissionais é quase irreversível, pois é uma consequencia dos novos tempos.

Mas tal modelo não pode ser uma desculpa para nos esquecermos de uma das maiores responsabilidades que o Criador dá a quem se torne pai ou mãe: a educação.

Se o dia é cheio, que as noites sejam de aconchego. Ao invés de televisão, computador ou telefone, a refeição em família na qual se pode comentar o dia e se inteirar das atividades dos filhos demonstrando-lhes amor.

Mesmo cansados, pais que amam dedicam, diariamente, momentos para monitorar tarefas da escola de seus filhos. Em hora adequada, pais dedicados acompanham seus filhos em uma oração antes do merecido descanso.

Se a semana é de correria, que os fins de semana sejam de paz e harmonia entre a família, com atividades que permitam a convivência e o entendimento entre pais e filhos, a fim de adequadamente educá-los.

Que a tarefa sagrada da educação seja realizada amplamente para que, um dia, possamos responder com tranquilidade à pergunta: O que fizeste dos filhos que a ti foram confiados?





Autor:
Redação do Momento Espírita com base no cap. III do livro A educação à luz do espiritismo, de Lydienio Barreto de Menezes, ed. Celd.



http://www.reflexao.com.br

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