O livro psicografado "Ninguém é de Ninguém", de Zibia Gasparetto, vai virar filme. A escritora contou a novidade em bate-papo com o apresentador Amaury Jr. A obra vendeu cerca de 860 mil exemplares e ganhará as telonas em breve.
Ainda no programa ela afirmou que ter uma influência religiosa do bem, seja qual for, é algo muito importante. “Deus manda os acontecimentos e cada um interpreta de um jeito”, disse. A escritora defendeu ainda que o ser humano é movido por energia e que existem muitos espíritos perturbados que querem roubar nossa energia e que incentivam a violência.
Há muito tempo atras, vi esse belíssimo filme que é bastante instigantes em vários aspectos, Por abordar uma temática de suspense espiritual, tramitando ainda por uma tema delicado como a PEDOFILIA. O filme permeia ainda, o universo espiritualista paradisíaco do mundo espiritual, morte, perdão, culpa, aceitação, entre outras temáticas. É uma boa opção de filme que vai fazer você refletir sobre a questão familiar, no que concerne o cuidado que devemos ter com nossas crianças. É por isso que ao encontrar essas analise do filme logo abaixo, resolvi postar por ser extremamente esclarecedor para alguns leigos. Assistam o filme e tirem suas próprias conclusões, garanto que vão gostar e se emocionar. Moura Fé O presente artigo tem por objetivo, lançar um olhar espírita no filme intitulado “Um Olhar do Paraíso”, buscando analisar a narrativa do “Espírito Suzie”, quando fala de suas experiências pós mortem, sob a ótica dos preceitos Espíritas. O filme objeto da análise é de 2009, tendo por diretor Peter Jackson, baseado num romance de 2002 da autora americana Alice Sebold. Trata da narrativa deSuzie Salmon, uma garota que aos 14 anos, depois de assistir no colégio a obra cinematográfica Othello, protagonizada por Lawrence Olivier, sai da sessão e marca um encontro com o rapaz do 3º ano do segundo grau (Ray), pelo qual possui um amor adolescente. “No shopping, sábado, às 10 da manhã” diz o rapaz. Suzie está voltando prá casa feliz, já imaginando o sábado, quando ganharia de Ray o tão sonhado primeiro beijo. Ocorre que no caminho, torna-se vítima de George Harvey, seu vizinho, um tarado psicótico, que a convida a entrar num porão encravado em meio à um terreno ermo, a fim de mostrar-lhe um projeto, ao qual, segundo ele, dedicara toda sua vida. Suzie o acompanha, é estuprada, esquartejada, e seu Espírito corre desesperadamente do local do assassinato, indo ao encontro de sua família, que a aguardava ansiosamente. Neste momento, o Espírito de Suzie é visto por Ruth Connors, “a garota estranha,” que “via coisas que os outros não viam” (médium). Oportuno observar, que em O Livro dos Espíritos, Kardec indaga aos Espíritos Superiores, se na morte violenta (caso de Suzie), quando os órgãos ainda não se debilitaram pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e a cessação da vida se verifica, simultaneamente. Os Espíritos respondem que “geralmente é assim; mas, em todos os casos, o instante que os separa é muito curto. Razão pela qual o Espírito da garota passou correndo, e foi visto pela médium. (LE, p. 161) Daí em diante, serão as percepções e falas do Espírito de Suzie objeto de análise do presente trabalho. Logo depois do assassinato, quando é vista pela médium correndo desesperada na direção de sua casa, o Espírito vai à cidade, vê o pai mostrando sua foto aos transeuntes, numa busca angustiante. Chama-o, ele olha em sua direção, mas não a vê. De repente, todas as pessoas que transitavam na rua desaparecem da visão de Suzie. Em seguida, a garota entra em sua casa, vê os cômodos desertos, e ouve a voz da mãe. Sobe escadas, entra em um cômodo iluminado e se depara com seu assassino num banheiro sujo de lama e sangue, imerso numa banheira cheia d’água, com o rosto coberto por uma toalha. Suzie se assusta e foge apavorada. No que concerne às mortes violentas, nos ensina Kardec que o “Espírito é surpreendido, espanta-se, não acredita que esteja morto e sustenta teimosamente que não morreu. (...) Procura as pessoas de sua afeição, dirige-se a elas e não entende por que não o ouvem. Esta ilusão mantém-se até o completo desprendimento do Espírito, e somente então ele reconhece seu estado e compreende que não faz mais parte do mundo dos vivos.” (LE., p. 165) (grifei) Oportuno observar as impressões do Espírito de Suzie quando diz: - “Eu estava deslizando. Foi como me senti. A vida estava me deixando, mas eu não estava com medo. Então me “lembrei” que eu tinha alguma coisa prá fazer. (grifei) No que tange à lembrança de alguma coisa a fazer, nada mais natural face à forma abrupta como desencarnou, levando a recordação mais recente do encontro marcado no shopping com o garoto dos seus sonhos. Daí, quando lembra de Ray, o Espírito se transporta pelo pensamento ao local combinado onde ele a espera. Não consegue alcançá-lo, nem se fazer vista ou ouvida por ele. Prossegue Suzie na sua fala: - “Aqui não é um lugar. Um lugar sem milharal, nem lembranças, nem túmulo. Mas eu ainda não estava olhando para o Além. Ainda estava olhando para trás. (...) Eu tenho que ir prá casa.” (grifei) Mais uma vez o desejo forte de voltar à sua casa, ao encontro da família que ama. Enquanto isso, seus pais sofriam e se desesperavam. A mãe, fechou o quarto da filha, conservando-o como foi deixado por esta no dia de sua morte. Não suportando tanta saudade, foi trabalhar em outra cidade, deixando marido e filhos com sua mãe (avó de Suzie). Quanto ao pai, mantinha-se obcecado na busca do assassino da filha. Em um ataque de desespero, começa a quebrar toda a coleção de miniaturas de barcos dentro de garrafas, que fazia como “hobby” e ensinara a Suzie. Enquanto quebrava as garrafas, o Espírito da filha via no seu mundo mental, garrafas gigantes num mar revolto, chocando-se contra rochedos, despedaçando-se, e deixando à deriva os imensos barcos que estavam dentro das mesmas. Nesta percepção da garota morta, observa-se que as afinidades de sentimento e pensamento “ligavam” seu Espírito ao do pai. Como nos dizem os Espíritos Superiores, são os sentimentos e pensamentos afins que nos “conectam” aos seres espirituais e vice-versa. Na busca por contacto com a filha, todas as noites o pai colocava na janela de casa, sobre uma garrafa que continha um barco e um farol, uma vela acesa, como que “sinalizando” para que Suzie não se perdesse de casa. Por seu turno, a garota via no seu mundo espiritual um enorme farol que também sinalizava. Até que ambos se vêm através da janela onde estava a vela, e ela fala: - Agora, vai ficar tudo bem, pois meu pai sabe que estou aqui. Eu ainda estava com ele. Eu não tinha me perdido, ou congelado, nem tinha partido. Eu estava viva. Estava viva no meu próprio mundo. No meu mundo perfeito. (grifei) Oportuno ressaltar a constatação do Espírito de se perceber viva e ligada ao pai. Viva em um mundo perfeito e só seu, entendendo-se claramente que vive no seu mundo mental, fugindo de certas questões pertinentes à sua morte, que a assustavam. Nesse meio tempo, o seu irmãozinho caçula, dizia ao pai que sempre via a irmã morta, que ela o beijava na bochecha, e que permanecia em casa, próxima deles. Passados onze meses do seu desencarne, assim se expressa Suzie: - “Eu estava no horizonte azul, entre o céu e a Terra. Os dias não mudavam, e toda a noite eu tinha o mesmo sonho. O cheiro de terra úmida. O grito que ninguém ouvia. O som do meu coração batendo como um martelo debaixo da roupa, e depois os ouvia chamando. As vozes dos mortos. Eu queria segui-los pra achar uma saída. Mas eu acabava sempre voltando para a mesma porta. E eu estava com medo. Sabia que se eu fosse lá, nunca mais sairia. O meu assassino podia reviver um momento por muito tempo. Ele ficava se alimentando da mesma lembrança. Ele era um animal sem rosto. Infinito. Mas depois ele ia sentir o vazio voltando. E a necessidade surgiria dentro dele de novo. (grifei) Nessa fala do Espírito, pode-se constatar seu estado de perturbação, quando se reporta ao mesmo sonho sonhado “toda noite“, em razão do trauma sofrido pela violência do seu desencarne. Nos dizem os Espíritos da Codificação que o estado de perturbação pode durar minutos, dias, meses, anos, séculos. Tudo vai depender da condição do Espírito encarar a sua realidade de forma equilibrada. Vale pontuar, que o pensamento do assassino também interferia nessa perturbação. Quando este revivia o crime cometido, nele se comprazendo, suas lembranças alcançavam a garota fazendo-a sofrer. Adiante, Suzie comenta que “ia sempre observar Ray (o garoto por quem era apaixonada). Eu ficava no ar ao redor dele. Eu estava nas manhãs frias que ele passava com Ruth Connors, aquela garota estranha e sobrenatural, que aceitou facilmente a presença dos mortos entre os vivos (médium).” (grifei) Prossegue a jovem morta: - “Às vezes, o Ray pensava em mim. Mas ele começou a questionar se já era hora de por essa lembrança de lado. Talvez fosse a hora de me deixar partir.” Como asseveram os grandes Mestres da Espiritualidade, os Espíritos conhecem nossos pensamentos, em razão das afinidades de sentimentos e/ou de interesses comuns - que era o caso de Suzie em relação a Ray - posto que, este ainda era o seu sonho de amor adolescente, e ele por seu turno também lembrava de Suzie e sentia saudades. Adiante, a garota vem a falar dos seus sentimentos em relação ao seu assassino, se expressando com ódio e revolta: - “Um assassinato muda tudo. Quando era viva nunca odiei ninguém. Mas agora o ódio é tudo o que eu tenho. Eu o quero morto. Eu o quero frio e morto, sem nenhum sangue nas veias!” (grifei) Oportuno transcrever um importante diálogo travado entre Suzie e o Espírito de outra jovem vítima do mesmo psicopata, o qual transcrevo: Suzie - Eu fui uma idiota. Amiga - Ele (assassino) não pode dominá-la. Você pode se livrar dele mas não desse jeito. Suzie - O que você sabe? Não sabe de nada. Aquele homem tirou a minha vida! Amiga - Você vai ver Suzie. No final você vai entender. Todo mundo morre. À esse respeito a Doutrina Espírita nos ensina que o ódio escraviza a vítima ao seu algoz. Observe-se que no diálogo de Suzie com o outro Espírito - este já liberto do ódio contra o mesmo agressor - as suas colocações são muito comuns nas reuniões mediúnicas de desobsessão, quando o Espírito que se acha vítima e injustiçado, não consegue encontrar o seu “paraíso interior”! Importante pontuar que o ódio do Espírito pelo seu algoz, influía diretamente nos sentimentos de seu pai - por achar-se ligada a este - e que embora sendo um homem pacífico, vivia obcecado numa busca incessante para encontrar o assassino da filha. Suzie tornou-se então “obsessora” do pai. Como nos esclarecem os Espíritos Superiores, os encarnados sofrem obsessões, ou se tornam obsessores dos desencarnados, em razão das afinidades de sentimentos, gostos, e pensamentos que os vinculam uns aos outros. No caso em comento, a ligação se dava pelo sentimento em comum de revolta e ódio que nutriam pelo assassino da jovem. O processo obsessivo do pai de Suzie, foi tão intenso, que o levou a armar-se de um taco de basebol, e sair à caça do assassino da filha para matá-lo. Na perseguição ao criminoso, este se esconde num milharal. Nesse momento, o Espírito da jovem acompanhava toda a perseguição em estado de profunda angústia, temendo pela sorte do pai - enquanto este, na busca desesperada, se depara com um casal de namorados. O rapaz ao vê-lo com o taco na mão, entende que era para agredi-los. Se antecipa, e o espanca violentamente, quase levando o pobre homem à morte. Nesse momento, o Espírito de Suzie se desespera ao ver o pai quase morto, e toma consciência de sua forte influência sobre o comportamento do mesmo. É aí que o cenário à sua volta se desmorona, e ela cai em si dizendo: - Aí eu percebi que meu pai nunca ia desistir de mim. À esse respeito a Doutrina Espírita nos assevera que os laços de afeto são indestrutíveis. E prossegue a jovem em sua fala: - Ele nunca me veria como uma morta. Eu era a filha dele, e ele era meu pai, e ele tinha me amado o máximo que podia. Eu tinha que deixá-lo ir! Nos dizem os Espíritos Superiores, que os laços de amor são indestrutíveis, eternos e libertadores. Daí, a garota libertou o pai da obsessão que o impingia de forma inconsciente. À partir daí, começa o processo de libertação do Espírito de Suzie, quando passa a encarar a sua realidade, tomando ciência de todas as mortes causadas por George Harvey à outras jovens, com as quais se encontrou no plano espiritual por afinidade. Mas também encarou frente a frente a realidade de sua própria morte, quando reviu todo o processo do assassinato, seu corpo esquartejado e escondido num cofre (que ela tanto temia em ver aberto) sendo jogado pelo seu assassino num enorme buraco de um aterro. Através da mediunidade de Ruth se despediu de seu amor, recebendo o sonhado primeiro beijo. Adiante, se reporta aos restos angelicais que tinham nascido na sua ausência que foram: - a irmã mais jovem que havia casado e esperava um bebê; a mãe que retornou ao aconchego da família, já equilibrada; Ray que ficou com Ruth a garota médium; e o assassino que morreu, caindo de um penhasco em uma noite gelada de muita neve. No que concerne a tais fatos, assim se expressa Suzie: - As conexões às vezes tênues, às vezes criadas com muito custo, mas que com freqüência magníficas, que aconteceram depois que morri. Comecei a ver as coisas de um jeito que me permitia conceber o mundo sem mim. - Quando minha mãe entrou no meu quarto (que até então permanecia fechado), percebi que esse tempo todo eu estava esperando por ela. Eu esperei muito. Estava com medo que ela não viesse... E finaliza dizendo: - Ninguém percebe quando a gente vai embora. Quero dizer, o momento quando realmente decidimos partir. No máximo, podem sentir um sussurro ou a onda de um sussurro indo para baixo. Meu sobrenome é Salmon, salmão, igual ao do peixe. Meu primeiro nome é Suzie. Tinha 14 anos quando fui assassinada, em 6 de dezembro de 1973. Estive aqui por um momento e depois parti. Desejo a vocês uma vida longa e feliz. (grifei) Diante do exposto, pode-se constatar que estamos diante de uma obra que se ajusta perfeitamente aos preceitos espíritas, quando retrata o desencarne de uma jovem, vítima da violência, narrando sua perturbação pós mortem, as ligações com a vida material, com os entes queridos, os conflitos existenciais, sua revolta, ódio, medos, e amores. Importante que a narrativa do Espírito não viaja para o fantástico, ficando nos limites da racionalidade, das percepções mentais próprias do desencarnado, pois como nos dizem os Mestres da Espiritualidade, o Espírito se transporta pelo pensamento, e o seu estado de felicidade ou infelicidade encontra-se no seu mundo íntimo - não havendo um lugar determinado para vivenciar seu estado de inferno ou paraíso. Oportuno ressaltar, que a autora do romance e o diretor do filme, não são espíritas, não obstante Kardec nos esclareça que “se lançarmos um olhar sobre as diversas categorias de crentes, encontraremos primeiro os espíritas sem o saber. São uma variedade ou subdivisão da classe dos vacilantes. Sem jamais terem ouvido falar da Doutrina Espírita, têm o sentimento inato dos seus grandes princípios e esse sentimento se reflete em algumas passagens de seus escritos ou de seus discursos, de tal maneira que, ouvindo-os, acredita-se que são verdadeiros iniciados. Encontram-se numerosos desses exemplos entre os escritores sacros e profanos, entre os poetas, oradores, os moralistas, os filósofos antigos e modernos.” (LM, Cap. III, 27) Em contrapartida, podemos observar que nos deparamos freqüentemente com obras tratando do mesmo tema, que se dizem espíritas, e estão em total desacordo com os Princípios Doutrinários Espíritas. Tal fato, deve nos servir de estímulo ao estudo efetivo das Obras Básicas, para que possamos tranquilamente separar o joio do trigo. Por Maria das Graças Cabral
A Estação Luz Filmes anuncia sua próxima produção na linha do Cinema Transcendental. Com o título provisório “Divaldo Franco”, o longa-metragem enfocará a vida e obra do médium baiano Divaldo Pereira Franco (foto), considerado a personalidade mais importante do Espiritismo hoje no Brasil, além de escritor, consagrado conferencista internacional e criador, junto com Nilson de Souza Pereira (1924-2013), o Tio Nilson, da Mansão do Caminho, obra social na periferia de Salvador (BA), que há mais de 40 anos assiste crianças e adolescentes.
O roteiro está em elaboração pelo cineasta e professor Glauber Paiva Filho, pela jornalista Rosália Figueiredo e pelo roteirista Osiel Neto. O trabalho tem a coordenação de Glauber, que já roteirizou e dirigiu outras produções emblemáticas da Estação da Luz Filmes, entre elas “Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito”, com Joe Pimentel, e as “As Mães de Chico”, com Halder Gomes, filme inspirado no livro “Por Trás do Véu de Isis”, de Marcel Souto Maior.
Para escrever o roteiro, a equipe está se baseando em entrevistas de Divaldo feita por Glauber Filho, bem como gravações feitas na Casa do Caminho, além de obras sobre o médium. “É um rico material com 10 horas de depoimentos e estamos também lendo algumas biografias, mas o filme não será uma adaptação de obras literárias”, esclarece o cineasta.
O filme, segundo Glauber, será uma “ficção biográfica” e, embora Divaldo seja considerado por muitos o sucessor do grande médium mineiro Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier (1910-2012), o longa não será nessa linha. “Não estamos trabalhando a ideia de sucessor de Chico, pois não acredito nisso e nem Divaldo. Será Divaldo por Divaldo! Um grande médium e humanista, que pode se assemelhar a Chico em algumas características, porém outras são bem distintas, como o trabalho da Mansão do Caminho, por exemplo, diz. Ainda não está definido o ator que representará Divaldo na película.
“Há dois anos temos a autorização de Divaldo para fazer o filme”, explica o diretor executivo da Luz Filmes, Sidney Girão. Ele conta que Divaldo sempre apoiou os projetos da produtora cearense. “Foi um grande incentivador do filme ‘Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito’. Ele chegou a participar de uma exibição especial do longa no Congresso Espírita Mundial em Cartagena (Colômbia), em 2007”, relembra Sidney.
A Luz Filmes, por sua vez, tem grande admiração e respeito por Divaldo. “De comum acordo, resolvemos fazer um filme sobre a vida dele, para que sirva de inspiração para todos nós”, afirma Sidney.
Foi lançado nos cinemas no dia 3 de julho o novo filme espírita “Causa e Efeito”. O longa metragem que explica a Lei de Causa e Efeito, aborda a história de um personagem em uma trajetória de lutas e revelações. A direção é de André Marouço que também dirigiu “O Filme dos Espíritos”. Não perca este lançamento.
SINOPSE
Paulo é um ex-policial que perdeu a esposa e o filho em um acidente de carro causado por um motorista alcoolizado. Agora, Paulo é um matador de aluguel em busca de justiça. Porém, quando recebe a proposta para matar uma garota de programa, importantes mudanças acontecem em sua vida.
Elenco: Matheus Prestes, Naruna Costa, Maurycio Madruga, Luiz Serra, Henrique Lisboa, Haroldo Serra, Felipe de Mônaco, Maritta Cury, Henri Pagnoncelli Rosi Campos DIREÇÃO E ROTEIRO André Marouço
CAUSA E EFEITO – Um filme de André Marouço, com Matheus Prestes, Luiz Serra e Rosi Campos.
Com lançamento previsto para 03 de Julho, o filme “Causa e Efeito” é um drama com temática espírita que conta a história de Paulo, um policial que tinha uma vida tranquila até que um motorista alcoolizado atropela e mata sua esposa e filho. O motorista não é preso e revoltado Paulo torna-se justiceiro. Contratado para dar fim a uma garota de programa chamada Madalena, ele se sensibiliza com a história dela e coloca-se em fuga com a moça. Na fuga, o casal se apaixona e juntos reajustam suas condutas de vida, auxiliados por um trio de religiosos: um padre, um pastor e um espírita. Ao longo da trama os protagonistas alcançam o amor, a paz e a iluminação.
O filme é mais uma parceria da produtora cearense Estação Luz Filmes com a paulista Mar Revolto Produções. Em 2011, as duas produtoras fizeram juntas O Filme dos Espíritos, longa que ganhou prêmio de melhor roteiro no Sesc Melhores Filmes.
A Versátil Vídeo Spirite apresenta o aguardado Minhas Vidas, premiado filme espiritualista baseado no best-seller escrito por Shirley MacLaine, no qual a famosa atriz de Hollywood fala sobre reencarnação, vidas passadas, mediunidade, perispírito, entre outros temas. Esta Edição Especial em DVD duplo traz a versão integral, com mais de quatro horas, desta superprodução indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz.
Shirley MacLaine sai em uma viagem de autodescoberta, em busca da ligação entre a matéria e o espírito. Ao longo do caminho, ela entra em contato com a realidade do mundo espiritual, como descrita décadas antes nas obras psicografadas pelo médium espírita Chico Xavier.
Marcos Frota prepara-se para o que ele chama de ‘o papel da sua vida’. O ator vai interpretar o médium João de Deus em um filme dirigido por Candé Salles sobre a vida do homem que atende pessoas em sua fazenda, localizada em Abadiânia, interior de Goiás, afirmando ter o dom de realizar cirurgias espirituais sem anestesia. “Nos conhecemos há 20 anos. Estive recentemente no aniversário de 70 anos dele e, para minha surpresa, ele me escolheu diante de todos os amigos para interpretá-lo no cinema. Não foi uma escalação de elenco, foi um chamado mesmo. Eu o respeito muito e estou muito honrado”, diz o ator sobre o médium que é famoso entre políticos e celebridades e constantemente recebe estrangeiros em busca da cura de doenças — em março João foi entrevistado em Goiás por Oprah Winfrey para seu programa TV. “Ele é um brasileiro com B maiúsculo”, afirma Frota.
Para quem ainda não assistiu, lembramos que continua em cartaz, em um dos cinemas de Teresina, o filme “E a Vida Continua...”, baseado no livro espírita psicografado pelo médium Chico Xavier.
Oceano Vieira de Melo, produtor do filme E A Vida Continua..., comenta sobre a adaptação do livro para a arte cinematográfica, destaca aspectos inovadores e exalta a obra psicográfica de Chico Xavier
Reformador: Qual tem sido a reação do público nas exibições especiais do filme?
Oceano: Excelente. Até mais do que esperávamos. O entusiasmo é muito grande. Na exibição especial, durante o VI Encontro Nacional do DIJ, na FEB, em Brasília, o filme foi aplaudido de pé e com assovio. Isso indica que o público gostou de verdade.
Reformador: O enredo do filme está mais próximo de vidas cotidianas?
Oceano: Sim, e pelo prefácio de Emmanuel no livro, já era de se esperar que esta história contasse um pouco da vida de cada um de nós. O final é surpreendente. Ali temos os princípios do Espiritismo, em relato genial de André Luiz, adaptado, como nunca antes, para a arte cinematográfica, por Paulo Figueiredo. Será muito bom conferirmos na tela. Reformador: Foi difícil adaptar o livro para filme? Oceano: É preciso muita experiência com o assunto. Percebe-se bem que o diretor e roteirista Paulo Figueiredo acertou nessa adaptação de um livro com 26 capítulos para um filme com apenas 97 minutos de duração.
Reformador: Como sentiu a mensagem transformada em filme?
Oceano: Como produtor já assisti ao filme mais de 20 vezes, e, em cada repetição, descubro novas cenas que o cinema brasileiro nunca ousou fazer. Para mim, esse é o sinal claro de que E A Vida Continua... é um dos filmes mais marcantes.
Reformador: Como você avalia a Série André Luiz?
Oceano: Considero estes livros, psicografados por Chico Xavier e editados pela FEB, como um conjunto de verdades nunca antes reveladas à Humanidade. Terá que surgir uma nova ciência mais espiritualizada, para se debruçar sobre essa obra que nós tivemos o privilégio de ver nascer em nossa Era, convivendo com o médium que nos trouxe essas revelações.
Reformador: Qual sua opinião sobre a mediunidade de Chico Xavier? Oceano: A maior da História. Tinha que ser ele. Seus exemplos de humildade, junto com sua bagagem espiritual, o credenciaram para isso; e a Espiritualidade superior nos dá um recado bem claro: é preciso muita renúncia para termos um médium tão completo.
Reformador: Teria uma mensagem para o leitor? Oceano: Vejo muitas pessoas preocupadas em divulgar a Doutrina Espírita. O cinema é um meio extraordinário para atingirmos alguns milhões de pessoas nas salas e, depois, na TV por assinatura e TV aberta. Isso só será possível se o filme tiver um excelente desempenho nas bilheterias no primeiro final de semana. Se a bilheteria não atingir os números desejados, os proprietários das salas substituem o filme espírita. Por isso, faço meu apelo para que todos assistam ao filme E A Vida Continua... no primeiro fim de semana e o revejam na semana seguinte. Garanto que verão cenas que não foram percebidas quando da primeira vez. Você vai achar que viu outro filme. Isso é que é filme cult!
Estrelas da televisão e do cinema, os atores Lima Duarte (82) e Ana Rosa (70) fazem parte do elenco do filme E a Vida Continua..., baseado no livro de mesmo nome de Chico Xavier (1910-2002), que tem estreia prevista para 14 de setembro. A atriz é uma das grandes divulgadoras do espiritismo no Brasil. Ela já participou de outros filmes sobre o tema e também fez a peça de teatro Violetas na Janela.
O longa tem a direção e o roteiro de Paulo Figueiredo, que conta como surgiu a ideia de levar o livro de Chico Xavier para o cinema. “No início de 1970 li pela primeira vez ‘E a Vida Continua...’, e me senti fascinado pela história de Ernesto e Evelina. Pensei numa peça teatral, cheguei a escrever parte dela, tive oportunidade até mesmo de falar sobre o projeto com o nosso sempre querido Chico Xavier, que ouviu generosamente e me estimulou a levar adiante a ideia. Porém, o empreendimento se revelou inviável, principalmente por razões econômicas. Em época recente, por volta de 2004, conheci Oceano Vieira de Melo, historiador e documentarista espírita dos mais atuantes, juntamos nossos entusiasmos e o projeto foi redirecionado para o cinema. Em 2005 comecei a ‘construir’ o roteiro, em seus primeiros tratamentos, num processo de depuração, versões sucessivas até o texto final aprovado pela FEB – Federação Espírita Brasileira – já em 2009. Então iniciamos os trabalhos de pré-produção, produção e finalmente pós-produção, uma tarefa que do nosso tempo consumiu três anos, mas nos deu uma felicidade que em tempo nenhum desaparecerá”, afirmou.
O filme conta a história do casal Evelina (Amanda Costa) e Ernesto (Luiz Baccelli). Os dois se conheceram no momento em que ela estava com o seu carro quebrado em uma estrada e não imaginaram o caminho que suas vidas iriam seguir. Logo, eles descobrem que estavam indo para o mesmo hotel e iniciam uma sólida amizade, que permanecerá até no outro plano. E, quando vão para o outro lado da vida, Evelina e Ernesto passam por dificuldades e desafios.
Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para continuar vivendo.
Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.
Adaptado da obra literária E a vida Continua... psicografada por Chico Xavier e ditada pelo Espírito André Luiz, o filme de mesmo nome estreia em agosto deste ano. Dirigido e com roteiro adaptado por Paulo Figueiredo e produção de Oceano Vieira de Melo, E a vida Continua....o filme é uma realização da Versátil Digital Filmes, da VerOuvir Produções Artísticas com apoio cultural da Federação Espírita Brasileira. A distribuição nos cinemas será pela Paris Filmes e tem estreia prevista para 31 de agosto.
Em Agosto de 2012, o público verá nos cinemas brasileiros uma história fascinante.
E a vida continua...
Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.
Direção e Roteiro: Paulo Figueiredo Produção: Versátil Digital Filmes e VerOuvir Produções Produtores: Oceano Vieira de Melo, Sonia Marsaiolli de Melo e Paulo Figueiredo Produtores Associados: FEB / VerOuvir / Versátil Digital Filmes Distribuição Paris Filmes
Coordenação de Produção: Ricardo Parah Gerência de Produção: Giselle Figueiredo Produção de Elenco:Rosana Penna Direção de Arte/Figurino: Liana Obata Direção de fotografia: Tony Ciambra Câmera: Bruno Martins e Edson Audi Som direto: Gustavo Goulart e Geraldo Ribeiro
Sinopse:
A transposição deste romance para a tela põe em destaque o que a obra original tem de mais expressivo em seu conteúdo. Converte a essência de cada trecho literário em cenas vivas, instigantes, de interesse humano inquestionável. Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para continuar vivendo.
Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.
No último minuto de proximidade na estância de repouso preparatório para as cirurgias, dizer o quê? Adeus? Até breve?
Na falta de resposta o silêncio foi melhor. Um sorriso e uma mão acenando disseram mais.
Como no Teatro, fechava-se a cortina ao final do Primeiro Ato. O Segundo seria num outro palco, numa nova dimensão, para uma outra platéia. Entenderiam os protagonistas, agora, que a Vida é uma peça de muitos Atos, porém sem fim.
E a Vida Continua... Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.
Atores principais do filme
AMANDA ACOSTA - Evelina Serpa LUIZ BACCELLI - Ernesto Fantini LIMA DUARTE - Instrutor Ribas ANA ROSA – Lucinda LUIZ CARLOS DE MORAES - Instrutor Cláudio RUI REZENDE – Desidério dos Santos LUIZ CARLOS FELIX – Caio Serpa ANA LÚCIA TORRE - Brígida CLAUDIA MELLO – Alzira ARLETE MONTENEGRO - Sra. Tamburini ROSANA PENNA – Elisa RONALDO OLIVA - Túlio Mancini SAMANTHA CARACANTE – Vera Celina CESAR PEZZUOLLI – Amâncio CARLA FIORONI – Enfermeira Isa PERSONAGENS DO UMBRAL - Guilherme Santana, Lucienne Cunha, Marco Antonelli e Débora Muniz, mais um grande elenco.
O ator Lima Duarte, que também esteve gravando no município, tem uma participação especial no longa.
E a Vida Continua, foi o último romance da série de André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Uma história marcada por traições, ódio, desejo de vingança, mas também um testemunho de renúncia e de amor. Evelina e Ernesto lutam para se desvencilhar do rodamoinho de enganos e paixões torturadas em busca do próprio equilíbrio na vida pós-morte. E esse caminho passa pelo reencontro com suas famílias na vida terrena e a necessidade de enfrentar as verdades escondidas. Nessa reaproximação com seus lares, a dor da decepção e dos desencontros só pode ser superada com muita dedicação e amor. E juntos vão batalhar para que seus familiares e seus desafetos possam encontrar o caminho da luz e da harmonia e todos possam trilhar em busca da perfeição.
FONTE:http://radioalo.com.br/radio/?p=1213
O ator Lima Duarte, que também esteve gravando no município, tem uma participação especial no longa.
E a Vida Continua, foi o último romance da série de André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Uma história marcada por traições, ódio, desejo de vingança, mas também um testemunho de renúncia e de amor. Evelina e Ernesto lutam para se desvencilhar do rodamoinho de enganos e paixões torturadas em busca do próprio equilíbrio na vida pós-morte. E esse caminho passa pelo reencontro com suas famílias na vida terrena e a necessidade de enfrentar as verdades escondidas. Nessa reaproximação com seus lares, a dor da decepção e dos desencontros só pode ser superada com muita dedicação e amor. E juntos vão batalhar para que seus familiares e seus desafetos possam encontrar o caminho da luz e da harmonia e todos possam trilhar em busca da perfeição.
Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.
Direção e Roteiro: Paulo Figueiredo
Produção: Versátil Digital Filmes e VerOuvir Produções
Produtores: Oceano Vieira de Melo, Sonia Marsaiolli de Melo e Paulo Figueiredo
Produtores Associados: FEB / VerOuvir / Versátil Digital Filmes
Distribuição: Paris Filmes
Coordenação de Produção: Ricardo Parah
Gerência de Produção: Giselle Figueiredo
Produção de Elenco: Rosana Penna
Direção de Arte/Figurino: Liana Obata
Direção de fotografia: Tony Ciambra
Câmera: Bruno Martins e Edson Audi
Som direto: Gustavo Goulart e Geraldo Ribeiro
Atores principais do filme.
AMANDA ACOSTA – Evelina Serpa
LUIZ BACCELLI – Ernesto Fantini
LIMA DUARTE – Instrutor Ribas
ANA ROSA – Lucinda
LUIZ CARLOS DE MORAES – Instrutor Cláudio
RUI REZENDE – Desidério dos Santos
LUIZ CARLOS FELIX – Caio Serpa
ANA LÚCIA TORRE - Brígida
CLAUDIA MELLO – Alzira
ARLETE MONTENEGRO – Sra. Tamburini
ROSANA PENNA – Elisa
RONALDO OLIVA – Túlio Mancini
SAMANTHA CARACANTE – Vera Celina
CESAR PEZZUOLLI – Amâncio
CARLA FIORONI – Enfermeira Isa
PERSONAGENS DO UMBRAL – Guilherme Santana, Lucienne Cunha, Marco Antonelli e Débora Muniz, mais um grande elenco.
FONTE:http://radioalo.com.br/radio/?p=1213
Os figurantes tiveram contato com grandes atores do meio artístico, dentre eles o próprio Paulo Figueiredo, a protagonista Amanda Acosta, Luiz Baccelli, Luiz Carlos Moraes, Cláudia Mello, Ruy Rezende, Ana Rosa entre outros. O ator Lima Duarte, que também esteve gravando no município, tem uma participação especial no longa. As gravações em Itapira iniciaram em 18 de janeiro, finalizando o projeto no último domingo, dia 31. Foi a primeira experiência para todos os participantes, exceto para o ex-ator e locutor José Palandi, onde em meados dos anos 70, juntamente com o saudoso Paulino Santiago e grande elenco gravaram uma propaganda televisiva, dentro das dependências da Igreja São Benedito, para o extinto Banco Comind. A produtora e também atriz Rosana Penna é quem fazia o contato direto com a atriz e diretora Juliana Avancini, onde foi a responsável por recrutar os atores locais, acompanhando-os nas gravações, que levavam cerca de 9 horas diárias.
E a Vida Continua, foi o último romance da série de André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Uma história marcada por traições, ódio, desejo de vingança, mas também um testemunho de renúncia e de amor. Evelina e Ernesto lutam para se desvencilhar do rodamoinho de enganos e paixões torturadas em busca do próprio equilíbrio na vida pós-morte. E esse caminho passa pelo reencontro com suas famílias na vida terrena e a necessidade de enfrentar as verdades escondidas. Nessa reaproximação com seus lares, a dor da decepção e dos desencontros só pode ser superada com muita dedicação e amor. E juntos vão batalhar para que seus familiares e seus desafetos possam encontrar o caminho da luz e da harmonia e todos possam trilhar em busca da perfeição.
A temporada de filmes no chamado "meio transcendental" terá grandes produções e elenco de renome. "Chico Xavier", dirigido por Daniel Filho, com Nelson Xavier como Chico entra em cartaz em 2 de abril, data em que o médium faria 100 anos.Estão previstos ainda "Nosso Lar", dirigido por Wagner Assis; "As Mães de Chico", por Glauber Filho; "E a Vida Continua", de Paulo Figueiredo;e o documentário "As Cartas", de Cristiana Grumbach.
Participaram da figuração Juliana Avancini, Elton Pereira, Estella Bosso, Zulmira Bosso, Rosa Rottuli, Roberto Rottuli Pereira, João Pedro Monezi, Lucas Marcati, Luciano Oliveira, Lázara Souza Avancini, Toninho Avancini, Lourdes De Matteu, José Luiz Palandi, Davi Borges, Ismael Pereira Junior, Alexandre Cezaretto, Zuleica Silva, Cleuza Monezi, Jair Galli, Paulo Pretto, Maria Faraco Borges, Maria Elena Plumari, Rafael Rossi, Luiz Pedroso, Ana Flávia Laurindo, Marli Santa Luzia, João Bozzi, José Jânio, Eliana de Lima, Mirelie Lopes e o cantor Hugo Alves.
Entusiastas do espiritismo preparam filmes para 2010
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FERNANDA EZABELLA
da Folha de S.Paulo
"Gosto tanto do Chico quanto do Bergman e do Truffaut", diz Oceano Vieira, dono da Versátil, respeitada distribuidora de DVD de filmes de arte, que tem um selo dedicado a produções espíritas --a Vídeo Spirite (eu vejo espíritos, em latim).
Vieira é historiador da área e produtor de um dos diversos filmes que estão sendo realizados na esteira do centenário de Chico Xavier, "E a Vida Continua" (confira outros no quadro), baseado em livro psicografado pelo médium mineiro.
Viera ainda negocia o lançamento do filme em cinema, mas garante em DVD. No elenco, Lima Duarte faz uma ponta. "Ele é espírita desde o berço, começou no teatro espírita", diz Vieira, diretor do documentário "A Grande Síntese de Pietro Ubaldi", exibido na Mostra de São Paulo de 2009.
"E a Vida Continua", assim como os principais livros de Chico, pertence a Federação Espírita Brasileira (FEB), que tem na venda dos títulos a maior parte da renda anual.
A instituição investe e colabora com esse filme e com outro, chamado "Nosso Lar", que será o grande lançamento espírita do segundo semestre.
"A diretoria aprovou a proposta [de "Nosso Lar']. Foi feito um contrato, tivemos acesso ao script [roteiro], acompanhamos várias tomadas", disse Antonio Cesar Perri, diretor da FEB. "A preocupação não é essa [aumentar rebanho], e sim divulgar valores como paz, respeito a ética e ao bem."
Outro entusiasta do tema, que investe em três filmes de temática espírita, é Luis Eduardo Girão, empresário de turismo em Fortaleza e diretor da Estação Luz Filmes, responsável por "Bezerra de Menezes - O Diário de um Espírito" (2008).
Girão é produtor de "As Mães de Chico Xavier", filme de ficção baseado em livro do jornalista Marcel Souto Maior, autor da biografia adaptada por Daniel Filho. A direção é tripla, incluindo Glauber Filho, de "Bezerra de Menezes". Girão também investiu na cinebiografia de Filho e em "Área Q", rodado em setembro no Brasil, com o americano Isaiah Washington.
"O filme com o Isaiah fala de ufologia e espiritualidade, fala em reencarnação de uma forma muito inteligente", diz o produtor, um dos organizadores da primeira edição do Festival Cinema Transcendental, em novembro, em Brasília. O evento é baseado numa mostra de teatro do gênero que acontece há oito anos em Fortaleza e reuniu 35 mil pessoas em 2009.
Zíbia Gasparetto, escritora best-seller de livros espíritas, também deve chegar às telas, em 2011. O produtor Tomislav Blazic prepara o filme "Ninguém é de Ninguém", a ser rodado no segundo semestre no Rio e SP, com uma versão falada em inglês. É baseado em livro psicografado por Gasparetto do espírito Lucius, cujo nome inspirou a produtora de Blazic, Lucius Motion, criada para adaptar obras da autora.
LEIA MAIS NO LINK: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u699321.shtml
sexta-feira, 25 de junho de 2010
* ...E A VIDA CONTINUA - O FILME
O Longa metragem E a vida continua, um romance editado em 1968, e, psicografado pelo médium Chico Xavier, agora vai ganhar as telas de cinema, com a direção do ator Paulo Figueiredo. Durante duas semanas, atores e figurantes itapirenses estiveram envolvidos no projeto cinematográfico, onde a locação foi o Instituto Bairral. A estréia do filme está prevista para o mês de junho.
Os figurantes tiveram contato com grandes atores do meio artístico, dentre eles o próprio Paulo Figueiredo, a protagonista Amanda Acosta, Luiz Baccelli, Luiz Carlos Moraes, Cláudia Mello, Ruy Rezende, Ana Rosa entre outros. O ator Lima Duarte, que também esteve gravando no município, tem uma participação especial no longa. As gravações em Itapira iniciaram em 18 de janeiro, finalizando o projeto no último domingo, dia 31. Foi a primeira experiência para todos os participantes, exceto para o ex-ator e locutor José Palandi, onde em meados dos anos 70, juntamente com o saudoso Paulino Santiago e grande elenco gravaram uma propaganda televisiva, dentro das dependências da Igreja São Benedito, para o extinto Banco Comind. A produtora e também atriz Rosana Penna é quem fazia o contato direto com a atriz e diretora Juliana Avancini, onde foi a responsável por recrutar os atores locais, acompanhando-os nas gravações, que levavam cerca de 9 horas diárias.
E a Vida Continua, foi o último romance da série de André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Uma história marcada por traições, ódio, desejo de vingança, mas também um testemunho de renúncia e de amor. Evelina e Ernesto lutam para se desvencilhar do rodamoinho de enganos e paixões torturadas em busca do próprio equilíbrio na vida pós-morte. E esse caminho passa pelo reencontro com suas famílias na vida terrena e a necessidade de enfrentar as verdades escondidas. Nessa reaproximação com seus lares, a dor da decepção e dos desencontros só pode ser superada com muita dedicação e amor. E juntos vão batalhar para que seus familiares e seus desafetos possam encontrar o caminho da luz e da harmonia e todos possam trilhar em busca da perfeição.
A temporada de filmes no chamado "meio transcendental" terá grandes produções e elenco de renome. "Chico Xavier", dirigido por Daniel Filho, com Nelson Xavier como Chico entra em cartaz em 2 de abril, data em que o médium faria 100 anos.Estão previstos ainda "Nosso Lar", dirigido por Wagner Assis; "As Mães de Chico", por Glauber Filho; "E a Vida Continua", de Paulo Figueiredo;e o documentário "As Cartas", de Cristiana Grumbach.
Participaram da figuração Juliana Avancini, Elton Pereira, Estella Bosso, Zulmira Bosso, Rosa Rottuli, Roberto Rottuli Pereira, João Pedro Monezi, Lucas Marcati, Luciano Oliveira, Lázara Souza Avancini, Toninho Avancini, Lourdes De Matteu, José Luiz Palandi, Davi Borges, Ismael Pereira Junior, Alexandre Cezaretto, Zuleica Silva, Cleuza Monezi, Jair Galli, Paulo Pretto, Maria Faraco Borges, Maria Elena Plumari, Rafael Rossi, Luiz Pedroso, Ana Flávia Laurindo, Marli Santa Luzia, João Bozzi, José Jânio, Eliana de Lima, Mirelie Lopes e o cantor Hugo Alves.
Postado por Programa Muitas Vidas às 6/25/2010 08:53:00 AM