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27 de jan de 2016

Kardec e Napoleão – o Eleito e o Escolhido





“[…] Comparo o Evangelho a um campo infinito, que o Senhor nos deu a cultivar. Alguns trabalhadores devem ficar ao pé dos mananciais, velando-lhes a pureza, outros revolvem a terra em zonas determinadas; mas não há dispensar a cooperação dos que precisam empunhar instrumentos rudes, desfazer cipoais intensos, cortar espinheiros para iluminar os caminhos.” – Emmanuel¹

Napoleão Bonaparte, líder político e militar durante os últimos tempos da Revolução Francesa, nasceu na Córsega, em 1769, e liderou os franceses, a partir de 1799 como Primeiro Cônsul, e de 1804 a 1814, como Imperador, estendendo seu governo por mais cem dias em 1815, após sua fuga da ilha de Elba. Em contraste com uma notável recuperação econômica, jurídica e administrativa da França, que ao longo do tempo inspirou muitas nações, perpetrou as famosas Guerras Napoleônicas, entrando em conflito com todas as grandes potências europeias de sua época. No delírio de dominar o século e açambarcar o mundo, invadiu a Rússia, em 1812, numa campanha temerária e desastrosa que decretou seu declínio e da qual nunca mais se recuperou. Derrotado por uma coligação de nações na Batalha de Waterloo, ocorrida na Bélgica em 1815, foi finalmente exilado pelos ingleses em Santa Helena, uma ilhota perdida no sul do Oceano Atlântico, entre a África e o Brasil, onde faleceu em 1821.
Segundo os historiadores, Napoleão foi despótico em casa e menos duro com seus vizinhos. Sufocou a liberdade na França, mas semeou o liberalismo na Europa, espalhando os inspiradores ideais da Revolução Francesa por toda a parte. Acabou com o feudalismo, abalou as velhas monarquias, movimentou as nações com o rolo compressor de sua formidável máquina de guerra e, em decorrência disso, sacudiu os povos e despertou o espírito das massas anestesiado pela matéria. Transitando, em curto lapso de tempo, de le petit caporal a lEmpereur e senhor do continente, esse chamejante cometa humano, do qual, em estimativa ultrapassada, já se escreveram mais de 400.000 volumes, foi definido paradoxalmente pelo Visconde de Chateaubriand, seu mais ferrenho adversário, como “a maior força que jamais se uniu à argila humana”.2
Filosofando um pouco em torno desses momentos de pico da humanidade, é interessante acompanhar as caprichosas reviravoltas da História, mormente quando se divisa por trás dela a ação diretora da Lei que tudo canaliza para seus devidos fins. No organismo social, o destino confia determinadas funções às células mais aptas a executá-las, e retira-lhes essa concessão tão logo a função se exaura. Na tapeçaria da História, os grandes ditadores são simplesmente manobrados por ela para alcançar seus fins, ao contrário do que pensam, isto é, são eles que a impulsionam com seu gênio, visto que os homens só mandam em aparência, pois quem governa de fato é a Providência divina. “Assim, nasce Napoleão” – assevera sua voz –, “simples instrumento de uma guerra difundidora de novas ideias, mas foi atirado fora pelo destino, como um trapo, tão depressa se exauriu a sua função”.3
Allan Kardec nasceu na França, em 1804, o mesmo ano em que Napoleão se tornou Imperador. Antes de sua fase espírita, foi educador, autor e tradutor, ficando depois mundialmente célebre como sistematizador do Espiritismo. Além de outras obras e uma revista de estudos psicológicos – poderoso laboratório de ideias e areópago superior que muito o auxiliou em sua missão –, publicou cinco livros fundamentais onde se encontra exposta a Doutrina que marcaria sua existência e daria início a um novo dealbar de luz sobre o mundo.
Sua luta permanente pela elaboração do Espiritismo; a harmonização dos ensinos superiores com a ciência terrena, a fim de integrar a Doutrina Espírita na grande torrente da História; a obra de educação iniciada para construir nova aristocracia intelecto-moral numa sociedade avessa ao esforço de renovação interior; a resposta às críticas sinceras e o desprezo às reconhecidamente maldosas; o cotejo de milhares de informações medianímicas, recebidas aproximadamente de mil centros espíritas sérios disseminados por todo o orbe, e sua consequente submissão ao poderoso critério de controle universal; a vigilância constante sobre os falsos amigos de dentro da Obra, em seu trabalho de sapa, visando a desmoralizar o Movimento; a orientação iterativa e interativa aos médiuns acerca dos multimodos percalços da mediunidade; a análise e divulgação diuturna e contínua do fluxo de informações espirituais, veiculadas através da Revue, cujos argumentos circulavam “da China ao México, passando por todas as capitais da Europa”;4 a certeza da angústia do tempo para a conclusão da Obra, cujos desdobramentos se perdiam, luminíferos, na fugiente linha do horizonte… Tudo isto, e muito mais, levou essa alma estelar a insculpir no coração da humanidade um dos maiores carreiros de luz de que se tenha conhecimento neste mundo.

Encontro no Infinito

Conta o Irmão X – em longa e substanciosa mensagem muito condensada neste espaço – que, no último dia do século XVIII, reuniu-se na Espiritualidade superior uma grande assembleia de Espíritos elevados com o objetivo de assinalar os primeiros alvores do século XIX.
Eram Espíritos sábios e benevolentes que de alguma forma haviam concorrido, ao longo dos milênios, para o progresso da humanidade: vinham da Roma Imperial, das Gálias, da Espanha, da América, da Grécia, de Israel, da Alemanha, da Inglaterra, da China, da Arábia, da Índia e de várias outras regiões. Constituíam-se, ainda, de legiões esmaltadas de estandartes, falanges de batalhadores indefessos, delegações de pioneiros no combate à ignorância humana e preparadores da Nova Era que estava prestes a irromper no mundo.
Após a palavra de eminentes orientadores espirituais, clarins soaram na direção da Crosta, e da brumalizada noite europeia emergiu, trazido por mensageiros de luz, um pequeno cortejo de Espíritos encarnados em desdobramento espiritual, que se mostravam esmaecidos e trôpegos em seus passos no reino invisível. Eram autoridades de alto gabarito reencarnadas no planeta, tendo à frente a figura austera de Napoleão, com seu traje característico, e a finalidade de tal presença ali era a reafirmação de seus compromissos perante a Espiritualidade maior.
Napoleão ocupou a poltrona que lhe fora reservada e, embora recebesse manifestação de apreço de todos os presentes, mantinha-se em prudente reserva, encastelado em si mesmo, apenas inclinando discretamente a cabeça, vez por outra, em agradecimento, enquanto seu séquito banhava-se em lágrimas de alegria e emoção.
Clarins ressoam novamente, agora na direção do alto, quando luminosa estrada se desenha do céu até o local da assembleia, pela qual descem estrelas resplandecentes que, ao tocarem o solo translúcido, se transformam em seres aureolados de luz. Um dentre esses seres avulta pela conspícua superioridade. Traz fúlgida tiara na cabeça e um cetro dourado na mão, e de seu olhar transbordam magnanimidade e doçura.
Baixam-se os estandartes em sinal de respeito e muitos sábios e guerreiros postam-se genuflexos em meio à multidão. Nesse momento, Napoleão, rompendo a aparente frieza, comove-se às lágrimas e, levantando-se, avança na direção do venerável Mensageiro, ante o qual se ajoelha. O Emissário celeste sorri sem afetação, e no momento em que procura erguê-lo para o abraçar, poderosa voz, a um tempo enérgica e doce, projeta-se do céu e exclama para Napoleão, agora pertransido de pavor e júbilo:
– Irmão e amigo, ouve a Verdade, que te fala em meu espírito! Eis-te à frente do apóstolo da fé, que, sob a égide do Cristo, descerrará para a Terra atormentada um novo ciclo de conhecimento…
César ontem, e hoje orientador, rende o culto de tua veneração, ante o pontífice da luz! Renova, perante o Evangelho, o compromisso de auxiliar-lhe a obra renascente!…5
Prossegue o Espírito Verdade (pois era ele quem falava), recordando-lhe as glórias quiméricas do passado e incitando-o, agora, a deixar as velhas ambições de lado e a valer-se da oração e da humildade para não descambar novamente na tirania e na violência. Que não atribuísse apenas à ardidez de seu gênio as conquistas militares e políticas do presente, pois as circunstâncias da vida que o favoreciam eram dádivas exclusivas do Senhor. Sua missão, a exemplo do Batista ante o Cristo, era esterroar os caminhos para o Apóstolo da Codificação que iria inaugurar em breve a Nova Era para a humanidade, pois começariam no século XIX os preparativos para o advento do terceiro milênio do Cristianismo na Terra.
E a Entidade sublime conclui suas palavras a Napoleão com este voto de confiança:
“Confiamos, pois, ao teu espírito valoroso a governança política dos novos eventos e que o Senhor te abençoe!…”5
Em seguida, quando já se anunciavam os primeiros alvores do século XIX, a momentosa assembleia se dissolve ao som de cânticos divinais, enquanto o Espírito Verdade e sua falange de eleitos retornam às fulgurantes regiões do Infinito. A Entidade de luz que sustinha Napoleão nos braços, e que em breve reencarnaria na Terra como Allan Kardec, conduz bondosamente o Espírito do famoso corso até a matéria, auxiliando-o na retomada do corpo físico.
Kardec nasceu quase quatro anos após esse magno acontecimento (a 3 de outubro de 1804) e buscou, desde a juventude, a Luz divina que o conduziria por toda a vida. O Espírito Bonaparte, porém, obscurecido pelo arrocho da matéria, deixou que se apagasse de sua retina espiritual aquele momento de glória e, entorpecido pelo ópio do mando, num ato imperial de extremado orgulho e ilimitado poder, auto coroa-se Imperador em 2 de dezembro de 1804, passando a reger com mão de ferro seu nascente e ameaçador império. Ambos tiveram assim, naquele augusto momento da História, oportunidades iguais de cooperar com o Senhor na difusão da Verdade e da Vida.
“Napoleão, contudo” – conclui o Irmão X –, “convertendo celestes concessões em aventuras sanguinolentas, foi apressadamente situado, por determinação do Alto, na solidão curativa de Santa Helena, onde esperou a morte, enquanto Allan Kardec, apagando a própria grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita cristã, que, gradativamente, será considerada em todos os quadrantes do orbe como a sublime renascença da luz para o mundo inteiro”.5
Diferença entre os missionários
Em 13 de novembro de 1906, o médium português Fernando de Lacerda recebeu ditado mediúnico de Napoleão (do qual destacamos um trecho e o laconizamos aqui) referto de profundas considerações filosóficas a respeito de sua atuação revolucionária na França.
Em dado momento da substanciosa mensagem, o comunicante interrompe a escrita e queda-se inerte. O médium, crendo-o já ausente, pergunta:
“– Estás ainda [aí], espírito eleito de Deus para avanço da humanidade?”6
E Napoleão responde:
– Eleito, não, escolhido.
– Não será o mesmo?
– Não. […]
[…]
O eleito foi o escolhido por Deus para semear o bem pelo bem; o escolhido pode ser para fazer o bem pelo mal. O eleito foi Jesus. Eu fui escolhido. […]6 (Grifos nossos.)
Embora Bonaparte, agora cheio de razão e mais conscientizado da missão que executara na Europa, haja definido o Cristo como o eleito, podemos reflexionar, por nossa vez, amplificando à luz da Doutrina Espírita a perspectiva conceitual do famigerado corso, que, como fundador e supremo governante da Terra, Jesus é muito mais do que o eleito: Jesus é o que elege. Kardec, sim, foi o eleito, e Napoleão, o escolhido – ambos pelo Rei dos reis e Senhor de todos os senhores.
Bonaparte, abusando da oportunidade que recebera e extrapolando os limites estabelecidos pela soberana Lei, teve sua missão jarretada no auge para não pôr em xeque o que já houvera conquistado em benefício do mundo. E, em consequência, foi exilado, em seus últimos anos de vida, na “solidão curativa de Santa Helena”, que, segundo Emmanuel, “representou para o seu espírito o prólogo das mais dolorosas e mais tristes meditações, na vida do Infinito”.7
Kardec, ao contrário, ao atingir a excelência em sua missão e extrapolar as expectativas do mundo espiritual, teve sua existência presumivelmente prolongada, graças aos cuidados médicos do Dr. Demeure, já desencarnado, que o assistia de forma particular nos derradeiros anos de sua vida.8 E recebeu, no decorrer daquele luminoso ministério, a notícia alvissareira de que deveria voltar em breve à crosta terrestre (já que não podia completar seu trabalho naquela existência) para dar continuidade à Obra do Consolador, iniciada pelo próprio Cristo, quase dois mil anos antes, e predestinada a regenerar o mundo.9
Durante seu marcante governo, Napoleão teve aproximadamente 15 anos para realizar sua missão – do início do Consulado, em 1799, até sua abdicação e exílio em Elba, em 1814. O mesmo tempo de que dispôs Kardec para executar a sua – desde a iniciação no Espiritismo, em 1854, até sua morte, em 1869. Missão interrompida em um. Missão estendida no outro. A primeira, concorrendo para sanear o carma negativo da humanidade e, a segunda, para energizar e impulsionar a humanidade em seu carma positivo. Ambos, porém, consagrados como missionários do Alto, embora com atribuições diferentes no campo evolutivo da espécie humana, conforme a assertiva de Emmanuel, na abertura destas linhas: enquanto uns velam pela alvura dos mananciais e revolvem a terra fértil, a golpes de enxada, para uma opulenta colheita, outros expedram os caminhos e decepam os espinhais, a golpes de chanfalho, para ensolarar as almas e abrir clareiras nos corações onde já branqueje um luar de consciência.
Definido por Will e Ariel Durant como “colosso em miniatura” 10 e stupor mundi,10 o extraordinário corso tinha, porém, consciência de sua subalternidade em relação ao jogo das circunstâncias e à força do destino:
Eu concebi muitos planos, mas nunca tive a liberdade de executar um deles. Por mais que mantivesse em minha mão o leme, e com uma forte mão, as ondas eram muito mais fortes. Nunca fui na verdade meu próprio senhor; fui sempre governado pelas circunstâncias.10
Mais adiante:
O destino me conduz a um objetivo que desconheço. Até aquele objetivo ser atingido sou invulnerável e inatacável. Quando o destino cumprir o seu propósito em mim, uma mosca bastará para destruir-me.10
E a respeito de sua crença em Deus, ele teve ocasião de declarar em seu forçado insulamento austral:
Nunca duvidei de Deus, porque mesmo que minha razão seja incapaz de compreendê-lo, minha intuição convence-me de sua existência. Minha constituição sempre esteve em harmonia com este sentimento.11
Estas desapaixonadas reflexões de um profundo admirador de ambos os missionários não objetivam nenhuma crítica negativa, nem mesmo velada, ao valor histórico e inquestionável de Napoleão que, em nenhum momento, agiu sem comando e supervisão espiritual superior, nem surpreendeu a onisciência divina com seus atos despóticos e de consequências trágicas. Sugerem, porém, um honesto e merecido reconhecimento a Kardec, o qual, sempre fiel a seu Senhor, surpreendeu e galvanizou aquela parcela redimível da humanidade – tanto do seu tempo quanto visando às gerações futuras –, ao abrir-lhe, de par em par, as portas de acesso à Era Nova do Cristianismo com Jesus.
Kardec, em comparação com o Cristo, acertou em quase cem por cento de sua missão, visto que só Jesus é perfeito. E, em comparação com Kardec, Napoleão, apesar de seus múltiplos equívocos na condução do povo francês, foi muito feliz e irretocável em seu ditado a Fernando de Lacerda, principalmente ao asseverar (abrindo infinitas perspectivas à nossa reflexão espiritual) que, à luz da verdadeira História, todos os grandes Missionários da humanidade só realizam o bem – uns, como Kardec, fazendo o bem pelo bem, e outros como ele, Napoleão, fazendo o bem pelo mal.


Mário Frigéri
REFERÊNCIAS:
1 XAVIER, Francisco C. Paulo e Estêvão. Pelo Espírito Emmanuel. 45. ed. 7. imp. Brasília: FEB, 2014. pt. 2, cap. 4.
2 BONHEUR, Gaston. Napoleão, o retrato do homem. s/ed. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1982. p. 15.
3 UBALDI, Pietro. A grande síntese. 9. ed. São Paulo: Lake. cap. 96, Concepção biológica do poder. Disponível em outra tradução: .
4 KARDEC, Allan. Revista espírita: jornal de estudos psicológicos. ano V, n. 12, dez. 1862. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 3. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2009. cap. O Espiritismo em Rochefort, p. 509.
5 XAVIER, Francisco C. Cartas e crônicas. Pelo Espírito Irmão X. 14. ed. 2. imp. Brasília: FEB, 2014. cap. Kardec e Napoleão.
6 LACERDA, Fernando de. Do país da luz.  8. ed. v. 1. Rio de Janeiro: FEB, 2003. cap. 4.
7 XAVIER, Francisco C. A caminho da luz. Pelo Espírito Emmanuel. 38. ed. 2. imp. Brasília: FEB, 2015. cap. Napoleão Bonaparte.
8 KARDEC, Allan. Obras póstumas. Trad. Evandro Noleto Bezerra. ed. bolso. Rio de Janeiro: FEB, 2010. cap. Instrução relativa à saúde do Sr. Allan Kardec…, p. 387.
9 ____. ____. cap. Minha volta, p. 366.
10 DURANT, Will e Ariel. A história da civilização.v. XI, A era de Napoleão, 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Record, 1993. p. 180, 233 e 249 respectivamente.
11 LUDWIG, Emil. Napoleão. 10. ed. Editora Globo, 1957. p. 416

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