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PROFISSÃO REPÓRTER ABORDA MEDIUNIDADE E AS CIRURGIAS ESPIRITUAIS (NÃO ASSISTIU, VEJA O VÍDEO AQUI NO BLOG)





Trabalho de médiuns traz conforto

 para quem não tem mais esperança


As equipes do Profissão Repórter encontraram histórias de dor e saudade.
Cartas psicografadas e cirurgias espirituais levam conforto a quem sofre.








As equipes do Profissão Repórter encontraram histórias de dor e sofrimento. Em comum, pessoas que compartilham uma esperança no trabalho espiritual dos médiuns.
Abadiânia – GO
De todos os lugares do mundo, e vestidos de branco, centenas de pessoas chegam semanalmente a Abadiânia, no interior de Goiás. Quase todos desenganados pela medicina tradicional, em busca de uma última ajuda. Quem promove tamanha esperança é o médium João de Deus.
Toda pessoa que chega a casa onde atende o médium João de Deus é atendida de graça e também recebe almoço gratuito. Financiada por doações, principalmente estrangeiras, e com a venda de pedras e livros espíritas, a casa continua a crescer.
O médium atende dentro de uma sala privada e, em certas ocasiões, aparece em um palco para fazer intervenções visíveis. Na frente dos visitantes, faz cortes com bisturi, tesoura cirúrgica e até faca de cozinha.
Nas intervenções visíveis, não há anestesia nem algum tipo de assepsia especial. Os cortes não parecem profundos e são fechados pelo próprio João de Deus. A maioria das intervenções é feita apenas com o toque da mão.
Os pacientes operados permanecem internados na casa por três dias. A equipe foi impedida de entrar no local onde essas pessoas são mantidas, segundo os funcionários da casa, porque a energia no local é tão forte, que poderia “queimar a câmera”.
Para gravar uma entrevista com João de Deus, toda a equipe precisou usar branco. A conversa durou menos de três minutos e o médium disse que não se lembra de nada dos atendimentos. “Eu sou inconsciente. O que eu faço é dormir”.
São Caetano – SP
O primeiro contato de Edson com o mentor, o espírito que ele diz incorporar, foi no consultório de dentista. “Enquanto eu atuava no paciente, eu vi a presença dos médicos atuando também no meu paciente. Até aí eu não conhecia, depois que eu vim saber que era a equipe do doutor Hans”, explica o dentista.
Doutor Hans é a esperança de cura para centenas de pessoas que visitam um centro espírita em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. A sala onde é feita a cirurgia espiritual é feita em uma sala iluminada em verde. Segundo o médium, a luz verde facilita o processo de cura.
O médium não cobra pelas cirurgias espirituais. O centro é mantido com doações e com a venda de lanches feitos pela mãe dele. O pai ajuda no caixa. “Alguém tinha que ajudar, tinha que arregaçar as mangas e trabalhar”, conta Maria de Lurdes Lorenzino, mãe de Edson.
Depois de atender cerca de 200 pessoas, o médium volta a ser apenas Edson. “Eu não sou médium inconsciente, eu sou a maioria das vezes consciente ou semi-consciente. Tem hora que eu sumo um pouquinho, volto”.
Outros médiuns brasileiros afirmam receber a entidade do doutor Hans, mas não quiseram dar entrevista. Um médium do Rio de Janeiro, que tem como mentor o doutor Hansen, afirmou que os dois não são a mesma pessoa, mesmo sendo bastante parecidos nos retratos da época.

Lorena – SP
Uma caravana parte do Rio de Janeiro para Lorena. A cidade fica entre o Rio e São Paulo, em uma viagem de três horas. Dentro do ônibus, todos buscam uma carta. Mensagens de familiares falecidos, que chegam pelas mãos de um médium.
 

No centro espírita conhecemos o casal de médiuns Rogério e Marli. Eles recebem aqueles que chegam. Todos preenchem uma ficha com o próprio nome, o nome do parente de que buscam notícias, o grau de parentesco e as datas de nascimento e morte. “É como se a gente estivesse no meio de um oceano afundando e essas cartas são pequenas boias que jogam pra gente, a gente vai se segurando e vai conseguindo ir em frente”, conta José Carlos Kind, pai da menina Juju, que morreu aos 10 anos.
Os médiuns se concentram em uma sala reservada para fazer a triagem das fichas. Eles explicam que a seleção das fichas é feita pelos benfeitores, espíritos que facilitam a comunicação dos médiuns com os familiares das pessoas que estão ali. “Os benfeitores estão aqui conosco, então eles vão nos dizer aqueles que tem condições de estabelecer uma sintonia ainda hoje”, explica Rogério.
Os médiuns começam a psicografar e escrevem durante três horas sem parar. Só nossa equipe fica na sala com eles. Duzentas pessoas esperam ansiosas por mensagens dos parentes que já morreram, a maioria jovens.
A faculdade de medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora tem um núcleo de pesquisas de espiritualidade. Os cientistas estudaram um conjunto de cartas psicografadas por Chico Xavier. O médium psicografou milhares de livros e cartas durante mais de 70 anos.
“O objetivo fundamental dessa pesquisa foi identificar se as informações que estavam nas cartas, primeiro, era precisas e, segundo, se ele teria tido acesso, por via regular, a essas informações”, explica Alexander Moreira Almeida, psiquiatra.
“Elas deram, em 98% dos casos, exatas, precisas, verdadeiras”, conclui Elisabete Freire, psicóloga.
Entre as cartas de Chico Xavier pesquisadas pelos cientistas estão as de Beto. Ele era estudante de medicina e morreu num acidente de trem, em 1972, aos 19 anos. “O sofrimento era muito grande e continua sendo muito grande, só que depois que eu falei com Chico Xavier, quando eu dei a mão para o Chico Xavier, é como tivesse penetrado em mim, no meu ser, alguma coisa de muito importante, muito interessante”, conta Neri, pai de Beto. A família recebeu 30 cartas psicografadas por Chico Xavier. A primeira, com 72 páginas, já fala do acidente.
“É papel da ciência estudar os fenômenos da natureza. Uma das áreas que nos interessa é porque as experiências espirituais podem ajudar a entender. Porque essas experiências espirituais estão ligadas com estados alterados de consciência, a mente está funcionando de modo alterado, então uma das propostas é justamente tentar investigar se há evidências de que a consciência poderia, de alguma forma, estar funcionando fora dos modos atuais que nós conhecemos”, afirma o psiquiatra.



Http://g1.globo.com/profissao-reporter/
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Próxima novela da Globo abordará espiritismo


Alinne Moraes será protagonista da trama

"Além do Tempo", próxima novela da Rede Globo que substituirá "Sete Vidas" em julho, terá como temas principais o espiritismo e a cabala.

Na primeira fase da trama, Ana Beatriz Nogueira e Felipe Camargo viverão uma história de amor na novela ambientada no século XIX (19). A mãe do personagem de Felipe será contra o amor deles, já que a moça vivida por Ana Beatriz é uma saltimbanco. Segundo rumores, o casal se encontrará numa próxima reencarnação.

"Além do Tempo" é escrita por Elizabeth Jhin sob direção de Rogério Gomes. A novela será protagonizada por Alinne Moraes (foto) e Rafael Cardoso e conta ainda em seu elenco com Jandira Martini, Letícia Persiles, Paolla Oliveira, Irene Ravache, Letícia Sabatella, André Gonçalves, Mel Maia, Humberto Martins, Simone Soares e Nívea Maria.

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O CÉTICO - NOVO ROMANCE PSICOGRAFADO POR ADA MAY



Por esses dias, fui presenteado com dois trabalhos que tratam da Paris da época de Allan Kardec. Um ponto comum chamou-me a atenção: Haussmann remodelava a capital francesa sob o desejo imperioso de Napoleão III. Ruas e construções postas abaixo para nascerem grandes avenidas e boulevares.

O livro que acabo de ler é “O Cético”, psicografado por Ada May e atribuído ao espírito José Bento. Incomodou-me no começo alguns anacronismos, que desafio o leitor a encontrar e comentar em nosso blog ou no grupo Espiritismo Comentado do Facebook.

Bento criou personagens que saíram do universo de Conan Doyle. Tenho certeza que vão despertar emoções naqueles que já leram Sherlock Holmes. O personagem principal, Arthur C. Davenport, é uma mescla entre o autor inglês e seu principal personagem.

Não sei onde o conjunto Ada May/Bento encontrou informações sobre Ermance Dufaux, mas ela e Allan Kardec são personagens muito presentes na trama.

A emancipação da mulher, o contraste entre pobreza e fausto, o nascimento do espiritismo na França e os médiuns famosos de efeitos físicos constituem o cenário ao redor do trio Arthur, Watson e Jeanne.

A história prende o leitor após as primeiras páginas, e ele se sente instigado a ir até o final. Ao mesmo tempo, a história do espiritismo vai sendo construída e apresentada de uma forma muito agradável. Gostei do desenvolvimento da trama, embora confesse que consegui adivinhar o que iria acontecer. Isto, todavia, não reduziu a emoção de ler.

Recomendo aos espíritas a sensatez de entenderem que se trata de uma ficção, e sequer imaginar que os personagens principais tenham sido reais. Eles são símbolos vivos dentro da história do espiritismo.

Imagem: Adolphe Martial - Paris em 1862

Recebi também do amigo Sinézio Augusto Grimann um DVD contendo as imagens da França na época de Kardec, pesquisa feita por ele próprio, onde novamente encontro a demolição e renascimento de Paris. Creio que é bem simbólico, também, do sentido do espiritismo almejado pelo seu fundador.


Fico devendo aos leitores a resenha sobre o livro “A Terra da Bruma”, de Arthur Conan Doyle, que também me encantou recentemente e que parece ter sido uma espécie de inspiração para o desenvolvimento do enredo de “O Cético”.


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Santo André recebe maior feira de livros espíritas do Brasil







Neste final de semana (dias 11 e 12) acontece a 21ª edição do Megafeirão do Livro, em Santo André (SP). Considerada a maior feira de livros Espíritas, Espiritualistas e Autoajuda do Brasil, o evento acontece na Creche Amélia Rodrigues, das 9h às 17h.

Tradição na comunidade espírita, o evento teve início em 1994, com o intuito de homenagear o médium Chico Xavier e hoje, após 21 anos, é o mais conhecido e aguardado dentro do segmento, mobilizando leitores e editoras.

Em sua última edição, em 2014, mais de 38.000 livros foram vendidos, com um público estimado em mais de 4.000 pessoas.

Os pontos mais atrativos do evento, segundo o público freqüentador, são os descontos oferecidos e a variedade de itens disponíveis. Além disso, podemos destacar os prazos e formas de pagamento, a facilidade de acesso ao local da feira, autógrafos e caixas informatizados.

Com o principal objetivo de divulgar a Doutrina Espírita, propiciando acessibilidade às obras literárias do gênero a um número cada vez maior de pessoas, vem ai o 21º Megafeirão, cujo sucesso se deve, principalmente, à parceria concretizada durante todos esses anos, entre o Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes e todas as editoras envolvidas

Acesse o site oficial para mais informações: www.megafeiraodolivro.com.br



http://www.noticiaespirita.com.br/


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Zelo Próprio







"Olhai por vós mesmos, para que não percais 
o vosso trabalho, mas antes recebais o inteiro 
galardão." - (2ª Epístola à JOÃO, 8.)


A natureza física, não obstante a deficiência de suas expressões em face da grandeza espiritual da vida, fornece vasto repositório de lições, alusivas ao zelo próprio.



A fim de que o Espírito receba o sagrado ensejo de aprender na Terra, receberá um corpo equivalente a verdadeiro santuário, Os órgãos e os sentidos são as suas potências; mas, semelhante tabernáculo não se ergueria sem as dedicações maternas e, quando a criatura toma conta de si, gastará grande percentagem de tempo na limpeza, conservação e defesa do templo de carne em que se manifesta. Precisará cuidar da epiderme, da boca, dos olhos, das mãos, dos ouvidos.

Que acontecerá se algum departamento do corpo for esquecido? Excrescências e sujidades trarão veneno à vida.

Se o quadro fisiológico, passageiro e mortal, exige tudo isso, que não requer de nossa dedicação o Espírito com os seus valores eternos?

Se já recebeste alguma luz, desvela-te em não perdê-la.

Intensifica-a em ti.

Lava os teus pensamentos em esforço diário, nas fontes do Cristo; corrige os teus sentimentos, renova as aspirações colocando-as na direção de Mais Alto.

Não te cristalizes.

Movimenta-te no trabalho do zelo próprio, pois há "micróbios intangíveis" que podem atacar a alma e paralisá-la durante séculos.

Francisco Cândido Xavier. Caminho, Verdade e Vida. Pelo 

Espírito Emmanuel. 

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UMA ANÁLISE ESPÍRITA DO FILME “UM OLHAR DO PARAÍSO”




Há muito tempo atras, vi esse belíssimo filme que é bastante instigantes em vários aspectos, Por abordar uma temática de suspense espiritual, tramitando ainda por uma tema delicado como a PEDOFILIA. O filme permeia ainda,  o universo espiritualista   paradisíaco do mundo espiritual, morte, perdão, culpa, aceitação, entre outras temáticas. 
É uma boa opção de filme que vai fazer você refletir sobre a questão familiar, no que concerne o cuidado que devemos ter com nossas crianças. 
É por isso que ao encontrar essas analise do filme logo abaixo, resolvi postar por ser extremamente esclarecedor para alguns leigos. Assistam o filme e tirem suas próprias conclusões, garanto que vão gostar e se emocionar.

Moura Fé



O presente artigo tem por objetivo, lançar um olhar espírita no filme intitulado “Um Olhar do Paraíso”, buscando analisar a narrativa do “Espírito Suzie”, quando fala de suas experiências pós mortem, sob a ótica dos preceitos Espíritas.
O filme objeto da análise é de 2009, tendo por diretor Peter Jackson, baseado num romance de 2002 da autora americana Alice Sebold. Trata da narrativa deSuzie Salmon, uma garota que aos 14 anos, depois de assistir no colégio a obra cinematográfica Othello, protagonizada por Lawrence Olivier, sai da sessão e marca um encontro com o rapaz do 3º ano do segundo grau (Ray), pelo qual possui um amor adolescente. “No shopping, sábado, às 10 da manhã” diz o rapaz. Suzie está voltando prá casa feliz, já imaginando o sábado, quando ganharia de Ray o tão sonhado primeiro beijo.
Ocorre que no caminho, torna-se vítima de George Harvey, seu vizinho, um tarado psicótico, que a convida a entrar num porão encravado em meio à um terreno ermo, a fim de mostrar-lhe um projeto, ao qual, segundo ele, dedicara toda sua vida.
 Suzie o acompanha, é estuprada, esquartejada, e seu Espírito corre desesperadamente do local do assassinato, indo ao encontro de sua família, que a aguardava ansiosamente. Neste momento, o Espírito de Suzie é visto por Ruth Connors, “a garota estranha,” que “via coisas que os outros não viam” (médium).
 Oportuno observar, que em O Livro dos Espíritos, Kardec indaga aos Espíritos Superiores, se na morte violenta (caso de Suzie), quando os órgãos ainda não se debilitaram pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e a cessação da vida se verifica, simultaneamente. Os Espíritos respondem que “geralmente é assim; mas, em todos os casos, o instante que os separa é muito curto. Razão pela qual o Espírito da garota passou correndo, e foi visto pela médium. (LE, p. 161) Daí em diante, serão as percepções e falas do Espírito de Suzie objeto de análise do presente trabalho.
Logo depois do assassinato, quando é vista pela médium correndo desesperada na direção de sua casa, o Espírito vai à cidade, vê o pai mostrando sua foto aos transeuntes, numa busca angustiante. Chama-o, ele olha em sua direção, mas não a vê. De repente, todas as pessoas que transitavam na rua desaparecem da visão de Suzie.
Em seguida, a garota entra em sua casa, vê os cômodos desertos, e ouve a voz da mãe. Sobe escadas, entra em um cômodo iluminado e se depara com seu assassino num banheiro sujo de lama e sangue, imerso numa banheira cheia d’água, com o rosto coberto por uma toalha. Suzie se assusta e foge apavorada.
No que concerne às mortes violentas, nos ensina Kardec que o “Espírito é surpreendido, espanta-se, não acredita que esteja morto e sustenta teimosamente que não morreu. (...) Procura as pessoas de sua afeição, dirige-se a elas e não entende por que não o ouvem. Esta ilusão mantém-se até o completo desprendimento do Espírito, e somente então ele reconhece seu estado e compreende que não faz mais parte do mundo dos vivos.” (LE., p. 165) (grifei)
Oportuno observar as impressões do Espírito de Suzie quando diz: - “Eu estava deslizando. Foi como me senti. A vida estava me deixando, mas eu não estava com medo. Então me “lembrei” que eu tinha alguma coisa prá fazer. (grifei)
No que tange à lembrança de alguma coisa a fazer, nada mais natural face à forma abrupta como desencarnou, levando a recordação mais recente do encontro marcado no shopping com o garoto dos seus sonhos. Daí, quando lembra de Ray, o Espírito se transporta pelo pensamento ao local combinado onde ele a espera. Não consegue alcançá-lo, nem se fazer vista ou ouvida por ele.
Prossegue Suzie na sua fala: - “Aqui não é um lugar. Um lugar sem milharal, nem lembranças, nem túmulo. Mas eu ainda não estava olhando para o Além. Ainda estava olhando para trás. (...) Eu tenho que ir prá casa.” (grifei)
 Mais uma vez o desejo forte de voltar à sua casa, ao encontro da família que ama. Enquanto isso, seus pais sofriam e se desesperavam. A mãe, fechou o quarto da filha, conservando-o como foi deixado por esta no dia de sua morte. Não suportando tanta saudade, foi trabalhar em outra cidade, deixando marido e filhos com sua mãe (avó de Suzie).
Quanto ao pai, mantinha-se obcecado na busca do assassino da filha. Em um ataque de desespero, começa a quebrar toda a coleção de miniaturas de barcos dentro de garrafas, que fazia como “hobby” e ensinara a Suzie. Enquanto quebrava as garrafas, o Espírito da filha via no seu mundo mental, garrafas gigantes num mar revolto, chocando-se contra rochedos, despedaçando-se, e deixando à deriva os imensos barcos que estavam dentro das mesmas.
Nesta percepção da garota morta, observa-se que as afinidades de sentimento e pensamento “ligavam” seu Espírito ao do pai. Como nos dizem os Espíritos Superiores, são os sentimentos e pensamentos afins que nos “conectam” aos seres espirituais e vice-versa.
Na busca por contacto com a filha, todas as noites o pai colocava na janela de casa, sobre uma garrafa que continha um barco e um farol, uma vela acesa, como que “sinalizando” para que Suzie não se perdesse de casa. Por seu turno, a garota via no seu mundo espiritual um enorme farol que também sinalizava. Até que ambos se vêm através da janela onde estava a vela, e ela fala: - Agora, vai ficar tudo bem, pois meu pai sabe que estou aqui. Eu ainda estava com ele. Eu não tinha me perdido, ou congelado, nem tinha partido. Eu estava viva. Estava viva no meu próprio mundo. No meu mundo perfeito. (grifei)
Oportuno ressaltar a constatação do Espírito de se perceber viva e ligada ao pai. Viva em um mundo perfeito e só seu, entendendo-se claramente que vive no seu mundo mental, fugindo de certas questões pertinentes à sua morte, que a assustavam.
Nesse meio tempo, o seu irmãozinho caçula, dizia ao pai que sempre via a irmã morta, que ela o beijava na bochecha, e que permanecia em casa, próxima deles.
Passados onze meses do seu desencarne, assim se expressa Suzie: - “Eu estava no horizonte azul, entre o céu e a Terra. Os dias não mudavam, e toda a noite eu tinha o mesmo sonho. O cheiro de terra úmida. O grito que ninguém ouvia. O som do meu coração batendo como um martelo debaixo da roupa, e depois os ouvia chamando. As vozes dos mortos. Eu queria segui-los pra achar uma saída. Mas eu acabava sempre voltando para a mesma porta. E eu estava com medo. Sabia que se eu fosse lá, nunca mais sairia. O meu assassino podia reviver um momento por muito tempo. Ele ficava se alimentando da mesma lembrança. Ele era um animal sem rosto. Infinito. Mas depois ele ia sentir o vazio voltando. E a necessidade surgiria dentro dele de novo. (grifei)
 Nessa fala do Espírito, pode-se constatar seu estado de perturbação, quando se reporta ao mesmo sonho sonhado “toda noite“, em razão do trauma sofrido pela violência do seu desencarne. Nos dizem os Espíritos da Codificação que o estado de perturbação pode durar minutos, dias, meses, anos, séculos. Tudo vai depender da condição do Espírito encarar a sua realidade de forma equilibrada. Vale pontuar, que o pensamento do assassino também interferia nessa perturbação. Quando este revivia o crime cometido, nele se comprazendo, suas lembranças alcançavam a garota fazendo-a sofrer.
Adiante, Suzie comenta que “ia sempre observar Ray (o garoto por quem era apaixonada). Eu ficava no ar ao redor dele. Eu estava nas manhãs frias que ele passava com Ruth Connors, aquela garota estranha e sobrenatural, que aceitou facilmente a presença dos mortos entre os vivos (médium).” (grifei)
Prossegue a jovem morta: - “Às vezes, o Ray pensava em mim. Mas ele começou a questionar se já era hora de por essa lembrança de lado. Talvez fosse a hora de me deixar partir.” Como asseveram os grandes Mestres da Espiritualidade, os Espíritos conhecem nossos pensamentos, em razão das afinidades de sentimentos e/ou de interesses comuns - que era o caso de Suzie em relação a Ray - posto que, este ainda era o seu sonho de amor adolescente, e ele por seu turno também lembrava de Suzie e sentia saudades.
 Adiante, a garota vem a falar dos seus sentimentos em relação ao seu assassino, se expressando com ódio e revolta: - “Um assassinato muda tudo. Quando era viva nunca odiei ninguém. Mas agora o ódio é tudo o que eu tenho. Eu o quero morto. Eu o quero frio e morto, sem nenhum sangue nas veias!” (grifei)
Oportuno transcrever um importante diálogo travado entre Suzie e o Espírito de outra jovem vítima do mesmo psicopata, o qual transcrevo:
Suzie - Eu fui uma idiota. 
Amiga - Ele (assassino) não pode dominá-la. Você pode se livrar dele mas não desse jeito.
Suzie - O que você sabe? Não sabe de nada. Aquele homem tirou a minha vida!
Amiga - Você vai ver Suzie. No final você vai entender. Todo mundo morre.
À esse respeito a Doutrina Espírita nos ensina que o ódio escraviza a vítima ao seu algoz. Observe-se que no diálogo de Suzie com o outro Espírito - este já liberto do ódio contra o mesmo agressor - as suas colocações são muito comuns nas reuniões mediúnicas de desobsessão, quando o Espírito que se acha vítima e injustiçado, não consegue encontrar o seu “paraíso interior”!
 Importante pontuar que o ódio do Espírito pelo seu algoz, influía diretamente nos sentimentos de seu pai - por achar-se ligada a este - e que embora sendo um homem pacífico, vivia obcecado numa busca incessante para encontrar o assassino da filha.
Suzie tornou-se então “obsessora” do pai. Como nos esclarecem os Espíritos Superiores, os encarnados sofrem obsessões, ou se tornam obsessores dos desencarnados, em razão das afinidades de sentimentos, gostos, e pensamentos que os vinculam uns aos outros. No caso em comento, a ligação se dava pelo sentimento em comum de revolta e ódio que nutriam pelo assassino da jovem.
 O processo obsessivo do pai de Suzie, foi tão intenso, que o levou a armar-se de um taco de basebol, e sair à caça do assassino da filha para matá-lo. Na perseguição ao criminoso, este se esconde num milharal. Nesse momento, o Espírito da jovem acompanhava toda a perseguição em estado de profunda angústia, temendo pela sorte do pai - enquanto este, na busca desesperada, se depara com um casal de namorados. O rapaz ao vê-lo com o taco na mão, entende que era para agredi-los. Se antecipa, e o espanca violentamente, quase levando o pobre homem à morte.
 Nesse momento, o Espírito de Suzie se desespera ao ver o pai quase morto, e toma consciência de sua forte influência sobre o comportamento do mesmo. É aí que o cenário à sua volta se desmorona, e ela cai em si dizendo: - Aí eu percebi que meu pai nunca ia desistir de mim. À esse respeito a Doutrina Espírita nos assevera que os laços de afeto são indestrutíveis.
E prossegue a jovem em sua fala: - Ele nunca me veria como uma morta. Eu era a filha dele, e ele era meu pai, e ele tinha me amado o máximo que podia. Eu tinha que deixá-lo ir! Nos dizem os Espíritos Superiores, que os laços de amor são indestrutíveis, eternos e libertadores. Daí, a garota libertou o pai da obsessão que o impingia de forma inconsciente.
 À partir daí, começa o processo de libertação do Espírito de Suzie, quando passa a encarar a sua realidade, tomando ciência de todas as mortes causadas por George Harvey à outras jovens, com as quais se encontrou no plano espiritual por afinidade. Mas também encarou frente a frente a realidade de sua própria morte, quando reviu todo o processo do assassinato, seu corpo esquartejado e escondido num cofre (que ela tanto temia em ver aberto) sendo jogado pelo seu assassino num enorme buraco de um aterro.
 Através da mediunidade de Ruth se despediu de seu amor, recebendo o sonhado primeiro beijo. Adiante, se reporta aos restos angelicais que tinham nascido na sua ausência que foram: - a irmã mais jovem que havia casado e esperava um bebê; a mãe que retornou ao aconchego da família, já equilibrada; Ray que ficou com Ruth a garota médium; e o assassino que morreu, caindo de um penhasco em uma noite gelada de muita neve.
No que concerne a tais fatos, assim se expressa Suzie: - As conexões às vezes tênues, às vezes criadas com muito custo, mas que com freqüência magníficas, que aconteceram depois que morri. Comecei a ver as coisas de um jeito que me permitia conceber o mundo sem mim.
- Quando minha mãe entrou no meu quarto (que até então permanecia fechado), percebi que esse tempo todo eu estava esperando por ela. Eu esperei muito. Estava com medo que ela não viesse...
E finaliza dizendo: - Ninguém percebe quando a gente vai embora. Quero dizer, o momento quando realmente decidimos partir. No máximo, podem sentir um sussurro ou a onda de um sussurro indo para baixo. Meu sobrenome é Salmon, salmão, igual ao do peixe. Meu primeiro nome é Suzie. Tinha 14 anos quando fui assassinada, em 6 de dezembro de 1973. Estive aqui por um momento e depois parti. Desejo a vocês uma vida longa e feliz. (grifei)
Diante do exposto, pode-se constatar que estamos diante de uma obra que se ajusta perfeitamente aos preceitos espíritas, quando retrata o desencarne de uma jovem, vítima da violência, narrando sua perturbação pós mortem, as ligações com a vida material, com os entes queridos, os conflitos existenciais, sua revolta, ódio, medos, e amores.
Importante que a narrativa do Espírito não viaja para o fantástico, ficando nos limites da racionalidade, das percepções mentais próprias do desencarnado, pois como nos dizem os Mestres da Espiritualidade, o Espírito se transporta pelo pensamento, e o seu estado de felicidade ou infelicidade encontra-se no seu mundo íntimo - não havendo um lugar determinado para vivenciar seu estado de inferno ou paraíso.
 Oportuno ressaltar, que a autora do romance e o diretor do filme, não são espíritas, não obstante Kardec nos esclareça que “se lançarmos um olhar sobre as diversas categorias de crentes, encontraremos primeiro os espíritas sem o saber. São uma variedade ou subdivisão da classe dos vacilantes. Sem jamais terem ouvido falar da Doutrina Espírita, têm o sentimento inato dos seus grandes princípios e esse sentimento se reflete em algumas passagens de seus escritos ou de seus discursos, de tal maneira que, ouvindo-os, acredita-se que são verdadeiros iniciados. Encontram-se numerosos desses exemplos entre os escritores sacros e profanos, entre os poetas, oradores, os moralistas, os filósofos antigos e modernos.” (LM, Cap. III, 27)
  Em contrapartida, podemos observar que nos deparamos freqüentemente com obras tratando do mesmo tema, que se dizem espíritas, e estão em total desacordo com os Princípios Doutrinários Espíritas. Tal fato, deve nos servir de estímulo ao estudo efetivo das Obras Básicas, para que possamos tranquilamente separar o joio do trigo.



Por Maria das Graças Cabral






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A Depressão










Na raiz psicológica do transtorno depressivo ou de comportamento afetivo, encontra-se uma insatisfação do ser em relação a si mesmo, que não foi solucionada. Predomina no Self um conflito resultante da frustração de desejos não realizados, nos quais impulsos agressivos se rebelaram ferindo as estruturas do ego que imerge em surda revolta, silenciando os anseios e ignorando a realidade. Os seus anelos e prazeres disso resultantes, porque não atendidos, convertem-se em melancolia que se expressa em forma de desinteresse pela vida e pelos seus valiosos contributos, experienciando gozos masoquistas, a que se permite em fuga espetacular do mundo que considera hostil, por lhe não haver atendido as exigências.

Sem dúvida, outros conflitos se apresentam, e que podem derivar-se de disfunções reais ou imaginárias da libido, na comunhão sexual, produzindo medos e surdas revoltas que amarguram o paciente, especial mente quando considera como essencial na existência o prazer do sexo, no qual se motiva para as conquistas que lhe parecem fundamentais.

Vivendo em uma sociedade eminentemente erótica, estimulada por um contínuo bombardeio de imagens sonoras e visuais de significado agressivo, trabalhadas especificamente para atender as paixões sensuais até a exaustão, não encontra outro motivo ou significado existencial, exceto quando o hedonismo o toma e o leva aos extremos arriscados e antinaturais do gozo exorbitante.

Ao lado desse fator, que deflui dos eventos da vida, o luto ou perda, como bem analisou Sigmund Freud, faz-se responsável por uma alta cifra de ocorrências depressivas, em episódios esparsos ou contínuos, as sim como em surtos que atiram os incautos no fosso do abandono de si mesmo. Esse sentimento de luto ou perda é inevitável, por ferir o Self ante a ocorrência da morte, sempre considerada inusitada ou detestada, ar rebatando a presença física de um ser amado, ou gera dora de consciência de culpa, quando sucede imprevista, sem chance de apaziguamento de inimizades que se arrastaram por largo período, ou ainda, por atos que não foram bem elaborados e deixaram arrependimento, agora convertido em conflito punitivo. Ainda se manifesta como efeito de outras perdas, como a dotra balho profissional, que atira o indivíduo ao abismo da incerteza para atender a família, para atender-se, para viver com segurança no meio social; outras vezes, a perda de algum afeto que preferiu seguir adiante, sem dar prosseguimento à vinculação até então mantida, abrindo espaço para a solidão e a instalação de conflito de inferioridade; sob outro aspecto ainda, a perda de um objeto de valor estimativo ou monetário, produzindo prejuízo de uma ou de outra natureza...

Qualquer tipo de perda produz impacto aflitivo, per turbador, como é natural. Demora-se algum tempo, que não deve exceder a seis ou oito semanas, o que constitui um fenômeno emocional saudável. No entanto, quando se prolonga, agravando-se com o passar do tempo, torna-se patológico, exigindo terapêutica bem elaborada.
Podem-se, no entanto, evitar as conseqüências enfermiças da perda, mediante atitudes corretas e preventivas.

Terapia profilática eficaz, imediata, propiciadora de segurança e de bem-estar, é a ação que torna o indivíduo identificado com os seus sentimentos, que deve exteriorizar com freqüência e naturalidade em relação a todos aqueles que constituem o clã ou fazem parte da sua afetividade.

Repetem-se as oportunidades desperdiçadas, nas quais se pode dizer aos familiares quanto eles são importantes, quanto são amados, explicitar aos amigos o valor que lhes atribui, aos conhecidos o significado que eles têm em relação à sua vida... Normalmente se adiam esses sentimentos dignificadores e de alta magnitude, que não apenas felicitam aqueles que os exteriorizam, mas também aqueloutros, aos quais são dirigi dos, gerando ambiente de simpatia e de cordialidade. Nunca, pois, se devem postergar essas saudáveis e verdadeiras manifestações da afetividade, a fim de serem evitados futuros transtornos de comportamento, quando a culpa pretenda instalar-se em forma de arre pendimento pelo não dito, pelo não feito, mas, sobretudo pelo mal que foi dito, pela atitude infeliz do momento perturbador... Esse tipo de evento de vida-a agressão externada, o bem não retribuído, a afeição não enunciada - pode ser evitado através dos comportamentos liberativos das emoções superiores.

Muitos outros choques externos como acidentes, agressões perversas, traumatismos cranianos contribuem para o surgimento do transtorno da afetividade, por influenciarem os neurônios localizados no tronco cerebral próximo ao campo onde o cérebro se junta à medula espinal. Nessa área, duas regiões específicas enviam sinais a outras da câmara cerebral: a rafe, encarregada da produção da serotonina, e o locus coeruleus, que produz a noradrenalina, sofrendo os efeitos calamitosos dessas ocorrências, assim como de outras, desarmonizam a sua atividade na produção dessas valiosas substâncias que se encarregam de manter a afetividade, propiciando a instalação dos transtornos de pressivos.

Procedem, também, dos eventos de natureza perinatal, quando o Self, em fixação no conjunto celular, experienciou a amargura da mãe que não desejava o filho, do pai violento, dos familiares irresponsáveis, das pelejas domésticas, da insegurança no processo da gestação, produzindo sulcos profundos que se irão manifestar mais tarde como traumas, conflitos, transtornos de comportamento...
A inevitável transferência de dramas e tragédias de uma para outra existência carnal, insculpidos que se encontram nos refolhos do Eu profundo - o Espírito viajor de multifários renascimentos carnais - ressumam como conflito avassalador, a princípio em manifestação de melancolia, de abandono de si mesmo, de desconsideração pelos próprios valores, de perda da auto-estima...

Pode-se viver de alguma forma sem a afeição de outrem, sem alguns relacionamentos mais excitantes,
no entanto, quando degenera o intercâmbio entre o Self e o ego o indivíduo perde o direcionamento das suas aspirações e entrega-se às injunções conflitivas, tom bando, não poucas vezes, no transtorno depressivo.

Esse ressumar de arquétipos profundos, em forma de imagens arquetípicas punitivas, aguarda os fatores que se apresentam nos eventos de vida para manifestar-se, amargurando o ser, que se sente desprotegido e infeliz.

Incursa a sua consciência em culpa de qualquer natureza, elabora clima psíquico para a sintonia com outras fora do corpo somático, que se sentem dilapida das, e sendo incapazes de perdoar ou de refazer o pró prio caminho, aspiram ao destorço covarde e insano, atirando-se em litígio feroz no campo de batalha men tal, produzindo sórdidos processos de parasitose espiritual, de obsessões perversas.

Quando renasce o Self assinalado pelas heranças pregressas, no momento em que se dá a fecundação, por intermédio do mediador plástico ou perispírito, imprimem-se, nas primeiras células, os fatores necessários à evolução do ser, que oportunamente se manifestarão, no caso de culpa e mágoa, de desrespeito por si mesmo, de autocídio e outros desmandos, em forma de depressão. A hereditariedade, portanto, jamais descartada, é resultado do processo de evolução que conduz o infrator ao clima e à paisagem onde é convidado a reparar, a conviver consigo mesmo, a recuperar-se...

Pacientes predispostos por hereditariedade à incursão no fosso da depressão carregam graves procedimentos negativos de experiências remotas ou próximas, que se fixaram no Self, experimentando o impositivo de liberação dos traumas que permanecem desafiadores, aguardando solução que a psicoterapia irá proporcionar.

Uma catarse bem orientada eliminará da consciência a culpa e abrirá espaços para a instalação do otimismo, da auto-estima, graças aos quais os valores re ais do ser emergem, convidando-o à valorização de si mesmo, na conquista de novos desafios que a saúde emocional lhe irá facultar, emulando-o para a individuação, para a conquista do numinoso.

Em razão do largo processo da evolução, todos os seres conduzem reminiscências que necessitam ser trabalhadas incessantemente, liberando-se daquelas que se apresentam como melancolia, insegurança e receios infundados, desestabilizando-os. Ao mesmo tempo, estimulando-se a novas conquistas, enfrentando as dificuldades que os promovem quando vencidas, descobrem todo o potencial de valores de que são portadores e que necessita ser despertado para as vivências enriquecedoras.

O hábito saudável da boa leitura, da oração, em convivência e sintonia com o Psiquismo Divino, dos atos de beneficência e de amor, do relacionamento fraternal e da conversação edificante constitui psicoterapia profilática que deverá fazer parte da agenda diária de todas as pessoas.

Livro: Triunfo Pessoal
Psicografia de Divaldo Franco


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PESCADORES DE ALMAS - A Arte que Cura e Transforma (Walkiria Kaminski (CE)









Breve a Walkiria Kaminski estará em PICOS - PIAUI 


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Congresso da Juventude Espírita






O 1º Congresso da Juventude Espírita da Bahia será

realizado de 10 a 12 de abril em Salvador (BA). O tema a 

ser trabalhado será “Vida Social e Espiritualidade – Ciência, 

Filosofia, Religião e Arte”, com realização da Federação 

Espírita Estado da Bahia.  Informações: http://feeb.com.br/


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Um mundo em Transição e das doenças emocionais








“Um mundo em Transição e das doenças emocionais” será o tema do encontro realizado nos dias 11 e 12 de abril com a participação de Divaldo Franco em Cuiabá. O evento é organizado pela Federação Espírita do Estado do Mato Grosso e solicita inscrição prévia para participação. Informações: www.feemt.org.br



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