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12 de dez de 2007

Superando a dor da Morte

Caros internautas; o relato que vc terão a oportunidade de lê agora foi extraído de um seminário do Divaldo Franco(Superando a dor da morte), e veiculado no nosso "II SEMEPI-Seminário do Movimento Espirita de Picos". Eu escrevi para vc, apenas o trecho q achei mais interessante. Espero q apreciem e se tiverem a oportunidade que vejam o video por completo.

... Divaldo você aceitaria perguntas diretas?
___ Não vejo diferença se ela escrita ou verbal, desde que a pessoa faça uma pergunta concreta. Algumas pessoas não sabem fazer uma pergunta concreta; contam uma enorme história e quando chegam ao final não sabem mais o que iam perguntar.
Vários microfones foram aberto e várias perguntas começaram a surgir como questões doutrinárias e pessoais. Quando uma Sra. Se levantou e perguntou:
___ O Sr. é médium?
___ Eu digo: sim, Senhora, eu sou médium.
___ O Sr. poderia me dar notícia da minha filha que morreu.
___ Eu disse: Minha Sra. a mediunidade não é sinônimo de adivinhação a Sra. deve me dar pelo menos alguns dados. Talvez a Sra. não saiba mais existem bilhões de espíritos no mundo espiritual para reencarnar. Me dê pelo menos o nome, a data e o lugar em que ela morreu.
E ela um nome qualquer, a data e o lugar.
Eu pensei: Meu Deus veja lá, quando me perguntas o que eu sei, eu respondo; como eu não sei, o problema agora é com o Sr; se eu não responder vai ficar feio é para o Sr. Fiquei rindo e dizendo que a tarefa era para ele. Então naquele momento eu ouvi nitidamente.
___ Informe que ela já recebeu uma mensagem desse ser querido através de CHICO XAVIER, por que foi eu próprio que trouxe sua filhinha. Era a voz do grande espírito de Dr. Bezerra de Menezes; foi eu que trouxe Bebete para que ela ficasse com a mãe.
A Senhora teve um momento de resposta, de júbilo, de lágrima e então as perguntas agora se derivara para assunto de notícias espirituais.
___ Ah! Um filho meu morreu, meu pai morreu, meu tetravô também morreu; e as pessoas entram então num mundo de fantasias e devaneio e nós contornamos a situação encerrando as atividades ultrapassando o horário previsto.
Já estamos nos preparando para sair, quando se faz um pequeno circulo ao meu redor e as pessoas continuavam a fazer perguntas. E só agora que pude perceber melhor a Sra. que havia me perguntado sobre a filha morta. Ela vinha acompanhada do marido de 53 anos mais ou menos, era uma dama de 42 anos aproximadamente. Ela disse:
___ Sr. Divaldo eu estou emocionada, realmente eu recebi uma mensagem da minha filha. O Sr. gostaria de lê-la por gentileza?



___ Mais minha Senhora uma outra hora (Eu também precisava almoçar, pois Por incrível que pareça os médiuns também se alimentam).
___ O Sr. gostaria de lê-la? ___ Insistiu ela.
___ Eu disse: Sra. numa outra oportunidade.
___ Mais poderia lê agora; O Sr. me dá cinco minutos.
___ Quando um brasileiro pede 5 minutos, ficam 9 horas, se pede ½ hora vão morar conosco. É uma coisa terrível.
___ Está bem! ___ Eu vou lhe dar ½ hora; pois sabia que os 5 min. não dariam. Então pedi ao entrevistador que organizasse o grupo e o tempo, pois eu tinha outros compromissos.
Ela então tirou da sua bolsa uma mensagem em papel que me era muito familiar. Pois já fui muitas vezes em Uberaba.
___ Sr. Divaldo é essa a mensagem
Quando eu desdobrei a mensagem para lê ela falou:
___ Espere um pouco, um momentinho que eu vou explicar para o Sr. entender.
___ Sr. Divaldo minha filha foi assassinada.
Ela se transfigurou houve um grande silêncio.
___ Sr. Divaldo, o Sr. está diante da mulher que já fora mais feliz da face da terra. Esse é o meu marido ele se chama Fulano de Tal. Nós somos de uma família muito rica. Nós morávamos no interior do estado e temos 05 filhos varões que são crianças lindas; mas o sonho do meu marido e o meu era de ter uma menina mais Deus parecia conspirar contra nós. Depois de 8 anos do nosso último filho; eu então já com 36 anos, concebi uma criança; e para surpresa nossa era uma menina; um anjo que veio para nossa casa. Ela mudou totalmente o comportamento do nosso lar. Era um ser angélico idolatrada por 7 almas que a amava. Seu nome era Elisabete, que carinhosamente chamava de Bebete. Meu marido mantinha pela filha uma ternura especial e não tem nada haver com comportamentos freudiano, pois sou psicóloga clínica e portanto sei muito bem aquilatar esses sentimentos.
A minha querida Bebete vivia muito bem e meu marido viajava muito para o exterior. E quando Bebete fez 05 anos ele falou:
___ Tenho que me transferir para a capital, pois essas viagens para pegar os vôos estão me consumindo muito. Você concordaria em mudarmos.
___ Claro que sim! Onde estivesse minha família unida lá eu estaria feliz.
Ele construiu uma linda mansão em um bairro distinto da cidade e nos transferimos. Quando Bebete fez cinco anos ela já estava no pré-primário, quando nossa vida começou a sofrer alterações. Eu e meu marido nos damos muito bem, nós não temos segredos estabelecemos um código de ética e que o nosso amor tem que sobreviver a tudo ou é apenas uma fantasia.
E um dia ele chegou e me disse:
___ Você precisa cuidar mais de mim; eu estou sendo muito perturbado por outra mulher e como eu a amo eu desejo continuar no meu lar.
___ Eu passei analisar onde eu estava falhando. Procurei cuidar mais de mim; e do meu marido, ir ao salão de estética, dialogar mais com o meu marido, viajar, sair da rotina. 03 semanas depois ele disse:
___ Fulana, eu estive no psicólogo e ele disse que eu só tenho duas alternativas; ou eu assumo essa outra mulher ou eu enlouqueço. Será que você pode entender o drama que eu estou passando.
___ Posso sim, porque também sou psicóloga, mas isso não é realidade, não é afeição. Nós temos um contexto moral corrompido porque as pessoas mais sexólatra, há mais liberalidade. Naturalmente está mais perturbado pela tentação sexual do que por um interesse qualquer.
___ Ele disse: ___ É claro mais eu temo suicidar-me. Eu queria lhe fazer uma proposta. Eu queria lhe pedir para visitar essa Senhora aos sábados e domingos e voltaria na segunda-feira. O que me diz?
___ Eu olhei para ele e disse: eu não tenho nada a lhe dizer, pois o amor não se impõe.
___ Mais eu amo você, eu não desejo destruir o nosso lar. É uma loucura, eu sei que é uma loucura; é um desequilíbrio que toma conta de mim e quando passar eu quero reconstruir minha família.
___ Com outra mulher naturalmente. ___ Respondi.
___ Mais eu estou numa situação deplorável, eu vou enlouquecer.
___ Pois bem. Você pode assumi-la nos finais de semana, mas você não contará com o meu apoio afetivo. Você volta para casa como pai dos meus filhos, nós nos separaremos no leito, e você vai dormir em outro quarto. E eu continuarei sua amiga.
Então ele ficou visitando-a nos finais de semana, e em uma dessas viagens Bebete percebeu.
___ Papai por que você não fica mais em casa?
___ Negócios minha filha tenho que viajar bastante.
___ Depois ele passou a ficar a semana inteira com ela e voltava nos fins de semana, nossos filhos perceberam; nós temos filhos adolescentes de 14 e 15 anos e certo dia um de meus filhos me disse:
___ Mamãe! Eu vi papai com uma sujeita no carro
___ Você está enganado, seu pai está viajando.
___ Mamãe eu vi papai, será que eu não conheço o meu pai!
___ Sim, você está enganado seu pai está viajando.
___ Mamãe a Sra. precisa ir ao médico.
___ Não, não! Você é que precisa ir ao médico. Seu pai me disse que está viajado, e seu pai não mente. E aqui em casa ninguém censura a conduta do seu pai!.
Até que ele pediu para ficar com ela e foi embora.
___ O Sr. não pode imaginar o que passou na nossa família. Ele que pedia para não falar nada.
Numa das visitas que ele fez a nossa casa, Bebete se atirou em seus braços chorando e disse:
___ Papai quando é que o Sr. vai voltar, por que nos abandonou?
Ele chorando pois ela nos braços e disse:
___ Bebete, a vida não é um brinquedo de bonecas, ela é muito cruel minha filha. E eu quero lhe dizer uma coisa que você vai guardar para sempre; se algum dia que você souber de uma tragédia que não possa perdoar; eu lhe peço Bebete que pelo menos desculpe.
Imagine pedir para uma criança de 05 anos para estabelecer a diferença em perdoar e desculpar.
___ Eu desculpo e perdôo se você voltar para casa, você vai voltar papai?
___ Vou filha é que eu tenho viajado muito.
Ele saiu chorando e nós ficamos piores. E eu havia lhe pedido que nunca me dissesse quem era a outra, já que ele a tinha escolhido eu não queria saber quem era. Três meses depois dos primeiros sintomas ele voltou para casa.
___ Fiquei curado, passou a onda de loucura, voltei ao normal; eu não sei o que foi isso. Você me aceita de volta?
___ Ele constataria depois que foi uma obsessão.
___ Eu olhei para ele magoada, ferida e disse:
___ Eu aceito o pai dos meus filhos; o homem que nos sustenta, que paga nossas contas. Voltei e vamos vê.
___ Ele começou a me reconquistar, eu o amava Sr. Divaldo, eu estava apenas ofendida e lentamente a esponjo da carícia e do tempo que foi apagando as nossas amarguras; já estávamos quase joviais, quando um dia a Eva foi buscar Bebete na escola e voltou desesperada.
___ Srª . ela não estava lá!
___ Como não está?! Mais eles tem ordens expressas para não entregá-la a ninguém. Imediatamente fomos para o colégio e chegando a secretária nos falou:
___ Sraª. nós temos aqui um bilhete do Sr. FULANO DE TAL, autorizando Bebete ir com a sua madrinha para casa e nós a entregamos.
___ Madrinha!? Mais a madrinha dela mora em outra cidade.
Ficamos em desespero; percebemos que Bebete havia sido seqüestrada.
Fomos a polícia, rapidamente foi acionada uma equipe de policiais percorrendo aeroportos, as rodovias, estação de trem. Nós imediatamente colocamos anúncios nos jornais, televisão, rádios.
___ Devolvam nossa filha, peçam o que quiserem mais não machuquem nossa filha.
___ Nada; ninguém sabe o que é esperar um telefonema que não chega. Tive uma crise nervosa, fui internada e passei a receber (soroterapia). Semanas depois, crianças que brincavam num matagal, encontraram um corpo despedaçado. A polícia foi vê, era uma criança; Meu marido foi lá era Bebete. Havia sido despedaçada. Depois do reconhecimento ela foi colocada em um saco e jogada em uma cova rasa. E quando eu voltei a si, que soube da tragédia eu não pude acreditar; mais quem faria isso, não havia vestígio de estupro, não foi por dinheiro. Quem faria uma barbaridade desta.
Um detetive particular de investigação em investigação, descobriu que meu marido havia tido um relacionamento extraconjugal e foi até a mulher e ameaçou-a.
___ Fui eu quem a matou! Eu não matei uma criança, eu matei uma competidora, uma rival, a mulher que roubou o homem que eu amava; e não tenho arrependimento eu a mataria mil vezes se fosse preciso.
Claro, ela foi presa. Houve um movimento de linchamento e ela foi trancafiada em uma cela.
Eu me neguei a vê televisão e jornais, mais eu soube e disse.
___ Você é que matou a nossa filha, você é o assassino, pois se não tivesse se envolvido com uma mulher miserável e vulgar nossa filha estaria viva. Somávamos agora a terrível dor da amargura e da perda.
___ Neste momento Sr. Divaldo, vieram os sacerdotes da crença que esposso não me disseram nada. Um dele falou: Foi porque Deus quis. Colóqueio-o para fora da minha casa. Que Deus injusto é esse, que para apoiar um bandido adúltero, permite a morte de uma criança. Se Deus fosse Deus faria que ela matasse o bandido que a ela se amigou, não a minha filha.
___ Ela falava tudo isso diante do marido e do grupo e ele de vistas baixa.
Ela narrava: ___ Seu Divaldo, abandonei a religião e blasfemei o que pude contra Deus. Até que 10 a 15 dias depois, veio uma amiga me visitar e perguntou:
___ Você conhece Francisco Cândido Xavier? ___ Eu nunca tinha ouvido falar desse homem.
___ Não, por quê?
___ Ele pode consolar você!
___ Mais como, ele vai devolver minha filha?
___ Sim, ele vai devolver sua filha.
___ Mas ela está morta!
___ Não, ela está viva. Você lembra que meu filho único morreu de acidente de motocicleta; você ainda tem 05 filhos. Então eu fui até UBERABA e meu filho voltou; ele escreveu para mim, meu filho estava vivo; eu conheço meu filho. Por que você não vai lá?
___ Mais eu não acredito mais em nada, não acredito em Deus.
___ Não faz mal ele acredita em você.
Então ela tanto falou comigo e meu marido, que fretamos um avião e fomos na sexta-feira para UBERABA. Quando nós chegamos à porta do GRUPO ESPÍRITA DA PRECE; havia uma fila enorme. Chico Xavier atendia em média 40 pessoas por noite e as senhas já haviam sido distribuídas. Eu estava lá mais não teria um acesso a ele. Então num momento de loucura, de desespero, eu olhei para uma senhora humilde e disse desesperada:
___ Venda-me a sua ficha agora! Eu lhe dou R$ 5.000,00.
___ Ela olhou para mim e disse: ___ A senhora é muito petulante, acha que seu dinheiro pode comprar tudo. Eu estou aqui porque meu filho morreu de acidente e não tem dinheiro neste mundo que me arranque daqui.
___ Seu filho morreu de acidente; mas a minha filha de 05 anos foi assassinada; a sua dor não é maior que a minha.
___ Está bem e lhe darei o lugar gratuitamente.
E me deu a ficha Sr. Divaldo. Quando cheguei a CHICO XAVIER, ele me olhou com mansidão e ternura e falou:
___ Qual o seu problema minha filha?
___ Eu não consegui falar; havia tanta ternura, tanta compaixão, tanto amor; Em soluços eu lhe falei:
___ É minha filha Chico.
___ Bebete? Ah! Bebete! Ela está aqui com a sua mãezinha. Ela está me dizendo que morreu dois meses antes e que recebeu Bebete e que ela está muito bem e que a Sra. não deve chorar tanto que Bebete está viva. Agora sente ali e aguarde.
___ Mais como ele sabia, eu não lhe falei nada, era de mais para minha cabeça. Eu sentei-me e aguardei as horas que não passavam; eu via as pessoas falarem coisas eu não entendia; aquele momento da escrita eu não compreendia, eu estava louca para me ver livre de tudo aquilo. Até que começava as leituras pela madrugada. A 1ª carta, a 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, a 6ª carta era endereçada a Sra. FULANA DE TAL, ela se levantou, era a mulher que me deu a ficha.


___ Mamãe eu vim porque você cedeu seu lugar para outrem, se você não tivesse feito eu não teria vindo; porque é fazendo o bem que se recebemos o bem. Eu estou vivo e te amo mamãe.
Todos choramos, a 10ª carta era endereçada nominalmente a mim e ao meu marido; nós não declaramos nossos nomes.
___ Querida mãezinha FULANA e meu pai Beltrano. ___ Nos levantamos e Chico falou:
A carta é de Bebete ___ E ele leu:
___ Mãezinha querida se você pensa que alguém nos fez o mal está enganada, ninguém nos fez o mal, eu vou lhe contar como tudo aconteceu.
___ Eu estava na escola, quando parou um carro azul, e uma senhora muito bonita com um bilhete disse:
___ Bebete seu pai me mandou buscar. E eu sentei com ela no carro, sorriamos muito e ela estava tagarelando quando ele me deu um chocolate e disse: Come Bebete! ___ Eu comi e dormi.
___ Mamãe eu não sei o que aconteceu, quando eu acordei estava numa sala, então vovó estava perto de mim, eu disse:
___ Vovó você sta morta, você morreu.
___ Não Bebete eu estou viva; você também está viva, você morreu, seu corpinho ficou lá despedaçado mais você está viva.
___ Mamãe eu chorei tanto, você não pode imaginar o tanto que eu chorei. Então entrou uma senhora uniformizada, como aquelas professoras de antigamente e falou:
___ Bebete eu sou sua tia Brígida e vim lhe buscar para visitar papai e mamãe que estão em desespero.
___ Papai quando eu cheguei mamãe estava deitada, você debruçado sobre a cômoda, a gaveta aberta, dentro tinha uma machadinha e você dizia: ___ Vou cortar as mãos daquela assassina, irei a cárcere e vou matá-la.
___ Papai você não pode fazer isso, você se lembra papai: “Bebete se um dia não puder perdoar, desculpe”. Eu lhe peço papai, perdoe-a. Ela não fez por mal, ela é louca; estávamos todos loucos naqueles dias; e vovó está me dizendo que é preciso perdoar. Eu voltarei depois um beijo você mãezinha e paizinho querido e um abraço nos meus irmãos (e declinava o nome de cada uma). Em baixo assinava Bebete.
Dobrei a mensagem e entreguei de volta a sra.
___ Ah Sr. Divaldo, é claro que eu perdoei meu marido, nós nos perdoamos e hoje é um dia especial.
___ De repente eu vi entrar um menina de rosto angelical e me falou:
___ Diga a mamãe que hoje é o meu aniversário e eu quero de presente que ela perdoe a mulher que nos fez tanto sofrer.
___ Sra. eu estou vendo sua filha e pede de presente que a Sra. perdoe a mulher que lhe vitimou. Que a Sra. não chore tanto, que cuide dos seus irmãos, das crianças órfãs pois há tantas crianças sem lares.
___ Até o presente que eu estou dando a minha, eu estou construindo um lar para crianças carentes em sua homenagem.
___ Mais o importante é a caridade moral Sra. perdoe-a.
___ Não! Eu não a perdôo e se eu puder matá-la eu a matarei e saiu. Encerramos a entrevista e passaram meses, anos. Quando um certo dia, o telefone toca, e uma voz tranqüila fala:
___ Sr. Divaldo sou a mãe de Bebete, lembra-se de mim?


___ A mais claro a Sra. é inovidável.


___ Sr. Divaldo eu quero lhe dar uma notícia. Ontem domingo, eu fui ao cárcere visitar a mulher que matou a minha filha.
___ Eu agora sou espírita. Tenho freqüentado as reuniões, alimentado minha alma com o evangelho e elucidado minha mente com o Livro dos Espíritos. Eu entrei com um dos meus advogados e permissão do juiz. Coloquei no bolso um exemplo do “Evangelho Segundo o Espiritismo e a mensagem da minha filha”. Quando entrei que ela me viu e eu coloquei a mão no bolso, ela gritou:
___ Não me mate por favor, não me mate!
___ Sr. Divaldo eu fiquei estarrecida. Era uma amiga minha. Eu não sabia. Era uma amiga minha que freqüentava a minha casa, que tomou de mim o meu marido, que fez essa tragédia; não era nenhuma inimiga desconhecida.
___ Eu não venho trazê-la a morte mais trazer-lhe a vida; eu a perdôo. Coloquei a mensagem no evangelho atirei-lhe por entre as grades e disse: ___ Que ele lhe faça o bem que a mim me faz.
___ E saí desesperada, quase a correr diante do novo golpe
Então eu quero que o sr. diga a minha filha que eu já perdoei e que ela me ajude a esquecer as feridas que ainda precisam cicatrizar.
Nesta noite Bebete veio e deixou uma mensagem que era para que eles continuassem amando, porque o amor é o elixir de longa vida das almas, e o antídodo que cura as seqüelas dos corações.
Por que o objetivo essencial do espiritismo é a transformação moral da criatura, provando a imortalidade da alma, a sua superioridade ao corpo e a sua sobrevivência a mente. O espiritismo nos dá vida para tornarmos a sociedade mais justa, mais bela, mais nobre, através da nossa nobreza, da nossa beleza, da nossa dignificação. Porque nestas horas de dor, de angústia, guerras, tóxicos, sexolatria, devemos agradecer a Deus por conhecemos essa Doutrina Consoladora que é a Doutrina Espírita.




Esse relato foi extraído do seminário SUPERANDO A DOR DA MORTE, ministrado pelo grande orador espirita Divaldo Pereira Franco. Que vc possam adquirir esse vídeo ouvir na íntegra todo o evento.


Moura Fé

1 comentários:

Roberta de Carvalho disse...

Eu ja havia lido esse relato.E chorei. hoje reli e novamente chorei. Cada vez mais tenho a certeza de que o perdão é o e exercicio para se chegar a felicidade. Pois tudo tem um preço. O da felicidade é o perdão.

1 de mai de 2013 18:24:00

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