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Senhores da Escuridão




Psicografia: Robson Pinheiro

Pelo espírito: Angelo Inacio

Páginas: 704

Das profundezas extrafísicas do oceano, surge todo um sistema de vida que se opõe às obras da civilização e à política divina anunciada pelo Cordeiro. Cientistas das sombras desenvolvem verdadeiros criadouros de espíritos ovóides, que implantam em clones ou cascões astrais para intensificar o domínio sobre as consciências. Seu alvo? Aqueles que se expõem frente às multidões: governantes, políticos e líderes religiosos. Sua ambição? Promover o caos social e ecológico para, em meio às guerras e àpoluição, criar condições de os senhores da escuridão emergirem da subcrosta e conduzirem o destino das nações.
Os guardiões têm de impedi-los, mas não sem antes investigar detalhadamente a estratégia das trevas. Mensagens hipnóticas incentivam a liberação ilimitada dos desejos, implantes de vibriões desestruturam emoções, cascões forjam dublês de mentores e luminares da espiritualidade para enganar médiuns e sensitivos. Qual será a sua contribuição neste grave momento planetário?

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Na Hora da Saudade


Quando perdemos nossos entes queridos e chega a saudade e o sentimento de perda, não podemos fechar nossos olhos para a realidade da imortalidade da alma.
Quantas vezes já não nos encontramos entristecidos nos momentos de saudade? Quantas vezes já não nos questionamos sobre os desígnios da vida, do constante ir e vir das criaturas?
Como espíritos milenares que, a cada reencarnação, buscam o reajuste necessário para as próprias consciências, deparamo-nos com o ciclo de luz concedido pelo infinito amor de Deus, desprendendo-nos das imperfeições que estacionam o espírito em nossa caminhada evolutiva e angariando conhecimentos que nos auxiliam na ascensão espiritual. Somos viajores do tempo, aprendizes do sentimento sublime, buscando compreender a importância e a necessidade da pluralidade das existências, descortinando em nossos corações a certeza de que realmente a vida prossegue, de que os laços mantidos pelo amor jamais serão enfraquecidos pela ausência física, mesmo quando nossos olhos não puderem mais enxergar.
No capítulo IV de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, encontramos maiores esclarecimentos sobre o assunto, de forma clara e objetiva: “Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, como pensam certas pessoas. Ao contrário, eles são fortalecidos e se estreitam. É o princípio oposto que os destrói. Os espíritos formam no espaço grupos ou famílias unidos pela afeição, simpatia e semelhança de inclinações. Esses espíritos se procuram, felizes por estarem juntos. A encarnação não os separa senão momentaneamente, porque, depois de sua entrada na erraticidade, se reencontram como amigos no retorno de uma viagem. Com a reencarnação e o progresso que lhe é conseqüência, todos aqueles que se amaram voltam a se encontrar sobre a Terra e no espaço, gravitando juntos para chegarem a Deus. Os que falham no caminho retardam seu adiantamento e sua felicidade, mas não está perdida toda a esperança. Ajudados, encorajados e sustentados por aqueles que os amam, sairão um dia do lamaçal em que estão mergulhados. Com a reencarnação, enfim, há solidariedade perpétua entre os encarnados e os desencarnados, com o estreitamento dos laços afetivos”.
Como podemos perceber, somos espíritos muito amados, movimentando-nos pela oportunidade da vida corporal e extracorporal para nos fortalecermos, para criarmos em nós maiores probabilidades de sucesso encarnatório perante nossas falhas do passado. Em sua essência, o espírito almeja conscientemente a realização de seus comprometimentos, que se dão a cada existência, passando naturalmente pelo estudo do ciclo físico e espiritual que o impulsiona ao entendimento do verdadeiro significado da vida, que é a evolução. O ser encarnado traz consigo potencialidades para o cumprimento de suas tarefas em um tempo estimado, a fim de que tenha condições de desenvolvê-las da melhor forma possível. É através de todo um processo elucidativo adquirido na espiritualidade que se constitui sua preparação para o retorno ao veículo físico.
 
Somos uma eterna família
Quantas vezes já não vivenciamos quadros onde as lágrimas visitam o nosso coração? A saudade existe tanto naquele que parte como na criatura que fica. São sentimentos fortalecidos no decorrer dos tempos, em vidas passadas, mas que, desequilibrados pelo excesso, prejudicam o desenvolvimento e entendimento do verdadeiro significado da vida que impulsiona o ser à sua ascensão espiritual.
Quando mergulhamos nestes momentos de tristeza pela separação temporária de alguém muito estimado, envolvemos esse ser nestas mesmas dores, através da sintonia do pensamento. Desta forma, causamos naquele que parte um sofrimento ainda maior do que o nosso, estacionando-o nas lágrimas e, às vezes, na revolta que ainda sentimos por termos aparentemente perdido o ente querido para a morte. Agimos sobre esta criatura de uma maneira constante, entristecendo seu coração e confundindo seus pensamentos sobre o próprio progresso. Ao enviarmos sentimentos de tristeza, estamos longe de auxiliar aquele que retornou ao plano espiritual, pois desequilibramos sua mente para o decorrer do aprendizado na espiritualidade, necessário à próxima encarnação por ser uma nova conquista que irá refletir toda a sua sublimação de sentimentos e pensamentos, conduzindo este ser criado por Deus aos céus de suas próprias emoções.
Portanto, que possamos conscientizar nossas mentes de que somos espíritos milenares e que sempre estaremos juntos, unidos pelo sentimento e pensamento, ligados fraternalmente pelo Pai a uma eterna família. Busquemos serenar nossos corações, sentindo toda a luz, a paz e o amor de Jesus a auxiliarem nossa compreensão e aceitação da importância da reencarnação e dos mecanismos da evolução, que nutrem o espírito com a paz interior tão almejada por todos.


Artigo publicado na edição 16 da Revista Cristã de Espiritismo.
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Câmara dos Vereadores de Picos-PI homegearão Chico Xavier


Após mais de 20 anos de Doutrina Espirita na cidade de Picos-Pi, eis que  através do ilustre  Vereador Manoel Vieira que teve a iniciativa de aproveitar todo esse momento em que o Brasil homenagea o mais importante Médium Espírita do sécculo, resolve também fazer sua contribuição mesmo não sendo Espírita. O Vereador que com certeza foi inspirado sutilmente pelos bons espiritos; resolve prestar uma homenagem ao venerando Chico Xavier e todo o Movimento Espírita de Picos-PI que será realizada dia 30/06/2010; data esta que marca a sua passagem para o plano espiritual.


O Movimento Espírita de Picos-PI agradece esse importante  ato solene.


Moura Fé
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"Resgate coletivo no Haiti, breve reflexão espírita".


Para todos os fenômenos da vida humana, há sempre uma razão de ser. No dicionário Espírita, não deve constar a palavra “acaso”, ainda que as situações se nos afigurem insuportáveis. A tragédia do Haiti nos expõe, de maneira evidente, um episódio de resgate coletivo. Qual o significado dos milhares de seres que foram esmagados pelo terremoto? Catástrofe, cujas dimensões deixaram o mundo inteiro consternado? Para as tragédias coletivas, a Doutrina Espírita tem as explicações prováveis, considerando que, nos Estatutos de Deus, não há espaço para injustiça.

Segundo os Espíritos, “se há males nesta vida cuja causa primária é o homem, outros há, também, aos quais, pelo menos na aparência, ele é completamente estranho e que parecem atingi-lo como por fatalidade. Tal, por exemplo, os flagelos naturais.” (1)
Pela reencarnação e pela destinação da Terra - como mundo expiatório - são compreensíveis as anomalias que o planeta apresenta quanto à distribuição da ventura e da desventura neste planeta. Aliás, anomalia só existe na aparência, quando considerada, tão-só, do ponto de vista da vida presente. “Aquele, pois, que muito sofre deve reconhecer que muito tinha a expiar e deve regozijar-se à idéia da sua próxima cura. Dele depende, pela resignação, tornar proveitoso o seu sofrimento e não lhe estragar o fruto com as suas impaciências, visto que, do contrário, terá de recomeçar.” (2)

Em verdade, "as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus”. (3)
É bem verdade que as catástrofes naturais ou acidentais, como a do Haiti, vitimam milhares de pessoas. Nesses episódios, as imagens midiáticas, virtuais ou impressas, mostram-nos, com colorido forte, o drama inenarrável de inúmeras pessoas, enquanto a população recolhe o que sobrou e chora seus mortos.
Os flagelos destruidores ocorrem com o fim de fazer o homem avançar mais depressa. A destruição é necessária para a regeneração moral dos Espíritos, que adquirem, em cada nova existência, um novo grau de perfeição. "Esses transtornos são, freqüentemente, necessários para fazerem com que as coisas cheguem, mais prontamente, a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos.” (4) Dessa maneira, esses flagelos destruidores têm utilidade do ponto de vista físico, malgrado os males que ocasionam, "pois eles modificam, algumas vezes, o estado de uma região; mas o bem, que deles resulta, só é, geralmente, sentido pelas gerações futuras.” (5)
Antes de reencarnarmos, sob o peso de débitos coletivos, muitas vezes, somos informados, no além-túmulo, dos riscos a que estamos sujeitos, das formas pelas quais podemos quitar a dívida, porém, o fato, por si só, não é determinístico, até, porque, depende de circunstâncias várias em nossas vidas a sua consumação, uma vez que a Lei de causa e efeito admite flexibilidade, quando o amor rege a vida e "o amor cobre uma multidão de pecados.” (6)
Aquele que se compraz na caminhada pelos atalhos do mal, a própria lei se incumbirá de trazê-lo de retorno às vias do bem. O passado, muitas vezes, determina o presente que, por sua vez, determina o futuro. "Quem com ferro fere, com ferro será ferido" - disse o Mestre. Porém, cabe a ressalva de que nem todo sofrimento é expiação. No item 9, Cap. V, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec assinala: "Não se deve crer, entretanto, que todo sofrimento porque se passa neste mundo seja, necessariamente, o indício de uma determinada falta: trata-se, freqüentemente, de simples provas escolhidas pelo Espírito para sua purificação, para acelerar o seu adiantamento." (7)



Bibliografia:


(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 1989, Cap. V


(2) idem Cap. V


(3) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 1989, Cap. IX


(4) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB, 1988. Perg. 737


(5) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB, 1988. Perg. 739


(6) Cf. Primeira Epístola de Pedro Cap. 4:8


(7) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1989, Cap. V






Fonte: http://jorgehessen.net
 
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O Caso de Reencarnação mais estudado atualmente.

Na Segunda Grande Guerra, em missão ao longo do Pacífico, um piloto da Marinha americana foi abatido pela artilharia japonesa. Seu nome poderia ter sido esquecido e sua memória não passaria de uma cruz a mais no "Memorial dos Heróis de Guerra", em Washington, de não fosse pelas desconcertantes memórias de um menino chamado James Leininger. Filho único, James, à época com apenas 2 anos, começou a ter pesadelos quase todas as noites e acordar seus pais aos berros, debatendo-se em agonia, gritando frases como: "O avião está em chamas!" A partir de então, o pequeno James passou a transmitir informações detalhadas não apenas em seus pesadelos mas também desperto, enquanto brincava e desenhava, no dia-a-dia da família. Mostrava um conhecimento sobre aviões que jamais lhe havia sido transmitido, passou a revelar nomes e sobrenomes, dados geográficos e até mesmo o que (descobriram mais tarde) seria a designação de um porta-aviões da 2ª Guerra Mundial. Como James poderia deter tantas informações se ainda não estava em idade escolar? Seriam lembranças de situações vividas pelo menino que seus pais desconheciam? Seriam memórias de uma vida passada? Seria mesmo a reencarnação uma hipótese a ser considerada?
                                                                                                                                                                                 
Muito poucas pessoas -- incluindo aqueles que conheceram piloto -- acreditam que James é o soldado reencarnado. Seus pais, Andrea e Bruce, naturalmente céticos, provavelmente eram as pessoas menos susceptíveis a acreditar em tal história. Mas ao longo do tempo, foram convencidos pelas evidencias de que seu filho teve uma vida anterior. Segundo eles, James precocemente demonstrou interesse por aviões (nada surpreendente para um menino americano). Mas quando completou dois anos, passou a ter pesadelos regulares e acordar gritando, pedindo socorro. Andrea diz que a mãe dela foi a primeiro a sugerir que James estava lembrando uma vida passada.
Certa vez, Andrea comprou-lhe um avião de brinquedo e mostrou ao filho o que parecia ser uma bomba na sua parte inferior. Ela diz que James a corrigiu, revelando o nome técnico do equipamento. Foi justamente quando os pesadelos pioraram, ocorrendo de três a quatro vezes por semana e Andrea decidiu estudar o trabalho da consultora e terapeuta Carol Bowman (autora de "O Amor me trouxe de volta"), que acredita que os mortos, não raro, renascem. Com a orientação de Bowman, eles começaram a incentivar James para compartilhar suas memórias e imediatamente os pesadelos começaram a tornar-se menos frequentes. James também começou a falar mais facilmente sobre seu passado, o que, segundo a autora, é comum em crianças até os cinco anos de idade. "Eles não tiveram o condicionamento cultural ou experiência suficiente nesta vida", disse ela.
Ao longo do tempo, o menino revelou detalhes sobre a extraordinária vida de um ex-combatente -- principalmente na hora de dormir, quando ele estava sonolento. Dizem que o James disse que o avião tinha sido atingido por japoneses e caiu. Contou também detalhes sobre missões, equipamentos utilizados por um avião tipo Corsair, sobre o porta-aviões do qual arrancou a partir ("Natoma") e o nome de alguém que voou com ele ("Jack Larson"). Após alguma investigação, Bruce descobriu que "Natoma" e Jack Larson eram reais. O "Natoma Baía" foi um pequeno porta-aviões, utilizado no Pacífico durante a Segunda Guerra; e Larson estava morando em Arkansas. A partir de então, desvendar esta história se tornou obsessão de Bruce, pai de James. Ele passou a pesquisar na Internet, consultar registos militares e entrevistar homens que serviram a bordo do "Natoma Baía".
Seu filho disse que tinha sido "abatido" em Iwo Jima. James também havia assinado um de seus desenhos da infância com a inscrição "James 3." Bruce logo descobriu que o único piloto da esquadra morto em Iwo Jima foi James M. Huston Jr e que sua aeronave tinha recebido uma rajada de balas no motor. Tais informações foram confirmadas por outro piloto, Ralph Clarbour, que fazia a retaguarda naquela operação de guerra e que pilotava ao lado de James M. Huston Jr. durante uma incursão perto de Iwo Jima, em 3 de março de 1945. Clarbour disse que o viu o avião do companheiro ser atingido por fogo antiaéreo. "Eu diria que ele foi atingido na cabeça, bem no meio do motor", disse ele.
Com tantas evidências, os pais passaram a acreditar que seu filho teve uma vida passada em que ele era James M. Huston Jr. "Ele voltou porque deve terminar alguma coisa, a qual desconhecemos." Mas Paul Kurtz, Professor da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, que dirige uma organização que investiga alegações paranormais, diz que os pais se "auto-enganaram". "Eles são fascinados pelo misterioso e eles construíram um conto de fadas", defende. Com o passar dos anos, as lembranças de James começam a desvanecer-se, mas sua paixão por aviões persiste."Ele parece ter experimentado alguma coisa que eu não acho que seja única, mas a forma como lhe foi revelado é bastante surpreendente", observa Bruce.
Apesar dos céticos, este tem sido considerado o caso mais documentado de reencarnação já estudado e a história é tão atraente que virou livro: "A Volta" (Editora BestSeller, 320 pág.) , escrito a seis mãos pelos pais Bruce Leininger e Andrea Scoggin Leininger e pelo romancista Ken Gross.





Fonte: Blog Partida e Chegada
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Pintor cego confronta a ciência e o mistério da vida





O jornalista Milton R. Medran Moreira trouxe, na edição impressa do jornal Zero Hora, de Porto Alegre (RS), um artigo interessante, propondo uma interpretação filosófico-espírita para o fenômeno do pintor turco cego nascença, Esref Armagan. A história, revelada pela Discovery Channel, vem de Ankara, a Turquia, país no qual Esref nasceu cego, há 53 anos, e onde é comparado ao arquiteto Filippo Brunelleschi, por dominar a difícil arte da perspectiva. Ele pinta casas, barcos, pássaros e borboletas, embora ele nunca tenha visto de fato quaisquer destas coisas. Ele pinta com cores vivas, embora jamais tenha visto cor, luz ou sombra. Durante os anos, Armagan desenvolveu os próprios métodos dele por criar a arte e ninguém o ensinou ou descreveu que técnicas para usar. Ele começou com lápis e antes dos 18 anos estava pintando com os dedos, primeiro em papel e depois em telas comuns. Hoje em dia, ele trabalha principalmente com acrílico de secagem rápida.
Depois de exibir seu trabalho em mais de vinte exposições na Turquia, Holanda, a República Tcheca e China, Armagan surpreende os estudiosos ao colocar em xeque nosso conhecimento de quanto as pessoas cegas podem entender sobre nosso plano visual. O psicólogo John Kennedy, diretor de Ciências de Vida na Universidade de Toronto, pesquisa a psicologia de percepção e cognição em pessoas cegas, e submeteu o artista a bateria de testes nos quais ele puxou uma série de objetos sólidos, inclusive um cubo em perspectiva. Testes adicionais, no laboratório de Neuroscience de Universidade de Harvard, demonstraram que Armagan misteriosamente ativou seu córtex visual, recrutando-o através de outros sentidos. Como último desafio, o médico levou o pintor à Itália para confrontá-lo com a obra-prima da perspectiva de Brunelleschi, o Batistério de Florença. E Armagan novamente surpreendeu, reproduzindo com outros sentidos (e em perspectiva), as formas do prédio à sua frente, que jamais viu, mas que "visualizou" somente por meio de uma maquete.
Esta história surpreendente revela que o cérebro tem o potencial para se adaptar, de acordo com as necessidades individuais. A habilidade do cérebro para reorganizar suas funções baseado em informação nova e experiências estão definidas como plasticidade de neural. Pois é nesta perspectiva que entra a análise de Milton Medran, que explica o fenônemo a partir de uma frase conhada por Aristóteles : "nada está no intelecto que não tenha primeiro passado pelos sentidos". Ou seja: é pela visão, pelo tato, pelos sentidos corporais, enfim, que adquirimos o conhecimento. Sem experienciar, nada aprendemos. E é assim que nasceu a arte de Armagan, que toca nas flores, nas plantas, nas pessoas e, depois, reproduze-as.
Para o jornalista, porém, "o pintor que nasceu sem os olhos nem sempre teria sido cego. Sua alma, antes de aprisionar-se ao corpo, percebera e retivera as imagens que hoje pinta mesmo sem as ver. Para os neurocientistas, no entanto, há um campo no cérebro onde se formam as imagens captadas pela visão. Quem não enxerga, como Esref, pode suprir isso com os outros sentidos, especialmente o tato, formando, naquela mesma área cerebral, as imagens que consegue reproduzir em tintas com seu pincel".
Minton Medran, que também é diretor de Comunicação Social do "Centro Cultural Espírita de Porto Alegre", conclui que o mistério por trás do "inexplicado" encontra justificativa na lei das vidas sucessivas e pelas reminiscências que delas guarda a alma ou espírito. "Uma lei em tudo racional, capaz de interpretar o fenômeno Esref. Mas para aceitá-la será preciso enfrentar dois dogmas da pós-modernidade: o de que a alma não existe, e o de que se, vá lá, possa existir, é coisa que deve ser aprisionada no quarto escuro do mistério e da fé", finaliza.

Marcos Grignolli







        




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O Papel do Centro Espírita


O Espiritismo, também conhecido como Terceira Revelação é a Doutrina que com os seus postulados veio devolver a transparente clareza do Cristianismo, elucidando os pontos não entendidos dos ensinamentos de Jesus.
Mas não é só isso.
Ele também vem ajudar a humanidade a responder às muitas perguntas que gravitam em nossa mente, apontando as soluções para os vários porquês que marcam a existência do Ser na Terra e no Cosmos.
Além de mostrar uma nova ética dentro de princípios antigos, devolvendo a simplicidade na divulgação de verdades universais, a Doutrina Espírita ainda mostra por provas irrefutáveis a continuidade da vida além da sepultura, onde aqueles que partiram vêm dar sua mensagem de esperança, informando que o roteiro terrestre é apenas uma passagem dentro da incessante senda evolutiva.
A crença em Deus, na imortalidade da alma, na reencarnação, na pluralidade dos mundos habitados, na comunicabilidade dos Espíritos, na lei de causa e efeito e nos ensinamentos morais do Rabi da Galiléia, constituem-se nos pilares mestres que formam esse maravilhoso manancial de enriquecimento espiritual, conhecido como Espiritismo.
O centro espírita é o local onde estudamos esses princípios, tentando colocá-los em prática, na certeza de que isso nos levará à conquista da felicidade, servindo também de iluminação e consolo para todos quantos buscam o interior dos seus portais, muitas vezes até como último recurso de socorro ante as provas da vida.
O compromisso do centro espírita com a divulgação e prática dos postulados do Espiritismo reveste-se de fundamental importância ante a gama de princípios dos quais somos depositários, bem como os que trabalham dentro da seara são os responsáveis pela transmissão desses preciosos conhecimentos, devendo preservar sua pureza original, evitando a todo custo enxertar práticas que não guardam nenhum conteúdo doutrinário.
Portanto, evidencia-se que o centro espírita deve preocupar-se única e exclusivamente com o estudo e prática do Espiritismo, pois na Doutrina já existe suficiente bagagem de princípios que dispensam quaisquer outros subsídios que não guardam respaldo com a Codificação.
Assim, sem querer desmerecer nenhuma crença, prática ou terapia, mas dentro da coerência que deve marcar nosso trato com a Doutrina, não faz sentido manter dentro das instituições espíritas processos de atendimento ou tratamento que não possuem nenhuma identificação com o Espiritismo e seus postulados.
Por conseguinte, o centro espírita deve se ocupar do estudo e prática do Espiritismo, com a respectiva assistência aos necessitados sendo feita à luz dos seus postulados, pois se assim não for, correr-se-á o risco de vermos instituições que se denominam espíritas lidando com toda sorte de terapias, “mancias” e “logias”, menos com a própria Doutrina.






 
Joaquim Ladislau Pires Júnior



http://www.espirito.org.br/







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"Sempre acreditei que há vida após a morte", diz autora de novela da Globo

Católica, a autora da novela das seis da Globo, "Escrito nas Estrelas", Elisabeth Jhin teve assessoria de espíritas para escrever sua trama, que atingiu 25 pontos de média nas duas primeiras semanas (1,5 milhão de domicílios na Grande SP).

O cineasta Wagner de Assis, que está dirigindo o filme "Nosso Lar", baseado em livro de Chico Xavier, foi um dos que a auxiliaram, conta Jhin. Ela também leu livros do psiquiatra Brian Weiss, que estuda reencarnação.
 
Elisabeth Jhin - Estou muito feliz com a repercussão. Escrever novela é um trabalho árduo. Saber que o público está gostando é uma alegria. O entusiasmo de toda a equipe é grande, e isso é essencial para um bom resultado no ar.
O que achou do resultado de audiência da novela até agora?


O tema espiritual colabora para o sucesso?
Sim, se considerarmos que estamos refletindo sobre inquietações pelas quais todos passamos. Minha intenção é enfocar a espiritualidade no seu sentido amplo, aquela busca pelo sagrado que existe dentro do homem desde que ele se pôs de pé e conseguiu olhar para o alto.


Por que novelas espíritas costumam fazer sucesso?


O estudo da espiritualidade reflete sobre questões pertinentes a todos. Imagino que a identificação do público pelo tema tenha a ver com isso, independentemente de religião. Mas não acho só o tema determinante para o sucesso da empreitada, que envolve o talento de muita gente.


A autora Andrea Maltarolli [morta em 2009] estava fazendo a sinopse de uma novela sobre fantasmas para este ano. É coincidência que você tenha optado pelo espiritismo ou a Globo tinha planos de abordar o tema agora?


A idéia desta novela surgiu a partir de um artigo sobre reprodução humana e os aspectos éticos ligados à ciência genética. Pensei em como seria uma mulher gerar um filho com o sêmen de um homem morto e comecei a me perguntar sobre as implicações de um ato desses na esfera espiritual. Quando criei a novela, não pensei no centenário do Chico Xavier, foi coincidência.


Como católica, como fez para conceber a história?
Sou católica de formação, estudei em colégio de freiras, mas não pratico nenhuma religião. A busca da espiritualidade sempre foi uma constante em minha vida. Sempre acreditei que existe vida após a morte, ela continua de outra forma e em diferentes dimensões. Para a novela tive vários encontros com Luiz Queiroz e Wagner de Assis, que me ajudaram a entender a espiritualidade. Também li muito, principalmente livros de Brian Weiss [psiquiatra norte-americano que pesquisa reencarnação e terapia de vidas passadas].


Como é criar um mundo desconhecido?
Em uma obra de ficção, a imaginação é fundamental, seja para criar um mundo desconhecido ou mesmo conhecido. Também buscamos estudar e entender sobre aquilo que vamos escrever. É uma pitada de cada coisa.





fonte:  http://www.folha.com.br/
 
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Originais e primeiras edições de livros espíritas recebem novo espaço


A Federação Espírita Brasileira abriu pela primeira vez suas portas em janeiro de 1884. Tempos passados, a Doutrina é hoje vastamente difundida e conta com mais de 20 milhões de espíritas que a estudam e praticam tendo como base o livro espírita. Este meio que leva saber e consolo a muitos recebe, no dia 30 de março, um primoroso trabalho de reconhecimento, a reinauguração da Biblioteca de Obras Raras da FEB.

Uma nova porta é reaberta para o conhecimento, estudo e admiração em um momento histórico para o Movimento Espírita Brasileiro e para os simpatizantes da Doutrina Espírita. Neste dia, às 19h30, no Prédio Unificação, a FEB reinaugura a Biblioteca, um espaço composto pelas primeiras edições das obras básicas do Espiritismo (O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese) e por outros títulos reconhecidos pelo grande público, como de Allan Kardec, codificador da Doutrina e do médium centenário, Chico Xavier.

Originais de diversos livros estarão expostos em um cenário que emana consolo, espiritualidade, conhecimento, filosofia, ciência e religião, com galerias que reúnem mais de 20 mil volumes em diversos idiomas. A instituição que prima pela publicação, editoração e divulgação das obras literárias espíritas, convida a todos para conhecer este trabalho que foi concretizado por passos firmes e profissionais e que mostra, por meio do livro, a força da mensagem da Doutrina dos Espíritos.
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Especial Chico Xavier



Série  VIDEO AULAS
Apresentação Antonio Cesar Perri de Carvalho
Estreia dia 6 de abril na TVCEI (terças e sextas as 21h30hs)
Para assistir a TVCEI:
Na internet  www.tvcei.com
No satelite www.tvcei.com/satelite
Nas tv a cabo 

http://www.tvcei.com/sat/telespectador/cidades.php
http://www.febnet.org.br/site/noticias.php?CodNoticia=229
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Urgente - À Diretoria das Instituições Espíritas

Solicitamos a fineza de dar conhecimento, com a possível urgência, à Diretoria das Instituições Espíritas, de três providências que deverão ser tomadas por elas, nos próximos dias, para cumprir exigências legais:
a) RAIS -Relação Anual de Informações Sociais:  Até o dia 26 de março deverá ser entregue a Declaração da RAIS, mesmo negativa, por não existência de empregados, cujo modelo poderá ser obtido através do GOOGLE, na Internet.

b) DCTF- Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais: Até o 5º dia útil de abril, ou seja, até o dia 7 de abril de 2010, deverá ser entregue a DCTF, referente ao 2º semestre de 2009, sendo, neste caso, necessária a participação de um Contador. A multa pela não entrega da DCTF no prazo é bastante alta, da ordem de R$ 400,00.

c)  DIPJ - Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica: deverá ser feita entregue até o último dia útil de junho (este ano, o dia 30 de junho). 
 
http://www.febnet.org.br/site/noticias.php?CodNoticia=225

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